terça-feira, 18 de agosto de 2009

1596. CAFETARIA

Foi hoje inaugurada a Cafetaria do Convento de Cristo, que volta a abrir ao público com um espaço remodelado, numa iniciativa da Associação «Fatias de Cá». Oportuno. Parabéns. Não quererão os 'Fatias de Cá' tomar conta do blogue de lá, que continua paradinho no post de boas vindas?...

1595. ACABOU

Acabou a nervoseira. São sete as opções. Que ninguém se queixe de falta de alternativas.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

1594. CAMPANHA NABANTIA (6)

Dr. Corvelo de Sousa: pode garantir aos tomarenses que, caso seja eleito presidente da Camara Municipal de Tomar, vai cumprir o seu mandato até ao fim, ou cumprirá um eventual acordo com o candidato a vereador Carlos Carrão, no sentido de lhe ceder o lugar após obter a reforma? Os tomarenses têm de ser respeitados e têm o direito a saber com o que contam.

domingo, 16 de agosto de 2009

1593. CAMPANHA NABANTIA (5)

Dr. Corvelo de Sousa: pode garantir aos tomarenses que, caso seja eleito presidente da Camara Municipal de Tomar, vai cumprir o seu mandato até ao fim, ou cumprirá um eventual acordo com o candidato a vereador Carlos Carrão, no sentido de lhe ceder o lugar após obter a reforma? Os tomarenses têm de ser respeitados e têm o direito a saber com o que contam.

1592. RÉPLICA

"... tendo em conta o manifesto aval da autarquia e da população a cada mordomo da Festa Grande, por um lado; e o facto de cada comissão das festas responder apenas por si, por outro lado; caso a câmara não assumisse, enquanto representante legal e legítima da população, o papel de avalista e, quando necessário, de susbstituta do devedor, chegaria a altura em que ninguém venderia fosse o que fosse a crédito, para a comissão de festas em funções."

Sebastião Barros continua a não ver bem o problema: como explicará o ilustre escriba nabantino que se tenham realizado as Festas de 2003, certamente com vendas a crédito? É que de facto, caro Sebastião, uma coisa não tem nada a ver com a outra! Os membros da Comissão de Festas são os responsáveis pelas dívidas. E este facto não tem nada a ver com quaisquer objectivos obscuros. Facto obscuro é certamente o que esteve na origem da unanimidade da Camara em decidir pagar. Terão medo do que o Cidade de Tomar lhes possa fazer caso não paguem as dívidas do Sr. Madureira? Decorre da lei, que o Dr. Corvelo só aplica a alguns, não a todos. Que ele assuma essa responsabilidade. Só se compreenderia a atitude da Camara se a mesma tencionasse exercer direito de regresso contra os verdadeiros responsáveis das dívidas. Acaso Sebastião Barros sabe se tal sucederá? Ou seremos nós todos a pagar os desvarios de gestão (ainda estão por contar todas as histórias desse desvario, como por exemplo dívidas tituladas por bocados de toalhas de papel de restaurante, ao que dizem com algumas nódoas de vinho à mistura e tudo... para dar cheirinho!) da Comissão das Festas?

1591. HISTÓRIA CONCISA DE PAYALVO (3)

Diz a lenda que o nome de Payalvo teve origem no nome de uma personagem histórica, de sua mercê Paio Alves. Há registo de um alvará em favor de Paialvo, de 1454, passado em Tancos pelo Infante D. Henrique. Os habitantes desta vila solicitaram a sua intervenção, para que pudessem pagar as primícias em Santarém, visto ser lá que vendiam os seus produtos e não em Tomar. O despacho do Infante foi favorável aos homens da vila de Paialvo. A vila de Paialvo teve o seu foral alguns anos depois deste alvará em 1500. Teve Câmara, Cadeia e Pelourinho, ou seja, autonomia e justiça própria.

1590. DÍVIDAS DE PRIMEIRA E DE SEGUNDA

O nosso colega do Tomar a Dianteira escreveu um longo post sobre as situações das dívidas da Festa dos Tabuleiros de 2003, comparando-a com as do União de Tomar, inspirado neste post do Nabantia. "Se a câmara não honrasse dívidas contraídas pela e para a Festa Grande, o bom nome da nossa terra e mesmo a própria continuidade da festa poderiam estar definitivamente comprometidos." Falso, caro colega: o que estaria certamente comprometido era o bom nome dos membros da Comissão de Festas, os quais são legalmente responsáveis pelas dívidas. Como é falso que a continuidade da Festa estivesse em perigo, caso a Camara não tivesse decidido safar os amigalhaços. Já se realizaram as de 2007, na pendencia das dívidas e voltarão a realizar todas quantas o povo quiser, visto que uma Comissão de Festas começa e acaba com as Festas que organiza, não transmitindo para as suas sucessoras nem débitos nem créditos. Sugiro-lhe, aliás, se me permite, a leitura de um artigo publicado há tempos n' O Templário, da autoria de Jorge Ferreira, onde aprendi algumas coisas sobre isto e que é muito esclarecedor. A minha questão no post que o inspirou é só uma: igualdade de tratamento. Também acho que os clubes desportivos não devem viver acima do que podem, mas também não o devem fazer as Comissões de Festas, nem as Camaras Municipais, caro Sebastião Barros. A questão é que se se pagam os devarios a uns, têm de pagar a outros. Por mim, não os pagava a nenhuns. Mas não fui eu que decidi escolher uns tomarenses especiais, que podem passear, almoçar, jantar, alugar carros e gastar o que lhes apetece, que a Camara há-de pagar, enxovalhando e não limpando o bom nome desta terra.

