sábado, 12 de julho de 2008

373. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (30)


Obras neoclassicizantes do século XIX reflectem a apropriação das dependências principais do Claustro dos Corvos pela família Costa Cabral, proprietários daqueles espaços entre 1843 e 1934, na sequência da extinção das ordens religiosas em Portugal, altura em que lhe fizeram adaptações destinadas ao serviço da sua casa agrícola (Sala das Talhas).
(António Bernardino da Costa Cabral, Ministro e Secretário dos Negócios do Reyno)

372. EVOCAÇÃO HISTÓRICA

A Associação Cultural Templ'Anima vai evocar o fim do cerco do castelo feito pelo exército do Almansor em Julho de 1190. Foi há 818 anos que mestre Gualdim Pais e suas tropas puseram fim a este cerco. Gualdim Pais "a quem Deus salvou com seus freires" das mãos dos inimigos, segundo memorial escrito nas paredes do castelo.
Fonte: O Templário.

371. VOTO ELECTRÓNICO

Correm duas consultas on line lançadas pelos Cavaleiros. A primeira pergunta "O que acha das obras de reabilitação do Templo de Santa Maria do Olival?". A segunda pergunta muito oportunamente "Quais os Museus que fazem falta em Tomar?". Pode votar-se aqui. Eu já lá fui.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

370. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (29)

Do tempo de Filipe III, II de Portugal, são as obras da Portaria Nova, da Sala dos Reis e Novo Dormitório. No último quartel do século XVII inicia-se outra obra de vulto, o hospital da Ordem, com sua enfermaria e botica. Esta obra determina a valorização monumental do alçado norte, em detrimento dos significativos vestígios da cerca da alcáçova templária.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

369. MOZART EM TOMAR


A Artonus abriu com chave de ouro o seu XIX Festival Internacional de Música de Tomar. A teatralização da vida e obra de Wolfgang Mozart no cenário monumental do Convento de Cristo, património da humanidade, tal como o imortal Wolfgang Amadeus, deu-lhe a grandiosidade e a beleza que só espaços desta natureza podem oferecer.

Fonte: O Templário.

368. GRÁFICA DE TOMAR


António Cruz, empresário da Costa da Caparica que comprou o espólio da Gráfica de Tomar na sequência do processo de falência, está a vender a preços de saldo a parte de livraria e papelaria daquela empresa. Uma bela oportunidade para adquirir algumas relíquias a bom preço.

367. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (28)


O Convento de Cristo recebeu importantes obras durante a segunda metade do século XVI, XVII e inícios do século XVIII. A continuidade da obra iniciada por Castilho foi assegurada por Torralva. Filipe II de Espanha, I de Portugal, patrocina a conclusão do claustro principal e a execução do aqueduto hidráulico de grande modernidade e utilidade. Edifica-se a Sacristia Nova, uma obra maneirista integrada nas obras de restauro do Claustro do Cemitério.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

366. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (27)

O claustro principal, traçado por João de Castilho, foi substituído e ocultado por outro que dentro dele se encaixou, considerado como uma das obras-primas do Renascimento europeu, da autoria de Diogo de Torralva. O remate do aqueduto do Convento, adoçado ao alçado sul para abastecer o claustro principal, projecto de Filipe Terzi, originou uma das mais obras de arquitectura do Convento (com a nítida influência de Sebastiano Serlio), o criptopórtico.

terça-feira, 8 de julho de 2008

365. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (26)

O claustro principal, traçado por João de Castilho, foi substituído e ocultado por outro que dentro dele se encaixou, considerado como uma das obras-primas do Renascimento europeu, da autoria de Diogo de Torralva. O remate do aqueduto do Convento, adoçado ao alçado sul para abastecer o claustro principal, projecto de Filipe Terzi, originou uma das mais obras de arquitectura do Convento (com a nítida influência de Sebastiano Serlio), o criptopórtico.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

364. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (25)

As obras decorreram entre 1531 e 1552, numa linguagem de profunda renovação arquitectónica. A modernização dos espaços reflectiu o programa da Reforma executada por Frei António Lisboa, segundo o modelo da “cidade de Deus” (Sto. Agostinho) e da edificação do saber (S. Jerónimo).

domingo, 6 de julho de 2008

363. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (24)


Com D. João III a Ordem de Cristo foi reformada passando a congregação de clausura, segundo a Regra de S. Bento (1529). A mudança implicou a construção de um vasto conjunto de dependências, envolvendo a Igreja, ocupando a totalidade do espaço urbano do bairro extra-muros de S. Martinho e organizado em torno de seis claustros, dois dos quais com as funções de circulação e higiene.

