quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

788. PELOS CAMINHOS DE PORTUGAL (5)

Um total de 265 projectos, que abrangem territórios dos distritos de Guarda, Castelo Branco e Coimbra, vão ser candidatados ao PROVERE - Programa de Valorização Económica de Recursos Endógenos, foi anunciado na semana passada. Os projectos surgem em áreas de valorização dos recursos naturais e do turismo e estão integrados numa grande candidatura que surgiu no âmbito da fusão de três planos existentes na Beira Interior. Na sequência do trabalho desenvolvido nas diferentes acções preparatórias das iniciativas PROVERE (BuY NATURE e Turismo Sustentável em Áreas Classificadas e Serra da Estrela), foi definido um projecto comum (BuY NATURE – Turismo Sustentável em Áreas Classificadas) que engloba 30 autarquias dos três distritos, privados, associações e entidades públicas, num total de 125 parceiros, foi anunciado na Guarda. Segundo Paulo Fernandes, presidente da direcção da Agência Gardunha 21, que elaborou o plano estratégico que vai ser apresentado ao PROVERE, estão “elencados” 70 projectos públicos e 195 privados, num total de 265. O investimento total previsto ronda os 339 milhões de euros, sendo 270 milhões de investimento privado e 68 milhões de investimento público, precisou.

Fonte: Lusa

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

787. PS RESPONDE AO PSD

O PS decidiu apresentar as medidas contra a crise. Só não percebo qual das crises: a crise nacional em que o PS, que governa há catorze anos, com três de intervalo, mergulhou Portugal, se a crise de Tomar, que essa é, inteirinha, da responsabilidade do PSD. As medidas estão aqui. Entretanto, desejo elogiar a objectividade das propostas. Goste-se delas ou não, sabe-se o que o PS quer dizer. Já as de Corvelo de Sousa foram tão esotéricas quanto a Ordem de Cristo de que ele não gosta nada. E as propostas do PS estão quantificadas em termos de despesa. Pode fazer-se as contas. As de Corvelo de Sousa ninguém sabe quanto custam. Talvez nem ele.

786. MURALHAS DE ABRANTES


A muralha do castelo de Abrantes que ameaçava ruína, “está já devidamente escorada” e “não apresenta risco para os visitantes”, informou hoje a vereadora da Cultura na Câmara Municipal local. Segundo Isilda Jana, “está concluída a primeira fase de intervenção na parte da muralha do castelo que apresentava mau estado e que chegou mesmo a ceder após o alerta de pré-ruína”. No final de Dezembro, a autarquia lançou o alerta sobre o mau estado da muralha daquele monumento nacional de 900 anos e, poucos dias depois, assinou um protocolo para a sua recuperação parcial com a Direcção Regional da Cultura, que previa o total escoramento da mesma, com um custo repartido de 80 mil euros. “Foi um processo em que apostámos na celeridade, pelo que decidimos disponibilizar 50 por cento dos custos na intervenção e escoramento imediato da muralha”, afirmou a autarca. De acordo com a autarca, “esta primeira intervenção permitiria ganhar tempo para estudar a aplicação de uma intervenção mais aprofundada mas, logo a seguir, as chuvas causaram o desabamento de parte da estrutura, afectando uma área com cerca de cinco metros de comprimento por dois de altura”, uma área que foi, entretanto, vedada ao público. “A queda da muralha não se ficou a dever a nenhuma infiltração, mas sim ao posicionamento da mesma, num pedaço de rocha, que se foi desagregando com o tempo”, afirmou.

Segundo a responsável, “o castelo já foi reaberto na totalidade”, sendo desta forma possível entrar nas muralhas e visitar o jardim, a igreja, a torre de menagem e o palácio do governador. “Agora é totalmente seguro visitar o castelo de Abrantes, um monumento do século XII mandado construir por Dom Afonso Henriques, e que vai ter novos motivos de atracção em breve”, afirmou. “A autarquia vai investir em novas salas de exposição e transferir, já a partir de Fevereiro, os serviços educativos municipais para uma das alas do castelo, de forma a fomentar uma maior empatia e sentimentos de pertença entre a comunidade escolar”, acrescentou Isilda Jana.