Post-sriptum: sobre o mesmo assunto ler Leonel Vicente, no Tomar, em boa hora regressado de férias.

1589. PELOS CAMINHOS DE PORTUGAL (139)


Um investidor francês que abriu três espaços comerciais em Castelo Rodrigo, em 2000, está hoje desiludido com "uma aldeia triste e sem vida". Quando avançou com os empreendimentos, André Carnet acreditava "num turismo cultural largo e inteligente", que dinamizasse a aldeia histórica, no concelho de Figueira de Castelo Rodrigo. André Carnet, de 70 anos, não tinha qualquer relação com Portugal antes de conhecer uma jovem de Castelo Rodrigo, com quem acabou por casar. Nos anos 80, começou a passar férias todos os anos na localidade. Depois, pensou "contribuir para um impulso turístico na aldeia". Fez um estudo de mercado que lhe indicou boas perspectivas de negócio, já o programa de valorização das Aldeias Históricas estava a dar os primeiros passos. Em 2000, abriu uma casa de artesanato, uma loja "gourmet" com produtos locais e um salão de chá. O "Barão de Castelo Rodrigo", como é tratado carinhosamente pelos amigos chegados, escolheu assim a sua "cidade ideal". Depois de ter sido engenheiro agrónomo, economista, informático e director-geral de uma agência de viagens (a Voyage Conseil, que ele ajudou a criar para o crédito agrícola francês e que chegou a ter mais de 500 mil clientes em todo o mundo. "Vi em França dezenas de aldeias como Castelo Rodrigo, mesmo com metade do potencial, que têm um verdadeiro pólo de dinamismo económico e cultural", disse André Carnet à Lusa. O empresário idealizou também para Castelo Rodrigo "um turismo cultural largo e inteligente". Nunca fui comerciante na vida", afirmou André Carnet, que agora também produz compotas, bolinhos e amêndoas caseiras de vários tipos, na "aldeia triste e sem vida" que o desiludiu. Actualmente, mantém dois empregados nas três lojas, após ter arrancado com quatro que estavam inscritos no Fundo de Desemprego. Prevê ficar com apenas um trabalhador, "ou nenhum". Com a abertura dos espaços, André Carnet iniciou a sua "luta cultural". Preparou um projecto transversal e chegou a participar em reuniões com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, face à "necessidade de um suporte de museus, eventos e circuitos culturais" para as aldeias históricas. O "Barão" teve a "visão de transformar todos os pequenos quintais" da aldeia muralhada "em hortas de ervas aromáticas e medicinais" e de criar uma escola de artes, especialmente pintura de azulejo.

Fonte: Lusa.

1588. NÃO ACERTAM UMA!

O prazo anunciado pelo presidente da Câmara de Tomar para a reabertura do parque de campismo já não será cumprido. Estava previsto que o parque abrisse esta semana, mas tal não será possível. Registaram-se alguns atrasos nas obras e não há funcionários para a recepção do parque. A última funcionária do parque, que está destacada no posto de turismo, encontra-se de férias. O parque vai abrir possivelmente só no final da próxima semana com as taxas que estavam em vigor em 2003 uma vez que entretanto o parque fechou e não foi aprovada nova tabela de taxas.

Fonte: O Templário.

sábado, 15 de agosto de 2009

1587. CAMPANHA NABANTIA (4)

Dr. Corvelo de Sousa: pode garantir aos tomarenses que, caso seja eleito presidente da Camara Municipal de Tomar, vai cumprir o seu mandato até ao fim, ou cumprirá um eventual acordo com o candidato a vereador Carlos Carrão, no sentido de lhe ceder o lugar após obter a reforma? Os tomarenses têm de ser respeitados e têm o direito a saber com o que contam.

1586. O AZAR DO UNIÃO

Corvelo de Sousa safou as dívidas dos amigalhaços da Festa dos Tabuleiros, mas desgraçadamente para o União de Tomar, não tem amigalhaços para safar no União.

1585. DIÁRIO (30)

Corrida sofrida a Lisboa. Tratar do que é realmente importante na vida. Um sorriso. Um abraço. Até uma altercação adolescente podem ser um tónico insuperável para vencer os dias.

