"A Câmara de Tomar vai retirar 752 mil euros do montante global destinado aos projectos de requalificação da Estrada Nacional 110 (1,880.250 euros) para pagar a remodelação da rotunda cibernética e os honorários dos advogados envolvidos no litígio entre a autarquia e a Parqt, concessionária do parque de estacionamento atrás do edifício dos Paços do Concelho. A justificação do executivo camarário para esta alteração orçamental é a de que não foi possível prever estas despesas à data da elaboração do orçamento para este ano."
sábado, 31 de maio de 2008
sexta-feira, 30 de maio de 2008
248. A REVISÃO DA HISTÓRIA
A Camara e a Assembleia Municipal de Tomar decidiram homenagear os autarcas de Tomar. Mas (estamos sempre a aprender com estes políticos sem grandeza nem dimensão que os partidos põem no prato dos eleitores de quatro em quatro anos), parece que Tomar nasceu apenas em 25 de Abril de 1974. Para trás não há nada. Foi o vazio. Por isso só se homenageiam os autarcas que o foram depois de 25 de Abril de 1974. Autarcas? Hummmmm, parece que não havia antes. Afinal de contas, talvez seja este o quarto segredo de Fátima: Tomar foi um milagre que apareceu feito no tal dia. Que tristeza de gente. Sem grandeza democrática, sem consciência da dimensão histórica da cidade. Por este andar, o melhor mesmo era remover a estátua de D. Gualdim, que não consta ter sido democrata por aí além nem especial amante da partidocracia, da Praça da República e eliminá-lo sumariamente dos registos da cidade e dos livros de história. Ah e consta que matou mouros que se fartou o que não vai bem com o multicuralismo e com o bom nome da moirama.
247. ESCADARIA REPOSTA
Foi demolida a escadaria exterior da Igreja de Sta. Maria dos Olivais. Todas as escadas do lado de fora da igreja foram demolidas e os degraus em pedra amontoadas nas redondezas. Mas parece que vão arranjar. Era o que faltava que não arranjassem. O desleixo tem limites.
Fonte: O Templário
Fonte: O Templário
quinta-feira, 29 de maio de 2008
246. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (3)

Sob a direcção do Infante D. Henrique, o Navegador, Mestre da Ordem de Cristo desde 1418, foram construídos os claustros entre a Charola e a fortaleza dos Templários, mas as maiores modificações verificam-se no reinado de D. João III (1521-1557). Arquitectos como João de Castilho e Diogo de Arruda procuraram exprimir o poder da Ordem construindo a igreja e os claustros com ricos floreados manuelinos que atingiram o máximo esplendor na janela da fachada ocidental.
Fonte: Wikipedia.
Fonte: Wikipedia.
(Foto)
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quarta-feira, 28 de maio de 2008
245. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (2)

O Convento de Cristo é um conjunto complexo, integrado por diversos espaços edificados e paisagísticos. Situa-se na parte alta de Tomar e é uma referencia incontornável do património arquitectónico português e mundial. Abrange cerca de 45 hectares, dos quais 5 correspondem ao castelo templário e ao Convento propriamente dito e os restantes à cerca conventual da primeira metade do século XVI, actualmente a Mata dos Sete Montes, que se encontra sob a gestão do Instituto da Conservação da Natureza.
(Foto)
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terça-feira, 27 de maio de 2008
244. QUASE EM DIRECTO
Quase em directo, pode acompanhar-se aqui a última semana de obras na Charola do Convento de Cristo.
243. IV SEMANA DE GESTÃO
Começou ontem no Auditório dos Actos Grandes do Instituto Politécnico de Tomar a IV Semana de Gestão. E como Tomar precisa de gestão ... O programa está aqui.
segunda-feira, 26 de maio de 2008
242. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (1)

O Convento de Cristo, histórico monumento na cidade de Tomar, situado na freguesia de S. João Baptista, classificado em 1983 pela UNESCO como Património Mundial da Humanidade, pertenceu à Ordem dos Templários. Fundado em 1162 pelo Grão-Mestre dos Templários, D. Gualdim Pais, o Convento de Cristo ainda conserva os sinais, os símbolos, as recordações da intensa presença desses monges cavaleiros e dos seus herdeiros, a Ordem de Cristo, os quais fizeram deste edifício a sua sede.
Fonte: Wikipedia.
Fonte: Wikipedia.
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domingo, 25 de maio de 2008
241. O ESTADO DA MATA
Pedro Redol visitou a Mata dos Sete Montes e considera que a solução é investir, concessionar ou degradar. De 16 pessoas a cuidar da Mata passámos actualmente para um zelador e um vigilante. O resultado está à vista: uma tristeza.
Fonte: Cidade de Tomar
sábado, 24 de maio de 2008
240. TEATRO
Bom teatro em Cem Soldos. Já houve a semana passada e vai haver hoje e amanhã. Também hoje realiza-se o convívio dos participantes na Festa dos Tabuleiros do ano passado, no Parque de Campismo.
sexta-feira, 23 de maio de 2008
239. UNIÃO DE TOMAR
O União de Tomar assegurou a manutenção na Divisão de Honra da Associação de Futebol de Santarém. Apesar de todas as dificuldades, o União, longe das glórias dos tempos em que participou na I Divisão nacional, com jogadores como Eusébio e Simões, bem merecia um pouco mais de ambição. Para o ano tentarão a subida à III Divisão?
Fonte: Tomar
Foto: União de Tomar no Sapo
quinta-feira, 22 de maio de 2008
238. FILME NO CONVENTO
Começou na segunda-feira, dia 19, no Convento de Cristo, a rodagem do filme francês "La Reine Morte", inspirado na obra de Henry de Montherlant, escritor, ensaísta e romancista francês. A produção portuguesa, que será emitida pelo canal TF2,é feita ao longo de quatro semanas em Tomar e Guimarães.
Fonte: O Templário
Fonte: O Templário
237. QUERCUS RETRACTA-SE
A Estradas de Portugal e a Quercus chegaram hoje a acordo no processo em que a associação ambientalista era acusada de ter provocado danos na imagem da empresa no protesto que realizou, em 2006, contra as obras do IC9. A Quercus comprometeu-se a publicar em dois jornais nacionais um texto em que se retrata das expressões utilizadas durante o protesto realizado em Julho de 2006 e que a Estradas de Portugal (EP) considerou injuriosas. Para a advogada da Quercus, Carla Marques Pinto, o acordo de hoje foi "um sinal de maturidade" e um "entreabrir de portas ao diálogo entre duas entidades que, forçosamente, terão de conviver".
Domingos Patacho, presidente do núcleo da Quercus do Ribatejo e Estremadura, ressalvando toda a legitimidade da acção de protesto, admitiu que "talvez a terminologia utilizada em algumas das tarjas fosse menos adequada". O presidente da Quercus, Hélder Spínola, igualmente arguido no processo, afirmou que as acções que visam chamar a atenção para problemas ambientais "precisam de imaginação" para chegar ao público, havendo uma "fronteira ténue" nas escolhas, por vezes difícil de acautelar. Segundo disse, dos inúmeros processos colocados pela Quercus contra as mais diversas entidades, a associação ambientalista teve apenas três acções nos últimos três anos, tendo todas acabado em acordo.
Neste processo, a EP acusava a Quercus do crime de ofensa a pessoa colectiva dotada de autoridade pública. Em causa estavam expressões como "Estradas Piratas" ou "Estradas Prevaricadoras".
Domingos Patacho, presidente do núcleo da Quercus do Ribatejo e Estremadura, ressalvando toda a legitimidade da acção de protesto, admitiu que "talvez a terminologia utilizada em algumas das tarjas fosse menos adequada". O presidente da Quercus, Hélder Spínola, igualmente arguido no processo, afirmou que as acções que visam chamar a atenção para problemas ambientais "precisam de imaginação" para chegar ao público, havendo uma "fronteira ténue" nas escolhas, por vezes difícil de acautelar. Segundo disse, dos inúmeros processos colocados pela Quercus contra as mais diversas entidades, a associação ambientalista teve apenas três acções nos últimos três anos, tendo todas acabado em acordo.
Neste processo, a EP acusava a Quercus do crime de ofensa a pessoa colectiva dotada de autoridade pública. Em causa estavam expressões como "Estradas Piratas" ou "Estradas Prevaricadoras".
Fonte: Diário Digital
quarta-feira, 21 de maio de 2008
236. O EMBLEMA DA CAMARA

