Obra. Reobra. Faz. Desfaz. Refaz. Desmancha. Constrói. Redesmancha. Reconstrói. Isto tudo gastando rios de dinheiro dos contribuintes, sem um pingo de responsabilidade, sem um assomo de vergonha. Subscrevo o Luís.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
866. NEW LOOK
O Luís Ribeiro decidiu dar um new look ao Tomar, a Cidade!. Eu gosto. Estão de parabéns, o Luís e a Lena.
865. HISTÓRIA CONCISA DA LEITURA PÚBLICA EM TOMAR (12)
Apesar de extremamente avançada para a época e talvez por isso mesmo, a lei de D. António da Costa não se revelou de fácil execução, não apenas em Tomar como em muitos outros municípios. A sua aplicação foi lenta e progressiva, esbarrando em muitos obstáculos de natureza ora financeira, ora política. A I República, muito sensível às matérias da educação e da sua democratização, não ficou indiferente perante a inoperância que revelaram as bibliotecas públicas. Em Tomar, através da Deliberação de 5 de Maio de 1913, a Câmara decide a “reorganização” da Biblioteca, em execução do Decreto com força de Lei de 18 de Março de 1911, onde se lia: “o franco acesso à Biblioteca, a ampla leitura domiciliária, as colecções móveis, as salas para crianças, a leitura no caminho de ferro, nos hospitais e nas prisões - esse conjunto de meios que, além de facilitar o livro, solicitam o leitor, offerecendo-lh’o em todas as condições, enviando-lh’o para todos os pontos, tem sido completamente posto à margem neste país”.
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864. E OS SMAS?
Os estabelecimentos comerciais que neguem o acesso ao Livro de Reclamações estão sujeitos a coimas até 30000 euros, recordou hoje a Secretaria de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, comentando as 465 denúncias contabilizadas nesta área. Quanto haverão os SMAS de Tomar de pagar pela recusa sistemática em facultar o livro de reclamações aos cidadãos que compram os seus serviços?
863. PELOS CAMINHOS DE PORTUGAL (17)
A Câmara Municipal de Proença-a-Nova vai adquirir dez casas na zona antiga da vila e Sobreira Formosa, num investimento da ordem dos 750 mil euros. A recuperação do património histórico, o repovoamento dos centros daquelas localidades, zonas pouco atractivas a nível habitacional, e facilitar o arrendamento a jovens casais são os principais objectivos da autarquia com esta decisão. A autarquia, que intitulou o projecto com a designação "Património Jovem - Programa de Recuperação dos Centros Históricos de Proença-a-Nova e Sobreira Formosa", vai abrir um período de recepção de propostas de proprietários que estejam interessados em vender edifícios nos centros históricos. João Paulo Catarino, autarca de Proença-a-Nova, explica que, "após a recepção das propostas, será feita uma avaliação por peritos e as que se aproximarem mais dos valores apresentados pelos peritos deverão ser aceites". Numa primeira fase, a Câmara Municipal pretende adquirir sete imóveis em Proença-a-Nova e três na Sobreira Formosa. O acesso às habitações, depois de recuperadas, estará sujeito a um regulamento ainda a criar, embora João Paulo Catarino avance que, no lote de critérios a cumprir por parte das famílias candidatas, estará a existência de crianças em idade escolar. Os jovens casais, que no final do contrato de arrendamento estiverem interessados, terão a opção de compra do imóvel.
Fonte: Lusa.
862. BLOGODINÂMICA
Novas ligações estabelecidas aqui à direita: Rádio Hertz (nova versão no Sapo), Minigualdins e Sun's gonna shine on everything U do!!! e o Santa Cita (Hóquei em Patins).Bem vindos ao maravilhoso mundo da comunicação em blogue.
(Actualizado)
861. ASSIM VAI O AGROAL
As obras de requalificação do Agroal, que estão a ser executadas pela Câmara de Ourém, devem estar concluídas dentro de um mês. Ourém está a investir cerca de um milhão de euros no Agroal, enquanto do lado de Tomar o investimento é nulo. Ler mais, n' O Templário.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
860. HISTÓRIA CONCISA DA LEITURA PÚBLICA EM TOMAR (11)
A história da leitura pública em Tomar encontra as suas raízes no espírito da lei de 2 de Agosto de 1870 de autoria de D. António da Costa. Esta lei criou as bibliotecas populares. No seu Preâmbulo lia-se que: “a parte da população que já conseguiu a vitória do aprender, tem sede da leitura, e é necessário que os poderes públicos, de acordo com a acção municipal e com a iniciativa particular, lhe mitiguem essa sede”. Neste sentido, a Câmara Municipal de Tomar, na sua sessão de 21 de Janeiro de 1876, pede a concessão de livros para a Biblioteca Popular de Tomar que se propõe instalar numa das dependências dos Paços do Concelho.
