sexta-feira, 4 de setembro de 2009

1690. MENÚ


Sábado, dia 5:

Recolha de Sangue na sede da Associação Cultural da Asseiceira, iniciativa da Liga dos Amigos dos Bombeiros de Tomar.
5 e 6 de Setembro: 6ª Concentração Vespinga em Fátima promovida pelo Vespa Clube de Fátima e 8.º Torneio Internacional de Iniciados na Cidade Desportiva de Abrantes.

Domingo, dia 6:

9h00: 3.º Passeio Pedestre das Serras da Sabacheira, Tomar, organizado pelo Grupo Desportivo e Recreativo da Sabacheira.
Festa de N.ª Sra. da Piedade no recinto da capela em Tomar.

7º Encontro Aéreo dos Templários (aviação ultraleve) promovido pela ATAUL - Associação Tomarense de Aviação Ultraligeira.

Almoço dos caçadores e proprietários no campo de tiro da Madalena organizado pelo Clube de
Caçadores da Madalena, Tomar.
Inauguração do Estádio Manuel Bento na Golegã com jogo entre o Futebol Clube Goleganense
e o Benfica.

1689. CAMPANHA NABANTIA (24)

Dr. Corvelo de Sousa: pode garantir aos tomarenses que, caso seja eleito presidente da Camara Municipal de Tomar, vai cumprir o seu mandato até ao fim, ou cumprirá um eventual acordo com o candidato a vereador Carlos Carrão, no sentido de lhe ceder o lugar após obter a reforma? Os tomarenses têm de ser respeitados e têm o direito a saber com o que contam.

1688. PELOS CAMINHOS DE PORTUGAL (147)



A situação do Cante Alentejano é debatida hoje, sexta-feira, na vila de Cuba (Beja), no primeiro encontro do projecto "em.cantos", que vai percorrer o Baixo Alentejo até Julho de 2010.

Dedicado aos "Encantos do Cante Alentejano", o debate, agendado para a Igreja do Carmo, a partir das 18:00, será moderado por Ana Paula Figueira, professora do Instituto Politécnico de Beja (IPB) e coordenadora do projecto "em.cantos". Na iniciativa vão participar o antropólogo Paulo Lima, o realizador de cinema e autor do documentário "Canto a Vozes", Francisco Manso, o padre e especialista em Cante Alentejano, António Cartageno, e o presidente da Câmara Municipal de Cuba, Francisco Orelha. Segundo Ana Paula Figueira, o debate vai "enfatizar o presente e o futuro do Cante Alentejano e dos grupos corais" e identificar os objectivos e as estratégias a curto, médio e longo prazo para "assegurar a continuidade e a preservação" deste cantar típico do Alentejo. O "em.cantos", promovido pelo IPB em parceria com o Governo Civil, todas as câmaras municipais e duas rádios do Baixo Alentejo, integra 14 encontros temáticos, um em cada concelho do distrito de Beja.

Através dos encontros, os parceiros pretendem "falar, de forma diferente, das potencialidades da região e, desta forma, destruir a interioridade, reinventando-a", explicou à Lusa Ana Paula Figueira. Os encontros terão lugar em locais de património histórico edificado, como igrejas, museus ou ruínas, "onde vulgarmente não se realizam" iniciativas deste género, precisou a responsável. Em cada encontro, acrescentou, vai ser debatido um tema "estreitamente ligado" ao concelho que acolhe o debate, mas "transversal a todo o Baixo Alentejo".

O parque eólico de Almodôvar, a importância do património histórico edificado no Baixo Alentejo, os desafios e riscos da fronteira, a conservação da biodiversidade, as minas de Aljustrel, o rio Guadiana, o porco alentejano, a gastronomia e turismo da região e "a trilogia mediterrânica: pão, azeite e vinho" são outros dos temas já escolhidos para encontros. "Reconstruir o interior destruindo a interioridade" será o tema em discussão no último encontro do "em.cantos", em Beja, em Julho do próximo ano. Com a maioria dos grupos corais envelhecidos e uma juventude que prefere as músicas comerciais, o cante alentejano procura resistir e incorporar novos temas que retratem um Alentejo também em mudança.