Tudo o que mexe em Tomar vai para a gaveta. A gaveta é o emblema que o Presidente da Camara traz na lapela do casaco.
(Foto)
235. STO. ANTÓNIO EM TOMAR
Prima pela ausência dos cardápios turísticos. Não faz parte dos cromos míticos da cidade. Muitos a ignoram e desconhecem. E, todavia, ela lá está. A história e uma agradável visita à capela de Sto. António em Tomar.
terça-feira, 20 de maio de 2008
234. DIFAMAÇÃO
O Tribunal de Tomar começa amanhã a julgar dois responsáveis da Quercus por difamação e ofensa ao bom-nome de pessoa colectiva, devido a um protesto contra a construção do Itinerário Complementar (IC) 9 numa zona protegida. A Estradas de Portugal pede ainda uma indemnização de 25 mil euros ao presidente da associação ambientalista Quercus, Hélder Spínola, e ao presidente do Núcleo da Quercus do Ribatejo e Estremadura, Domingos Patacho, pelas suas declarações à comunicação social, prestadas durante o protesto a 29 de Julho de 2006. A advogada do presidente da Quercus, Carla Marques Pinto, disse à Lusa que a acusação ocorre "porque as televisões estiveram lá e, tanto o Domingos Patacho, como o Hélder Spínola, prestaram declarações". "A Estradas de Portugal entendeu que as declarações foram ofensivas e lesivas para o bom-nome da empresa, devido à cobertura noticiosa do protesto", frisou Carla Marques Pinto.
Durante os protestos, os responsáveis da Quercus acusaram, nos contactos com a comunicação social, a empresa Estradas de Portugal e o empreiteiro (OPCA) de violarem ordens judiciais, ao prosseguirem com as obras de construção do troço entre Tomar e Alburitel, que foi inaugurado recentemente (29 de Abril de 2008). A Estradas de Portugal contesta ainda a desvirtuação da sigla da empresa, pela Quercus, denominando-a de "Estragos de Portugal - Entidade Prevaricadora do Estado".
Na inauguração do troço do IC9, o secretário de Estado Adjunto das Obras Públicas e Comunicações, Paulo Campos, realçou não ter qualquer receio das acções judiciais em curso movidas pela associação ambientalista Quercus. "Estamos absolutamente seguros que está tudo de acordo com a legalidade", afirmou à Lusa Paulo Campos, durante a cerimónia de inauguração do troço entre Tomar e Carregueiros. O troço da rodovia foi objecto de polémica devido à destruição de zonas protegidas, o que levou mesmo a Quercus a mover providências cautelares contra a obra, que só deixaram de estar em vigor depois de o secretário de Estado ter emitido um despacho, declarando o interesse público da obra.
Fonte: Lusa
(Foto)
segunda-feira, 19 de maio de 2008
232. O FORUM ROMANO EXISTIU?

"Já na última metade do século XIX se falava no Fórum Romano, nessa altura da Nabância, situado entre a estrada de Marmelais de Baixo e a ponte dita das Ferrarias, a cerca de dois quilómetros da igreja de Santa Maria dos Olivais. Nos nossos dias, desde os anos 80, passou a falar-se do Fórum de Sellium e a situá-lo do lado Norte do Cemitério Velho." Hoje, há quem questione a importância do achado.
Ler no Cidade de Tomar.
domingo, 18 de maio de 2008
231. ABRANTES
Há história e histórias à volta de Tomar. É o caso de Abrantes. Eis um blogue onde se pode saber e aprender sobre essa terra linda. O ESSA_Abrantes. Vão até lá e façam uma boa viagem.
sábado, 17 de maio de 2008
230. CANTO FIRME QUEIXA-SE DA CAMARA
As queixas relativamente à actuação da autarquia nabnatia vão-se sucedendo por todo o lado. Agora é a Canto Firme que aponta processos negociais menos correctos à Camara.
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sexta-feira, 16 de maio de 2008
230. O BURACO
"Continua a saga do Parque de Estacionamento Subterrâneo, emblemática obra duma gestão polémica, que gastou rios e rios de dinheiro e nos lega uma zona desportiva profundamente alterada para pior, um parque de campismo encerrado e sem préstimo, um pavilhão desportivo com um volumoso parque subterrâneo construído numa zona de elevado nível freático das águas subterrâneas, com a presença de um curso de água subterrâneo com caudal elevado e, claro, na proximidade do Rio Nabão."
João Henriques Simões, no Templário.
228. OS ANDAIMES JÁ SAÍRAM
Já foram retirados os andaimes da Charola. Pode acompanhar-se o andamento das obras de restauro no excelente Diário do Restauro da Charola do Convento de Cristo.
quinta-feira, 15 de maio de 2008
227. NEM DE PROPÓSITO!
Os Serviços de Museologia da Câmara Municipal de Tomar decidiram comemorar o Dia Internacional dos Museus, que se celebra no domingo, dia 18 de Maio, com uma campanha que tem o objectivo de levar mais pessoas ao Núcleo de Arte Contemporânea (NAC), cumprindo ao mesmo tempo o lema “Museus como agentes de mudança social e desenvolvimento”, escolhido para este ano.
Para já, como bem observa Hugo Cristovão, no Algures Aqui, o NAC não é um museu. Mas desconte-se a imprecisão terminológica, desde que a intenção não seja a de implantar um embuste. Vai daí, a autarquia, em parceria com a ACITOFEBA, associação de comerciantes, estabeleceu um acordo com 130 estabelecimentos comerciais da cidade, que se comprometem a proporcionar 10% de desconto em compras, até 31 de Maio, a quem apresentar o cartão comprovativo de ter visitado nesse dia o Núcleo de Arte Contemporânea.
Situado na Rua Gil de Avô, a escassas dezenas de metros da famosa roda do Mouchão, o NAC resulta da oferta de parte do espólio do nabantio Professor José-Augusto França, que integra obras de grande parte dos mais importantes artistas plásticos portugueses do século XX.
Bem podia a autarquia deixar-se de contumélias de propaganda comercial e tratar do património que vota ao ostracismo, por incompetência ou incapacidade. É ver o que acontece com o museu João Castilho, dois posts mais abaixo. Isso, sim, seria comemorar o Dia como deve ser.
Fonte: O Mirante
quarta-feira, 14 de maio de 2008
226. UM SUCESSO
5.500 litros de sopa voaram no passado sábado. O Congresso da Sopa foi um sucesso. Vale a pena dar uma olhadela à reportagem do Diário de Notícias.
terça-feira, 13 de maio de 2008
225. MUSEU JOÃO CASTILHO

