O que aconteceu ao excelente e prometedor Thomar Vrbe?
sexta-feira, 11 de abril de 2008
177. ARQUEOLOGIA NOS CUBOS
Foi encontrado um compartimento que terá pertencido ao antigo edifício dos Cubos, do século XVI. Segundo as arqueólogas, Rita Gaspar e Elisabete Pereira, da empresa “Gearque”, a primeira abordagem às escavações junto à Casa dos Cubos, resultantes das obras de saneamento básico junto à ponte nova, permitem deduzir a existência de achados referentes a três fases distintas, a primeira mais contemporânea, relativa a finais do século XIX e princípios do XX, uma segunda relativa ao século XVI e uma terceira dos tempos pré-históricos. As escavações vão continuar até uma profundidade na ordem dos cinco metros, sendo registados e possivelmente transferidos os vestígios encontrados.
Fonte: Cidade de Tomar.
176. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR (4)
Em 1162, o mestre da Ordem passou carta de foral aos moradores, o que revela que, em escassos três anos, houve uma preocupação efectiva por parte dos novos senhores em dotar o local de condições mínimas de defesa, povoamento e dinâmica sócio-económica. Diante do compromisso de promover o povoamento da região, D. Gualdim Pais confirma o foral com novo documento em 1174. Em 1165, a Ordem recebeu ainda os domínios de Idanha e de Monsanto, sendo-lhe prometido, em 1169, um terço das terras que viessem a conquistar ao Sul do rio Tejo. No ano seguinte (1170), a chamada Linha do Tejo era reforçada com a construção do Castelo de Almourol.
Fonte: Wikipedia
quinta-feira, 10 de abril de 2008
175. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR (3)
Não se sabe ao certo qual a razão que levou à opção por Tomar, em lugar da reforma do castelo de Cera. Alguns estudiosos afirmam que o novo sítio, num outeiro na margem direita do rio Nabão, dominando uma planície, era estrategicamente mais vantajoso. Outros argumentam que o sítio foi escolhido considerando a sua posição na linha que, em relação ao Meridiano de Paris, forma um ângulo de 34°, comum nos projectos arquitetónicos da Ordem, correspondente à diagonal da relação de 2/3 observada na constelação de Gêmeos, um dos símbolos Templários. De qualquer modo, a construção do Castelo de Tomar iniciou-se em 1 de Março de 1160, conforme inscrição epigráfica nos seus muros. Na mesma época, iniciou-se a construção da Charola, posteriormente adaptada a Capela-mor, uma das edificações templárias mais importantes no Ocidente.
Fonte: Wikipedia
Fonte: Wikipedia
quarta-feira, 9 de abril de 2008
174. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR (2)
D. Afonso Henriques concedeu aos Templários a defesa das linhas que conduziam a Coimbra, a capital do reino durante o século XII. Nesse processo, a Ordem do Templo entrou na posse de um vasto território entre-Tejo-e-Mondego, que teve por objectivo controlar o acesso meridional a Coimbra e cujo centro nevrálgico era, precisamente, Tomar. A carta régia de doação data de 1159 e o Castelo começou a ser edificado um ano depois, de acordo com uma inscrição que se conserva na torre de menagem.
Fonte: IPPAR
terça-feira, 8 de abril de 2008
173. UMA CAMARA ESPECIAL
Primeiro dado: há obras no centro histórico de Tomar. Há anos que há obras no centro histórico de Tomar. O centro histórico de Tomar vive cronicamente em obras. Segundo dado: Tomar tem actualmente um Presidente de Camara que nunca sonhou sê-lo. Foi eleito vereador e habituou-se a dar uns bitates sem consequência, porque o Presidente era outro. Terceiro dado: confrontado com o facto de as obras do centro histórico não respeitarem, designadamente quanto ao piso das ruas que está a ser instalado, a tradição do local, o Presidente em exercício justificou a substituição do piso tradicional pelo facto de as senhoras terem dificuldade em andar de sapatos com saltos naquele piso. Argumento que, diga-se, ouviu ao Presidente que era outro e que tinha assim uns ataques de vez em quando. Uns ataques de cavalheirismo pedonal. Digam o que quiserem desta Camara, mas de falta de cavalheirismo e de inteligência urbana é que não a acusem. Claro, tive de me conter a escrever este post. Vai assim em estilo irónico para respeitar a boa educação blogueira.
