sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

931. PELOS CAMINHOS DE PORTUGAL (28)


"O Café Aliança, um dos Cafés mais antigos do país, situado na «baixa» de Faro, foi encerrado, esta semana, por decisão judicial, na sequência de uma acção de despejo por falta de pagamento das rendas. Com mais de cem anos, o Aliança resistiu à voragem do final dos anos sessenta, como resistiram o Majestic, do Porto, o Santa Cruz, em Coimbra ou a Brasileira do Chiado, em Lisboa. Resistiu à ASDAE há dois anos quando decretou o encerramento por deficiências «técnico-funcionais», mas não resistiu à actual crise. O Café Aliança guardava a memória dos «famosos» que por lá se sentaram: Marguerite Yourcenar, na década de 60; Simone Beauvoir, nos anos 40; Fernando Pessoa, que aqui se reuniu com os futuristas algarvios. O poeta António Aleixo, ali ia vender cautelas. José Apolinário, presidente da Câmara de Faro, declarou que quer «salvaguardar o património histórico e material do Café Aliança». Mas não disse como pensa fazê-lo. É nestas situações (de litígios privados), sobretudo quando toca à defesa do património e da memória colectiva, que os poderes públicos não sabem agir e falham desastradamente."

Tomás Vasques, no Hoje Há Conquilhas.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

930. TOMARENSE ARGUIDO NO FREEPORT

Manuel Pedro, o sócio de Charles Smith, que terá afirmado a várias pessoas ter pago luvas a José Sócrates para obter o licenciamento do Freeport de Alcochete, foi constituído arguido no processo de investigação do Freeport. Apesar de Pinto Monteiro não confirmar os nomes dos arguidos.

929. HISTÓRIA CONCISA DA LEITURA PÚBLICA EM TOMAR (16)

A Biblioteca Municipal de Tomar, para além do apoio contratual do IPLB (Instituto Português do Livro e das Bibliotecas), recebeu da Fundação Calouste Gulbenkian a doação do fundo documental pertencente à Biblioteca Fixa nº 72 de Tomar que passou, deste modo, a integrar o acervo da nova Biblioteca.

928. IR À BRUXA

As mazelas da obra do Flecheiro ainda se estão a revelar em toda a sua plenitude. O Tomar a Dianteira começa a ter um levantamento hospitalar da gestão camarária... Não, caro Sebastião Barros, não é preciso ir à bruxa. Bastará convencer os eleitores a escolher gente competente. Hum ... é difícil? Concedo. Os eleitores têm razões que a razão desconhece e por norma votam sempre nos mesmos que já os enganaram e trapacearam mil vezes. Parecem masoquistas. Lá dizia o Churchil, que a democracia tem imensos defeitos, mas não se conhece melhor. Façamos um esforço e disfrutemos das maravilhas de Tomar, abstraindo da incúria, da incompetência, do despesismo.

927. ARTESÃOS DE LUXO

"Henrique Marques, antigo serralheiro na Fábrica da Matrena, a dois quilómetros de sua casa, começou a fazer miniaturas de igrejas aos 59 anos, quando a vida, já algo amadurecida, lhe pregou a rasteira do desemprego, devido à falência da firma onde desde sempre trabalhou."

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

926. GUICHET DE RECLAMAÇÕES

Agradeço ao Tomar a Dianteira e ao Rui Ferreira os avisos sobre publicidade indesejada no Nabantia. Julgo ter resolvido o problema, mas agradecia que se dirigissem aqui ao guichet a dar conta do assunto, já que a mim nunca me tinha acontecido e ignorava que tal sucedia. Aproveito para agradecer ao Tomar a Dianteira as elogiosas palavras que dirigiu ao Nabantia.

925. PELOS CAMINHOS DE PORTUGAL (27)


Imortalizado pela literatura de Lord Byron e Eça de Queirós, o hotel mais antigo da Península Ibérica continua a ser palco de reuniões literárias que ainda hoje respiram a história e tradição romântica de Sintra. Ler aqui, no Sol.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

924. "QUEM NÃO CHORA, NÃO MAMA"

A Camara Municipal de Tomar arrependeu-se da desigualdade e decidiu atribuir um subsídio ao Carnaval da Linhaceira no montante de 4350 euros. Lá dizia o outro: "quem não chora, não mama". Nos subsídios como nas obras: a Camara nunca acerta à primeira.