Parte do espólio está empacotado. Quatro quadros estão expostos no Salão Nobre da autarquia. Quadros que se encontravam na Região de Turismo já foram resgatados. O Museu Municipal João de Castilho abriu ao público em 1936, encerrou em 1979 e, até agora, 29 anos depois, os sucessivos executivos nunca encontraram um espaço para repor o museu, dedicado a essa figura de transcendente importância histórica que foi João de Castilho, o arquitecto a quem se devem importantes obras no Convento de Cristo e noutros monumentos da cidade, assim como nos Mosteiros dos Jerónimos, Batalha e Alcobaça”, lamentou-se uma personalidade ligada à história de Tomar. Acrescentou que “a situação revela o desleixo dos sucessivos executivos pelo património museológico e por reporem o museu dedicado a João Castilho, ficando mesmo dúvidas sobre a existência de um catálogo e ainda da existência da totalidade do espólio que o museu continha”. Isto é o que diz a notícia.
Isto agora digo eu: bem lamento que Portugal não cuide de si, porque não cuida do seu património, que constitui a sua identidade e que reflecte o seu passado. Em Tomar, terra de património mundial da humanidade, não tem havido nos executivos municipais dos últimos anos gente com cultura, com visão, com sensibilidade, que esteja à altura de governar a terra templária. É gente sem marca, que não deixará rasto, senão nas carcomidas páginas dos registos burocráticos da administração e dos arquivos esquecidos dos inúteis. Tomar merece muito, mas muito melhor. Alguém para quem o mundo não se resuma ao asfalto e às rotundas, às canalizações e ao espalhafato barato das farturas e dos carrosseis.
Fonte: Cidade de Tomar
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segunda-feira, 12 de maio de 2008
224. NINI E FERNANDO
(Nini Ferreira e Lopes Graça, sempre à conversa em Tomar)Quem decida dar um passeio pelo Mouchão Parque, depara-se, a certo passo, com dois senhores à conversa sentados num banco de jardim. Só perto percebe que são duas estátuas a que mão de artista deu vida. Curioso, o passante fica intrigado. E procura instintivamente a identificação dos dois homens. Rodeia o banco. Procura duas chapinhas no próprio banco. Qualquer sinal, qualquer coisinha que lhe satisfaça a curiosidade. Em vão. Partirá sabendo exactamente o mesmo que sabia quando chegou. Ou melhor, sabendo um pouco mais do que quando chegou. Sabendo que há duas estátuas que conversam sob a tirania dos elementos no Mouchão Parque. Supondo algum devaneio artístico. Jamais saberá que estão ali estatuadas duas figuras da história de Tomar: Nini Ferreira e Fernando Lopes Graça. E jamais saberá porque com a Camara Municipal de Tomar até o óbvio é uma dificuldade e o básico é vítima de miopia intelectual. Francamente: custava muito porem ali duas plaquinhas com a identificação mínima dos dois personagens? Bem sei que vão ter de pagar umas indemnizações chorudas por uns disparates que se fizeram, mas que diabo, ainda devem sobrar uns euros para umas plaquinhas. Se a aflição fôr muita, sugiro que façam um peditório aos tomarenses. Tenho a certeza que rapidamente a Camara encontrará os vultuosos fundos necessários para suprir a lacuna. Francamente! Que autarquia mais desleixada...
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domingo, 11 de maio de 2008
223. HÁ MIJO À PORTA DO CONVENTO
“Em vez do Património da Humanidade é o património da desumanidade”
Cerrada dos Cães é o largo onde estacionam autocarros e carros dos visitantes do Convento de Cristo, assim como espaço de recepção dos que chegam pelos acessos pedonais. Como espaço de recepção, os escombros das casas de banho, meio escondidas na base inferior dos muros, encontram-se de tal forma degradadas que os turistas, cerca de 175 mil no ano passado, em caso de necessidade, recorrem às escadas de acesso, encobertas pelo mesmo muro de protecção. Os charcos e odores de urina repelem olhares e olfacto de quem se chega junto aos muros de onde se observa a cidade.
Cerrada dos Cães é o largo onde estacionam autocarros e carros dos visitantes do Convento de Cristo, assim como espaço de recepção dos que chegam pelos acessos pedonais. Como espaço de recepção, os escombros das casas de banho, meio escondidas na base inferior dos muros, encontram-se de tal forma degradadas que os turistas, cerca de 175 mil no ano passado, em caso de necessidade, recorrem às escadas de acesso, encobertas pelo mesmo muro de protecção. Os charcos e odores de urina repelem olhares e olfacto de quem se chega junto aos muros de onde se observa a cidade.
Fonte: Cidade de Tomar
sábado, 10 de maio de 2008
222. SOLUÇÃO
57 é o número de sopas que se podem degustar no Congresso. 36 é o número de restaurantes representados. Ninmguém decifrou, ninguém é mencionado. Eu, por mim, só tenho uma dúvida: quantas é que conseguirei provar?(Foto)
sexta-feira, 9 de maio de 2008
220. AQUILES DE MOTA LIMA
Aquiles de Mota Lima nasceu em Tomar, em 1889. Foi um dos maiores filuministas do Mundo, tendo-se dedicado a coleccionar não só as etiquetas das caixas de fósforos, como também as próprias caixas.
quinta-feira, 8 de maio de 2008
219. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR
Chegou ao fim a série Nabantia sobre a História Concisa do Castelo de Tomar. A colecção completa pode ser consultada aqui. Em breve chegará outra série. Assim o tempo o permita.
quarta-feira, 7 de maio de 2008
218. SEM BANDEIRA DE COR ALGUMA
"Em Tomar, 2008, um concelho dito virado para o turismo, atravessado por dois rios, um dos quais com uma das albufeiras mais conhecidas do país, a do Castelo de Bode no Zêzere, naturalmente não poderíamos ter nenhuma bandeira azul porque, claro está, nem sequer nenhuma praia fluvial à qual esse nome se possa atribuir temos ainda! Certamente não tem havido tempo para tratar disso...".
Hugo Cristovão, no Algures Aqui.
terça-feira, 6 de maio de 2008
217. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR (CONCLUSÃO)

E terminamos pelo princípio. Antes de Tomar e desta história única houve o Castelo de Ceras. Nos idos de 1144, uma ofensiva Muçulmana conquistou e destruiu o Castelo de Soure. Os Templários que conseguiram escapar, reuniram-se, na Primavera de 1147, às forças de D. Afonso Henriques (1112-1185) que se preparavam para a conquista de Santarém. Como recompensa pelo auxílio nesta campanha, receberam do soberano os rendimentos eclesiásticos da terra conquistada; mas meses depois, integrada também Lisboa na posse cristã, o sacerdote inglês Gilberto, primeiro bispo da restaurada diocese lisbonense, contestou a validade daquela doação, travando-se demorado litígio, que só terminou mais de dez anos depois, quando o próprio D. Afonso Henriques harmonizou os desavindos, cedendo àquele prelado o benefício que disputava e doando aos Templários, na pessoa do seu Mestre no reino, então D. Gualdim Pais, o Castelo de Cera (Castrum Caesaris), hoje Ceras, com seu vasto termo, junto à actual ribeira de Ceras, a cerca de duas léguas a Nor-Nordeste do lugar de Alviobeira. Era imperativa a operação de uma fortificação na região, destinada a complementar a linha defensiva do acesso por Santarém à então capital, Coimbra. Ao fim de um ano no Castelo de Cera, que se encontrava arruinado, Gualdim Pais decidiu-se pela construção de um novo castelo, em local mais adequado. Por isso se escreveu a história do Castelo de Tomar, que ainda hoje vigia imponentemente uma cidade de heróis, de mistério e de futuro.
Fonte: Wikipedia
(Foto)
segunda-feira, 5 de maio de 2008
216. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR (12)

Apesar das múltiplas alterações que tiveram lugar no recinto fortificado ao longo dos séculos, a maior parte delas relacionada com as sucessivas campanhas de alargamento do Convento de Cristo no sector Oeste, são ainda numerosos e significativos os elementos românicos do castelo. Entre eles destaca-se a Torre de Menagem, com planta no formato rectangular, dividida internamente em três pavimentos. No segundo pavimento encontra-se uma inscrição em latim, repetida na lápide comemorativa do cerco muçulmano de 13 de Julho de 1190 na escadaria que leva ao terreiro da Charola, informando ao visitante: Na era de 1198 (1160 da era de Cristo), reinando Afonso, ilustríssimo rei de Portugal, D. Gualdim, mestre dos cavaleiros portugueses do Templo, com os seus freires, começou no primeiro dia de Março a edificar este castelo, chamado de Tomar, que, acabado, o rei ofereceu a Deus e aos cavaleiros do Templo.
Fonte: Wikipedia
(Foto)
domingo, 4 de maio de 2008
215. SOPAS E DESCANSO
É já dia 10 de Maio que irá decorrer o XV Congresso da Sopa de Tomar. Este ano os trabalhos regressam ao local habitual, o Mouchão Parque. O preço é 8 euros com direito a um kit de sobrevivência: tigela, copo, colher, sopa, pão, água vinho e café. A receita reverte a favor do Centro de Integração e Reabilitação de Tomar (CIRE). Uma oportunidade única para saborear as excelentes sopas confeccionadas em Tomar e aproveitar para conhecer a cultura e o património de Tomar. Os bilhetes já estão à venda nos locais habituais: Região de Turismo dos Templários, Posto de Turismo da Câmara Municipal e em Lisboa, na Casa do Concelho de Tomar. Os ingressos para o principal evento gastronómico do concelho e da região podem igualmente ser adquiridos no próprio dia, nas bilheteiras especialmente montadas para o efeito, junto ao Mouchão Parque.
sábado, 3 de maio de 2008
214. OBVIAMENTE

