terça-feira, 13 de janeiro de 2009
783. FAVELAS EM TOMAR
A favela do Bairro das Flores, apresentada por Sebastião Barros, no Tomar a Dianteira.
782. DESCOBERTA
À Descoberta de Tomar é um blogue novinho em folha, mais um do activíssimo Luís Ribeiro. O Nabantia deseja-lhe todas as felicidades e votos de muito sucesso.
781. PELOS CAMINHOS DE PORTUGAL (4)
A presidente da Câmara de Setúbal, Maria das Dores Meira, inaugurou há dias, os lavadouros públicos dos Pinheiros, em Vendas de Azeitão, após obras de recuperação daquele património que custaram “cerca de 15.000 euros”. “Não há máquinas de lavar que substituam esta identidade, esta memória que fica aqui e que faz parte da história deste concelho”, disse a autarca na inauguração daquele equipamento, que foi requalificado com a ajuda de empresas locais.
Virgínia Pato, uma septuagenária residente nos Pinheiros, é uma das mulheres que ainda utilizam o lavadouro público e que promete voltar a frequentar aquele espaço. “As pessoas ainda vêm lavar uma peça de roupa, uns cortinados, que não se podem meter na máquina, um cobertor que é grande. Dá-nos muito jeito este lavadouro público”, disse Virgínia Pato, a única utilizadora do lavadouro que marcou presença na cerimónia. “Antigamente estes lavadouros estavam sempre cheios de gente. Era uma alegria. É por isso que estou muito contente com a recuperação deste equipamento”, acrescentou Virgínia Pato.
Satisfeita estava também a presidente da Junta de Freguesia de São Simão, Celestina Neves, que salientou o facto de a recuperação dos antigos lavadouros públicos ter partido da sociedade civil. “Foi um grupo de pessoas dos Pinheiros que se disponibilizou para recuperar as antigas minas, de onde vem a água que abastece os lavadouros e os chafariz que estão aqui mesmo à nossa frente”, disse Celestina Neves. “Com o apoio de algumas empresas, que disponibilizaram materiais, foi possível fazer a recuperação deste património local”, frisou a autarca setubalense.
Fonte: Lusa
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
778. VISITA GUIADA À QUINTA DA REGALEIRA

A propósito deste post d' Os Cavaleiros cumpre informar que a Galeria Matos Ferreira vai promover no próximo domingo, dia 18 de Janeiro, pelas 10h30, outra visita guiada aos jardins iniciáticos da Quinta da Regaleira, tendo como guia José Manuel Anes. O custo é de quinze euros por pessoa e o local de encontro será defronte dos portões da entrada da referida Quinta. Recomenda-se antecedencia na inscrição através do telefone 21 323 00 11, do telemóvel 96 295 37 22 ou do email: mfgaleria@netcabo.pt. Deverão em qualquer das opções indicar sempre número de telemóvel para eventual contacto.
A Quinta da Regaleira constitui um dos mais surpreendentes e irradiantes monumentos da serra de Sintra. Situada nos limites do centro histórico da vila, foi construída nos anos finais da monarquia (1904 - 1910). Os domínios românticos que haviam pertencido à Viscondessa da Regaleira, foram adquiridos por António Augusto Carvalho Monteiro (n. 1848 - m. 1920) para aí construir o seu lugar de eleição.
Possuidor de uma enorme fortuna, que lhe valeu a alcunha de "Monteiro dos Milhões", associou ao seu sonho de arquitectura e paisagem o génio criativo do arquitecto e cenógrafo italiano Luigi Manini (n. 1848 - m. 1936), bem como a mestria dos escultores, canteiros e entalhadores que com este haviam trabalhado no Palace Hotel do Buçaco.
Esta será uma boa ocasião para se preparar para visita guiada seguinte, que será no dia 29 de Março, precisamente ao Castelo de Tomar, ao Convento de Cristo e à Igreja de Sta. Maria dos Olivais.
A Quinta da Regaleira constitui um dos mais surpreendentes e irradiantes monumentos da serra de Sintra. Situada nos limites do centro histórico da vila, foi construída nos anos finais da monarquia (1904 - 1910). Os domínios românticos que haviam pertencido à Viscondessa da Regaleira, foram adquiridos por António Augusto Carvalho Monteiro (n. 1848 - m. 1920) para aí construir o seu lugar de eleição.