segunda-feira, 7 de abril de 2008
172. A VISITAR
O Cruzado, loja de coleccionismo e antiguidades, na R. Silva Magalhães, nº 31, em Tomar. Loiças, livros, discos em vinil, postais, coisas antigas e muitas de Tomar. Vale a pena ir até lá. E também um blogue do proprietário.171. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR (1)
O castelo de Tomar é um castelo templário, situado na margem direita do rio Nabão, que integrou, à época da Reconquista, a chamada Linha do Tejo, juntamente com outros na região que lhe acompanham o estilo: os castelos de Almourol, Idanha, Monsanto, Pombal e Zêzere. Sendo imperativa a operação de uma fortificação destinada a complementar a linha defensiva do acesso por Santarém à então capital, Coimbra, ao fim de um ano no arruinado Castelo de Cera, o Mestre da Ordem dos Templários em Portugal, D. Gualdim Pais, decidiu-se pela construção de um novo castelo, em local mais adequado, e que viria a tornar-se a sede da Ordem no país.Fonte: Wikipedia
(Foto)
domingo, 6 de abril de 2008
170. NOITE LÍMPIDA
Está uma noite celestial em Tomar. O céu absolutamente estrelado. Um calor suave que embala uma noite calma, absolutamente calma. As casas, polvilhadas de luzes aqui e ali, escondem as pessoas que não se vêem nas ruas, apenas recortadas pelas casas. Lá em cima, como do meio do nada, uma silhueta imponente domina silenciosamente o vale.
sábado, 5 de abril de 2008
169. ORDEM DE CRISTO

É lançada hoje, dentro de minutos (pelas 19 horas), no Convento de Cristo (”Sala das Talhas”) a obra “Usos e Cerimónias da Nossa Ordem de Cristo”, editada pela Zéfiro, com apresentação de José Medeiros. Esta obra constitui um documento inédito sobre a Ordem de Cristo, revelando, com grande detalhe, o dia-a-dia dos freires desta Ordem, pela primeira vez publicado, desde a sua edição original em 1741. Para além da transcrição do manuscrito, esta obra contém uma breve história da Ordem de Cristo, a sua cronologia pormenorizada, um glossário, bem como um estudo dos Usos e Cerimónias da Nossa Ordem de Cristo, da autoria de José Medeiros, permitindo imaginar como seria a vivência diária dos freires de Cristo, no Convento de Tomar, depois da reforma ordenada por D. João III, e que se deve ter mantido sem grandes alterações até à extinção das ordens monásticas em Portugal, ordenada por D. Pedro IV em 1834. Pode consultar o índice da obra e também, ler um excerto.
(Via Tomar)
168. MAIS UM GOLPE
O Presidente da República promulgou na passada sexta-feira a Lei que extingue as Regiões de Turismo, entre as quais a Região de Turismo dos Templários, com sede em Tomar. A extinção da Região de Turismo dos Templários é mais um duro golpe na projecção da região dos Templários, sendo que Tomar é a principal prejudicada dado o conjunto patrimonial único que possui.
sexta-feira, 4 de abril de 2008
167. O MÊS DOS LIVROS

Este é o mês dos livros em Tomar. Onde? Na Biblioteca Municipal, ou não se comemorasse também a 23 de Abril o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor. Esse dia, será O Dia de Todos os Livros, com um conjunto de actividades especiais organizadas conjuntamente pela Biblioteca e pelo grupo O Contador de Histórias. Além de recitais de poesia a horas pouco habituais (18.30, 21.00 e 22.30), todos aqueles que se desloquem à Biblioteca, que estará aberta ininterruptamente até às 23 horas, terão oportunidade de ganhar um livro participando num pequeno jogo muito simples, podendo ainda escolher o poema que gostariam de ouvir.
Fonte e foto: CMT
quinta-feira, 3 de abril de 2008
166. FIAÇÃO DE TOMAR
Integrado no projecto Thomar Vrbe, este blogue sobre a Real Fábrica de Fiação de Tomar tem o maior interesse. Passa a constar da coluna de Blogues Nabantios.quarta-feira, 2 de abril de 2008
165.GTC 97
GTC 97 é o blogue do curso de 97/98 de Gestão Turística e Cultural do Instituto Politécnico de Tomar. Aqui fica a referencia e o link. E perguntam vocês: e o que tens tu, Nabantia, a ver com isso? Pois. Isso já é cá comigo.