Desde o dia 11 de Abril a Região de Turismo dos Templários (RTT) está oficialmente extinta. Com a extinção desta e das restantes regiões de turismo vão passar a funcionar cinco Áreas Regionais de Turismo, ficando a RTT integrada na Área Regional de Turismo do Centro, com sede em Coimbra, e cinco Entidades Regionais de Turismo que vão funcionar como entidades gestoras. Em entrevista ao “Cidade de Tomar”, Jorge Neves, presidente da extinta RTT, está confiante na criação de uma delegação da Área Regional de Turismo, delegação esta que permitirá uma maior promoção da região e da marca “Templários”. Obviamente. De que é que estão todos à espera há tantos anos?
Fonte: Cidade de Tomar
(Foto)
sexta-feira, 2 de maio de 2008
213. ABRIU O CONCURSO
A Camara Municipal de Tomar abriu o concurso para a adjudicação do serviço de barcos de recreio no rio Nabão. As normas estão aqui, para os interessados. O explorador deverá garantir a exploração de um mínimo de quatro barcos tipo gaivotas a pedal e quatro barcos a remos, durante um período mínimo de dois anos renováveis anualmente até um máximo de sete. A entrega de propostas pode ser feita a aprtir de amanhã e termina a 22 de Maio.
quinta-feira, 1 de maio de 2008
212. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR (11)
Essas muralhas eram reforçadas a espaços regulares por cubelos de plantas semi-circular e quadrangular, em tipologia importada pelos Templários do Oriente, que a ele recorreram na Terra Santa na fortificação de Saphyum, que seguia o risco do Krak dos Cavaleiros Hospitalários, em Hom. Ingressando pela Porta de Santiago e ultrapassando-se a Porta do Sol surgem, à direita, a Alcáçova e a Torre de Menagem. Abre-se então o terreiro que vai dar à Charola. Para Sudoeste, outro terreiro, rematado pela Torre de Dona Catarina. A muralha prossegue, amparada em torreões, até à Porta do Sangue e à Torre da Condessa. Para o Norte, observam-se outras torres com plantas em diversos feitios. Ultrapassada a Charola, abre-se a Porta de São Martinho, inflectindo a muralha, sempre amparada por torres e cubelos, de novo em direcção à alcáçova.
Fonte: Wikipedia
Fonte: Wikipedia
quarta-feira, 30 de abril de 2008
211. QUEM LIGA?
Jorge Franco chama a atenção para a poluição no rio Nabão, mas chama sobretudo a atenção para a indiferença sobre a poluição do rio Nabão.
209. CAMARA DE COMUNS
O Nabantia foi adicionado à lista de links do blogue Camara de Comuns. Trata-se de um blogue recente recheado de gente comum, uns mais comuns que outros, mas que vale a pena ler. Agradece-se a gentileza e faz-se o mínimo de reconhecimento: retribui-se a ligação. A partir de hoje o Camara de Comuns é mais um blogue a ler aqui na casa.
terça-feira, 29 de abril de 2008
208. PELOS CAMINHOS DOS TEMPLÁRIOS
O troço do IC 9 hoje inaugurado tem 8,5 quilómetros de extensão e custou perto de 37 milhões de euros, constituindo a primeira etapa de ligação do IC9 entre Tomar e a Nazaré. Em curso, está outro lanço, orçado em sete milhões, entre Carregueiros e Alburitel, que deverá ser aberto ao tráfego no final de 2009. Estes dois troços ficarão incluídos na Concessão Litoral Oeste, que foi apresentada há algumas semanas pelo Governo que inclui a construção do IC9, a variante ao mosteiro da Batalha e a ligação entre a A1 e a A8, em Leiria. Na sua intervenção, Paulo Campos, secretário de Estado das Obras Públicas, anunciou também para breve a abertura do concurso do IC3, entre a Barquinha e Almeirim, bem como a ligação do IC9 entre Abrantes e Ponte de Sôr.
Fonte: Público
207. IC 9 ABRE HOJE
O novo troço do Itinerário Complementar 9 (IC9) entre a zona de Tomar e Carregueiros é inaugurado hoje depois de vários anos de polémicas com ambientalistas, que acusaram os promotores da obra de destruírem árvores protegidas.
Fonte: Diário Digital.
206. TELHADO VAI CAIR?

Técnica denuncia que telhado da Fundição Tomarense ameaça ruir. Câmara adquiriu espólio por 80 mil euros e descura situação.
Fonte: Cidade de Tomar
Fonte: Cidade de Tomar
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segunda-feira, 28 de abril de 2008
208. AMIZADE
Cá o Nabantia tem muitos amigos, felizmente. Mas o Nabantia acha que não é preciso exibir as amizades. Basta cultivá-las. Por isso, hoje é dia de agradecer o destaque aos amigos do Corta-Fitas, que descobriram este cantinho (onde não sabem, mas têm, um amigo) e decidiram publicitá-lo, o que o Nabantia agradece. Sim, blogue do país real, embora blogue republicano. Blogue do país real e do país espiritual. Blogue do país real, mas também da vida real. Blogue do país real e do país mágico. Que acredita que há um sentido para as coisas. Que nem sempre se vê a olho nu, mas que deixa sinais por todo o lado. Assim se saibam ler.
domingo, 27 de abril de 2008
207. OS TÚNEIS
Há muito que se fala de mistério à volta dos túneis templários que se sabe existirem em Tomar. Se as entradas, ou saídas?, são bem visíveis na Mata dos Sete Montes, já a função, o destino, os segredos e a sua amplitude continuam por conhecer satisfatoriamente. Há muitas obras que se referem aos túneis.
Os Cavaleiros Guardiões de Sta. Maria do Olival decidiram repescar um excerto do livro “Noticia descriptiva e historica da Cidade de Thomar”, da autoria de J. M. Sousa, editado em 1903, onde a páginas 180 e 181, pode ler-se: "Corre em Tomar, por tradição que entre o castello e a egreja de Santa Maria tinham os Templarios uma via subterrânea que ia desembocar n`aquella torre; outros dizem que dentro da egreja: É certo que na base do castello, chamado castello novo, há uma abertura com degraus que, a não ser a estrada d`aquella via, não se sabe com que fim foi feita, nem onde irá ter. É certo que um velho, que viveu no tempo dos frades e depois foi guarda do convento, nos disse, já há muitos annos, que tinha por ali descido na companhia de alguns frades e que haviam chegado até debaixo da povoação, porém que não poderam continuar por estar tudo muito entulhado e haver dificuldade em respirar, chegando mesmo a apagarem-se as luzes por falta de circulação do ar." Vale a pena dar uma saltada até lá. E quanto aos túneis, voltaremos um dia ao assunto.
sábado, 26 de abril de 2008
sexta-feira, 25 de abril de 2008
204. PARA VARIAR ...
João de Castilho, nasceu em Castillo, junto a Santander, na Cantábria, Espanha, cerca do ano de 1470. Viveu em Tomar, onde faleceu em 1553. Considerado o maior arquitecto português do século XVI, um grupo de personalidades espanholas, com o patrocínio do Conselho de Cultura de Cantábria, promoveu-lhe uma homenagem, na passada sexta-feira, 18 de Abril, Dia Mundial dos Monumentos, no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa. Para variar, a Camara Municipal de Tomar alheou-se completamente da cerimónia.
Fonte: Cidade de Tomar.
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quinta-feira, 24 de abril de 2008
203. A FESTA NO JORNAL (2)
A festa da Quinta da Fornalha tem adequada reportagem na edição de hoje do Cidade de Tomar.
202. COISAS QUE O NABANTIA SABE
Está a dar brado a escolha de candidato à Camara no PSD. Depois da partida inesperada de António Paiva, Corvelo de Sousa parece ter-lhe tomado o gosto e ter o apoio de Miguel Relvas. Mas Carlos Carrão diz por todo o lado que também quer e que se o PSD não o quiser avança como independente. A escolha promete.
quarta-feira, 23 de abril de 2008
200. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR (10)
É composto por uma dupla cintura de muralhas, que delimitavam o primitivo burgo intramuros e a praça de armas:
- uma em plano superior, de planta poligonal irregular, com algumas faces curvas, nascendo junto à entrada da Casa do Capítulo e terminando na Torre de Dona Catarina. Delimita a Alcáçova e mantém apenas a cisterna e a Torre de Menagem em seu interior, figura defensiva introduzida em Portugal pelos Templários e que tem, aqui, o seu testemunho mais antigo;
- outra em plano inferior, ligando a fachada Leste da Charola à zona Sul da Alcáçova, que correspondia à vila fortificada da Baixa Idade Média. Também apresenta planta poligonal irregular, desenvolvendo-se em cunha no sentido Leste, rematada numa grande torre de planta quadrangular, denominada Torre da Rainha.
Esta cintura incorpora um outro elemento defensivo também introduzido pelos Templários no país: o alambor. Este consiste no embasamento dos muros em rampas, destinadas a impedir a aproximação das torres de assalto e a dificultar os trabalhos de sapa e mina, bem como a eliminar ângulos mortos na base das muralhas, tendo sido empregado em Tomar circundando toda a muralha.
Fonte: Wikipedia
terça-feira, 22 de abril de 2008
199. CHEGOU O RUGBY
Fica aqui o blogue oficial da equipa de rugby da Associação Académica de Tomar. Sejam bem-vindos. Já está na coluna lateral.
segunda-feira, 21 de abril de 2008
198. FESTIVAL DE TUNAS
A “Tuna Templária do Instituto Politécnico de Tomar”, organiza o VII “TEMPLÁRIO”, Festival Internacional de Tunas da Cidade de Tomar. A sétima edição será uma vez mais caracterizada pelo salutar convívio e pela festa que tão bem caracteriza as Tunas. Fonte: Cidade de Tomar
domingo, 20 de abril de 2008
197. A FESTA (5)
Um dos assuntos mais falados no círculo dos autarcas foi a situação política do PSD e também a situação política local, coisas, por estranho que pareça, interligadas. Uma das notícias do dia era a mais que certa candidatuira de um dos actuais vereadores do PSD na Camara Municipal de Tomar às próximas eleições autárquicas. Pelo PSD se possível. Como independente se necessário e no caso de o PSD se inclinar para outra solução que não esse vereador.
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196. A FESTA (4)
A animação estaeve por conta dos Gaiteiros da Nabantina, do grupo de folclore do CIRE de Tomar, da Tuna Templária e de um conjunto de fadistas que aqueceram a noite com agrado geral. As hostilidades foram encerradas pela Tuna.
195. A FESTA (3)
O Templário e o Cidade de Tomar também marcaram presença pelo que são de aguardar as respectivas reportagens nas edições da próxima semana.
194. A FESTA (2)
Vários autarcas estiveram presentes na festa. Os Presidentes de Junta de Freguesia de S. Pedro, Sta. Maria, Junceira e Asseiceira. O Vereador Carlos Carrão também não podia faltar e a surpresa foi o Presidente da Camara Municipal de Alvaiázere.
192. PARTIR E ABSOLVER