Fonte: Lusa.

785. CONFIRMADO


A Câmara Municipal de Tomar vota, no próximo dia 21 de Janeiro, o lançamento do concurso para venda, em hasta pública, do Convento de Santa Iria, local onde a autarquia quer que seja instalado um hotel de charme. O presidente da Câmara Municipal de Tomar, Corvêlo de Sousa (PSD), disse à agência Lusa que o concurso público para venda do edifício será rodeado de “cuidados muito rigorosos”, tendo em conta que os tomarenses são “muito sensíveis” em relação ao que possa ser feito num local fortemente ligado à lenda da cidade. Realçando o local privilegiado em que se encontram os dois edifícios que vão ser postos à venda – o Convento e o antigo Colégio Feminino -, “mesmo em cima da margem do rio” Nabão, num “sítio lindíssimo”, onde ficará “um espelho de água magnifico e jardins espectaculares”, Corvêlo de Sousa afirmou que a construção de um hotel, que preserve o carácter histórico do local, servirá os interesses do concelho. Segundo disse, a venda permitirá, por um lado, repor as verbas dispendidas pela autarquia com a compra do edifício – o valor base do concurso é de 1,5 milhões de euros – e, por outro, dinamizar o centro histórico da cidade, tendo em conta a sua localização, no âmbito da estratégia de potenciação do turismo atraído pelo Convento de Cristo, Património da Humanidade.
A possibilidade de construção de um hotel de charme “com quatro ou cinco estrelas”, com 60 quartos, vai ser divulgada junto de cadeias de hotéis que possuem unidades do género da pretendida agora para Tomar, adiantou. O edifício foi adquirido em 2004 pela autarquia, que exerceu o seu direito de preferência, tendo a parte onde funcionou o antigo Colégio Feminino sido expropriada dado o risco iminente de ruína e de salubridade, adiantou. Os dois edifícios, separados pela rua de Santa Iria, estão unidos por um arco, o Arco das Freiras, que estabelecia a passagem entre casas do Convento situadas nos dois lados da rua. De acordo com a informação constante do site do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU), esta não é a primeira vez que o Convento de Santa Iria, situado na margem esquerda do Nabão, no antigo bairro de Além da Ponte (a seguir à Ponte Velha), é colocado à venda em hasta pública. om origens muito remotas – foi em 640 que São Frutuoso, Arcebispo de Braga, fundou dois mosteiros em Tomar, um, dos frades beneditinos, onde se situa a Igreja de Santa Maria do Olival, e outro de religiosas, onde mais tarde foi construído o Convento de Santa Clara, depois de Santa Iria -, o Convento foi vendido em hasta pública em 1836, depois da morte da última freira, a Nepomuceno de Freitas, que realizou grandes obras.
Foi de novo colocado à venda em hasta pública, juntamente com a Igreja, em 1842, tendo tido, a partir daí, vários proprietários e várias utilizações: armazém, hospedaria, fábrica de lanifícios de “mantas de cordão de lã e alforges”, casa bancária, restando apenas o Café de Santa Iria, instalado numa antiga capela ou na antiga casa do capelão das freiras. Este café, alvo de uma recuperação de acordo com um projecto do arquitecto Mota Lima nos finais de 1960 inícios de 1970, constitui, juntamente com a Igreja de Santa Iria, que se mantém na mão de privados, praticamente o que resta de preservado do conjunto. Com partes do monumento classificadas, os edifícios situam-se no local onde, reza a lenda, em 653, sendo Nabância governada pelo Conde Castinaldo, pai de Britaldo, este terá mandado matar Iria, por quem se enamorara, no dia 20 de Outubro, lançando-a ao rio, tendo o corpo aparecido na actual Santa Iria da Ribeira de Santarém.
Iria, filha de Ermenegildo, descendente de Visigodos, e de Eugénia, descendente de romanos, tinha sido confiada aos cuidados das tias Casta e Júlia, recolhidas ou professoras no Convento. De acordo com a resenha histórica do monumento constante no site do IHRU, no século XIV foi mandada erguer uma Capelinha de Santa Iria sobre os túmulos de Casta e Júlia, tendo o local sido comprado, em 1467, por D. Mécia Vaz Queiroz (viúva do antigo vedor da fazenda do Infante D. Henrique) e suas filhas. O Recolhimento de Santa Iria foi reconhecido em 1482, a pedido de uma das filhas de D. Mécia, passando em 1523 a seguir as regras de Santa Clara. O antigo Colégio Feminino terá sido erguido sobre um antigo palácio, mandado construir no século XVI por Pedro Moniz, cujos vestígios foram encontrados em partes da parede do edifício depois do tecto ter ruído, disse à Lusa o arquitecto José Faria, da Câmara Municipal de Tomar. Para José Faria, a opção de venda para construção de um hotel tem na sua base a preocupação de preservar o que resta desta memória e deste monumento, sob o risco de desaparecer por completo.
Fonte: Lusa

