O Nabantia, o escriba que não o blogue, bem entendido, já foi abordado para 4 listas diferentes em vista das eleições autárquicas. Safa, que há falta de pessoal...
sexta-feira, 19 de junho de 2009
1365. "SHOW OFF"
"No nosso entendimento, trata-se mais uma daquelas acções de fachada, que em nada contribuirão para melhorar o que quer que seja por estas bandas. Basta ver o que acontece com o Convento, Património Mundial da UNESCO desde há mais de 25 anos. Que temos ganho nós com isso? Dá Deus nozes a quem não tem dentes? Há pois dá! Mas não adianta continuar à espera que apareça um D. Sebastião para nos salvar. Enquanto os tomarenses não decidirem abandonar a sua conhecida e confortável apatia, não conseguiremos levantar a cabeça, mesmo que os outros continuem a proclamar que nunca baixam os braços.", escreve avisadamente Sebastião Barros, no Tomaradianteira.
Alguém, ainda não percebi bem quem, vai propôr a Festa dos Tabuleiros para património imaterial da Humanidade. Acho muito bem. Apenas pergunto: se não se sabe tratar em Tomar de um, como acreditar que se saiba tratar de dois? Pés na terra e cabeça no sítio é a melhor política e deixem-se de "show off" para as eleições que o povo nao é estúpido!
Fonte: Cidade de Tomar.
1364. PELOS CAMINHOS DE PORTUGAL (100)

Podia ter sido n' A Brasileira ou, mais abaixo, no café Chiado, mas a proximidade da Escola António Arroio, onde estudavam, foi decisiva: acabaram por "adoptar" o Café Herminius para as suas tertúlias de convívio e "descobertas". A descoberta do Surrealismo, por exemplo. Estava-se nos primeiros anos da década de 40 e era de jovens - poetas e pintores ainda "em formação", ainda em busca de caminho - o grupo que se sentava à mesa do Herminius. Entre outros, Mário Cesariny, Fernando José Francisco, Vespeira, Cruzeiro Seixas. "Não nos fixávamos num café - conta à Lusa Cruzeiro Seixas - Andava-se quilómetros a pé por Lisboa, ia-se da Baixa à Almirante Reis, ao Largo do Chile, com toda a facilidade a pé. Conversávamos, trocávamos as nossas descobertas, sensacionais sempre, e sempre sensíveis". Oitenta e nove anos, único sobrevivente do grupo, o pintor e poeta recorda um texto de Cesariny em que este, "em frases poéticas, lindíssimas, como fotografias poéticas de uma época", descreve cenas e figuras daquele café. "Era um teatro, um teatro amargo, aquilo era de loucura". Desfilavam "a velha dos ursinhos", caçadores "com os cães todos", enquanto, lá fora, caras achatadas contra o vidro, crianças esfomeadas olhavam para o café que os do grupo tomavam, para o bolo que comiam...Um quadro com toque neo-realista.
O Surrealismo estava a chegar. Pelo final dos anos 30, começara a falar-se dele em Portugal. O poeta, pintor e homem de teatro António Pedro é talvez o primeiro a dar-lhe voz. Mas a ideia era francesa, com paternidade - de André Breton - atestada num primeiro Manifesto em 1924. Um segundo manifesto, cinco anos depois, consagra e desenvolve as teses expostas no primeiro. Aí se lerá que o Surrealismo é "automatismo psíquico puro, por meio do qual se trata de expressar verbalmente, por escrito ou por qualquer outra forma, o funcionamento real do pensamento, com ausência de controlo da razão, e de toda a preocupção estética ou moral". Vai ser preciso esperar mais 11 anos para que uma primeira tentativa de dar expressão portuguesa às directivas do Manifesto ocorra: uma inconsequente exposição nos Salões Repe, em Lisboa. Dois anos depois, novo passo para o historial do movimento, António Pedro publica "Apenas uma narrativa", que os compêndios referenciam como a primeira colectânea de textos surrealistas-automáticos publicada em Portugal. Mas, se uma data é possível avançar como a da implantação do Surrealismo, como movimento, em Portugal, ela é 1947, 23 anos depois do primeiro Manifesto bretoniano.