Um indivíduo investido do poder de tripular um veículo a que usa chamar-se "jipe" partiu os degraus da escadaria da Ermida N.ª Sr.ª da Piedade. Devidamente identificado pela PSP e presente a julgamento, foi absolvido. Os degraus, esses continuam partidos. São constantes os lamentos de quantos gostariam de ver o espaço da Ermida de Nossa Senhora da Piedade mais cuidado. Há quanto tempo não se cortam os arbustos que impedem a visibilidade da cidade? Cuide-se do património oh gentes!
Fonte: Cidade de Tomar
sábado, 19 de abril de 2008
191. É HOJE
Afiem o dente minhas gentes, higienizem o aparelho auditivo. A festa da Quinta da Fornalha é hoje. Autarcas não vão faltar e não é só de Tomar ...
190. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR (9)
É ao Templo e ao mestre Gualdim Pais (1158-1195), que se deve a renovação da arquitectura militar em Portugal, prova de que estava "na posse das melhores técnicas militares da época" (BARROCA, 1990/91, p.122).Apesar das múltiplas alterações verificadas no recinto fortificado, a maior parte delas relacionada com as sucessivas campanhas de alargamento do Convento de Cristo, são ainda numerosos e significativos os elementos românicos da fortaleza. O mais importante é, com certeza, a torre de menagem. Trata-se de um dispositivo introduzido no nosso país pelos Templários e que tem em Tomar o seu testemunho mais antigo (BARROCA, 2001, p.107). De planta rectangular, eleva-se em três andares, bem acima das muralhas que delimitam a alcáçova. Esta é de planta genericamente poligonal, com algumas faces curvas e mantém apenas a torre de menagem no seu interior. Abaixo deste recinto superior, existe um mais vasto espaço que correspondeu, inicialmente, à vila fortificada da Baixa Idade Média. A planta é igualmente irregular e desenvolve-se em cunha no sentido nascente, rematando numa poderosa torre quadrangular, conhecida como torre da rainha. Esta secção da muralha integra outro elemento vincadamente românico e introduzido na arquitectura militar pelos Templários - o alambor, sistema de "embasamento rampeado dos muros", destinado a "dificultar os trabalhos de sapa e de mina, a impedir a aproximação de torres de assalto e a eliminar ângulos mortos na base das muralhas" (IDEM, p.110). Em Tomar, como salientou Mário Barroca, o alambor foi empregue "numa dimensão nunca mais vista entre nós", circundando toda a muralha e determinando mesmo a inclinação das próprias seteiras.
Fonte: IPPAR
sexta-feira, 18 de abril de 2008
190. DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS
Hoje é o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, que este ano tem como tema o «Património Religioso e Espaços Sagrados». Um pouco por todo o país vão acontecer diversas actividades que procuram colocar os cidadãos mais próximos do património histórico português. Pode saber-se tudo aqui, no sítio do Dia.
189. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR (8)
O Castelo apresenta elementos de arquitectura militar nos estilos românico, gótico e renascentista. Alguns autores apontam a presença de vestígios indicativos de uma estrutura militar anterior, que poderia remontar à época romana e que teria perdurado até à época islâmica, referindo a presença, no aparelho dos muros, de algumas placas decorativas, de cronologia visigótica ou moçárabe, provavelmente oriundas do sítio de Santa Maria dos Olivais, à margem esquerda do rio Nabão.
Fonte: Wikipedia
quinta-feira, 17 de abril de 2008
188. PUBLICIDADE: PASSAR BONS MOMENTOS
A Quinta da Fornalha, situada no Carril, nos arredores de Tomar, foi concebida para a exploração pecuária. Pertence ao Sr. José Augusto Vasconcelos, que decidiu agora explorar todas as valências da Quinta. Para isso estabeleceu uma parceria com a Prelúdio, empresa de Tomar de organização e gestão de eventos. Finalidade? Organizar festas de toda a sorte no ambiente rústico da Quinta, respirando o ambiente único do Ribatejo. Para assinalar o facto, realiza-se já no próximo sábado, a partir das 15 horas uma festa de arromba na Quinta. Vai ter folclore de Tomar, vai ter a Tuna do IPT, vai ter fados pela noite. Muita comezaina e muita animação. Quer chova, quer faça Sol, que a Quinta dá para tudo. Com vitela e porco à discrição, assados ao momento e à vista de toda a gente. O Nabantia vai lá estar e promete crónica adequada a contar os pormenores, com os segredos que conseguir saber e se puderem contar. Uma coisa vos garanto, se pudesse era lá que fazia a minha despedida de solteiro.
quarta-feira, 16 de abril de 2008
186. PEQUENOS PORMENORES
As I Jornadas do Património não são uma iniciativa da Camara Municipal de Tomar. Pois não. Mas são certamente uma meritória iniciativa que decorre em espaços municipais, em igrejas da cidade e numa instituição pública da cidade como o IPT. O Presidente da Camara em exercício até vai marcar presença na sessão de abertura das Jornadas. Porém, no sítio da Camara Municipal, não descortinei nem uma palavra sobre esta iniciativa. Pode ter sido falha minha e se o foi, desde já me penitencio. Mas bem esquadrinhei pelo sítio afora e não logrei uma imagem, uma palavra, um reclame que fosse deste passatempo. Falta dinâmica ao sítio da Camara. Trata-se de uma lamentável omissão, esta. Será que ninguém está preocupado no Palácio da Praça da República em valorizar a preciosidade monumental que governam e a s suas gentes? Que impressão que me faz esta incúria!
185. JORNADAS DO PATRIMÓNIO
Realizam-se as I Jornadas do Património em Tomar, já nos próximos dias 17, 18 e 19 de Abril de 2008. A organização é do Centro de Estudos de Arte e Arqueologia Academia Nacional de Belas Artes e do Grupo de Amigos do Covento de Cristo e decorrerá na Biblioteca Municipal, nas Igrejas de Sta. Maria do Olival e de S. João Baptista e no ÍPT. Alguns dos painéis temáticos previstos : A Igreja de Santa Maria dos Olivais: História e Património; Estradas, Caminhos arcaicos e Calçadas; Património Cultural e Reabilitação Urbana; A Igreja de S. João Baptista e o seu Património Artístico; Património e Museologia; A Estratégia da Gestão do Património; e Património e Ordem de Cristo. As jornadas abrem com uma Conferência de José Augusto França, subordinada ao tema: "Património Cultural, Sentido e Evolução". O Programa completo pode ser consultado aqui.
terça-feira, 15 de abril de 2008
184. DESCOBERTA
A blogolândia tem este encanto. Subitamente, às voltas por aí, deparamo-nos com agradáveis e insuspeitas surpresas. Foi o que me aconteceu hoje. Quem reparar na barra lateral, na secção "Outros Nabantios", onde colecciono ligações aos blogues de e sobre Tomar, poderá ver um acrescento. O "Diário do Restauro da Charola do Convento de Cristo" é mais um paradeiro deste Nabantia. E olhem que é bem interessantes ete paradeiro que descobri hoje.
segunda-feira, 14 de abril de 2008
183. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR (7)