923. HISTÓRIA CONCISA DA LEITURA PÚBLICA EM TOMAR (15)

O Decreto-Lei nº 111/87 de 11 de Março pode considerar-se um marco histórico para o progresso e desenvolvimento da leitura pública em Portugal. Dizia o seguinte:
"O Governo decreta, nos termos da alínea a) do n.º 1 do artigo 201.º da Constituição, o seguinte:
Artigo 1.º Para execução de uma política integrada de desenvolvimento da leitura pública no quadro da rede de bibliotecas municipais, o Ministério da Educação e Cultura é autorizado, nos termos do artigo 14.º da Lei n.º 1/87, de 6 de Janeiro, a estabelecer, através do Instituto Português do Livro e da Leitura, com os municípios contratos-programa nos quais se regulamente aquilo que for necessário à intervenção complementar de ambas as partes.
Art. 2.º Compete aos municípios a apresentação ao Ministério da Educação e Cultura de um programa de intervenção, nos termos definidos no presente diploma.
Art. 3.º Os contratos-programas referidos no artigo 1.º deverão ter um período de vigência mínimo de quatro anos e contemplar obrigatoriamente os seguintes elementos:
a) Identificação, localização, construção ou adaptação de edifícios e respectiva área de protecção e reserva;
b) Projecto, adjudicação e acompanhamento e vistoria final da obra;
c) Definição das características do equipamento;
d) Constituição e actualização periódica dos fundos documentais;
e) Plano de actividades culturais.
Art. 4.º Ao Ministério da Educação e Cultura, independentemente do apoio a conceder, que incide nas áreas anunciadas no artigo anterior, caberá promover a formação de pessoal técnico especializado, não podendo, em qualquer caso,
suportar os encargos com o quadro de pessoal que os municípios venham a criar nem as restantes despesas permanentes. "
Ou seja: este Decreto-Lei definiu um novo instrumento legal, os contratos-programa, que permitia a concretização efectiva do apoio técnico e financeiro do Estado à criação de uma Rede de Leitura Pública, competindo às autarquias a responsabilidade da criação e manutenção das suas bibliotecas. Em 1989 a Camara Municipal de Tomar adere à Rede de Leitura Pública através de um contrato-programa com o ex-IPLL (Instituto Português do Livro da Leitura) contrato esse que passou pela construção do edifício para instalar a Biblioteca Municipal, aquisição do equipamento e mobiliário assim como do fundo documental.

922. A DESOBRARIA

"Em obras pagas pelos contribuintes, aqui em Tomar é costume dizerem, quando há críticas, que "correu mal". E todas correm mal. A Corredoura foi o que está à vista de todos. O pavilhão não tem as medidas regulamentares. O estádio perdeu a bancada e os balneários. O Mouchão ficou sem casas de banho, mas ganhou um barraco modernaço e um lajedo, que ninguém descobriu ainda para que servem. E há também aquela ponte marreca, acima do nível das cheias, quando mais acima derrubaram o muro de protecção contra as mesmas cheias. As ruas da cidade antiga, ou aguardam acabamentos há meses, ou ficaram com passeios que ora esticam ora encolhem, ou com pavimentos mal nivelados, cheios de poças de água quando chove. Do parque de estacionamento que mete água, ou daquele que cortou o acesso de veículos aos habitantes da Pé da Costa de Cima, nem vale a pena continuar a falar. Sobre a Ponte do Flecheiro e arranjos limítrofes, só se pode dizer que tudo aquilo parece que cada vez corre pior. Há meses que devia estar concluido, e nada."