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859. FADOS
Na próxima sexta-feira há fados e guitaradas na Escola de Sta. Iria, a partir das 22 horas. Ler aqui.
858. PELOS CAMINHOS DE PORTUGAL (16)
(Henrique Pousão)O município alentejano de Vila Viçosa (Évora) anunciou ontem hoje o lançamento do Prémio de Pintura Henrique Pousão 2009, no ano em que se assinalam os 150 anos do nascimento do pintor. Mestre de pintura impressionista, o pintor Henrique Pousão é considerado um dos maiores nomes da pintura portuguesa da segunda metade do Século XIX. Podem concorrer ao prémio de pintura todos os artistas naturais do Alentejo ou residentes na região. A Universidade do Porto e o Museu Nacional de Soares dos Reis, no Porto, instituíram 2009 como o Ano de Pousão. O pintor Henrique Pousão vai também ter o nome impresso em selo, com que os CTT o vão homenagear este ano.
O vereador do pelouro da Cultura da autarquia de Vila Viçosa, Joaquim Viegas, disse à Lusa que o prémio Henrique Pousão pretende "estimular os artistas locais e regionais e a actividade cultural na área da pintura". Com periodicidade bienal, o concurso tem um prémio de 2.500 euros e, segundo a autarquia, "contempla total liberdade temática", sendo "admitidas todas as tendências e correntes estéticas, desde que se enquadrem na disciplina de pintura". As obras concorrentes devem ser entregues até 30 de Setembro nos serviços culturais da Câmara Municipal de Vila Viçosa. A cerimónia pública da entrega do prémio vai decorrer em Novembro.
Nascido a 01 de Janeiro de 1859, em Vila Viçosa, Henrique César de Araújo Pousão viveu apenas 25 anos, tendo falecido em 1884. Henrique Pousão é também um dos mais ilustres antigos alunos da Universidade do Porto, formado em Desenho Histórico, Arquitectura Civil, Escultura e Pintura Histórica na Academia Portuense de Belas-Artes, antecessora directa da actual Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto. A maior parte das pinturas do artista podem ser vistas no Museu Nacional de Soares dos Reis, no Porto, e no Museu do Chiado, em Lisboa. Aproveitando a passagem do 150/o aniversário do nascimento do artista, a Universidade do Porto e o Instituto dos Museus e da Conservação vão juntar esforços para divulgar a obra de Henrique Pousão a um público mais alargado. Por isso, vai ser organizado durante este ano um programa comum de conferências, exposições, concertos e outras acções de divulgação da obra de Henrique Pousão.
Fonte: Lusa.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
856. NOTÍCIAS DA NECRÓPOLE
As escavações que decorrem junto à Igreja de Santa Maria do Olival, em Tomar, deram a conhecer aquela que pode ser a maior necrópole da Europa, em número de enterramentos (3.400) e em área, disseram os arqueólogos que acompanham a obra. Arlete Castanheira, responsável da Geoarque Lda., empresa contratada pelo consórcio MRG Lena/Abrantina, que ganhou a empreitada da construção da ponte do Flecheiro e arranjo da zona envolvente, um dos projectos inseridos no programa Polis de Tomar, disse que apesar de saberem, desde o início, que existia uma necrópole no local, ninguém "previa que fosse desta dimensão". Desde o início dos trabalhos, em Novembro de 2007, foram encontrados cerca de 3.400 enterramentos, sendo que 40 por cento das sepulturas têm ainda ossários associados, afirmou à Elizabete Pereira, directora da escavação.
Já que parece que as autoridades locais parecem não gostar do legado histórico dos Templários e da Ordem de Cristo em Tomar, sempre têm esta alternativa para o desenvolvimento de Tomar: o turismo necropolar...
855. TOMARPOLIS
A sociedade Tomarpolis, criada em 2002 para concretizar o programa polis em Tomar, vai extinguir-se, o mais tardar, no final de Junho, uma vez que os trabalhos que promoveu estão em fase de conclusão. Com mais de três anos de atraso em relação aos prazos inicialmente previstos, o Polis deixa em Tomar uma nova travessia do Nabão, a elevação das margens do rio (evitando as inundações na zona do Flecheiro), um pavilhão desportivo, um parque de estacionamento subterrâneo, arranjos exteriores nas áreas de intervenção e achados arqueológicos. Tomar foi uma das dez cidades seleccionadas para serem intervencionadas pelo Programa Polis em 2001, tendo sido contemplada com uma verba de 25 milhões de euros, assegurada em 10% pela autarquia e em 90% por fundos do III Quadro Comunitário de Apoio e por um contrato-programa assinado com o Governo.
