domingo, 25 de outubro de 2009

1877. SIMBOLISMOS FATAIS (1)

No exacto momento em que PS e PSD retiram para as gamelas repectivas do panelão autárquico o que quinhão de orçamento, motorista e enacho João Salvador pede a liquidação total. Fatal simbolismo. Agora, que PS e PSD queriam convencer Tomar que uma nova erade alegria, prosperidade e bem-estar vinha a caminho, eis a desmancha prazeres da economia real a fazer das suas. O Nabantia sugere desde já os membross da futura Comissão Liquidatária:
Pedro Marques
António Paiva
Corvelo de Sousa
Miguel Relvas
Luís Ferreira
Hugo Cristovão.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

1876. NEGÓCIO FECHADO

Depois de terem enganado os tomarenses fazendo de conta que concorreram em listas próprias e com projectos alternativos, o PS e o PSD de Tomar fecharam o negócio dos lugares, das nomeações, dos tachos e dos negócios. Este bloco central à tomarense consegue exceder as piores expectativas sobre a promiscuidade dos poderes autárquicos que vem fazendo do poder local nos últimos anos umas das maiores desilusões da democracia portuguesa. PS e PSD encobrem-se um ao outro no Estado, nas empresas do Estado, nos poderes institucionais, nas autarquias. Empregam-se e protegem-se uns aos outros em pequenas maçonarias de vão de escada. Fazem da política um jogo de sombras, onde o eleitor é um pormenor decorativo. Para o PSD foi fácil meter o PS no bolso. Para o PS convém distribuir uns empreguitos que a crise toca a todos. Tomar pode esperar. Daqui a quatro anos lá teremos os dois partidos com dois novos candidatos, com duas novas listas, com dois novos programas, com duas novas amnésias, jurando por quem for preciso que os quatro anos que entretanto vão passar foram apenas uma ilusão de óptica.

1875. LAVAGEM AO CÉREBRO

Anabela Freitas toma posse na Assembleia da República
Anabela Freitas, PS, tomou posse, na passada segunda-feira, como deputada na Assembleia da República.

Anabela Freitas toma posse na Assembleia da República
Anabela Freitas, PS, tomou posse, na passada segunda-feira, como deputada na Assembleia da República.

Anabela Freitas toma posse na Assembleia da República
Anabela Freitas, PS, tomou posse, na passada segunda-feira, como deputada na Assembleia da República.

Fonte: Cidade de Tomar.
Fonte: Cidade de Tomar.
Fonte: Cidade de Tomar.

Safa.
Safa.
Safa.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

1874. MAIS UMA PERDA

O fim da Associação de Defesa do Folclore da Região dos Templários está na base da não realização do “Mercado 1900”, iniciativa anual que habitualmente tinha lugar em Outubro na Praça da República em Tomar. Aquela associação foi extinta com a intenção de ser substituída pela Associação de Artes e Ofícios Tradicionais, Folclore e Turismo Lisboa e Vale do Tejo, que abrangesse a área correspondente à Entidade de Turismo, ideia que até agora não passou do papel. Sem uma estrutura organizativa e apesar da boa vontade dos ranchos folclóricos do concelho de Tomar, o “Mercado 1900” não foi concretizado. A iniciativa constava da evocação de um mercado em 1900 e incluía animação com tocadores de harmónio e concertina, cantares ao desafio e bailarico. Assim se vão perdendo os valoes, a identidade ancestral, a diferenciação cultural, que dão sentido e corpo às comunidades que constituem o todo nacional.
Fonte: O Templário.

