domingo, 20 de abril de 2008
192. PARTIR E ABSOLVER

Um indivíduo investido do poder de tripular um veículo a que usa chamar-se "jipe" partiu os degraus da escadaria da Ermida N.ª Sr.ª da Piedade. Devidamente identificado pela PSP e presente a julgamento, foi absolvido. Os degraus, esses continuam partidos. São constantes os lamentos de quantos gostariam de ver o espaço da Ermida de Nossa Senhora da Piedade mais cuidado. Há quanto tempo não se cortam os arbustos que impedem a visibilidade da cidade? Cuide-se do património oh gentes!
Fonte: Cidade de Tomar
sábado, 19 de abril de 2008
191. É HOJE
Afiem o dente minhas gentes, higienizem o aparelho auditivo. A festa da Quinta da Fornalha é hoje. Autarcas não vão faltar e não é só de Tomar ...
190. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR (9)
É ao Templo e ao mestre Gualdim Pais (1158-1195), que se deve a renovação da arquitectura militar em Portugal, prova de que estava "na posse das melhores técnicas militares da época" (BARROCA, 1990/91, p.122).Apesar das múltiplas alterações verificadas no recinto fortificado, a maior parte delas relacionada com as sucessivas campanhas de alargamento do Convento de Cristo, são ainda numerosos e significativos os elementos românicos da fortaleza. O mais importante é, com certeza, a torre de menagem. Trata-se de um dispositivo introduzido no nosso país pelos Templários e que tem em Tomar o seu testemunho mais antigo (BARROCA, 2001, p.107). De planta rectangular, eleva-se em três andares, bem acima das muralhas que delimitam a alcáçova. Esta é de planta genericamente poligonal, com algumas faces curvas e mantém apenas a torre de menagem no seu interior. Abaixo deste recinto superior, existe um mais vasto espaço que correspondeu, inicialmente, à vila fortificada da Baixa Idade Média. A planta é igualmente irregular e desenvolve-se em cunha no sentido nascente, rematando numa poderosa torre quadrangular, conhecida como torre da rainha. Esta secção da muralha integra outro elemento vincadamente românico e introduzido na arquitectura militar pelos Templários - o alambor, sistema de "embasamento rampeado dos muros", destinado a "dificultar os trabalhos de sapa e de mina, a impedir a aproximação de torres de assalto e a eliminar ângulos mortos na base das muralhas" (IDEM, p.110). Em Tomar, como salientou Mário Barroca, o alambor foi empregue "numa dimensão nunca mais vista entre nós", circundando toda a muralha e determinando mesmo a inclinação das próprias seteiras.
Fonte: IPPAR
sexta-feira, 18 de abril de 2008
190. DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS
Hoje é o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, que este ano tem como tema o «Património Religioso e Espaços Sagrados». Um pouco por todo o país vão acontecer diversas actividades que procuram colocar os cidadãos mais próximos do património histórico português. Pode saber-se tudo aqui, no sítio do Dia.
189. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR (8)
O Castelo apresenta elementos de arquitectura militar nos estilos românico, gótico e renascentista. Alguns autores apontam a presença de vestígios indicativos de uma estrutura militar anterior, que poderia remontar à época romana e que teria perdurado até à época islâmica, referindo a presença, no aparelho dos muros, de algumas placas decorativas, de cronologia visigótica ou moçárabe, provavelmente oriundas do sítio de Santa Maria dos Olivais, à margem esquerda do rio Nabão.
Fonte: Wikipedia
quinta-feira, 17 de abril de 2008
188. PUBLICIDADE: PASSAR BONS MOMENTOS
A Quinta da Fornalha, situada no Carril, nos arredores de Tomar, foi concebida para a exploração pecuária. Pertence ao Sr. José Augusto Vasconcelos, que decidiu agora explorar todas as valências da Quinta. Para isso estabeleceu uma parceria com a Prelúdio, empresa de Tomar de organização e gestão de eventos. Finalidade? Organizar festas de toda a sorte no ambiente rústico da Quinta, respirando o ambiente único do Ribatejo. Para assinalar o facto, realiza-se já no próximo sábado, a partir das 15 horas uma festa de arromba na Quinta. Vai ter folclore de Tomar, vai ter a Tuna do IPT, vai ter fados pela noite. Muita comezaina e muita animação. Quer chova, quer faça Sol, que a Quinta dá para tudo. Com vitela e porco à discrição, assados ao momento e à vista de toda a gente. O Nabantia vai lá estar e promete crónica adequada a contar os pormenores, com os segredos que conseguir saber e se puderem contar. Uma coisa vos garanto, se pudesse era lá que fazia a minha despedida de solteiro.