terça-feira, 1 de abril de 2008
163. SONDAGEM
Terminou a consulta aos leitores do Nabantia. Votaram 178. Destes 157, 88%, acham que a tutela sobre a Mata dos Sete Montes deve passar do ICN para a Camara Municipal de Tomar. 9, 7%, são contra a ideia, 7, 3%, não sabem e 5, 2%, é-lhes indiferente. Regista-se a expressiva votação a favor da transferencia da tutela da Mata para a Camara. Em breve, o Nabantia lançará nova consulta.
segunda-feira, 31 de março de 2008
162. RECOMENDADO (2)

ÍNDICE
Prefácio
Teresa Pinto Furtado
Capítulo I
A Ordem do Templo de Salomão: Primeiros Anos e Contexto Social
Fernando Arroyo Durán
Capítulo II
Codex Templi: Os Textos
Julián Martos Rodriguez
Capítulo III
Cavaleiros Templários: Monges e Guerreiros, Guardiães e Cruzados
José Luís Delgado Ayensa
Capítulo IV
São Bernardo e o Templo. O Braço Armado da Igreja
Sergio Fritz Roa
Capítulo V
A Comenda Templária
Jordi Castañe i Mestres
Capítulo VI
A Fundação de Portugal e o Mistério Templário
Paulo Alexandre Loução
Capítulo VII
Castelo Branco, a Cidade-Capital Templária de Portugal: de 1215 a 1314
José Manuel Capêlo
Capítulo VIII
Forma Ordinis. O Influxo Cisterciense na Tradição Templária
Virgolino Ferreira Jorge
Capítulo IX
Oriente e Ocidente na Arquitectura Militar Templária em Portugal – a Ascendência de Bernardo de Claraval
Nuno Villamariz Oliveira
Capítulo X
Tomar, Capital do Mistério
Manuel Joaquim Gandra
Capítulo XI
Os Sete Montes de Tomar: Memória dos Templários Inscrita na Paisagem
Álvaro José Barbosa
Capítulo XII
Templários, os Banqueiros da Cristandade
Florencio Pascual Rodríguez-Valdés
Capítulo XIII
Apogeu e Decadência, Prisão e Julgamento da Ordem do Templo
José Carlos Sánchez Montero
Capítulo XIV
A Continuidade do Templo nas Ordens Militares e de Cister. Valores e Ideais dos Templários
Francisco Rafael de Pascual
Capítulo XV
Os Guardiães da Terra Santa. O Esoterismo Templário
Ángel Almazán de Gracia
Capítulo XVI
A Cavalaria Cristã. A Iniciação Templária
José António Mateos Ruiz
Capítulo XVII
Silêncio, Segredo e Secretismo na Regra e Simbólica Templária
Maria Augusta Araújo
Capítulo XVIII
Os Templários e a Seita dos Assassinos
Chema Ferrer Cuñat
Capítulo XIX
Templários: Imaginação, Psiquismo e Racionalidade
Abdul Cadre
Capítulo XX
O Império do Espírito Santo, A Ordem do Templo e a Tradição Primordial
José Flórido
Capítulo XXI
Dante Alighieri e a Filiação Templária da Fede Santa
Mauro Zorrilla Hierro
Capítulo XXII
Mestria
António Telmo
Capítulo XXIII
Os Templários e a Tradição Iniciática dos Trovadores
Chema Ferrer Cuñat
Capítulo XXIV
D. Dinis, Poeta e Templário
António Telmo
Capítulo XXV
Os Templários e a Busca do Santo Graal
Ángel Almazán de Garcia
Capítulo XXVI
Novas Descobertas sobre o Baphomet Templário
Antonio Galera Gracia
Capítulo XXVII
Os Templários e os Cátaros
Jesus Ávila Granados
Capítulo XXVIII
Os Templários e a Raça Maldita dos Agotes
Antonio Galera Gracia
Capítulo XXIX
Da Ordem do Templo aos Descobrimentos
Rainer Daehnhardt
Capítulo XXX
Os Templários e o Brasil (Terra de Vera Cruz)
Pedro Silva
Capítulo XXXI
Templários, Jesuítas e Maçons: O Afã Legitimista
Fernando Arroyo Durán
Capítulo XXXII
Os Templários: História e Enigma
Manuel Filipe Canaveira
Capítulo XXXIII
A Capela da Quinta da Regaleira e as suas Dimensões Simbólicas