1873. AGRADECIMENTO

O Nabantia agradece a O Templário o destaque que teve a bondade de dar na sua edição de hoje aos posts de balanço das últimas eleições autárquicas em Tomar. É mais uma responsabilidade acrescida em tão debilitados ombros blogueiros, que apenas espero honrar com humildade, com português médio sem aspirações de erudição ortográfica, com autenticidade perfeita, isto é, daquela que até erros comete e, sobretudo, com muita liberdade. Obrigado.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

1873. ROSA DIAS RETIRA-SE


Ao fim de mais de 25 anos de actividade autárquica em Tomar, António Rosa Dias abandona a política para se dedicar à família e ao Sporting de Tomar, clube do qual é presidente. Na última reunião do Executivo Camarário neste mandato, Pedro Marques apresentou uma proposta de louvor público a Rosa Dias “pelo seu trabalho e dedicação à causa pública, que, durante estas últimas décadas, enquanto Vereador, prestou a Tomar e aos Tomarenses”. A proposta foi aprovada por unanimidade. António Rosa Dias tem 67 anos e é professor reformado. Iniciou em 1984 a longa carreira autárquica como vereador da CDU na Câmara de Tomar. Em Setembro de 1984 tomou posse como vereador, tendo assumido até finais de 1985 os pelouros da saúde, deficientes e terceira idade e em 1988/1989 o pelouro dos serviços de higiene e limpeza, sendo ininterruptamente vereador até Janeiro de 1994. Voltou a ser eleito vereador no mandato de 1998-2001, tendo desempenhado temporariamente o cargo em regime de permanência, com o pelouro dos serviços de higiene e limpeza, cemitérios e parques e jardins. No mandato iniciado em 2005 e que agora vai terminar, voltou a ser eleito vereador mas agora pelos Independentes por Tomar. Como atleta, representou as equipas principais de futebol do Belenenses, da Matrena, do Fátima e do União de Tomar, durante várias temporadas. Participou activamente no movimento associativo, tendo sido eleito e reeleito, por vários mandatos, presidente da direcção do Sporting Clube de Tomar, cargo que actualmente desempenha. Foi professor no ensino preparatório durante mais de 32 anos, tendo também desempenhado funções directivas e sindicais. A proposta aprovada refere que Rosa Dias “no exercício das funções autárquicas, enquanto Vereador, procurou sempre, com o rigor, a capacidade política e o sentido de responsabilidade e de serviço público, que sempre lhe foi reconhecido, servir, de forma abnegada e desinteressada, Tomar e os Tomarenses”. Há cerca de um ano “O Templário” publicou uma entrevista com este autarca onde já apontava a decisão de abandonar a política.

Fonte: O Templário.
(Foto)

1872. PELOS CAMINHOS DE PORTUGAL (157)


O caminho português de Santiago foi percorrido desde a idade média por milhares de peregrinos, entre os quais se contam o monarca D. Afonso II, a Rainha Santa Isabel e o rei D. Manuel I. O livro "A grande obra dos caminhos de Santiago/Iter Stellarum" editada em espanhol e em português e dirigida por Francisco Rodríguez Iglesias, recorda que, em 1219 el-rei D. Afonso II "foi a Santiago implorar a cura de uma grave doença que o importunava, provavelmente uma variante de lepra". A obra descreve, também, a viagem da Rainha Santa Isabel, que peregrinou até à capital galega em 1325, ano da morte do marido, el-rei D. Diniz. Já viúva e com 51 anos de idade, "fez grandes ofertas à catedral de Santiago, nomeadamente preciosas alfaias litúrgicas e, em consideração à sua pessoa, o Arcebispo local ofereceu-lhe um bordão e uma esportela de romeira de São Tiago". O livro em três volumes, que incluiu textos dos investigadores portugueses Carlos Alberto Brochado de Almeida, João Gomes de Abreu de Lima e Lourenço António Gorjão de Almeida e Silva, conclui que "foi possivelmente animada com os resultados da Peregrinação que a Rainha Santa deixou no seu testamento uma considerável verbas para apoiar hospitais e albergarias do reino de Portugal".