quarta-feira, 16 de abril de 2008
186. PEQUENOS PORMENORES
As I Jornadas do Património não são uma iniciativa da Camara Municipal de Tomar. Pois não. Mas são certamente uma meritória iniciativa que decorre em espaços municipais, em igrejas da cidade e numa instituição pública da cidade como o IPT. O Presidente da Camara em exercício até vai marcar presença na sessão de abertura das Jornadas. Porém, no sítio da Camara Municipal, não descortinei nem uma palavra sobre esta iniciativa. Pode ter sido falha minha e se o foi, desde já me penitencio. Mas bem esquadrinhei pelo sítio afora e não logrei uma imagem, uma palavra, um reclame que fosse deste passatempo. Falta dinâmica ao sítio da Camara. Trata-se de uma lamentável omissão, esta. Será que ninguém está preocupado no Palácio da Praça da República em valorizar a preciosidade monumental que governam e a s suas gentes? Que impressão que me faz esta incúria!
185. JORNADAS DO PATRIMÓNIO
Realizam-se as I Jornadas do Património em Tomar, já nos próximos dias 17, 18 e 19 de Abril de 2008. A organização é do Centro de Estudos de Arte e Arqueologia Academia Nacional de Belas Artes e do Grupo de Amigos do Covento de Cristo e decorrerá na Biblioteca Municipal, nas Igrejas de Sta. Maria do Olival e de S. João Baptista e no ÍPT. Alguns dos painéis temáticos previstos : A Igreja de Santa Maria dos Olivais: História e Património; Estradas, Caminhos arcaicos e Calçadas; Património Cultural e Reabilitação Urbana; A Igreja de S. João Baptista e o seu Património Artístico; Património e Museologia; A Estratégia da Gestão do Património; e Património e Ordem de Cristo. As jornadas abrem com uma Conferência de José Augusto França, subordinada ao tema: "Património Cultural, Sentido e Evolução". O Programa completo pode ser consultado aqui.
terça-feira, 15 de abril de 2008
184. DESCOBERTA
A blogolândia tem este encanto. Subitamente, às voltas por aí, deparamo-nos com agradáveis e insuspeitas surpresas. Foi o que me aconteceu hoje. Quem reparar na barra lateral, na secção "Outros Nabantios", onde colecciono ligações aos blogues de e sobre Tomar, poderá ver um acrescento. O "Diário do Restauro da Charola do Convento de Cristo" é mais um paradeiro deste Nabantia. E olhem que é bem interessantes ete paradeiro que descobri hoje.
segunda-feira, 14 de abril de 2008
183. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR (7)

Escasseiam, a partir de então, as informações sobre on Castelo de Tomar: em 1618, demoliu-se a torre Noroeste para se ampliar a entrada no recinto do Castelo, que chegou aos nossos dias relativamente bem conservado. A vila de Tomar foi elevada à categoria de cidade por alvará de D. Maria II (1826-1828 e 1834-1853), em 13 de Fevereiro de 1844. O castelo encontra-se classificado como Monumento Nacional por Decreto publicado em 23 de Junho de 1918, e como Património da Humanidade, pela pela Assembleia Geral da UNESCO de 27 a 30 de Junho de 1983. Em 1973 procedeu-se a trabalhos de restauro no piso do adarve no troço de muralha entre a Porta do Sol e a Torre da Rainha e, mais recentemente, em 1986, trabalhos de consolidação das muralhas junto à Porta do Sangue.