362. O BALANÇO DO IPT

"Temos 3900 alunos na instituição, dos quais 3100 frequentam o Campus. O aumento do número de alunos tem a ver com os concursos especiais para maiores de 23. Para além das formações de 1.º ciclo (licenciaturas) e de 2.º ciclo (mestrados), temos 16 Cursos de Especialização Tecnológica (CET) aprovados em Tomar, Abrantes, Niza, Ferreira do Zêzere, Pedrogão Grande, Golegã e Torres Novas. E também em Lisboa e em Sesimbra, porque fomos solicitados nesse sentido…"


Ler n' "O Mirante", entrevista com o
Presidente do IPT.

sábado, 5 de julho de 2008

361. COMEZAINA

Está a decorrer este fim de semana em Tomar o Festival do Frango Assado. A iniciativa decorre na zona envolvente ao Pavilhão Municipal Jácome Ratton, e termina amanhã. O objectivo é a angariação de fundos para a Secção Juvenil do Sporting Clube de Tomar, com um programa cultural aberto e gratuito à população em geral.

360. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (23)


D. Manuel I, assumindo a governação da Ordem de Cristo, mandou construir uma nova Igreja, jóia da arquitectura tardo-gótica e representativa do programa político do rei. A construção, de planta rectangular, de acordo com o plano e a métrica do templo bíblico de Salomão, incorpora a rotunda templária primitiva (capela-mor e deambulatório). As obras foram dirigidas por Diogo de Arruda, continuadas por João de Castilho (entre 1510-1515). À empreitada do primeiro ficou a dever-se a decoração exuberante dos alçados norte, poente e sul e as janelas da sala do Capítulo (coro baixo) ornadas de símbolos que remetem para a celebração do poder imperial manuelino, entre as quais a do alçado oriental que celebrizou o Convento de Cristo no mundo inteiro. Fundamentais são as intervenções artísticas no interior da Charola, que assumem várias técnicas e suportes de revestimento e pintura, escultura e talha.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

359. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (22)


Entre o século XII e os primórdios do século XVI, a alcáçova e o cenóbio templário sofreram obras integradas nos modelos do gótico europeu. Aos edifícios militares pré-existentes vieram a acrescentar-se, depois da extinção da Ordem dos Templários, em 1312, os claustros góticos do Cemitério e das Lavagens, correspondendo ao período em que o infante D. Henrique, filho de D. João I, era administrador e Governador da Ordem de Cristo. Esta, havia sido criada por iniciativa de D. Dinis, em 1319, e representava a cavalaria militar religiosa portuguesa. A vila baixa medieval de Tomar tem origem no povoamento dos séculos XIII e XIV.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

358. FEIRA MUDA DE SÍTIO

A feira de Sta. Iria vai mudar de local. Diz a edição de hoje de O Templário.

357. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (21)


A célebre janela manuelina do Convento de Cristo, que se tornou um ícone da cidade de Tomar e das presença da cidade na História de Portugal, é atribuída a Diogo de Arruda e constitui um dos mais originais exemplos do tardo-gótico manuelino. Foi executada entre 1510 e 1513. Desenvolve motivos hiper-realistas, simbolizando a Árvore da Vida e o Tronco de Jessé, segundo os temas das Sagradas Escrituras. É indissociável da fachada ocidental da igreja, que reflecte iconograficamente o programa imperial de D. Manuel e da Ordem de Cristo. A sua beleza ímpar e o seu complexo significado justificam que se tenha tornado a imagem universal do Convento. A mais simbólica das cinco janelas do Coro Baixo da igreja do Convento (o simbolismo do conjunto das cinco janelas manuelinas adensa-se se se pensar nos cinco impérios/Quinto Império e no Pentecostes). É tida como o expoente máximo do manuelino. Está recheada de alusões às Descobertas e à História de Portugal. A fachada em que está incrustada é uma imensa peça artística que lhe complementa o significado e vinca outras alusões, incluindo a de que os tabuleiros da Festa dos Tabuleiros tivessem sido inspirados nos botaréus que ladeiam aquele espaço.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

356. AGRADEÇO E RETRIBUO

O João Gomes, do Aquela Opinião, decidiu linkar o Nabantia e JRV, do Activismo de Sofá fez o mesmo. O Nabantia agradece e retribui o gesto.

355. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (20)


O Noviciado/Capela dos Reis Magos foi igualmente uma obra projectada por João Castilho. Trata-se de uma área reservada aos noviços e forma uma unidade autónoma dentro do Convento, que inclui as salas do Noviciado. As duas primeiras serviam para dormitório e a última, a Capela dos Reis Magos, obra-prima do renascimento europeu, destinava-se a oratório.

terça-feira, 1 de julho de 2008

354. VAIDADE, PERMITAM-ME ...



O Luís Ribeiro, do Tomar, a cidade!, que faz o favor de ser leitor assíduo aqui da casa, decidiu distinguir o Nabantia com o prémio de Melhor Blogue Tomarense. Eu fico sem jeito com estas coisas. Sem saber o que dizer. Por isso, normalmente, limito-me a dizer obrigado. E tento saber merecer. Tento.