As viagens régias ao túmulo do apóstolo na Galiza incluem a de D. Manuel I que ali foi em 1502, com 33 anos de idade e sete de reinado. Na catedral ofertou uma lâmpada de prata para que estivesse sempre acesa e para isso instituiu rendas na Galiza compradas e pagas pelo almoxarifado de Ponte de Lima. De regresso, visitou a cidade de Braga e a sua vetusta Sé Catedral. O sacerdote, historiador e professor universitário, José Marques, da Arquidiocese de Braga defende, num trabalho intitulado "O culto de S. Tiago no Norte de Portugal", que "os reflexos, marcas ou consequências da devoção e do culto jacobeus nas terras a sul do rio Minho são muito anteriores ao início e consumação do processo de independência de Portugal". "Nessa altura já aí tinham surgido diversas paróquias com S. Tiago como orago ou padroeiro celeste, por certo, expressão da devoção e culto, que continuaram a crescer, mercê do fluxo das peregrinações populares, com a participação de nobres e clérigos e até, em casos raros, dos soberanos", escreve. A obra passa em revista as "antigas manifestações devocionais, tanto anteriores como subsequentes à autonomia política de Portugal, e não olvida os caminhos portugueses de peregrinação a Santiago". Evoca "a estrutura viária, com toda a riqueza dos seus aspectos arqueológicos, artísticos, económicos e culturais", e o "impacto religioso e social do culto e das peregrinações, no norte de Portugal", ao longo dos séculos. O documento recorda que o caminho de Santiago conseguiu "a valorização das regiões afins", sublinhando que se trata de "um fenómeno histórico de longa duração, que, não obstante a diversa amplitude das inevitáveis oscilações, constitui um poderoso elo de ligação entre Portugal - em especial da sua parte norte - e Santiago de Compostela, capital que é da Galiza".

Fonte: Lusa.

1871. BALANÇO (9): A PEQUENA REVOLUÇÃO

Estas foram as últimas eleições autárquicas antes da aplicação da regra da limitação de mandatos prevista na lei para 2013. Quer se queira quer não, uma nova geração de autarcas será eleita em 2013. No caso de Tomar, desde logo quase metade dos presidentes de Junta ora eleitos será substituída. A crise que o país vive vai projectar os seus efeitos ecconómicos e sociais nos próximos quatro anos, limitando tudo e todos. Serão quatro anos difíceis. Boa sorte, Tomar!

1870. BALANÇO (8): OS CONDENADOS

O PSD ganhou as eleições e teve um mau resultado. De 9 825 votos, correspondentes a 42,5 % em 2005, passou para 7959, correspondentes a 34,96% e com menos um vereador e perda da correspondente maioria absoluta. Um trambolhão. Mesmo assim mais 744 que nas legislativas de Setembro. Perdeu António Paiva, o presidente sombra que não se esqueceu de lembrar os tomarenses que era a obra dele que estava em julgamento eleitoral, com uma habilidade política mais parecida com a largada de um elefante numa loja de porcelana. Já tem o seu julgamento. Perdeu Corvelo, o candidato acidental, sem obra, projecto nem ideia e, sobretudo sem capacidade política para mobilizar e desenvolver. E perdeu Miguel Relvas, que rapidamente entrou um amuo institucional, somando segundo vexame político depois do terramoto das legislativas. Perdeu, sobretudo Tomar, que assim ficou entregue a grupo de condenados políticos sem maioria absoluta que têm quatro longos anos pela frente para pagar dívidas, pedir mais dinheiro emprestado e negociar permanentemente cada alínea de programa. Pela gestão incompetente que fizeram merecem esta provação. Tomar é que não merecia. Mas lá está: em democracia a responsabilidade pelo voto é de quem vota. Não se queixem.

1869. BALANÇO (7): A FORMIGUINHA TREPADEIRA

O PS perdeu as eleições, mas com um resultado menos mau do que o que muitos previram. Obtiveram 4756 dos votos, ou seja, 20,89%, elegendo dois vereadores e tornaram-se a segunda força partidária, ultrapassando a dissidencia de Pedro Marques. Nada mau. Esfumaram-se os 7599 votos das legislativas, correspondentes a 30,54% de Sócrates, mas recuperaram 606 votos e 3,80% dos votos em relaçõ a 2005. Pequeno, mas aumento. E simbólica a recuperação do segundo lugar. O PS fez uma campanha longa, algo errática, com excesso de propaganda e nem sempre com mensagem apropriada. Qual formiguinha trepadeira, passo a passo, sorriso a sorriso, simpatia a simpatia, desde Janeiro no terreno, José Vitorino acaba por registar uma meia vitória pessoal neste resultado. Veremos o que vai fazer com ele.