As modas típicas do Alentejo, que outrora se ouviam nas tabernas e nos campos da região pelas vozes de trabalhadores rurais, actualmente são cantadas "por carolice" e sobretudo por grupos corais "envelhecidos", disse hoje à agência Lusa Joaquim Soares, director da Moda - Associação do Cante Alentejano. O envelhecimento dos grupos corais "é um dos grandes problemas do Cante Alentejano", frisou, precisando que a maioria dos quase 60 grupos associados da Moda é constituída sobretudo “por homens entre os 50 e os 70 anos". "Também há muitas mulheres, mas com idades avançadas. Algumas integram grupos mistos, mas a maioria canta em grupos femininos", continuou, frisando que, no entanto, "há vários grupos corais com gente nova".

"Há sempre rapaziada nova a aproximar-se dos grupos. Rapaziada que viveu os 20 anos a perder noites nas discotecas e a ver nascer as auroras e só numa fase mais adulta despertou para o Cante Alentejano", disse Joaquim Soares. O problema são “os conflitos de gerações", lamentou o dirigente, explicando que "os mais velhos, por exemplo, não aceitam no grupo um jovem com um brinco na orelha" e os mais novos, a chamada "geração mp3", encaram o Cante Alentejano como "a música dos velhos" e "preferem músicas mais fáceis e comerciais". A sobrevivência do Cante Alentejano "tem um grande desafio pela frente: mudar as mentalidades dos mais velhos, dos jovens e dos responsáveis políticos", defendeu Joaquim Soares.

"É preciso que os mais velhos aceitem os mais novos com entusiasmo e sem complexos e, em contrapartida, os jovens têm que se interessar pelo Cante Alentejano", disse, defendendo o ensino das modas nas escolas e nos conservatórios da região, para que as novas gerações "aprendam o cantar típico da sua terra como aprendem outras músicas". Esta foi, precisamente, a fórmula aplicada por Pedro Mestre, "mentor" do projecto pioneiro que, em 2007 introduziu o ensino do cantar tradicional alentejano nas escolas básicas do concelho de Almodôvar. Desde então, Pedro Mestre, 24 anos, membro e ensaiador de vários grupos corais alentejanos, ensina aos seus alunos as modas de Cante Alentejano nas aulas extracurriculares de Educação Musical. "Senão fizermos nada, o Cante Alentejano, que já é quase um defunto", vai entrar nos cuidados paliativos e na próxima geração poderá já não ser cantado como é actualmente, por grupos corais que se reúnem por paixão e carolice", reforçou o padre António Cartageno, que estudou este género de música.

"Preservar o Cante Alentejano é respeitar aquilo que os nossos antepassados nos legaram", frisou o pároco, corroborado por Joaquim Soares, que defendeu ainda a “renovação do cancioneiro tradicional alentejano". O Cante Alentejano "é rústico, nostálgico e de inspiração popular" e "uma espécie de crónica da vida do povo nos campos do Alentejo", na qual a ruralidade, o trabalho, a natureza, a saudade de quem partiu e o amor "são os temas fortes", explicou António Cartageno.

"Mas o Alentejo mudou. É preciso incorporar novos temas que espelhem a nova realidade do povo alentejano", defendeu o padre. Para tal, “serão necessários novos poetas e músicos populares para construir um novo cancioneiro e manter vivo e actual e perpetuar o Cante Alentejano", rematou Joaquim Soares.

Fonte: Lusa.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

1687. O EMBUSTE DA PRIMEIRA PÁGINA

Sebastião Barros tem toda a razão sobre a ilegalidade praticada esta semana pel' O Mirante.

1686. CAMPANHA NABANTIA (23)

Dr. Corvelo de Sousa: pode garantir aos tomarenses que, caso seja eleito presidente da Camara Municipal de Tomar, vai cumprir o seu mandato até ao fim, ou cumprirá um eventual acordo com o candidato a vereador Carlos Carrão, no sentido de lhe ceder o lugar após obter a reforma? Os tomarenses têm de ser respeitados e têm o direito a saber com o que contam.

1685. COISAS BOAS

ADIRN divulga programas de apoio e Gualdim Pais apresenta 12º Festival Internacional de Música. Para voar, temos o 7º Encontro Aéreo dos templários de Tomar, em Valdonas. Coisas boas de Tomar.

1684. ESTÁGIO

O vereador que anda a fazer campanha eleitoral nos passeios de idosos e à nossa custa entrou em estágio para presidente da Camara.