Sebastião Barros, no Tomar a Dianteira.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

921. PELOS CAMINHOS DE PORTUGAL (26)

As ruas do centro histórico de Viseu têm ainda hoje marcas da presença da comunidade judaica, que a autarquia quer estudar e valorizar, para melhor conhecer este período da sua história. Depois de ter dado o primeiro passo nesse sentido ao comprar recentemente o edifício que terá acolhido a sinagoga, com o objectivo de o incluir na rede do Museu Municipal, a autarquia promove sábado um colóquio sobre História e Cultura Judaica. O coordenador do colóquio, Henrique Almeida, disse à Lusa que "sabe-se hoje que os judeus se fixaram em Viseu, pelo menos desde o século XV, junto das primeiras muralhas", graças ao estudo temático desenvolvido por Isabel Monteiro, que sábado falará em Viseu sobre "Os lugares da memória".

"A judiaria aqui existente nos tempos medievais ocupava uma área hoje perfeitamente identificável no coração do centro histórico. A Rua da Judiaria (hoje Rua Nossa Senhora da Piedade) aparece localizada num mapa mandado elaborar pelo município em 1864 e constituía então um arruamento onde os judeus tiveram o seu comércio e as suas oficinas", contou. Henrique Almeida lembrou que "foi também possível identificar com precisão a casa onde outrora se localizava a sinagoga", o prédio quatrocentista situado no cruzamento da Rua Direita com a Rua da Árvore que foi comprado pela autarquia, e que sofreu "certa descaracterização na sua fachada, nomeadamente ao nível dos acessos ao interior".

"A sinagoga e a judiaria constituem um património valioso da presença dos judeus no concelho. Importa, pois, recuperar a memória desse tempo medieval e já moderno sob o signo dos judeus e reescrever a história de uma época e de uma cultura que constituem parte da nossa memória colectiva", frisou o também coordenador do grupo de missão do Museu Municipal de Viseu. Explicou que o projecto museológico da antiga sinagoga "depende, numa fase inicial, do aprofundamento do conhecimento sobre a comunidade judaica de Viseu, com a colaboração de diversos investigadores", nomeadamente Isabel Monteiro e Teresa Cordeiro, esta última igualmente conferencista do colóquio, com o tema "Cristãos-novos de Viseu e a perseguição inquisitorial".

Como o presidente da autarquia, Fernando Ruas, pediu maior celeridade neste projecto, estão a ser feitos dois tipos de levantamento de fontes relativas à vivência judaica e cristã-nova em Viseu. "Um referente ao património arquivístico e bibliográfico existente em instituições locais ou nacionais, de que o colóquio mostra já alguns resultados, outro relativo às marcas de simbologia religiosa gravadas em edifícios do centro histórico de Viseu", explicou Henrique Almeida. A autarquia pretende que no edifício fique "um núcleo encarado como centro de investigação e divulgação da história e cultura judaica, em toda a sua abrangência geográfica e cronológica, incluindo a problemática do holocausto". Integrada no programa do colóquio, realiza-se uma mostra documental intitulada "Cultura Judaica em Viseu", no edifício da sinagoga, dando a conhecer aos participantes um conjunto de documentos dos muitos existentes no Arquivo Distrital.

No final das sessões será lançado o primeiro número da revista do Museu Municipal, com 210 páginas, que se pretende afirmar no panorama nacional das publicações congéneres da área da museologia.

Fonte: Lusa.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

920. CUIDADO COM OS EMPREITEIROS NO PATRIMÓNIO!

A intervenção no património só deve ser feita por empresas especializadas, alertam os peritos ouvidos pelo PÚBLICO, depois do anúncio do ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro, de que tinha chegado a acordo com as empresas de construção civil para que um por cento das grandes empreitadas de obras públicas revertesse para a recuperação de monumentos."Temos que ter com o património o mesmo cuidado que com uma obra-prima num museu. Não se leva um quadro à lavandaria da esquina para ser limpo", diz José Aguiar, da comissão nacional portuguesa do Conselho Internacional dos Monumentos e dos Sítios (Icomos). "As empresas de construção civil, que usam sobretudo o betão e o aço, podem ser como um elefante numa loja de porcelanas num monumento antigo". O arquitecto Walter Rossa, especialista em urbanismo e património, tem uma preocupação semelhante: "As empresas que vão fazer uma ponte são as mesmas que vão recuperar a capela-mor do Convento de Cristo?". Ler aqui, no Público.