1868. DUPONT & DUPONT

Quando toca ao respeito pelo voto dos cidadãos eles são todos diferentes mas todos iguais. Hugo e Miguel só para presidentes. Há gente verdadeiramente predestinada... Valha que ao menos não escondem e nessa medida ninguém se pode queixar que votou ao engano, já que eles próprios tratam de anunciar do que a casa gasta.

1867. A DEPUTADA EMPRESTADA

Anabela Freitas, graças às regras que tanto descredibilizam a autenticidade da representação eleitoral na democracia portuguesa, chegará finalmente ao Parlamento por empréstimo, com a provável partida de Lacão para o novo Governo. Mas haja decência: não chamem à senhora a "deputada de Tomar". O círculo eleitoral de Tomar não existe e para mistificações políticas já basta a o que basta.

1866. E DA "B"? QUANTOS?

O Instituto Politécnico de Tomar registou na última semana o seu primeiro caso de gripe A. Já agora: e quantos casos das outras gripes, alguém os contou?... Que paranóia que vai para aí, safa!

1865. TAMBÉM IMPERDÍVEL

Foi inaugurada no domingo na galeria da Câmara de Tomar uma exposição de 27 esculturas e 33 medalhas do escultor José Aurélio, de Alcobaça. A mostra estará patente até dia 31 de Dezembro, apresenta trabalhos de diferentes fases da vida do artista, mais de 20 trabalhos feitos em bronze, calcário, aço, ferro e mármore. José Aurélio é autor do monumento ao General Humberto Delgado na Cela Velha e do Arco de Cister. A exposição pode ser visitada de quarta-feira a domingo, das 12 às 17 horas.

Fonte: O Templário.

1864. IMPERDÍVEL

Tudo sobre as eleições autárquicas de Tomar, num trabalho de Virgílio Alves.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

1863. BALANÇO (6): A "BRIGADA DO REUMÁTICO"

Os velhos independentes obtiveram desta vez 4552 votos, isto é, 19,99% dos votos. Contra 4889, ou seja, 21,2%, em 2005. Perderam porque perderam 337 votos. Perderam porque queriam ser os primeiros e foram terceiros. Perderam porque pediram a gula da maioria absoluta (descomunal delírio...) e tiveram uma dieta de minoria relativa. E perderam com um mau resultado porque tiveram menos votos e menos percentagem. Nem Mozart lobrigrou inspirar com o fulgor das suas partituras ou a misteriosa prodigalidade financeira da propaganda couché 90 gramas o que já todos perceberam não passar de uma ópera bufa. Para quem não sabe, desde já se esclarece (que mui penadas e sensíveis almas vagueiam por estas noites frias da lenda da Santa pelas ruas do burgo...) que o título deste post não pretende ofender. Ficou conhecida por "brigada do reumático" a corte de patentes militares que poucos dias antes do 25 de Abil foi garantir lealdade eterna ao Governo de Marcello Caetano, antes deste ir de boleia de Chaimite revisitar o Quartel do Carmo rumando daí à Portela. Estes velhos independentes não passam hoje de um mero partido caudilhista, representante de um pssado de decadencia e frustrações. Daqui não passarão até que o cansaço inexorável dos tempos o declare com a pouca pompa e a nenhuma circunstância que o momento merecerá. Apenas um voto sincero: que desta vez, quando cometerem a ousadia legal de apresentar as contas de campanha, e oh meu Deus, mas que enormes trabalheiras terá o mandatário financeiro para levar por diante tal empreitada... não mintam sobre donativos, não mintam sobre contas bancárias, e façam constar dos respectivos papéis justificativos todas as verbas efectivamente recebidas e pagas em actividades de campanha como manda a lei, ao contrário do vexame por que passaram em 2005. Quem, nem na pseudo-oposição sabe dar o exemplo como conseguiria convencer alguém que seria no poder que o faria, ali com tanto extracto à mão?...

