Já por diversas vezes O Templário faz o favor de distinguir o Nabantia com a publicação de alguns dos posts que por aqui vou distribuindo ao sabor dos tempos. Na sua edição de hoje O Templário publica as fotografias da Praça da República com árvores, que o leitor Alfredo Caiano Silvestre me enviou, a propósito da minha proposta de fazer de Tomar a cidade da árvore. Resta-me agradecer a atenção do jornal superiormente dirigido por José Gaio Martins Dias, que aproveito para saudar.
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
418. NO ESCURINHO DO CASTELO
Lembram-se daquela canção da Rita Lee em que ela falava do que podia suceder no "escurinho do cinema"? Pois bem: informe-se rapidamente a bizarra cantora brasileira que tem de adaptar a célebre canção. Na verdade, hoje, mais importante do que o que pode suceder no escurinho do cinema é o que pode suceder no escurinho do Castelo. Concretamente no escurinho do castelo de Tomar que não tem estado iluminado à noite, vá lá saber-se por que carga de água. É assim nas terras do turismo.
417. ADVENTO
O Nabantia não é um blogue partidário nem político, no sentido desacreditado da palavra. Mas preocupa-se com a coisa pública. Por isso, um dia destes, dará uns bitates sobre as próximas eleições autárquicas em Tomar. É esperarem um bocadinho.
416. ELIMINATÓRIAS
Ana Rente disputa as eliminatórias do trampolim no próximo dia 16, pelas quatro da matina, graças aos fusos horários. Quem quiser ficar acordado, já sabe. E aqui o Nabantia só deseja que a Ana faça de Pequim o seu trampolim.
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
414. HISTÓRIA CONCISA DA MATA DOS SETE MONTES (5)
A partir de então, este espaço ficou conhecido como "Olivais dos Sete Montes" e no seu perímetro foi edificado um aqueduto nos finais do século XVI, que permitiu o abastecimento de água do Convento e a planificação de sistemas de rega para o espaço agrícola.
(Foto)
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História Concisa da Mata dos Sete Montes
terça-feira, 12 de agosto de 2008
413. HISTÓRIA CONCISA DA MATA DOS SETE MONTES (4)
Desta forma, o Convento de Cristo passou a dispôr de um amplo e vasto espaço verde fechado, de enormes dimensões, que ademais permitia a fixação e a clausura de monges no local, num local propício ao recolhimento e à oração em comunhão com a natureza, bem como a exploração agrícola do espaço por parte da comunidade conventual, o que assegurava a sua auto-suficiência em termos alimentares e de subsistência.
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
412. HISTÓRIA CONCISA DA MATA DOS SETE MONTES (3)
Uma das medidas práticas do reformador foi comprar todas as propriedades que envolviam o espaço conventual, nomeadamente olivais, matas, vales e terras agrícolas que constituíam o chamado cerco da Riba Fria.
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História Concisa da Mata dos Sete Montes
domingo, 10 de agosto de 2008
411. HISTÓRIA CONCISA DA MATA DOS SETE MONTES (2)
No entanto, apenas no século XVI o espaço da cerca, que originalmente correspondia às muralhas do castelo templário de Tomar, foi organizado. Durante o reinado de D. João III, Frei António de Lisboa ficou encarregue de dirigir a reforma religiosa que o rei pretendia levar a efeito no cenóbio tomarense.
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História Concisa da Mata dos Sete Montes
sábado, 9 de agosto de 2008
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
409. BOA SORTE, ANA!
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
408. HISTÓRIA CONCISA DA MATA DOS SETE MONTES (1)
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História Concisa da Mata dos Sete Montes
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
407. MATA DOS SETE MONTES
A nova série Nabantia será a História Concisa da Mata dos Sete Montes. O local ideal para preencher estes magníficos dias de Verão, de calor e de Sol, ao abrigo de uma vegetação por vezes luxuriante, enquadrada num dos lugares mais significantes da história dos Templários e da história de Portugal através dos séculos.
terça-feira, 5 de agosto de 2008
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
domingo, 3 de agosto de 2008
sábado, 2 de agosto de 2008
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
402. AGRADECIMENTO
O Templário, na sua edição desta semana, dedica uma página a citações de blogues. É uma boa ideia, que prova a importância cada vez maior que eles assumem na expressão da opinião dos cidadãos. O Nabantia também foi contemplado. Pela parte que me toca agradeço a atenção e a publicação da crónica da visita à liquidação da Graphica de Tomar.
401. A PRAÇA E AS ÁRVORES (1)

A propósito da Proposta Autárquica (1) do Nabantia, o leitor Alfredo Caiano Silvestre, blogger com as suas Notas temporariamente (digo eu...) suspensas, teve a amabilidade de me remeter algumas fotos da Praça da República, no tempo em que havia árvores. Aqui fica a primeira.
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