919. LAMPREIAS



Pela 10ª vez a lampreia mostra-se em Tomar. De 21 de Fevereiro a 08 de Março.

918. BOMBEIROS EM FESTA

A falta de pessoal e a necessidade de novas instalações foram os dois principais problemas apontados pelo comandante dos Bombeiros de Tomar, Manuel Mendes, na sessão solene comemorativa do 87.º aniversário da corporação, que decorreu este domingo.A cerimónia teve como palco o auditório da Biblioteca Municipal que esgotou com a presença de mais de 200 pessoas. Ler aqui, n' O Templário.

917. PROCURADORES EM TOMAR

O Sindicato dos Magistrados do Ministério Público quer "regras claras e objectivas" em questões como a substituição de magistrados ou a distribuição/redistribuição de processos entre magistrados que exercem funções de igual conteúdo. Uma das moções aprovadas ontem à noite pelos cerca de 50 delegados sindicais do, reunidos em Tomar, mandata a direcção do sindicato para diligenciar junto do Conselho Superior do Ministério Público (CSMP) no sentido da "regulamentação urgente" do estatuto do Ministério Público, de forma a, "desde já mitigar as consequências graves" que dele possam advir. Esta chamada de atenção, que aliás se poderia estender aos juízes e ao Conselho Superior de Magistratura é da maior importância atendendo aos processos polémicos que se encontram em investigação e em fase de julgamento, envolvendo autarcas, políticos e governantes. É que há muita maneira de influenciar silenciosamente processos. Basta fazer uma rotação de procuradores ou de juízes...

916. DE RAPA NUI A TOMAR

"Na Ilha de Rapa Nui (designação original), 3.800 habitantes, isolados no meio do Oceano Pacífico, a 4.000 Kms da costa chilena e a 2980 da ilha mais próxima, Património da Humanidade desde 1995, as autoridades locais cuidam de bem acolher os turistas. Conforme se pode confirmar nas fotos 3 e 4, os caminhos pedonais foram arranjados com telas sintéticas, sobre as quais se colocaram "tapetes" de plástico duro com estrutura em favos, posteriormente cheios com gravilha. Foi a boa maneira encontrada para evitar que os turistas escorreguem na lama, o que leva a pensar que a governadora chilena da ilha e os seus habitantes preferem que os visitantes "escorreguem" de outra maneira, mais proveitosa para todos, deixando dólares, euros, libras, yens, etc. etc.
Enquanto isto, em Tomar, 35.000 habitantes, a 120 Kms de Lisboa e a 2.500 de Bruxelas, de onde têm vindo milhões e milhões de euros a fundo perdido, Património da Humanidade desde 1983, os acessos pedonais ao Convento, a 100 metros da Câmara, que é a entidade responsável pela sua conservação, estão como se vê há mais de 50 anos. Pergunta-se: Se, um dia destes, um turista menos acomodado escorregar e torcer um pé, ou partir uma perna, decidindo queixar-se, dado o evidente mau estado dos caminhos, que irá a autarquia alegar? Que não sabia? Que não tem verba disponível? Quem pagará a quase certa indemnização? Que culpa têm os contribuintes de que os autarcas sejam manifestamente desleixados?
Tudo visto e devidamente ponderado: Quem são os civilizados? Quem são os bárbaros?"

Sebastião Barros, no Tomar a Dianteira.

