Um blogue que analisa os cartazes da campanha eleitoral autárquica, onde não falta a análise aos cartazes que actualmente enxameiam Tomar. A não perder.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
1833. UM EXEMPLO
No próximo dia 13 de Outubro a Escola Básica 1 dos Templários e o Agrupamento Santa Iria evocam a data da extinção da Ordem do Templo e a morte de Gualdim Pais. Nesse dia será apresentada uma publicação pelos alunos de todas as turmas, intitulada "TOMAR E OS TEMPLÁRIOS". Estará ainda patente na Biblioteca Escolar uma exposição de livros alusiva à temática templária, a qual é dirigida não só aos alunos e professores, mas também aos encarregados de educação e comunidade em geral. Eis um exemplo de assinalar. Numa terra que deve a sua fundação a D. Gualdim e aos Templários e onde ainda existe um Presidente de Camara que atribui os males do presente de Tomar à "pesada herança" da Ordem de Cristo (!), eis uma escola nabantia que faz jus ao seu nome de Escola. Aplauso! Aplauso! Aplauso!
1832. DIÁRIO (46)
Uma noite dura. Porém, a solidão do silêncio teve a companhia da ira dos deuses. Eu e o temporal conversámos longamente sobre a vida. A chuva normalmente discordava das minhas observações. Já o vento, os relampagos e a trovoada entendiam melhor o que fui dizendo até que adormeci misteriosamente.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
1831. UM NOVO CLAUSTRO
"Sou Ana, tenho 23 anos e nasci em Tomar. Sou a autora deste blog, e porquê agora a decisão de fazer um blog? Pela simples razão de gostar de fazer pesquisa e acabo a ter muita informação e sem nenhum sitio onde a colocar ou por ter alguma opinião que acho de bom senso colocar aqui, assim aqui fica disponível."
Assim se apresenta a Ana, autora de um novo blogue nabantio, o Claustro, já devidamente inserido na barra lateral e que entendeu passar a seguir o Nabantia, que desde já agradecido se manifesta por esse facto. Que tenha longa vida este novo Claustro.
1830. A FADISTA DA ALMA PORTUGUESA
Amália Rodrigues, a fadista da alma portuguesa, a fadista do povo, morreu há dez anos. A sua voz no fado é eterna.
(Foto)
1829. O OUTRO DEBATE
A Rádio Cidade de Tomar promoveu, à semelhança da Rádio Hertz, um debate entre os candidatos à Camara Municipal de Tomar. O Nabantia não teve oportunidade de ouvir o debate e não tem por isso qualquer informação de como o mesmo decorreu. Por isso, não comenta. Esperamos que no site da Rádio Cidade de Tomar sejam disponibilizados alguns excertos das principais intervenções dos candidatos.
1826. TOURADA INÉDITA
Dia 18 de Outubro, durante as Festas de Sta. Iria, uma tourada só com tomarenses, cavaleiros e forcados. Para a despedida do cabo dos Amadores de Tomar. Já agora, paira sobre Nabantia, na coluna lateral, o blogue taromáquico onde está a notícia (via O Templário).
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
1825. CAVACO PARECE TER FALADO PARA TOMAR...
"Os cidadãos têm o dever de participar na vida cívica, ao invés de se queixarem sistematicamente do Estado ou da classe política”, destacou, notando que os portugueses têm de vencer a tendência para se lamentar de “tudo e de todos” e pouco fazerem para melhorar “o que é de tudo e de todos". Estas palavras são do discurso de hoje do Presidente da República. Certamente que Cavaco Silva pensava no geral, mas se aplicarmos as mesmas palavras ao particular das eleições autárquicas de Tomar, elas revelam-se tão oportunas como uma chuvada depois de longo período de seca. Não se abstenham, tomarenses. Não se resignem a dizer mal durante quatro anos para depois votarem nos mesmos. Ousem mudar.
domingo, 4 de outubro de 2009
1823. ACTUALIZAÇÃO ELEITORAL
A campanha Nabantia que diariamente tenho levado a efeito neste blogue, com uma pergunta dirigida a Corvelo de Sousa chegou ao fim. Face ao que pude assistir ontem no debate, venho solicitar que a propaganda eleitoral do PSD seja actualizada e corrigida. Assim, onde aparece a fotografia do candidato a Presidente da Camara, a fotografia que consta deve ser retirada e, em sua substituição, deve lá ser posta a que se encontra à direita deste texto.(Foto)
1822. O DEBATE (10)
Em conclusão: o Nabantia, cidadão (ou cidadã?...) eleitor/a de Tomar, esteve ontem no auditório da Biblioteca Municipal e agradece à rádio Hertz e a todos os candidatos o excelente exercício democrático que proporcionaram. Ganhou a democracia e o são debate político. O Nabantia só pode criticar porque os candidatos estiveram lá e estar lá é um saudável grito contra a indiferença cívica que só interessa aos poderes instalados.