1683. O MILITANTE DE TODOS OS TABULEIROS

Bem sei que a política autárquica apresenta bizarrias inesperadas. Bem sei que há sempre aquela coisa do superior interesse da terra e tudo, que dá para tudo e mais alguma coisa. Mas desta vez, estou mesmo baralhado. Hoje, ao abrir a edição de O Mirante, reparo que o militante do PSD Luís Graça aparece com ar enternecido na apresentação da candidatura de José Lebre! Eu, que tinha visto o mesmo militante do PSD a discursar ao lado de Paulo Portas na inauguração da sede do ex-PSD Ivo Santos, a cuja Comissão de Honra pertence. Entretanto, fui informar-me e apurei que o militante do PSD até bateu palmas ao discurso de apresentação de candidatura de José Lebre e tudo. E lá continua militante do PSD. É a chamada tripla. O militante de todos os tabuleiros, para o que der e vier. Um fenómeno, não do Entroncamento, mas de Tomar. Em quem votará o homem no segredo da cabine de voto? Querem ver que ainda vota num outro candidato?...

1682. VIRA O DISCO E TOCA O MESMO

Santana Lopes e Gomes da Silva não gostavam das arengas dominicais de Marcelo Rebelo de Sousa naTVI. Resultado: Marcelo fora da TVI. Sócrates não gostava do jornalismo travestido de Moura Guedes na TVI. Resultado: Manuela fora da TVI. Todos diferentes, todos iguais. Tenham presente esta realidade quando votarem no dia 27 de Setembro e no dia 11 de Outubro.

1681. SALAMALEQUES E PROMISCUIDADE

Vai pastosa a política autárquica tomarense. Agora, parece que há dois acordos por debaixo da mesa. Um é o já muito debatido acordo Corvelo-Relvas-Carrão, segundo o qual, alegadamente, Corvelo abandonará os tomarenses, como fez António Paiva, deixando o cargo a Carrão a meio do mandato. O outro, cada vez mais perceptível, é que, caso seja reeleito vereador, Ivo Santos, democrata-cristão apenas há dois meses, fará maioria com os eventuais três vereadores do PSD. Daí os elogios de Corvelo a Ivo, o qual Ivo, ainda há dois meses tirou o tapete a Corvelo. Estão bem uns para os outros. O pior é para Tomar, entregue a esta gente.

1680. EU GOSTAVA DE CONHECER (2)

Eu gostava de conhecer o montante total da dívida da Camara Municipal de Tomar. Só para conhecer.

1679. HISTÓRIA CONCISA DE PAYALVO (12)

No âmbito da defesa militar, foram criadas pelo Conde D. Henrique as Ordenanças. Estes eram corpos irregulares, precedentes do tempo dos Godos, povo que anteriormente habitava a Península Hispânica. O Conde deu-lhes uma forma regular e duraram até 1834, com algumas alterações. Estas Ordenanças só combatiam em guerra de guerrilhas e algumas vezes prestavam bons serviços à Pátria, com destaque para a Guerra Peninsular, tendo funcionado de acordo com a lei até 1812. A partir daí chegaram mesmo a tornar-se perigosas para a ordem pública, tendo sido extintas a 20 de Julho de 1834. A Capitania-mor das Ordenanças do Concelho de Torres Novas, era composta por 11 companhias, conforme o alvará de sua Majestade de 24 de Fevereiro de 1764. Era assim constituída a 5ª companhia da freguesia de Igreja Nova:

Capitão: Manuel Pedro Nunes Ferreira
Alferes: Joaquim Manuel da Fonseca
Sargento do número: Manuel Rodrigues Barbosa
Escrivão: António Antunes
Meirinho: José Franco Almeida

Esta companhia era, por sua vez, constituída por 10 esquadras:

Nº1 – Carrascal e Carrazede
Nº2 – Vila Nova
Nº3 e 4 – Paialvo
Nº5 – Curvaceiras Pequenas
Nº6 – Curvaceiras Grandes
Nº7 – A-De-Longo
Nº8 – Bexiga
Nº9 – Peralva
Nº10 – Charneca da Peralva.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

1678. CAMPANHA NABANTIA (22)

Dr. Corvelo de Sousa: pode garantir aos tomarenses que, caso seja eleito presidente da Camara Municipal de Tomar, vai cumprir o seu mandato até ao fim, ou cumprirá um eventual acordo com o candidato a vereador Carlos Carrão, no sentido de lhe ceder o lugar após obter a reforma? Os tomarenses têm de ser respeitados e têm o direito a saber com o que contam.

1677. EU GOSTAVA DE CONHECER (1)

Eu gostava de conhecer o protocolo, o contrato, o acordo ou lá o que fôr, que permite que José Augusto França disponha de motorista municipal e estadia paga pelo erário público no Hotel dos Templários, sempre que almeja vir a Tomar. Só para conhecer.