1862. BALANÇO (5): O COSTUME

A CDU passou de 1396 votos, ou seja, 6% nas autárquicas de 2005 para 1667 votos, isto é, 7,2%. Eis uma bela ilustração prática do patético discurso de Jerónimo de Sousa na noite eleitoral. A CDU cresceu e aumentou a sua influência. 15 dias antes tinham dido 1359 votos, 3,75% dos votos. Bruno Graça valeu 271 votos. Como diria Lenine: "O que fazer?"... O costume, direi eu: continuar estes fulgurantes crescimentos e aumentos de influencia eleitoral até pelo menos às eleições de 2754. Confirmou-se a minha ideia sobre a campanha da CDU: os apontamentos bem passados a limpo no caderninho e é quanto basta. Prova-se outra coisa com Bruno Graça: a Gualdim Pais não chega para mais nada por si só do que para ser uma bela instituição cultural, recreativa, desportiva e social do nosso concelho. E já é muito bom.

1861. ANO VELHO, VIDA VELHA

Está marcada para dia 26, segunda-feira, às 17 horas a cerimónia de tomada de posse do novo executivo camarário de Tomar resultante das eleições autárquicas de 11 de Outubro.

1860. MACAU FELIZ

Os Quinta do Bill estão de partida para Macau onde vão actuar no Festival da Lusofonia. A actuação do grupo de Tomar será sábado, dia 24. Além dos Quinta do Bill e dos angolanos Mercado Negro, as bandas da Escola Portuguesa de Macau, o folclore de Goa, Damão e Diu, o sapateado, a percussão, a música de Macau e uma banda brasileira ajudam a animar as noites da festa entre 23 e 25 de Outubro, na zona das Casas Museu da ilha da Taipa. Participam dez expositores representativos de outras tantas comunidades de expressão portuguesa.

Fonte: O Templário.

1859. BALANÇO (4): O MINI BLOCO

O CDS passou de 777 votos, 3,4% dos votos em 2005, para 1210 votos , 5,35% dos votos em 2009. Sucedeu-lhe em relação às legislativas o mini-tornado político legislativas-autárquicas, que acossou também o Bloco. TV é TV, país é país. Sound byte é sound byte, votos é votos. Poderá ser lícito extrair a conclusão que Ivo Santos, o ex-JC, ex-CDS, ex-PSD e agora CDS outra vez angariou um pecúlio adicional de 433 votos, isto é quase a metade do independente sem partido José Lebre mostrou valer por si só! Lá sabia o importado santareno Herculano por que razão convidou José Lebre antes de receber instruções da capital para recrutar Ivo Santos. Apesar de tudo, 433 votos, não pode deixar de se considerar um feito para quem abriu o seu coração aos tomarenses a dois meses de eleições, confessando que será presidente da Camara, só não sabe é quando. Pois bem, ponha-se muitíssimo "quando" nesse desiderato... O resultado do CDS acaba ironicamente por ser um desaire colateral de Miguel Relvas, que contava com um dócil e colaborante vereador para disfarçar a maioria relativa mais que certa que estava na calha. Os cartazes de propaganda iniciais eram graficamente assustadores, a mensagem política era bem "dossierada" (não foi em vão que se serviu o PSD na Camara durantes tantos anos...), mas faltou também a chama que nem o plasticínico Portas lhe conseguiu transmitir por osmose em duas passeatas de rua. E atenção: Ivo não se pode queixar. Portas decidiu meter toda a carne no assador por ele, visto que até o programa de Governo para as legislativas veio oferecer a Ivo no hotel dos Templários! Ivo só tem de se queixar de si próprio. O seu percurso político não convence nem lhe gerou credibilidade. Confesso, por fim: o blogue, inicialmente primitivo foi melhorando substancialmente com o tempo..