Escasseiam, a partir de então, as informações sobre on Castelo de Tomar: em 1618, demoliu-se a torre Noroeste para se ampliar a entrada no recinto do Castelo, que chegou aos nossos dias relativamente bem conservado. A vila de Tomar foi elevada à categoria de cidade por alvará de D. Maria II (1826-1828 e 1834-1853), em 13 de Fevereiro de 1844. O castelo encontra-se classificado como Monumento Nacional por Decreto publicado em 23 de Junho de 1918, e como Património da Humanidade, pela pela Assembleia Geral da UNESCO de 27 a 30 de Junho de 1983. Em 1973 procedeu-se a trabalhos de restauro no piso do adarve no troço de muralha entre a Porta do Sol e a Torre da Rainha e, mais recentemente, em 1986, trabalhos de consolidação das muralhas junto à Porta do Sangue.
Fonte: Wikipedia
Foto.
domingo, 13 de abril de 2008
182. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR (6)
Com a extinção da Ordem pelo Papa Clemente V (1312), o rei D. Dinis (1279-1325) acautelou a posse dos seus bens e criou a Ordem de Nosso Senhor Jesus Cristo (1321), inicialmente com sede em Castro Marim, no Algarve, transferindo-lhe o património da antiga Ordem. Poucos anos mais tarde, entretanto, a sede da nova Ordem foi transferida para Tomar (1338). O Infante D. Henrique, na qualidade de Governador da Ordem de Cristo, teve residência no Castelo de Tomar. Posteriormente, o Castelo foi objecto da atenção de D. Manuel I (1495-1521) e de D. João III (1521-1557), através de obras de restauração e reforço, tendo sido ampliado o Convento de Cristo. Por ordem do primeiro, a população intra-muros foi obrigada a transferir-se para a vila, junto ao rio (1499). Posteriormente, na primeira metade do século XVI, os Paços da Rainha foram ampliados, desenvolvendo-se as obras no sentido setentrional, entre a Charola e a Alcáçova. sábado, 12 de abril de 2008
180. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR (5)
Duas décadas mais tarde, já sob o reinado de D. Sancho I (1185-1211) a contra-ofensiva almóada de 1190, sob o comando do califa Abu Yusuf Ya'qub al-Mansur, após reconquistar o Castelo de Silves e o Algarve, avançou para o Norte conquistando, sucessivamente, os castelos de Alcácer do Sal, Palmela e Almada (1190-1191). Transpôs em seguida a Linha do Tejo, cercando Santarém, destruindo Torres Novas e Abrantes, até alcançar Tomar, que, sob sucessivos assaltos, resistiu durante seis dias, defendida pelos Templários, quebrando o ímpeto do invasor. Nesta ocasião, os mouros forçaram a porta do Sul e penetraram na cerca exterior. A defesa dos Templários foi de tal forma encarniçada que a porta de assalto ficou conhecida como Porta do Sangue.
Fonte: Wikipedia
sexta-feira, 11 de abril de 2008
179. CAVALHEIRISMO
O Bruno Miguel Machado, da Fonte do Ídolo, citou o cavalheirismo municipal nabantio. A casa agradece. E o Jorge Ferreira, do Tomar Partido, idem.
177. ARQUEOLOGIA NOS CUBOS
Foi encontrado um compartimento que terá pertencido ao antigo edifício dos Cubos, do século XVI. Segundo as arqueólogas, Rita Gaspar e Elisabete Pereira, da empresa “Gearque”, a primeira abordagem às escavações junto à Casa dos Cubos, resultantes das obras de saneamento básico junto à ponte nova, permitem deduzir a existência de achados referentes a três fases distintas, a primeira mais contemporânea, relativa a finais do século XIX e princípios do XX, uma segunda relativa ao século XVI e uma terceira dos tempos pré-históricos. As escavações vão continuar até uma profundidade na ordem dos cinco metros, sendo registados e possivelmente transferidos os vestígios encontrados.
Fonte: Cidade de Tomar.
176. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR (4)
Em 1162, o mestre da Ordem passou carta de foral aos moradores, o que revela que, em escassos três anos, houve uma preocupação efectiva por parte dos novos senhores em dotar o local de condições mínimas de defesa, povoamento e dinâmica sócio-económica. Diante do compromisso de promover o povoamento da região, D. Gualdim Pais confirma o foral com novo documento em 1174. Em 1165, a Ordem recebeu ainda os domínios de Idanha e de Monsanto, sendo-lhe prometido, em 1169, um terço das terras que viessem a conquistar ao Sul do rio Tejo. No ano seguinte (1170), a chamada Linha do Tejo era reforçada com a construção do Castelo de Almourol.
Fonte: Wikipedia
quinta-feira, 10 de abril de 2008
175. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR (3)
Não se sabe ao certo qual a razão que levou à opção por Tomar, em lugar da reforma do castelo de Cera. Alguns estudiosos afirmam que o novo sítio, num outeiro na margem direita do rio Nabão, dominando uma planície, era estrategicamente mais vantajoso. Outros argumentam que o sítio foi escolhido considerando a sua posição na linha que, em relação ao Meridiano de Paris, forma um ângulo de 34°, comum nos projectos arquitetónicos da Ordem, correspondente à diagonal da relação de 2/3 observada na constelação de Gêmeos, um dos símbolos Templários. De qualquer modo, a construção do Castelo de Tomar iniciou-se em 1 de Março de 1160, conforme inscrição epigráfica nos seus muros. Na mesma época, iniciou-se a construção da Charola, posteriormente adaptada a Capela-mor, uma das edificações templárias mais importantes no Ocidente.
Fonte: Wikipedia
Fonte: Wikipedia
quarta-feira, 9 de abril de 2008
174. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR (2)
D. Afonso Henriques concedeu aos Templários a defesa das linhas que conduziam a Coimbra, a capital do reino durante o século XII. Nesse processo, a Ordem do Templo entrou na posse de um vasto território entre-Tejo-e-Mondego, que teve por objectivo controlar o acesso meridional a Coimbra e cujo centro nevrálgico era, precisamente, Tomar. A carta régia de doação data de 1159 e o Castelo começou a ser edificado um ano depois, de acordo com uma inscrição que se conserva na torre de menagem.
Fonte: IPPAR
terça-feira, 8 de abril de 2008
173. UMA CAMARA ESPECIAL
Primeiro dado: há obras no centro histórico de Tomar. Há anos que há obras no centro histórico de Tomar. O centro histórico de Tomar vive cronicamente em obras. Segundo dado: Tomar tem actualmente um Presidente de Camara que nunca sonhou sê-lo. Foi eleito vereador e habituou-se a dar uns bitates sem consequência, porque o Presidente era outro. Terceiro dado: confrontado com o facto de as obras do centro histórico não respeitarem, designadamente quanto ao piso das ruas que está a ser instalado, a tradição do local, o Presidente em exercício justificou a substituição do piso tradicional pelo facto de as senhoras terem dificuldade em andar de sapatos com saltos naquele piso. Argumento que, diga-se, ouviu ao Presidente que era outro e que tinha assim uns ataques de vez em quando. Uns ataques de cavalheirismo pedonal. Digam o que quiserem desta Camara, mas de falta de cavalheirismo e de inteligência urbana é que não a acusem. Claro, tive de me conter a escrever este post. Vai assim em estilo irónico para respeitar a boa educação blogueira.
segunda-feira, 7 de abril de 2008
172. A VISITAR
O Cruzado, loja de coleccionismo e antiguidades, na R. Silva Magalhães, nº 31, em Tomar. Loiças, livros, discos em vinil, postais, coisas antigas e muitas de Tomar. Vale a pena ir até lá. E também um blogue do proprietário.171. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR (1)
O castelo de Tomar é um castelo templário, situado na margem direita do rio Nabão, que integrou, à época da Reconquista, a chamada Linha do Tejo, juntamente com outros na região que lhe acompanham o estilo: os castelos de Almourol, Idanha, Monsanto, Pombal e Zêzere. Sendo imperativa a operação de uma fortificação destinada a complementar a linha defensiva do acesso por Santarém à então capital, Coimbra, ao fim de um ano no arruinado Castelo de Cera, o Mestre da Ordem dos Templários em Portugal, D. Gualdim Pais, decidiu-se pela construção de um novo castelo, em local mais adequado, e que viria a tornar-se a sede da Ordem no país.Fonte: Wikipedia
(Foto)
domingo, 6 de abril de 2008
170. NOITE LÍMPIDA
Está uma noite celestial em Tomar. O céu absolutamente estrelado. Um calor suave que embala uma noite calma, absolutamente calma. As casas, polvilhadas de luzes aqui e ali, escondem as pessoas que não se vêem nas ruas, apenas recortadas pelas casas. Lá em cima, como do meio do nada, uma silhueta imponente domina silenciosamente o vale.
sábado, 5 de abril de 2008
169. ORDEM DE CRISTO