1584. HISTÓRIA CONCISA DE PAYALVO (2)

Paialvo situa-se a sudoeste do concelho e confina com as freguesias de Assentis, Paço e Olaia, do concelho de Torres Novas, Atalaia, do concelho da Barquinha, Madalena e Asseiceira, do concelho de Tomar. O seu brasão é representado por um escudo vermelho, um pelourinho de prata, entre duas palmas de ouro, postas em pala. Uma coroa mural de prata de quatro torres e listel branco, com a legenda a negro: “Paialvo”. A simbologia do brasão é a seguinte: a coroa mural de prata de quatro torres significa que Paialvo já foi concelho; o pelourinho de prata, representa um monumento histórico existente na vila de Paialvo; as duas palmas de ouro representam os Santos Mártires da cidade de Concórdia. A bandeira da freguesia é amarela com cordão e borlas de ouro, em haste e lança, também de ouro. O seu selo está nos termos da lei e contém a legenda: “Junta de Freguesia de Paialvo - Tomar”.

1583. OS MARCELINHOS

Tomar está cheia de anónimos, mas ao mesmo tempo perfeitamente identificáveis, marcelinhos. O que é um marcelinho? É uma espécie de bruxa da Feira Popular, desactualizada mas com manha, que se especializa em fazer previsões que saiem todas furadas no dia da verdade. Oh pá, que tal esperarem por 11 de Outubro? Até lá gozem as vossas férias de marcelinhos descansadinhos e deixem-se de sonhar.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

1582. NERVOSEIRA, PONTO DA SITUAÇÃO

Termina segunda-feira, dia 17, o prazo de entrega de listas candidatas às eleições autárquicas de 11 de Outubro. A CDU de Tomar fez a entrega do processo no Tribunal na manhã de hoje. As restantes candidaturas anunciaram que o farão na 2ª feira: 9h30 - Bloco de Esquerda; 10h00 – PSD; 10h30 - CDS-PP; 14h00 – PS; 14h30 – Movimento “Tomar em Primeiro Lugar”; 15h00 – Independentes por Tomar. Refira-se que os grupos de cidadãos independentes (em Tomar, pela primeira vez, há duas candidaturas), além das listas dos candidatos, têm de entregar listas de assinaturas com cerca de 1900 subscritores.

Fonte: O Templário.

1581. CAMPANHA NABANTIA (3)

Dr. Corvelo de Sousa: pode garantir aos tomarenses que, caso seja eleito presidente da Camara Municipal de Tomar, vai cumprir o seu mandato até ao fim, ou cumprirá um eventual acordo com o candidato a vereador Carlos Carrão, no sentido de lhe ceder o lugar após obter a reforma? Os tomarenses têm de ser respeitados e têm o direito a saber com o que contam.

1580. NERVOSEIRA

Diz-se que PSD e CDS terão chegado a acordo para uma coligação pós-eleitoral, caso o PSD ganhe as eleições com maioria relativa e caso o CDS consiga eleger o exemplo de verticalidade e carácter que é Ivo Santos, o candidato que desmentiu ser o candidato que afinal era. Assim se explicará que um militante do PSD seja membro da Comissão de Honra da candidatura do CDS...

1579. O CONGRESSO DAS CONFRARIAS

"Há uma “infinidade” de Confrarias espalhadas pelo Pais, de todos os sabores e para todos os gostos: do bacalhau, da cabidela, do vinho verde, do caracol e do etc. Se se propuser a uma série de Confrarias para se virem divulgar num Congresso organizado para o efeito em Tomar, teríamos uma panóplia de sabores e gostos que poderiam ser partilhados por um vastíssimo público, a exemplo do que se passa no Congresso da Sopa, que os restaurantes tomarenses tão generosamente acarinham. A novidade, neste caso do Congresso das Confrarias, é que a organização não incidiria em restaurantes mas sim em grupos organizados que defendem uma “camisola” sem fins lucrativos e assim, a divulgação dos produtos, seria feita a um custo mais baixo, coisa que juntaria o útil ao agradável ou, neste caso, a fome com a vontade de comer."

Carlos Carvalheiro, n' O Templário.

1578. A NABÂNCIA

"O certo é que as habitações construídas pela Nabância são hoje propriedade dos sócios que as adquiriram, embora subsista o direito de superfície da Câmara Municipal de Tomar sobre alguns terrenos e não há dívidas a trabalhadores, nem à segurança social, nem a fornecedores, apenas ao Estado. A instituição acaba, mas lega a Tomar uma importante realização habitacional, que vai perdurar e que honra todos aqueles que nela se envolveram."

João Henriques Simões, n' O Templário.

1577. ISSO MESMO!

"Começam e não acabam! Triste sina a desta cidade! Decidiram que, à saída da ponte velha, se passaria a poder, novamente, voltar para a Levada. Certo. Mas no sítio onde estava o sinal de proibição antigo, não colocaram um sinal de fundo azul, anunciando as duas possibilidades (para o lado do Mouchão e para o lado da Levada); apenas ficou o da perda de prioridade a quem sai da ponte. Quem desconhecer esta mudança “administrativa” continua a ter que ir dar a volta na micro-rotunda do pelourinho."

José da Graça Sobrinho, n' O Templário.