Ver Fotos do debate.
1821. O DEBATE (9)
Por fim, Corvelo de Sousa. Esteve igual a si próprio. Embora tenha sempre a capacidade de nos surpreender pela negativa. Desta vez anunciou que em breve haveria um hotel no Convento de Sta. Iria, esquecendo-se que o concurso ficou deserto por falta de concorrentes. Para Presidente de Camara não está nada mal nem sequer saber o que se passa na sua própria Camara. Não foi capaz de dizer que se for eleito cumprirá o mandato até ao fim, o que significa uma implícita confissão de que existe o tal acordo com Carrão. Corvelo é, pois, um candidato-fantasma, um falso candidato, e o PSD prepara-se para mais uma batotice eleitoral. Se ganhar as eleições.
1820. O DEBATE (8)
José Lebre veio baralhar as continhas. Foi, a nosso ver, o único candidato que mostrou ter algum carisma e paixão no que diz. Apresentou um projecto, o Museu dos Tabuleiros-Parque da Cidade, que é obviamente discutível como todos os projectos, mas foi o único que o fez. Arrancou por diversas vezes aplausos à sala. Entalou Corvelo de Sousa, perguntando-lhe olhos nos olhos se seria Presidente para os quatro anos se fosse eleito ou se fugiria como o seu antecessor. Corvelo não respondeu. Foi, a nosso ver, a novidade e o vencedor da tarde.
1820. O DEBATE (7)
Pedro Marques foi aquilo que é. Não entusiasma. Dificilmente se livrará, por muito dinheiro que gaste em cartazes, da imagem de passado que consigo transporta. Um discurso sem novidades, cheio de preocupações com Tomar, como todos os candidatos têm, creio até que genuinamente. Mas faltou um projecto, um rumo, uma estratégia. Prejudicado pelo moderador. O discurso que faz não se deve revelar suficiente para superar os seus dois principais problemas nesta eleição: uma lista para a Camara que toda a gente critica em Tomar, inclusivamente os seus apoiantes e a ausencia de Rosa Dias, que só por si vale um vereador em votos. Não é a andar para trás que se enfrenta o futuro.
1819. O DEBATE (6)
José Becerra Vitorino surpreendeu-nos. Pareceu-me com mais qualidade do que até agora conseguiu fazer passar para a opinião pública. E, todavia, ninguém em Tomar dá um chavo pela sua candidatura, talvez injustamente. No final, porém, borrou a pintura quando exibiu o argumento de que "o Governo apoia-nos". Como, senhor candidato? O Governo apoia a sua candidatura?!... A sala, evidentemente, riu-se em uníssono.
1818. O DEBATE (5)
Ivo Santos acordou agora. De repente começou a ter ideias. Durante anos esteve na Camara, comeu e calou. Ainda há um ano, já como vereador que ainda é, prometia as famigeradas obras no mercado e nem as paredes mandou limpar. Saltita de partido em partido, o que não é nada saudável para convencer as pessoas que tem convicções. Na intervenção final, traiu-se. Assumiu-se como candidato de um partido pequeno, dando a entender que sabe que vai perder. Afinal, parece que será presidente da Camara mas em séculos próximos. Revelou ter estudado alguns dossiers. Mas teve um discurso demasiado hermético. Se perguntarmos hoje a quem lá esteve se se lembra de uma ideia que tenha sido defendida ali pelo candidato duvido que alguém responda. Felizmente deixou a cair o anacronismo de voltar a pôr os carros a circular na Corredoura.
1817. O DEBATE (4)
Bruno Graça é o típico candidato CDU. Começou por ler um texto, enfastiando a assistencia. O seu projecto é do género "casa arrumadinha", mas pobrezinha. De elogiar a preocupação em fazer da Camara uma pessoa de bem, pagando a tempo e horas aos fornecedores. Tem por si o trabalho que tem feito na Gualdim Pais. Tem contra si o facto de não ser uma pessoa simpática e assertiva no dia-a-dia. Alguém alguma vez o viu sorrir?... No final do debate entusiasmou-se e acabou em bom plano.
1816. O DEBATE (3)
O candidato do Bloco de Esquerda não aqueceu nem arrefeceu. Verdadeiramente peregrina a ideia de que Tomar não precisa de investidores de fora e que basta que sejam os tomarenses a investir para superar a crise. Será que aterrou agora nesta terra? De resto mostrou um discurso oco, sem chama, nem mostrou estratégia mobilizadora para o futuro. Esteve bem a denunciar o tom de monólogo e de tempo de antena em que as regras do debtae precipitaram os candidatos.
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