É lançada hoje, dentro de minutos (pelas 19 horas), no Convento de Cristo (”Sala das Talhas”) a obra “Usos e Cerimónias da Nossa Ordem de Cristo”, editada pela Zéfiro, com apresentação de José Medeiros. Esta obra constitui um documento inédito sobre a Ordem de Cristo, revelando, com grande detalhe, o dia-a-dia dos freires desta Ordem, pela primeira vez publicado, desde a sua edição original em 1741. Para além da transcrição do manuscrito, esta obra contém uma breve história da Ordem de Cristo, a sua cronologia pormenorizada, um glossário, bem como um estudo dos Usos e Cerimónias da Nossa Ordem de Cristo, da autoria de José Medeiros, permitindo imaginar como seria a vivência diária dos freires de Cristo, no Convento de Tomar, depois da reforma ordenada por D. João III, e que se deve ter mantido sem grandes alterações até à extinção das ordens monásticas em Portugal, ordenada por D. Pedro IV em 1834. Pode consultar o índice da obra e também, ler um excerto.
(Via Tomar)
168. MAIS UM GOLPE
O Presidente da República promulgou na passada sexta-feira a Lei que extingue as Regiões de Turismo, entre as quais a Região de Turismo dos Templários, com sede em Tomar. A extinção da Região de Turismo dos Templários é mais um duro golpe na projecção da região dos Templários, sendo que Tomar é a principal prejudicada dado o conjunto patrimonial único que possui.
sexta-feira, 4 de abril de 2008
167. O MÊS DOS LIVROS

Este é o mês dos livros em Tomar. Onde? Na Biblioteca Municipal, ou não se comemorasse também a 23 de Abril o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor. Esse dia, será O Dia de Todos os Livros, com um conjunto de actividades especiais organizadas conjuntamente pela Biblioteca e pelo grupo O Contador de Histórias. Além de recitais de poesia a horas pouco habituais (18.30, 21.00 e 22.30), todos aqueles que se desloquem à Biblioteca, que estará aberta ininterruptamente até às 23 horas, terão oportunidade de ganhar um livro participando num pequeno jogo muito simples, podendo ainda escolher o poema que gostariam de ouvir.
Fonte e foto: CMT
quinta-feira, 3 de abril de 2008
166. FIAÇÃO DE TOMAR
Integrado no projecto Thomar Vrbe, este blogue sobre a Real Fábrica de Fiação de Tomar tem o maior interesse. Passa a constar da coluna de Blogues Nabantios.quarta-feira, 2 de abril de 2008
165.GTC 97
GTC 97 é o blogue do curso de 97/98 de Gestão Turística e Cultural do Instituto Politécnico de Tomar. Aqui fica a referencia e o link. E perguntam vocês: e o que tens tu, Nabantia, a ver com isso? Pois. Isso já é cá comigo.
terça-feira, 1 de abril de 2008
163. SONDAGEM
Terminou a consulta aos leitores do Nabantia. Votaram 178. Destes 157, 88%, acham que a tutela sobre a Mata dos Sete Montes deve passar do ICN para a Camara Municipal de Tomar. 9, 7%, são contra a ideia, 7, 3%, não sabem e 5, 2%, é-lhes indiferente. Regista-se a expressiva votação a favor da transferencia da tutela da Mata para a Camara. Em breve, o Nabantia lançará nova consulta.
segunda-feira, 31 de março de 2008
162. RECOMENDADO (2)

ÍNDICE
Prefácio
Teresa Pinto Furtado
Capítulo I
A Ordem do Templo de Salomão: Primeiros Anos e Contexto Social
Fernando Arroyo Durán
Capítulo II
Codex Templi: Os Textos
Julián Martos Rodriguez
Capítulo III
Cavaleiros Templários: Monges e Guerreiros, Guardiães e Cruzados
José Luís Delgado Ayensa
Capítulo IV
São Bernardo e o Templo. O Braço Armado da Igreja
Sergio Fritz Roa
Capítulo V
A Comenda Templária
Jordi Castañe i Mestres
Capítulo VI
A Fundação de Portugal e o Mistério Templário
Paulo Alexandre Loução
Capítulo VII
Castelo Branco, a Cidade-Capital Templária de Portugal: de 1215 a 1314
José Manuel Capêlo
Capítulo VIII
Forma Ordinis. O Influxo Cisterciense na Tradição Templária
Virgolino Ferreira Jorge
Capítulo IX
Oriente e Ocidente na Arquitectura Militar Templária em Portugal – a Ascendência de Bernardo de Claraval
Nuno Villamariz Oliveira
Capítulo X
Tomar, Capital do Mistério
Manuel Joaquim Gandra
Capítulo XI
Os Sete Montes de Tomar: Memória dos Templários Inscrita na Paisagem
Álvaro José Barbosa
Capítulo XII
Templários, os Banqueiros da Cristandade
Florencio Pascual Rodríguez-Valdés
Capítulo XIII
Apogeu e Decadência, Prisão e Julgamento da Ordem do Templo
José Carlos Sánchez Montero
Capítulo XIV
A Continuidade do Templo nas Ordens Militares e de Cister. Valores e Ideais dos Templários
Francisco Rafael de Pascual
Capítulo XV
Os Guardiães da Terra Santa. O Esoterismo Templário
Ángel Almazán de Gracia
Capítulo XVI
A Cavalaria Cristã. A Iniciação Templária
José António Mateos Ruiz
Capítulo XVII
Silêncio, Segredo e Secretismo na Regra e Simbólica Templária
Maria Augusta Araújo
Capítulo XVIII
Os Templários e a Seita dos Assassinos
Chema Ferrer Cuñat
Capítulo XIX
Templários: Imaginação, Psiquismo e Racionalidade
Abdul Cadre
Capítulo XX
O Império do Espírito Santo, A Ordem do Templo e a Tradição Primordial
José Flórido
Capítulo XXI
Dante Alighieri e a Filiação Templária da Fede Santa
Mauro Zorrilla Hierro
Capítulo XXII
Mestria
António Telmo
Capítulo XXIII
Os Templários e a Tradição Iniciática dos Trovadores
Chema Ferrer Cuñat
Capítulo XXIV
D. Dinis, Poeta e Templário
António Telmo
Capítulo XXV
Os Templários e a Busca do Santo Graal
Ángel Almazán de Garcia
Capítulo XXVI
Novas Descobertas sobre o Baphomet Templário
Antonio Galera Gracia
Capítulo XXVII
Os Templários e os Cátaros
Jesus Ávila Granados
Capítulo XXVIII
Os Templários e a Raça Maldita dos Agotes
Antonio Galera Gracia
Capítulo XXIX
Da Ordem do Templo aos Descobrimentos
Rainer Daehnhardt
Capítulo XXX
Os Templários e o Brasil (Terra de Vera Cruz)
Pedro Silva
Capítulo XXXI
Templários, Jesuítas e Maçons: O Afã Legitimista
Fernando Arroyo Durán
Capítulo XXXII
Os Templários: História e Enigma
Manuel Filipe Canaveira
Capítulo XXXIII
A Capela da Quinta da Regaleira e as suas Dimensões Simbólicas
José Manuel Anes
Capítulo XXXIV
A Cruz da Ordem do Templo e as Insígnias da Ordem Templária de Portugal
Manuel J. Gandra
Capítulo XXXV
O Priorado de Sião e a Ordem do Templo. Notas Sobre um Mito Moderno
Bernardo Sanchez da Motta
Capítulo XXXVI
O Santoral Templário
Jesus Ávila Granados
Capítulo XXXVII
Templários e Alquimistas
Sergio Fritz Roa
Capítulo XXXVIII
Os Templários e o Templarismo na Literatura Portuguesa e Traduzida para Português (Século XIV – 2006)
Manuel J. Gandra
Bibliografia Templária
Prefácio
Teresa Pinto Furtado
Capítulo I
A Ordem do Templo de Salomão: Primeiros Anos e Contexto Social
Fernando Arroyo Durán
Capítulo II
Codex Templi: Os Textos
Julián Martos Rodriguez
Capítulo III
Cavaleiros Templários: Monges e Guerreiros, Guardiães e Cruzados
José Luís Delgado Ayensa
Capítulo IV
São Bernardo e o Templo. O Braço Armado da Igreja
Sergio Fritz Roa
Capítulo V
A Comenda Templária
Jordi Castañe i Mestres
Capítulo VI
A Fundação de Portugal e o Mistério Templário
Paulo Alexandre Loução
Capítulo VII
Castelo Branco, a Cidade-Capital Templária de Portugal: de 1215 a 1314
José Manuel Capêlo
Capítulo VIII
Forma Ordinis. O Influxo Cisterciense na Tradição Templária
Virgolino Ferreira Jorge
Capítulo IX
Oriente e Ocidente na Arquitectura Militar Templária em Portugal – a Ascendência de Bernardo de Claraval
Nuno Villamariz Oliveira
Capítulo X
Tomar, Capital do Mistério
Manuel Joaquim Gandra
Capítulo XI
Os Sete Montes de Tomar: Memória dos Templários Inscrita na Paisagem
Álvaro José Barbosa
Capítulo XII
Templários, os Banqueiros da Cristandade
Florencio Pascual Rodríguez-Valdés
Capítulo XIII
Apogeu e Decadência, Prisão e Julgamento da Ordem do Templo
José Carlos Sánchez Montero
Capítulo XIV
A Continuidade do Templo nas Ordens Militares e de Cister. Valores e Ideais dos Templários
Francisco Rafael de Pascual
Capítulo XV
Os Guardiães da Terra Santa. O Esoterismo Templário
Ángel Almazán de Gracia
Capítulo XVI
A Cavalaria Cristã. A Iniciação Templária
José António Mateos Ruiz
Capítulo XVII
Silêncio, Segredo e Secretismo na Regra e Simbólica Templária
Maria Augusta Araújo
Capítulo XVIII
Os Templários e a Seita dos Assassinos
Chema Ferrer Cuñat
Capítulo XIX
Templários: Imaginação, Psiquismo e Racionalidade
Abdul Cadre
Capítulo XX
O Império do Espírito Santo, A Ordem do Templo e a Tradição Primordial
José Flórido
Capítulo XXI
Dante Alighieri e a Filiação Templária da Fede Santa
Mauro Zorrilla Hierro
Capítulo XXII
Mestria
António Telmo
Capítulo XXIII
Os Templários e a Tradição Iniciática dos Trovadores
Chema Ferrer Cuñat
Capítulo XXIV
D. Dinis, Poeta e Templário
António Telmo
Capítulo XXV
Os Templários e a Busca do Santo Graal
Ángel Almazán de Garcia
Capítulo XXVI
Novas Descobertas sobre o Baphomet Templário
Antonio Galera Gracia
Capítulo XXVII
Os Templários e os Cátaros
Jesus Ávila Granados
Capítulo XXVIII
Os Templários e a Raça Maldita dos Agotes
Antonio Galera Gracia
Capítulo XXIX
Da Ordem do Templo aos Descobrimentos
Rainer Daehnhardt
Capítulo XXX
Os Templários e o Brasil (Terra de Vera Cruz)
Pedro Silva
Capítulo XXXI
Templários, Jesuítas e Maçons: O Afã Legitimista
Fernando Arroyo Durán
Capítulo XXXII
Os Templários: História e Enigma
Manuel Filipe Canaveira
Capítulo XXXIII
A Capela da Quinta da Regaleira e as suas Dimensões Simbólicas
José Manuel Anes
Capítulo XXXIV
A Cruz da Ordem do Templo e as Insígnias da Ordem Templária de Portugal
Manuel J. Gandra
Capítulo XXXV
O Priorado de Sião e a Ordem do Templo. Notas Sobre um Mito Moderno
Bernardo Sanchez da Motta
Capítulo XXXVI
O Santoral Templário
Jesus Ávila Granados
Capítulo XXXVII
Templários e Alquimistas
Sergio Fritz Roa
Capítulo XXXVIII
Os Templários e o Templarismo na Literatura Portuguesa e Traduzida para Português (Século XIV – 2006)
Manuel J. Gandra
Bibliografia Templária
Fonte: Zéfiro
domingo, 30 de março de 2008
161. RECOMENDADO (1)