1676. CORRECÇÃO MONUMENTAL DE UM ERRO MONUMENTAL

Através da Portaria n.º 829/2009, publicada no Diário da República n.º 163, Série II, de 2009-08-24,, o Convento de Cristo e o castelo dos Templários em Tomar voltam a ter a mesma tutela, ou seja, o IGESPAR – Instituto de Gestão do Património. Até agora e depois da publicação da Portaria nº 1130, em 20 de Dezembro de 2007, a parte do castelo estava sob a alçada da Direcção Regional de Cultura de Lisboa e Vale do Tejo, o que era considerado por todos uma situação sem sentido uma vez que castelo e convento fazem parte de um todo. Este desmembramento do conjunto arquitectónico do Convento de Cristo foi alvo de uma petição online que reuniu milhares de assinaturas, a que o Nabantia se associou. No final de 2008 o Ministério da Cultura anunciou que iria rever a polémica portaria, para que o monumento voltasse a ser tratado de forma integrada, como um único conjunto monumental, o que foi agora concretizado.

Portaria n.º 829/2009. D.R. n.º 163, Série II de 2009-08-24
http://dre.pt/pdf2sdip/2009/08/163000000/3435334356.pdf

Imóveis afectos à Direcção Regional de Cultura

Segundo a mesma portaria, os monumentos da nossa região que passam a ficar sob a tutela da Direcção Regional de Cultura de Lisboa e Vale do Tejo são os seguintes:

Igreja da Atalaia - Vila Nova da Barquinha
Lapa da Bugalheira - Torres Novas
Villa lusitano-romana (Villa Cardillio) - Torres Novas
Igreja Matriz da Golegã
Fortaleza de Abrantes
Igreja de São Vicente - Abrantes
Igreja e Claustro do Convento de São Francisco - Santarém
Igreja de Santa Clara - Santarém
Igreja de Santo Agostinho (ou da Graça) - Santarém
Ruínas do Castelo de Alcanede - Santarém
Túmulo de Fernão Rodrigues Redondo, na Capela de São Pedro, anexa à Igreja de São Nicolau - Santarém.
Fonte: O Templário.

1675. HISTÓRIA CONCISA DE PAYALVO (11)

Nesta freguesia existiram duas confrarias, criadas para ajuda mútua e para o bem da vida em sociedade, a Confraria de Paialvo foi constituída a 15 de Maio de 1502 e a Confraria de Bexiga, a 21 de Maio do mesmo ano. Para pertencer a estas confrarias, os confrades tinham que obedecer, sob juramento, às seguintes ordens: que todos se ajudassem uns aos outros mutuamente; que o confrade com dificuldades por doença, ou outra fatalidade, fosse ajudado, se necessário, com os bens dos outros Confrades; e quee, nas tarefas do campo e outras, os Confrades se ajudassem mutuamente. Em Paialvo, ainda hoje, grande parte dos seus habitantes se ajudam em certos casos, como estabelecia a sua Confraria há 495 anos.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

1674. CAMPANHA NABANTIA (21)

Dr. Corvelo de Sousa: pode garantir aos tomarenses que, caso seja eleito presidente da Camara Municipal de Tomar, vai cumprir o seu mandato até ao fim, ou cumprirá um eventual acordo com o candidato a vereador Carlos Carrão, no sentido de lhe ceder o lugar após obter a reforma? Os tomarenses têm de ser respeitados e têm o direito a saber com o que contam.

1673. AGRADECIMENTO AO 'PÚBLICO'

O jornal Público, no suplemento P2 da sua edição de hoje procede a uma citação deste post do Nabantia. Um inesperada distinção que a casa agradece.

1672. POR DETRÁS DA CORTINA

Setembro, por Torquato da Luz, no Ofício Diário. Ver para além das urgências do dia-a-dia. Perceber os sentidos substantivos da vida.

1671. AGENDA ELEITORAL

Hoje continua a reunião da Camara Municipal de Tomar. É de prever que continue portanto a campanha eleitoral autárquica em curso. Mete particular dó ver as figuras tristes que Ivo Santos anda a fazer, julgando que nos toma a todos por parvos. Depois de vários anos como vereador e como responsável pelo desastre da gestão PSD, bastou ser corrido das listas para descobrir que, afinal, é da oposição. A propósito: onde terá metido o vereador Ivo as obras no mercado que anunciou há ano e meio? Palpite Nabantia: meteu as obras numa gaveta de uma pizaria... de vez em quando gostamos de lançar umas charadas engraçadas...