"Uma coisa que é completamente injusta - pondera Cruzeiro Seixas - é dizer-se que, em Portugal, o Surrealismo começou atrasado. Muitos anos depois começaram a surgir grupos surrealistas em todo o mundo, inclusive um dos grupos mais importantes hoje, que é o de Chicago. Não chegámos atrasados de maneira nenhuma. Chegámos na altura em que a nossa idade o permitia, em que o permitia o governo fascista". Dados lançados, os jovens do grupo do Herminius juntam-se a outros, de outros cafés, de outras experiências, e articulam ideias, vão fixando objectivos, dando forma a projectos. Por essa altura, Cruzeiro Seixas faz uma incursão, breve, pelo neo-realismo. Não renega a experiência. "Quase todos nós - lembra - passámos por lá. Mas não ficámos presos. Ninguém ficou preso". Junta-se aos Surrealistas um ano depois de estes se terem apresentado como Voz a ser tida em conta na Praça cultural portuguesa. Além dele, fazem parte do grupo, entre outros, José Augusto França, Cesariny, Alexandre O'Neill, António Maria Lisboa, Henrique Risques Pereira, Carlos Eurico da Costa, Pedro Oom, Carlos Calvet. Não é fácil, o caminho, e as divergências, os choques de personalidade, as pressões externas acabam por determinar a ruptura. Ficam, de um lado, os fiéis à linha bretoniana, e, do outro, os que defendiam uma mais activa intervenção social, uma presença política mais empenhada, na linha de Aragon e Eluard.
Recorda Cruzeiro Seixas: "A nossa tese era mais próxima de Breton. O Breton foi procurado pelo António Pedro, procurado pelo Cesariny, procurado pelo Risques Pereira. Quase todos pediram uma entrevista, quase todos foram recebidos. Acho que devem ter dito qualquer coisa que não agradou nada ao Breton. Não achou graça nenhuma ao Grupo Surrealista de Lisboa, ao Surrealismo português". Separados daquele Grupo, Cesariny, Seixas, António Maria Lisboa, Pedro Oom, Henrique Risques Pereira, Mário Henrique Leiria, Carlos Eurico da Costa, Fernando Alves dos Santos, António Paulo Tomás, Carlos Calvet, Fernando José Francisco e João Artur da Silva reúnem-se num "anti-grupo surrealista". Ficarão para a história do movimento com este nome: Os Surrealistas. 1949, o ano seguinte ao da cisão, virá a ser determinante na história do Movimento: a par de proclamações, textos publicados e conferências em defesa das razões que os movem, os dois «antagonistas» querem mostrar obra feita. Para tanto, organizam, cada um por seu lado, exposições. A primeira, logo em Janeiro, é a do Grupo Surrealista de Lisboa. A outra, a de Os Surrealistas, acontece cinco meses mais tarde, entre 18 de Junho e 2 de Julho.
O testemunho de Cruzeiro Seixas sobre a exposição é concludente:" Para nós,era quase como dizer que representava a própria vida. Era uma questão quase de vida e de morte, de morte interior e de vida interior, também". "Era - desenvolve - uma opção quase heróica fazer qualquer coisa. Era tão heróico fazer qualquer coisa que resolvemos, de certa maneira para fugir às responsabilidades desse heroísmo, acabar com a palavra 'grupo' e pôr 'Os Surrealistas'. Isso era importantíssimo como definição. Quem passar por cima disso está a ter uma má visão das coisas".
O testemunho de Cruzeiro Seixas sobre a exposição é concludente:" Para nós,era quase como dizer que representava a própria vida. Era uma questão quase de vida e de morte, de morte interior e de vida interior, também". "Era - desenvolve - uma opção quase heróica fazer qualquer coisa. Era tão heróico fazer qualquer coisa que resolvemos, de certa maneira para fugir às responsabilidades desse heroísmo, acabar com a palavra 'grupo' e pôr 'Os Surrealistas'. Isso era importantíssimo como definição. Quem passar por cima disso está a ter uma má visão das coisas".
A exposição realizou-se na sala de projecções da Pathé-Baby, à Rua Augusto Rosa, "entre a Sé e o Aljube", como Cruzeiro Seixas gosta de anotar. Sessenta anos volvidos, a Perve Galeria recorda o momento organizando um Ciclo de Celebração que decorrerá em vários espaços expositivos e que, na sala onde a exposição aconteceu, dará a ver documentos e obras dos surrealistas «dissidentes» dos anos 40. Como está hoje o Surrealismo? Cruzeiro Seixas não tem dúvidas: "Está vivo". E ainda: "Um dos grandes surrealistas teve esta frase, que eu acho lindíssima, e estou absolutamente de acordo com ela: 'o Surrealismo é eterno'. É uma ideia que não morre, que vai ficar a gerar dentro dos homens e que vai, naturalmente, evoluir. Mas é eterna, como naturalmente o neo-realismo também. Tudo isto são fases. Um braço é surrealista, outro braço é neo-realista. Nós somos feitos desses pedaços todos de Cultura". Onde antes funcionava o Café Herminius, esse que terá sido um dos primeiros berços do Surrealismo em Portugal (o Café Gelo entra depois na História do Movimento), há hoje uma agência funerária. Simbolismo nenhum. Cruzeiro Seixas e outros o disseram: o Surrealismo é eterno, é uma ideia que não morre.