915. PELOS CAMINHOS DE PORTUGAL (25)


A Câmara Municipal de Figueira de Castelo Rodrigo lançou recentemente a primeira rota turística no concelho, numa altura em que está em conclusão o Passeio Ribeirinho ligando o Rio Douro à foz do Águeda, em Barca d'Alva. Esta “Rota d'Alva e da flor da amendoeira”, com folhetos em português, espanhol e inglês, é a primeira de quatro que pretendem dar a conhecer o concelho a partir de Figueira de Castelo Rodrigo. Segundo António Edmundo, presidente da autarquia, “face aos investimentos levados a cabo pela autarquia figueirense, Barca d’Alva é hoje um importante pólo para o desenvolvimento turístico da região”. Apostado numa divulgação para a captação de novos fluxos turísticos, António Edmundo defende que a localidade de Barca d'Alva “possui magníficas paisagens naturais, tornando-se ainda mais apetecível com o panorama que lhe conferem as amendoeiras em flor, nos meses de Fevereiro e Março”. Entretanto, o Passeio Ribeirinho ligando o Rio Douro à foz do Águeda, em Barca d'Alva, visou criar uma zona de lazer com vista panorâmica sobre o Douro ao mesmo tempo que vai tentar revitalizar o antigo caminho do cais turístico-fluvial à Ponte Internacional que liga Portugal a Espanha. Serão dois mil metros de um percurso pedestre que vão permitir o contacto com a natureza. Segundo a autarquia, “desembarcam anualmente no cais turístico-fluvial cerca de 40.000 turistas, vindos dos cruzeiros efectuados no Douro”. “Este projecto contempla áreas para a prática de actividades físicas e de lazer e ainda um circuito para a prática de BTT”, estando prevista também a “plantação de várias árvores de pequeno porte, características da região”, assim como a colocação de bancos de granito e de duas pérgulas em madeira.

Fonte: Lusa

sábado, 14 de fevereiro de 2009

914. ENGUIÇO

Agora é o caderno de encargos do concurso para venda do Convento de Sta. Iria e o Colégio Feminino, que, aliás, custou um balúrdio, que não é claro, suscita dúvidas e foi devolvido à procedencia para esclarecimento dessas dúvidas. A Camara Municipal de Tomar continua a demonstrar falta de profissionalismo. Isto, partindo do princípio que os imóveis podem ser vendidos, o que ainda está por apurar...

913. PELOS CAMINHOS DE PORTUGAL (24)

A decisão de Arouca passar a integrar a Rede Europeia de Geoparques deverá ser conhecida no final de Abril mas os peritos da UNESCO, que visitaram o município, acreditam no “sucesso global” do projecto. “Saímos daqui com uma apreciação muito boa e, nesse sentido, a nossa análise só pode ser positiva”, disse hoje à Lusa o grego Ilias Valiakos, da equipa de peritos da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) que hoje procedeu à avaliação dos locais classificados. O Geoparque Arouca aguarda desde 26 de Agosto de 2008 - ano em que formalizou a candidatura - a integração na Rede Europeia de Geoparques, estrutura que tem a validação da UNESCO. O único projecto português com “certificação global” atribuída é o Geoparque Naturtejo, que une os municípios de Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Nisa, Oleiros, Proença-a-Nova e Vila Velha de Ródão.

Fonte: Lusa.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

912. PARA MEMÓRIA FUTURA


A Câmara de Tomar adjudicou a construção da Escola Básica Integrada D. Nuno Álvares Pereira por 5.520.519,27 euros, mais IVA. Ou seja, cinco milhões e meio de euros, mais do que o montante do último empréstimo que a Camara pediu para obras. A empreitada foi entregue à Sociedade de Construções José Coutinho, S. A., das Caldas da Rainha. O prazo de construção, registe-se para memória futura, é de 15 meses a contar da data da consignação. A nova escola terá, além das salas de aulas e de espaços para outras actividades lectivas, um auditório, uma biblioteca/centro de recursos, espaços para serviços administrativos, sala de professores, de pessoal, para a associação de pais, gabinetes de apoio, cozinha, refeitório, bufete e sala do aluno. Está prevista a demolição do actual pavilhão desportivo e a construção de um novo, bem como de um espaço desportivo descoberto. Já que se vai fazer e o Nabantia espera que aquele imenso e histórico espaço venha a ficar dignificado depois da obra, espera-se que não seja uma obra pública como as que s etêm feito nos últimos anos em Tomar e que só dão broncas e buracos. Já agora, alguém faz a mínima ideia de como a Camara vai pagar esta obra?

Fonte: O Templário.