Possuidor de uma enorme fortuna, que lhe valeu a alcunha de "Monteiro dos Milhões", associou ao seu sonho de arquitectura e paisagem o génio criativo do arquitecto e cenógrafo italiano Luigi Manini (n. 1848 - m. 1936), bem como a mestria dos escultores, canteiros e entalhadores que com este haviam trabalhado no Palace Hotel do Buçaco.
Esta será uma boa ocasião para se preparar para visita guiada seguinte, que será no dia 29 de Março, precisamente ao Castelo de Tomar, ao Convento de Cristo e à Igreja de Sta. Maria dos Olivais.
(Foto)
777. DA PEQUENEZ
"A página 13 (terá algum significado?) que esta semana o Cidade de Tomar nos apresenta seria, como é costume dizer-se, senão fosse triste, do mais cómico que vi nos últimos tempos. A quem ainda não viu, aconselha-se.Sem que se compreenda a que propósito (eu percebo, mas nem vale a pena aflorar isso!), somos brindados com uma página inteira a comparar fotos de Tomar e Torres Novas, a ensaiar comprovar que a nossa cidade ainda é preferível!Nem me passa pela cabeça falar do assunto com algum dos meus amigos torrejanos, que corro o risco de ser humilhado. Estou mesmo a ouvi-los perguntarem-me: Opá, se a tua terra é assim tão boa porque vêm para cá trabalhar, porque vêm para cá às compras, porque vêm para cá sair à noite, porque vêm para cá morar?!"
Ensaio sobre a pequenez, por Hugo Cristovão, no Algures Aqui.
776. PELOS CAMINHOS DE PORTUGAL (3)

A candidatura das fortificações de Elvas a Património Mundial da UNESCO vai ser apresentada até meados deste ano.
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775. OUTRO PRÉMIO?
Depois de ter sido premiada, em Setembro de 2008, pelo Contract World Award 2009, considerado um dos prémios mais prestigiados de arquitectura de interiores da Europa, a Casa dos Cubos, localizada na praceta Alves Redol, em Tomar, está novamente nomeada para um prémio internacional de Arquitectura, no caso o galardão Mies van der Rohe, um prémio de Arquitectura Contemporânea da União Europeia, iniciativa conjunta da Comissão Europeia e da Fundação Mies van der Rohe.
Fonte: O Mirante.
domingo, 11 de janeiro de 2009
774. MANIQUEÍSMOS
Há quem veja apenas dois projectos para Tomar. É um maniqueísmo próprio de quem vê o mundo a rosa e branco. E eu que ainda não tinha percebido que houvesse algum...
772. PELOS CAMINHOS DE PORTUGAL (2)

Começamos esta série com o caso das muralhas de Campo Maior. Terras de Além Tejo, de Rui Nabeiro e de festa das flores. Pois soube-se esta semana que as operações de limpeza e desmatação das muralhas do Castelo de Campo Maior, no distrito de Portalegre, vão começar até Março deste ano. A garantia é do Director Regional de Cultura do Alentejo, José Nascimento. Tal será possível em resultado da assinatura, que s eprevê ocorrer “até ao início do mês de Março” de um protocolo entre a DRCA e a Camara Municipal local, para que se proceda à limpeza e desmatação das muralhas. “Este protocolo vai ser assinado desta forma por nós (DRCA) porque não temos nem equipamento nem mão-de-obra para esse tipo de serviços”, justificou. O lixo acumulado em redor das muralhas, que se encontram em avançado estado de degradação, e o mato que cresce entre as seculares pedras que a constituem são o “cartão de visita” para os turistas que visitam aquela vila alentejana. No interior das muralhas sobrevivem há vários anos, em barracas e carros degradados, mais de duas centenas de pessoas de etnia cigana.