784. NOVA SÉRIE

Vem aí uma nova série do Nabantia. Novidades em breve.

783. FAVELAS EM TOMAR

A favela do Bairro das Flores, apresentada por Sebastião Barros, no Tomar a Dianteira.

782. DESCOBERTA

À Descoberta de Tomar é um blogue novinho em folha, mais um do activíssimo Luís Ribeiro. O Nabantia deseja-lhe todas as felicidades e votos de muito sucesso.

781. PELOS CAMINHOS DE PORTUGAL (4)

A presidente da Câmara de Setúbal, Maria das Dores Meira, inaugurou há dias, os lavadouros públicos dos Pinheiros, em Vendas de Azeitão, após obras de recuperação daquele património que custaram “cerca de 15.000 euros”. “Não há máquinas de lavar que substituam esta identidade, esta memória que fica aqui e que faz parte da história deste concelho”, disse a autarca na inauguração daquele equipamento, que foi requalificado com a ajuda de empresas locais.

Virgínia Pato, uma septuagenária residente nos Pinheiros, é uma das mulheres que ainda utilizam o lavadouro público e que promete voltar a frequentar aquele espaço. “As pessoas ainda vêm lavar uma peça de roupa, uns cortinados, que não se podem meter na máquina, um cobertor que é grande. Dá-nos muito jeito este lavadouro público”, disse Virgínia Pato, a única utilizadora do lavadouro que marcou presença na cerimónia. “Antigamente estes lavadouros estavam sempre cheios de gente. Era uma alegria. É por isso que estou muito contente com a recuperação deste equipamento”, acrescentou Virgínia Pato.

Satisfeita estava também a presidente da Junta de Freguesia de São Simão, Celestina Neves, que salientou o facto de a recuperação dos antigos lavadouros públicos ter partido da sociedade civil. “Foi um grupo de pessoas dos Pinheiros que se disponibilizou para recuperar as antigas minas, de onde vem a água que abastece os lavadouros e os chafariz que estão aqui mesmo à nossa frente”, disse Celestina Neves. “Com o apoio de algumas empresas, que disponibilizaram materiais, foi possível fazer a recuperação deste património local”, frisou a autarca setubalense.

Fonte: Lusa

780. MESTRADO EM TURISMO CULTURAL

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

779. WEBRADIO EM TOMAR

O Thomar Vrbe reabriu com novidades. Uma webradio na Cotonete.