Rui Monteiro, director-executivo da TomarPolis, disse à Lusa que a amplitude da intervenção projectada - o plano de pormenor do Flecheiro, mais amplo do que o previsto inicialmente, abrange uma área de 58,8 hectares, desde a ponte velha até Marmelais - não permite "modificar tudo de uma assentada". Assim, parte das intervenções projectadas irão ser alvo de candidaturas ao QREN, nomeadamente, segundo o presidente da autarquia, a construção das habitações para as 41 famílias que vivem em barracas na zona do Flecheiro desde 1974 e cujo realojamento havia sido apontado para este ano.
Rui Monteiro atribuiu o atraso no programa à burocracia que envolve a aprovação dos planos de pormenor. "Um demorou três anos e os outros dois vão para cinco, seis anos", disse, frisando que, logo na altura da constituição da sociedade, se teve a noção de que seria "um desafio muito grande", por os prazos serem difíceis de cumprir e as verbas escassas. A primeira obra, na zona desportiva, sofreu também alguns atrasos devido à descoberta de umas termas romanas do século II, cuja musealização a autarquia pondera agora candidatar a fundos comunitários. A terceira travessia do Nabão, a ponte do Flecheiro, foi inaugurada no final de 2008 e os arranjos exteriores à sua envolvente, junto à Igreja de Santa Maria do Olival - onde foi encontrada a que poderá ser a maior necrópole medieval da Europa -, deverão terminar em Abril, dando por concluídas as obras previstas no programa. A Sociedade pediu, por isso, que a data de extinção de 30 de Abril seja adiada para 30 de Junho, de forma a passar para a autarquia as questões que ficam pendentes, como a conclusão dos dois planos de pormenor que se encontram em discussão pública e outras, de carácter jurídico, como o diferendo com a empresa de arqueologia.
A Geoarque, subcontratada pela MRG/Abrantina, alega que a dimensão da escavação junto à Igreja (6.500 metros quadrados) e a quantidade de enterramentos existentes (3.400), obrigou ao reforço da equipa técnica, que praticamente triplicou. Corvêlo de Sousa, presidente da Câmara Municipal de Tomar, disse à Lusa que a autarquia dificilmente aceitará este encargo como trabalhos a mais, porque "toda a gente sabia o que ia encontrar naquele local", admitindo que o processo possa vir a parar aos tribunais. A primeira fase do Polis foi orçada em 5,5 milhões de euros, valor idêntico ao orçamentado para a segunda fase, a que acresceram as verbas para estudos, projectos, concursos e despesas de funcionamento. O então presidente da autarquia, António Paiva, definiu, em 2002, como objectivo do Polis impedir a desertificação da cidade, que perdeu milhares de habitantes com o fim das indústrias tradicionais do papel e têxteis, e torná-la num espaço "aprazível e atractivo".
Fonte: Lusa.
854. HISTÓRIA CONCISA DA LEITURA PÚBLICA EM TOMAR (10)
A I República legisla sobre as bibliotecas em 18 de Março de 1911. Considera que o fim das bibliotecas não é conservar os livros, mas torná-los úteis. A legislação republicana ia no sentido do acesso à biblioteca, leitura domiciliária, colecções móveis, salas para crianças, leitura no caminho de ferro, nos hospitais e nas prisões. Os republicanos pretendiam instituir bibliotecas populares em cada município de onde irradiariam bibliotecas móveis complementando a acção da escola. Pela primeira vez estabelece-se claramente a diferença entre Bibliotecas eruditas, com função essencialmente de conservação e Bibliotecas Populares destinadas à instrução, à informação e ao entretenimento onde deveriam existir salas para crianças, realizar-se conferências e praticar-se o empréstimo domiciliário. A I República tem essencialmente a preocupação de generalizar o acesso à leitura por parte de todos os cidadãos.