À margem deste processo, os habitantes daquela vila alentejana, consideram que o avançado estado de degradação das muralhas “deve-se aos ciganos” que residem naquela zona e à autarquia que não procede à limpeza do monumento. Em declarações à Lusa, Maria Leonardo Morcela considerou que “as muralhas atraem lixo e estão destruídas graças ao ciganos e à autarquia que não olha por aquele espaço”. A mesma opinião é partilhada por António Molina, assegurando que “as muralhas estão destruídas porque vivem lá os ciganos”. As acusações dos moradores são de imediato contestadas pela maioria da comunidade cigana que vive diariamente sem água, luz eléctrica e esgotos. “Não é verdade, nós não destruímos nada. Já basta a miséria onde vivemos”, garantiu José Soares Romão.
As muralhas foram erguidas na sequência da edificação do Castelo de Campo Maior, mandado construir por D. Dinis, em 1310. O Castelo foi profundamente alterado em meados do século XVII, aquando das guerras da Independência. Mais tarde, D. João V ordenou a sua reconstrução e no século XX o Castelo foi classificado como Monumento Nacional. Na primeira metade da década de 1940, a Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais iniciou obras de consolidação e restauro do conjunto. Na segunda metade da década de 1960, realizaram-se intervenções nas muralhas do Castelo e na Capela de Nossa Senhora dos Aflitos, conhecida também como Igreja de São Sebastião “o Mártir Santo”. De acordo com a DRCA o interior do Castelo foi recentemente alvo de “obras de requalificação” e “provavelmente” abrirá ao público em Março. Outro dos projectos que a DRCA tem delineado para aquele espaço é a abertura de um posto de turismo.
O dia-a dia-entre a comunidade cigana e os vizinhos não é pacífico. A maioria prefere não falar, com medo de represálias, mas sempre vão afirmando que aquela zona é um “inferno”. “A minha mulher está acamada há um ano graças aos ciganos e eu ando sempre em stress”, garantiu José Castanho, que vive a poucos metros do acampamento. “Nós vivíamos tranquilos, mas de há 15 anos para cá é uma rebaldaria. Os assaltos e a destruição das nossas casas são o prato do dia aqui nesta zona da vila”, relatou. A Lusa diz que tentou contactar o presidente do município de Campo Maior, João Burrica, mas as várias tentativas efectuadas ao longo dos últimos dias revelaram-se infrutíferas.
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sábado, 10 de janeiro de 2009
770. AINDA O CONVENTO
O Expresso de hoje volta à carga, apenas com uma pequena chamada de primeira página, sobre a possibilidade de desclassificação de vários monumentos portugueses como património da Humanidade pela UNESCO, devido ao seu mau estado de conservação. O embaixador Fernando Andersen Guimarães, presidente da Comissão Nacional da UNESCO considera que o Convento de Cristo é dos monumentos classificados que mais obras de conservação necessita. Pois. Não liguem peva ao assunto e se um dia a classificação fôr ao ar escrevam artigos inflamados...
768. ANA MARIA TAMAGNINI
"Com idade igual à minha faleceu, de modo súbito, na sua casa de Paço de Arcos, no domingo dia 28 de Dezembro, indo a enterrar no último dia do ano, Ana Maria Tamagnini, a Anica. Ana Maria pertenceu a uma das mais emblemáticas famílias tomarenses. Era da vergôntea dos Tamagnini da Quinta do Vale Pereiro, descendendo do tronco comum estabelecido pelo Dr. Inácio Tamagnini, médico honorário da Câmara da Rainha D. Maria I, nascido em Brumio, na Lombardia em 30 de Setembro de 1731, fixado em Tomar e aqui falecido a 4 de Julho de 1805, sepultado com brasão e epitáfio na Igreja de Santa Maria dos Olivais."
767. NOVIDADES DE ANO NOVO
"Pelos caminhos de Portugal
Eu vi tanta coisa linda
Tanta coisa sem igual..."
O Nabantia vai iniciar uma nova série chamada Pelos Caminhos de Portugal. A ideia é dar conta de notícias das terras que fazem a nossa riqueza enquanto Povo. O umbiguismo mata. E há tanta coisa por fazer, tanta coisa por dizer sobre este nosso Portugal...
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Pelos Caminhos de Portugal,
Séries 'Nabantia'
765. O ABRANTES F. C.
Fonte: Lusa
(Foto)
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