778. VISITA GUIADA À QUINTA DA REGALEIRA


A propósito deste post d' Os Cavaleiros cumpre informar que a Galeria Matos Ferreira vai promover no próximo domingo, dia 18 de Janeiro, pelas 10h30, outra visita guiada aos jardins iniciáticos da Quinta da Regaleira, tendo como guia José Manuel Anes. O custo é de quinze euros por pessoa e o local de encontro será defronte dos portões da entrada da referida Quinta. Recomenda-se antecedencia na inscrição através do telefone 21 323 00 11, do telemóvel 96 295 37 22 ou do email: mfgaleria@netcabo.pt. Deverão em qualquer das opções indicar sempre número de telemóvel para eventual contacto.

A Quinta da Regaleira constitui um dos mais surpreendentes e irradiantes monumentos da serra de Sintra. Situada nos limites do centro histórico da vila, foi construída nos anos finais da monarquia (1904 - 1910). Os domínios românticos que haviam pertencido à Viscondessa da Regaleira, foram adquiridos por António Augusto Carvalho Monteiro (n. 1848 - m. 1920) para aí construir o seu lugar de eleição.

Possuidor de uma enorme fortuna, que lhe valeu a alcunha de "Monteiro dos Milhões", associou ao seu sonho de arquitectura e paisagem o génio criativo do arquitecto e cenógrafo italiano Luigi Manini (n. 1848 - m. 1936), bem como a mestria dos escultores, canteiros e entalhadores que com este haviam trabalhado no Palace Hotel do Buçaco.

Esta será uma boa ocasião para se preparar para visita guiada seguinte, que será no dia 29 de Março, precisamente ao Castelo de Tomar, ao Convento de Cristo e à Igreja de Sta. Maria dos Olivais.

777. DA PEQUENEZ

"A página 13 (terá algum significado?) que esta semana o Cidade de Tomar nos apresenta seria, como é costume dizer-se, senão fosse triste, do mais cómico que vi nos últimos tempos. A quem ainda não viu, aconselha-se.Sem que se compreenda a que propósito (eu percebo, mas nem vale a pena aflorar isso!), somos brindados com uma página inteira a comparar fotos de Tomar e Torres Novas, a ensaiar comprovar que a nossa cidade ainda é preferível!Nem me passa pela cabeça falar do assunto com algum dos meus amigos torrejanos, que corro o risco de ser humilhado. Estou mesmo a ouvi-los perguntarem-me: Opá, se a tua terra é assim tão boa porque vêm para cá trabalhar, porque vêm para cá às compras, porque vêm para cá sair à noite, porque vêm para cá morar?!"
Ensaio sobre a pequenez, por Hugo Cristovão, no Algures Aqui.

776. PELOS CAMINHOS DE PORTUGAL (3)


A candidatura das fortificações de Elvas a Património Mundial da UNESCO vai ser apresentada até meados deste ano.

775. OUTRO PRÉMIO?

Depois de ter sido premiada, em Setembro de 2008, pelo Contract World Award 2009, considerado um dos prémios mais prestigiados de arquitectura de interiores da Europa, a Casa dos Cubos, localizada na praceta Alves Redol, em Tomar, está novamente nomeada para um prémio internacional de Arquitectura, no caso o galardão Mies van der Rohe, um prémio de Arquitectura Contemporânea da União Europeia, iniciativa conjunta da Comissão Europeia e da Fundação Mies van der Rohe.

Fonte: O Mirante.

domingo, 11 de janeiro de 2009

774. MANIQUEÍSMOS

quem veja apenas dois projectos para Tomar. É um maniqueísmo próprio de quem vê o mundo a rosa e branco. E eu que ainda não tinha percebido que houvesse algum...

773. TOMARES DO BRASIL

O Luís Ribeiro descobriu Tomar no Brasil.