"Esta é uma obra que nasce com o propósito de se tornar num clássico de referência na divulgação dos Pobres Cavaleiros de Cristo do Templo de Salomão.
Nestas páginas é transmitida ao leitor uma perspectiva integral e essencial sobre a Ordem do Templo. Por um lado, a investigação rigorosa, fiel à história e, por outro, um aprofundar de ideias transcendentes à luz da mais genuína Tradição: o esoterismo templário e a sua espiritualidade.
A Delegação Portuguesa da Templespaña, Gualdim Pais, reúne neste projecto um grupo de autores portugueses e espanhóis dedicados à investigação templária, com concepções plurais e diversificadas que giram em torno das chaves e mistérios desta Ordem.
Esta enciclopédia aborda as origens da Ordem do Templo, a sua teologia, as suas regras, os seus documentos, os seus símbolos, a sua arquitectura, os seus usos e costumes, o seu aspecto militar, a sua capacidade financeira, a sua dimensão tradicional e espiritual, o seu processo inquisitorial, o seu apogeu e trágica queda...
Autores: Ángel Almazán de Garcia, Antonio Galera Gracia, António Telmo, Abdul Cadre,Álvaro José Barbosa, Bernardo Sanchez da Motta, Fernando Arroyo Durán, Florencio Pascual Rodríguez-Valdés,Francisco Rafael de Pascual, Jesus Ávila Granados, José Carlos Sánchez Montero, Jordi Castañé i Mestres,José Flórido, José Luis Delgado Ayensa, José Manuel Anes, José Manuel Capêlo,Julián Martos Rodríguez, Manuel Filipe Canaveira, Manuel Joaquim Gandra, Maria Augusta Araújo,Nuno Villamariz Oliveira, Paulo Alexandre Loução, Pedro Silva, Rainer DaehnhardtSergio Fritz Roa, Virgolino Ferreira Jorge."
Edição: Zéfiro.
sábado, 29 de março de 2008
160. CITAÇÕES (1)
sexta-feira, 28 de março de 2008
158. CONTINUAM AS OBRAS NO CENTRO HISTÓRICO
A requalificação da Rua Dr. Sousa, Av. Marquês de Tomar (fase 2), Ruas Sacadura Cabral e Silva Magalhães (fase 3) e Rua do Camarão, foi aprovada, na reunião de câmara, terça-feira, com os votos contra dos Independentes e a abstenção do vereador do PS. Segundo o presidente da câmara, Corvêlo de Sousa, a construção de passeios em calçada, tal como está na Rua de S. João, facilita a circulação pedonal, em especial das senhoras que usam saltos altos, daí a vantagem em se colocar noutras ruas. Este projecto, que está em execução há cerca de dois anos, prevê agora a requalificação de outras ruas do centro histórico.
Fonte: Cidade de Tomar.
157. COLECCIONISMO
Os Amigos do Coleccionismo de Tomar vão levar a efeito, no próximo dia 5 de Abril, o IX Encontro Nacional de Coleccionadores e Feira de Trocas, iniciativa que já garantiu a lotação esgotada do pavilhão municipal. O encontro integra-se nas comemorações do 86º aniversário dos Bombeiros Municipais de Tomar e do 847º aniversário de Tomar.
Fonte: O Templário
Fonte: O Templário
quinta-feira, 27 de março de 2008
155. PREGOS E PARAFUSOS NAS PEDRAS
"É um atentado", "eu nem acredito no que vejo", "como é possível", "como tomarense tenho vergonha". São estes alguns comentários de cidadãos quando tomaram conhecimento da aplicação de pregos e parafusos nas colunas de pedra da igreja de Santa Maria do Olival, em Tomar.
Fonte: O Templário.
154. TURISMO MILITAR
"Portugal revela óptimo potencial para a prática de Turismo Militar. Os conteúdos a incorporar no produto «turismo militar» são de excelência, quer em quantidade, quer em qualidade, dada a longevidade da nossa nação. Desde o século XII, rubricado inteiramente por D. Afonso Henriques, ao século XIV caracterizado pela famosa táctica de Nuno Álvares Pereira, às inúmeras expedições levadas a cabo durante os Descobrimentos, a uma posterior participação nacional na I Grande Guerra, a uma guerra conturbada em solo africano, é um facto irrefutável que o nosso país possui uma forte conotação militar, fortemente carregada de uma simbologia gloriosa."
João F. Pinto Coelho, n' O Templário
quarta-feira, 26 de março de 2008
153. POLITÉCNICO NO RANKING ERASMUS
Os cursos do Instituto Politécnico de Tomar (IPT) em Património e Arte Pré-Histórica estão entre os 20 casos de sucesso do Programa Erasmus, que este ano celebra os 20 anos de existência, disse o responsável pelos cursos. Luiz Oosterbeek, docente do IPT, secretário-geral da UISPP (organismo mundial de arqueologia pré-histórica) e vice-presidente da organização não governamental Herity (que certifica a qualidade na gestão do património cultural), disse que o Politécnico de Tomar desenvolve cursos ao abrigo do Erasmus desde 1989, tendo formado milhares de pessoas de toda a Europa.
Fonte: Mirante
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