Fonte: Wikipedia
Foto.
domingo, 13 de abril de 2008
182. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR (6)
Com a extinção da Ordem pelo Papa Clemente V (1312), o rei D. Dinis (1279-1325) acautelou a posse dos seus bens e criou a Ordem de Nosso Senhor Jesus Cristo (1321), inicialmente com sede em Castro Marim, no Algarve, transferindo-lhe o património da antiga Ordem. Poucos anos mais tarde, entretanto, a sede da nova Ordem foi transferida para Tomar (1338). O Infante D. Henrique, na qualidade de Governador da Ordem de Cristo, teve residência no Castelo de Tomar. Posteriormente, o Castelo foi objecto da atenção de D. Manuel I (1495-1521) e de D. João III (1521-1557), através de obras de restauração e reforço, tendo sido ampliado o Convento de Cristo. Por ordem do primeiro, a população intra-muros foi obrigada a transferir-se para a vila, junto ao rio (1499). Posteriormente, na primeira metade do século XVI, os Paços da Rainha foram ampliados, desenvolvendo-se as obras no sentido setentrional, entre a Charola e a Alcáçova. sábado, 12 de abril de 2008
180. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR (5)
Duas décadas mais tarde, já sob o reinado de D. Sancho I (1185-1211) a contra-ofensiva almóada de 1190, sob o comando do califa Abu Yusuf Ya'qub al-Mansur, após reconquistar o Castelo de Silves e o Algarve, avançou para o Norte conquistando, sucessivamente, os castelos de Alcácer do Sal, Palmela e Almada (1190-1191). Transpôs em seguida a Linha do Tejo, cercando Santarém, destruindo Torres Novas e Abrantes, até alcançar Tomar, que, sob sucessivos assaltos, resistiu durante seis dias, defendida pelos Templários, quebrando o ímpeto do invasor. Nesta ocasião, os mouros forçaram a porta do Sul e penetraram na cerca exterior. A defesa dos Templários foi de tal forma encarniçada que a porta de assalto ficou conhecida como Porta do Sangue.
Fonte: Wikipedia
sexta-feira, 11 de abril de 2008
179. CAVALHEIRISMO
O Bruno Miguel Machado, da Fonte do Ídolo, citou o cavalheirismo municipal nabantio. A casa agradece. E o Jorge Ferreira, do Tomar Partido, idem.
177. ARQUEOLOGIA NOS CUBOS
Foi encontrado um compartimento que terá pertencido ao antigo edifício dos Cubos, do século XVI. Segundo as arqueólogas, Rita Gaspar e Elisabete Pereira, da empresa “Gearque”, a primeira abordagem às escavações junto à Casa dos Cubos, resultantes das obras de saneamento básico junto à ponte nova, permitem deduzir a existência de achados referentes a três fases distintas, a primeira mais contemporânea, relativa a finais do século XIX e princípios do XX, uma segunda relativa ao século XVI e uma terceira dos tempos pré-históricos. As escavações vão continuar até uma profundidade na ordem dos cinco metros, sendo registados e possivelmente transferidos os vestígios encontrados.
Fonte: Cidade de Tomar.
176. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR (4)
Em 1162, o mestre da Ordem passou carta de foral aos moradores, o que revela que, em escassos três anos, houve uma preocupação efectiva por parte dos novos senhores em dotar o local de condições mínimas de defesa, povoamento e dinâmica sócio-económica. Diante do compromisso de promover o povoamento da região, D. Gualdim Pais confirma o foral com novo documento em 1174. Em 1165, a Ordem recebeu ainda os domínios de Idanha e de Monsanto, sendo-lhe prometido, em 1169, um terço das terras que viessem a conquistar ao Sul do rio Tejo. No ano seguinte (1170), a chamada Linha do Tejo era reforçada com a construção do Castelo de Almourol.
Fonte: Wikipedia
quinta-feira, 10 de abril de 2008
175. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR (3)
Não se sabe ao certo qual a razão que levou à opção por Tomar, em lugar da reforma do castelo de Cera. Alguns estudiosos afirmam que o novo sítio, num outeiro na margem direita do rio Nabão, dominando uma planície, era estrategicamente mais vantajoso. Outros argumentam que o sítio foi escolhido considerando a sua posição na linha que, em relação ao Meridiano de Paris, forma um ângulo de 34°, comum nos projectos arquitetónicos da Ordem, correspondente à diagonal da relação de 2/3 observada na constelação de Gêmeos, um dos símbolos Templários. De qualquer modo, a construção do Castelo de Tomar iniciou-se em 1 de Março de 1160, conforme inscrição epigráfica nos seus muros. Na mesma época, iniciou-se a construção da Charola, posteriormente adaptada a Capela-mor, uma das edificações templárias mais importantes no Ocidente.
Fonte: Wikipedia
Fonte: Wikipedia
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