Fonte: Lusa.
(Foto)
quinta-feira, 18 de junho de 2009
1363. ACITOFEBA
Dia 26 de Junho realiza-se nova tentativa de eleição de uma nova Direcção da ACITOFEBA. Oxalá tenha sucesso, porque Tomar precisa de uma ACITOFEBA activa e dinâmica.
1362. OPORTUNIDADES DE NEGÓCIO
A Comissão de Lojistas do Centro Comercial Templários, em Tomar, vai organizar, de 22 a 27 de Junho, a Feira de Stocks com produtos a preços incríveis, conforme faz questão de sublinhar a organização. Esta é uma oportunidade única para adquirir calçado, vestuário, bijutaria, artigos de decoração, artigos de artesanato, DVD ou videojogos.
Fonte: Rádio Hertz.
1361. AGRADECIMENTO
O Templário publica na sua edição de hoje a resposta do Nabantia a Nuno Garcia Lopes, ainda a propósito da polémica acerca das Conferencias sobre o Surrealismo. A casa agradece essa publicação.
1360. AQUECIMENTO LOCAL
Há o aquecimento global, ao que dizem resultante das alterações climáticas, da poluição e por aí fora e há também o aquecimento local. As autárquicas mexem, oh! se mexem em Tomar. Tenho por certo que este ano os tomarenses vão poder escolher entre independentes livres de dependencias comprometedoras e sem interesses que não os de Tomar e os desgastados independentes com interesses. Aumenta a nervoseira. E não é só nos nos desgastados independentes com interesses. Há mais interesses nervosos.
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Autárquicas 2009,
Coisas que o Nabantia sabe
1359. O PORTAL DE DORNES
"Dornes forma uma península banhada pela Albufeira de Castelo do Bode e teve origem numa igreja mandada construir pela rainha Santa Isabel, num penhasco onde existe uma torre templária. Esta torre pentagonal, de cunhais calcários enquadrando muros xistosos, traçado irregular e única no País, terá sido ou não, edificada sobre o que restava de uma outra atribuída a Sertório, general romano que nasceu pelos anos 122 (?) a.C. e morreu assassinado no ano de 72 a.C."
1358. BRUXARIA
"Com uma expectável vitória do PS, sem maioria, nas Legislativas de Setembro e a expectável vitória de Paulo Fonseca, pelo PS, na Câmara de Ourém, querem os tomarenses que a sua Câmara seja a única dos grandes Concelhos do Médio Tejo (Abrantes, Ourém, Tomar e Torres Novas) a ser governada por um Partido que não é poder em Lisboa? Não perderia Tomar imenso com tal facto?"
Luís Ferreira, n' O Templário.
Comentário: o conhecido socialista tomarense já dispensa eleições e revela dotes de bruxaria política. Para os socialistas nem era necessário perder tempo com maçadas eleitorais. Afinal, pelo menos em Ourém e no país o PS já ganhou... para quê fazer eleições?...
1357. MENÚ
Agenda para o fim de semana, na ressaca do Sto. António e do 10 de Junho:
Sábado, dia 20:
10h30: recital de poesia de Fernando Pessoa para crianças “Fernandinho e outros Pessoas”, pelo grupo O Contador de Histórias na Livraria Nova em Tomar.
10h30: apresentação e visita às obras do Centro de Dia de S. Pedro, Tomar.
13h00: festa de encerramento do ano lectivo no Centro Escolar da Beselga, Tomar.
20h00: 25.º Festival de Folclore da Pedreira, Tomar.
21h30: 14º Sarau de Aniversário do Ginásio Clube de Tomar no pavilhão Municipal de Tomar.
10h30: apresentação e visita às obras do Centro de Dia de S. Pedro, Tomar.
13h00: festa de encerramento do ano lectivo no Centro Escolar da Beselga, Tomar.
20h00: 25.º Festival de Folclore da Pedreira, Tomar.
21h30: 14º Sarau de Aniversário do Ginásio Clube de Tomar no pavilhão Municipal de Tomar.
Domingo, dia 21:
10.º aniversário do Centro Social Paroquial Nossa Senhora da Conceição de Paialvo.
21h30: representação da peça de teatro “Técnica” pelo grupo da ESECS na sede da Canto Firme de Tomar.