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História Concisa da Leitura Pública em Tomar
853. PELOS CAMINHOS DE PORTUGAL (15)
As escavações arqueológicas na antiga cidade romana de Abelterium, próximo de Alter do Chão, Portalegre, trouxeram à luz do dia uma peça que, dizem os peritos, será única na Península Ibérica. Trata-se de um mosaico de grandes dimensões, datado do século IV, e que se encontrava no triclínio de uma casa que estava a ser escavada e que pertenceria a um aristocrata ou político, conforme explicou o arqueólogo Jorge António. A peça em causa, concebida em pasta vítrea de tons azuis, verdes e bordeaux, é uma representação homérica, da Ilíada, e tem no centro a figura de Medusa. A zona das escavações, também conhecida por Estação Arqueológica de Ferragial d'El Rei, deverá ser aberta ao público no dia 21 de Maio. Até lá irão continuar a decorrer trabalhos que poderão revelar novos achados. A intenção da autarquia, de acordo com o presidente Joviano Vitorino, é a de que a cidade romana de Abelterium possa vir a ser declarada como Património Nacional, valorizando um concelho rico em vestígios arqueológicos de diferentes eras.
Fonte: Público.
852. MAIS TUT
Os moradores das Avessadas e do Bairro de N.ª Sr.ª dos Anjos vão passar a beneficiar dos Transportes Urbanos de Tomar. Ler aqui, n' O Templário.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
851. 02 DE FEVEREIRO DE 1879
(Clicar em cima da foto para ampliar)
Sai o primeiro número do primeiro jornal que se publicou em Tomar, o Emancipação. Tratava-se de um semanário que se intitulava "Semanário Democrático" e que posteriormente passou a intitular-se "Semanário Republicano Federal". A redacção funcionava na R. Direita da Varzea Pequena, nº 99 e era dirigido por Angelina Vidal e Carlos Campeão. Publicaram-se 68 números. Faz hoje 130 anos que a imprensa nabantina nasceu.
850. NOVO BLOGUE
O Museu Virtual de Thomar é um novo blogue que o Nabantia saúda. Estreou-se com um belo post sobre o museu de Tomar. Tema especialmente acarinhado aqui no Nabantia. O novo Museu apresenta-se assim: "Este espaço é dedicado a todos os amigos de Tomar, sede dos Templários portugueses. Participe e colabore. Ajude-nos a divulgar esta região tão rica em História e tradição.Faça uma visita grátis ao nosso museu virtual (aberto 24 horas).Museu que, todos esperamos, será um dia uma realidade." É visitarem se fazem favor, que nem se paga bilhete.
849. O CONVENTO NA TORRE DO TOMBO
Leonel Vicente iniciou a publicação de notas históricas sobre o Convento de Cristo na Torre do Tombo. A não perder.
848. TRABALHO DE AGÊNCIA
Corvelo de Sousa anda a ser ensinado a comunicar por uma agência de comunicação paga a peso de ouro pelo dinheiro dos contribuintes. Vai daí decidiu-se a apresentar a programação cultural da Camara para 2009. Coisa nunca vista assim com tanta pompa e circunstância. Inicialmente pensei: é desta! É desta que a Camara nos vai surpreender com algo de novo, de diferente, de mobilizador. Mas sobreveio outra desilusão.
Primeiro: Janeiro não existe no calendário cultural municipal. Foram apresentadas iniciativas para onze meses e não para doze, como misteriosamente o calendário gregoriano estabelece. Segundo: foi apresentada programação cultural da Camara e que não é da Camara. Muitas das iniciativas anunciadas não são de iniciatica camarária, a qual, como todos sabem, é diminuta e medrosa. Terceiro: a programação anunciada é de uma pobreza franciscana a todos os títulos lamentável.
Se era necessária prova maior da falta de nível do executivo municipal ei-la. A programação anunciada não tem sequer a identidade de Tomar à vista: podia fazer-se em qualquer concelho do país. Tudo o que está, está evidentemente muito bem: lampreias, feijão, chuchas, percussão. Sim senhor. A agência de comunicação, aliás, demonstra conhecer mal as tradições locais, já que se esqueceu de incluir no rol as feiras de velharias da Rua de Corredoura (Rua Corredoura é como a Lusa chama à Corredoura, a R. Serpa Pinto, certamente reproduzindo mais trabalho de agência) e mais a feira de Sta. Iria que tem sempre uns concertos e uma feira de frutos secos.
Em conclusão: mais um ano desperdiçado para lançar nacional e internacionalmente a marca cultural do concelho de Tomar. Como é possível que na programação cultural de um ano inteiro a Camara consiga a proeza de não incluir uma exposiçãozeca, uma conferenciazita, qualquer amostra nem que fosse para inglês ver sobre os Templários que são a grande marca de Tomar? Uma pena.
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