772. PELOS CAMINHOS DE PORTUGAL (2)


Começamos esta série com o caso das muralhas de Campo Maior. Terras de Além Tejo, de Rui Nabeiro e de festa das flores. Pois soube-se esta semana que as operações de limpeza e desmatação das muralhas do Castelo de Campo Maior, no distrito de Portalegre, vão começar até Março deste ano. A garantia é do Director Regional de Cultura do Alentejo, José Nascimento. Tal será possível em resultado da assinatura, que s eprevê ocorrer “até ao início do mês de Março” de um protocolo entre a DRCA e a Camara Municipal local, para que se proceda à limpeza e desmatação das muralhas. “Este protocolo vai ser assinado desta forma por nós (DRCA) porque não temos nem equipamento nem mão-de-obra para esse tipo de serviços”, justificou. O lixo acumulado em redor das muralhas, que se encontram em avançado estado de degradação, e o mato que cresce entre as seculares pedras que a constituem são o “cartão de visita” para os turistas que visitam aquela vila alentejana. No interior das muralhas sobrevivem há vários anos, em barracas e carros degradados, mais de duas centenas de pessoas de etnia cigana.

À margem deste processo, os habitantes daquela vila alentejana, consideram que o avançado estado de degradação das muralhas “deve-se aos ciganos” que residem naquela zona e à autarquia que não procede à limpeza do monumento. Em declarações à Lusa, Maria Leonardo Morcela considerou que “as muralhas atraem lixo e estão destruídas graças ao ciganos e à autarquia que não olha por aquele espaço”. A mesma opinião é partilhada por António Molina, assegurando que “as muralhas estão destruídas porque vivem lá os ciganos”. As acusações dos moradores são de imediato contestadas pela maioria da comunidade cigana que vive diariamente sem água, luz eléctrica e esgotos. “Não é verdade, nós não destruímos nada. Já basta a miséria onde vivemos”, garantiu José Soares Romão.

As muralhas foram erguidas na sequência da edificação do Castelo de Campo Maior, mandado construir por D. Dinis, em 1310. O Castelo foi profundamente alterado em meados do século XVII, aquando das guerras da Independência. Mais tarde, D. João V ordenou a sua reconstrução e no século XX o Castelo foi classificado como Monumento Nacional. Na primeira metade da década de 1940, a Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais iniciou obras de consolidação e restauro do conjunto. Na segunda metade da década de 1960, realizaram-se intervenções nas muralhas do Castelo e na Capela de Nossa Senhora dos Aflitos, conhecida também como Igreja de São Sebastião “o Mártir Santo”. De acordo com a DRCA o interior do Castelo foi recentemente alvo de “obras de requalificação” e “provavelmente” abrirá ao público em Março. Outro dos projectos que a DRCA tem delineado para aquele espaço é a abertura de um posto de turismo.
O dia-a dia-entre a comunidade cigana e os vizinhos não é pacífico. A maioria prefere não falar, com medo de represálias, mas sempre vão afirmando que aquela zona é um “inferno”. “A minha mulher está acamada há um ano graças aos ciganos e eu ando sempre em stress”, garantiu José Castanho, que vive a poucos metros do acampamento. “Nós vivíamos tranquilos, mas de há 15 anos para cá é uma rebaldaria. Os assaltos e a destruição das nossas casas são o prato do dia aqui nesta zona da vila”, relatou. A Lusa diz que tentou contactar o presidente do município de Campo Maior, João Burrica, mas as várias tentativas efectuadas ao longo dos últimos dias revelaram-se infrutíferas.

771. NOVO RIO

O Rio Nabão é um novo blogue, de autoria do Pato Bravo Tomarense, que se estreia com um belo post sobre o turismo em Tomar.

sábado, 10 de janeiro de 2009

770. AINDA O CONVENTO

O Expresso de hoje volta à carga, apenas com uma pequena chamada de primeira página, sobre a possibilidade de desclassificação de vários monumentos portugueses como património da Humanidade pela UNESCO, devido ao seu mau estado de conservação. O embaixador Fernando Andersen Guimarães, presidente da Comissão Nacional da UNESCO considera que o Convento de Cristo é dos monumentos classificados que mais obras de conservação necessita. Pois. Não liguem peva ao assunto e se um dia a classificação fôr ao ar escrevam artigos inflamados...

769. VENDE-SE!

(Foto)