1355. PELOS CAMINHOS DE PORTUGAL (99)

O cineasta João Botelho vai filmar, entre domingo e 04 de Julho, em Montalegre, o documentário "Para Que Este Mundo Não Acabe", uma iniciativa anunciada hoje pela Direcção Regional de Cultura do Norte (DRCN) que pretende dar a conhecer a cultura do Barroso. Os municípios de Boticas e Montalegre vão comparticipar a realização do documentário, cuja estreia está prevista para ocorrer no pavilhão multiusos do Parque de Exposições e Feiras de Montalegre, enquadrada num conjunto de conferências e actividades sobre a especificidade cultural da região. A trilogia incluirá "A Terra Antes do Céu", já filmado na região de Vila Real, este "Para Que Este Mundo Não Acabe", a filmar na região do Barroso, e finalmente um terceiro, ainda por preparar, na região do planalto mirandês. Para além do circuito comercial, este DVD contará com uma distribuição nos pontos museológicos, nomeadamente nos ecomuseus da região. A DRCN pretende que o filme sobre o Barroso circule nos festivais de cinema documental, nomeadamente no Festival de Marselha e no DocLisboa, à semelhança do que aconteceu com o último documentário de João Botelho, "A Terra Antes do Céu". De acordo com a sinopse hoje apresentada, "Para Que Este Mundo Não Acabe" revela a história de um "território de picos agrestes e vales férteis, de climas extremos habitado por dramáticas gentes que transportaram até hoje saberes, costumes e comportamentos comunitários notáveis e únicos". Entre estes, destaca o "culto das fontes, das árvores, dos animais e do fogo, vindos dos povos pré-históricos, o fascínio pelas feitiçarias de bruxas, trazidas pelos povos celtas; o respeito religioso pelo Deus de S.Bento a que a ordem de Cister acrescentou a pobreza e o silêncio, num convento tão velho como a nacionalidade portuguesa, e o respeito igualmente religioso pelo Diabo, o das festas e do prazer, o da alegria sem pecado". Tudo isto parece resumido na frase muitas vezes repetida pelas gentes do Barroso: "Deus é bom, mas o diabo também não é mau!".
Fonte: Lusa.
Fonte: Lusa.
1354. PELOS CAMINHOS DE PORTUGAL (98)
O Sol, o Solstício de Verão e o dia mais longo do ano (21 de Junho) estão no centro das Festas Sanjoaninas da ilha Terceira, Açores, que começam sexta-feira e decorrem até 28 de Junho em Angra do Heroísmo. As festas, orçadas em cerca de 1,5 milhões de euros, pretendem “celebrar as festividades pagãs que foram substituídas por outras associadas a S. João Baptista depois da cristianização da Europa”, revelou Miguel Costa, presidente das Sanjoaninas/2009. A rainha das festas deste ano é Mónica Seidi, uma jovem de 24 anos, finalista do curso de Medicina na Universidade de Coimbra e jogadora internacional de basquetebol na selecção nacional. Espectáculos musicais, exposições, actividades desportivas e lúdicas, gastronomia, iniciativas etnográficas e provas de automobilismo integram o programa das festas, que também inclui uma feira taurina, várias vezes considerada a melhor da Península Ibérica. Na área da música, as Sanjoaninas/2009 vão apresentar meia centena de concertos, destacando-se os espectáculos de Carlinhos Brown, Buraka Som Sistema, Angélico, Susana Félix, José Cid, Peter Bailey e Woman in Panic. No automobilismo estão confirmadas 59 inscrições para o Circuito das Sanjoaninas, a contar para a Taça de Ralis da Ilha Terceira, que se disputa sábado numa classificativa de três quilómetros em asfalto. Na vertente gastronómica, as festas vão procurar conciliar tradição e modernidade com a presença de Eddie Melo, natural da freguesia da Agualva, que possui uma vasta experiência como chefe de cozinha em vários países do mundo. Nas Sanjoaninas/2009 vão estar abertos 14 espaços para restauração, dedicados à cozinha tradicional da Terceira, Cabo Verde, Brasil e Bangladesh, além da cidade californiana de Gilroy, ‘irmã’ de Angra do Heroísmo, que vai apresentar o seu famoso Garlic Festival (Festival do Alho). O programa de exposições abrange duas dezenas de artistas locais e do continente, que vão apresentar trabalhos de pintura, gravura, fotografia e arte digital, entre outras áreas artísticas. Gravuras de José Pedro Croft, fotografias de Jorge Barros e pintura abstracta de José Dominguez são algumas das mostras previstas no vasto programa. As festas incluem ainda iniciativas de cariz etnográfico, entre as quais danças de pandeiro e exibições de grupos de folclore, além do tradicional ‘pezinho’ e das ‘cantorias’.
Fonte: Lusa.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
1353. DOS "PROTOCÓIS"
"No passado sábado, Tomar recebeu a presença de Manoel de Oliveira, esse senhor centenário que dispensa mais apresentações. (O nosso presidente de câmara também devia saber isso, especialmente se discursando depois do convidado. Normalmente fala tão pouco, desta vez falou de mais! Continua a faltar na câmara, numa terra que que até diz ser de cultura e vocacionada para o turismo, quem perceba de protocolo)."
Hugo Cristovão, no Algures Aqui.
Caro Hugo, que todos os problemas do ainda presidente da Camara Municipal de Tomar se resumissem à compreensão dos "protocóis", estaríamos todos bem melhor... mas concordo que em certas funções tem de se saber um pouquinho. A agência de comunicação dará formação?...
1352. O ESTADO DO FUTEBOL
A ler este post de Leonel Vicente no Memória Virtual, sobre o estado do futebol português.
1351. UNIÃO NÃO SOBE!
O futebol português é uma ciência oculta. Onde se quer simplicidade tem-se complexidade. Onde se exige clareza, tem-se opacidade. É instintivo que quando o primeiro não quer sobe o segundo. Mas o instinto não abunda pelas bandas da Federação. O U. Tomar não vai subir à 3ª Divisão Nacional. A Federação Portuguesa de Futebol informou ontem a Associação de Futebol de Santarém que não seria a formação tomarense a ocupar a vaga deixada em aberto pelo Riachense. Segundo os critérios da FPF, caberá à associação melhor classificada no ranking nacional a designação da equipa que irá subir. A A. F. S. aceitou a decisão, mas pediu um parecer ao Conselho de Disciplina de forma a clarificar esta situação. Esta notificação por parte da F. P. F. coloca assim um ponto final no impasse que se registava nas últimas semanas. Por estas e por outras é que o futebol português etá tão deacreditado e tem cada vez menos adeptos nos estádios. Nunca se sabe bem se quem ganha, ganha mesmo e se quem perde, perde mesmo.
1350. FENÓMENOS
Chegou-nos aos ouvidos que os Independentes por Tomar andam a tentar desmotivar outras eventuais candidaturas. Parece que andam nervosos. Bem se podem juntar às outras nervoseiras em curso na autarquia. A do PSD, que mais parece não ter candidato (será que tem mesmo?...) e a do PS, que pese a simpatia e abertura do candidato, não só não descola como vê abater-se a onda nacional de descrédito do Governo sobre a sua cabeça. Antigamente era o Entroncamento a terra dos fenómenos. Agora parece que é Tomar. Imaginem só onde é que independentes podem ter medo de outros independentes? Em Tomar, pois claro. Bastam uns simples rumores de que os Independentes que já existem não terão o monopólio das independencias nas próximas eleições autárquicas para as mentes se toldarem. De que terão medo, eles?...
terça-feira, 16 de junho de 2009
1349. HOMENAGENS E ESQUECIMENTOS
Eu sou a favor de homenagear em vida. Quem gostar gosta, quem não gostar que vá andando. E acho muito bem que a Camara Municipal de Tomar homenageie os tomarenses que se distinguem em qualquer valência da vida pública portuguesa. Sou, por isso a favor da homenagem a Rui Salvador, cavaleiro tauromáquico de que Tomar se orgulha e bem. Mas já vamos em Junho. Estamos a seis meses de 2009 e a menos de um ano da data em que se comemoram 850 anos da fundação da cidade de Tomar por D. Gualdim Pais. É verdadeiramente lamentável que nem Corvelo de Sousa (aqui não espanta, já que parece que os Templários e a sua sucessora Ordem de Cristo são malquistos pelo ainda presidente da Camara), nem qualquer vereador social-democrata, socialista ou independente tenha tido até agora a ousadia, o assombro, o cometimento, o frémito intelectual por mais leve que seja, de apresentar uma proposta, uma ideia, uma formalidade que seja, para começar a preparar condignamente a data. Mas quem nasce para dez, não pode dar cem...
1347. RUI SALVADOR

Por proposta do presidente da Câmara de Tomar, Corvêlo de Sousa, o Executivo decidiu homenagear o cavaleiro tauromáquico tomarense Rui Salvador no ano em que comemora 25 anos de alternativa. Para organizar a homenagem foi nomeada uma comissão constituída por Costa Rosa, Bento Batista, Fernando Hilário, Carlos Alberto e Lídia Salvador.
Fonte: O Templário.
(Foto)
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