José Manuel Anes
Capítulo XXXIV
A Cruz da Ordem do Templo e as Insígnias da Ordem Templária de Portugal
Manuel J. Gandra
Capítulo XXXV
O Priorado de Sião e a Ordem do Templo. Notas Sobre um Mito Moderno
Bernardo Sanchez da Motta
Capítulo XXXVI
O Santoral Templário
Jesus Ávila Granados
Capítulo XXXVII
Templários e Alquimistas
Sergio Fritz Roa
Capítulo XXXVIII
Os Templários e o Templarismo na Literatura Portuguesa e Traduzida para Português (Século XIV – 2006)
Manuel J. Gandra
Bibliografia Templária
Prefácio
Teresa Pinto Furtado
Capítulo I
A Ordem do Templo de Salomão: Primeiros Anos e Contexto Social
Fernando Arroyo Durán
Capítulo II
Codex Templi: Os Textos
Julián Martos Rodriguez
Capítulo III
Cavaleiros Templários: Monges e Guerreiros, Guardiães e Cruzados
José Luís Delgado Ayensa
Capítulo IV
São Bernardo e o Templo. O Braço Armado da Igreja
Sergio Fritz Roa
Capítulo V
A Comenda Templária
Jordi Castañe i Mestres
Capítulo VI
A Fundação de Portugal e o Mistério Templário
Paulo Alexandre Loução
Capítulo VII
Castelo Branco, a Cidade-Capital Templária de Portugal: de 1215 a 1314
José Manuel Capêlo
Capítulo VIII
Forma Ordinis. O Influxo Cisterciense na Tradição Templária
Virgolino Ferreira Jorge
Capítulo IX
Oriente e Ocidente na Arquitectura Militar Templária em Portugal – a Ascendência de Bernardo de Claraval
Nuno Villamariz Oliveira
Capítulo X
Tomar, Capital do Mistério
Manuel Joaquim Gandra
Capítulo XI
Os Sete Montes de Tomar: Memória dos Templários Inscrita na Paisagem
Álvaro José Barbosa
Capítulo XII
Templários, os Banqueiros da Cristandade
Florencio Pascual Rodríguez-Valdés
Capítulo XIII
Apogeu e Decadência, Prisão e Julgamento da Ordem do Templo
José Carlos Sánchez Montero
Capítulo XIV
A Continuidade do Templo nas Ordens Militares e de Cister. Valores e Ideais dos Templários
Francisco Rafael de Pascual
Capítulo XV
Os Guardiães da Terra Santa. O Esoterismo Templário
Ángel Almazán de Gracia
Capítulo XVI
A Cavalaria Cristã. A Iniciação Templária
José António Mateos Ruiz
Capítulo XVII
Silêncio, Segredo e Secretismo na Regra e Simbólica Templária
Maria Augusta Araújo
Capítulo XVIII
Os Templários e a Seita dos Assassinos
Chema Ferrer Cuñat
Capítulo XIX
Templários: Imaginação, Psiquismo e Racionalidade
Abdul Cadre
Capítulo XX
O Império do Espírito Santo, A Ordem do Templo e a Tradição Primordial
José Flórido
Capítulo XXI
Dante Alighieri e a Filiação Templária da Fede Santa
Mauro Zorrilla Hierro
Capítulo XXII
Mestria
António Telmo
Capítulo XXIII
Os Templários e a Tradição Iniciática dos Trovadores
Chema Ferrer Cuñat
Capítulo XXIV
D. Dinis, Poeta e Templário
António Telmo
Capítulo XXV
Os Templários e a Busca do Santo Graal
Ángel Almazán de Garcia
Capítulo XXVI
Novas Descobertas sobre o Baphomet Templário
Antonio Galera Gracia
Capítulo XXVII
Os Templários e os Cátaros
Jesus Ávila Granados
Capítulo XXVIII
Os Templários e a Raça Maldita dos Agotes
Antonio Galera Gracia
Capítulo XXIX
Da Ordem do Templo aos Descobrimentos
Rainer Daehnhardt
Capítulo XXX
Os Templários e o Brasil (Terra de Vera Cruz)
Pedro Silva
Capítulo XXXI
Templários, Jesuítas e Maçons: O Afã Legitimista
Fernando Arroyo Durán
Capítulo XXXII
Os Templários: História e Enigma
Manuel Filipe Canaveira
Capítulo XXXIII
A Capela da Quinta da Regaleira e as suas Dimensões Simbólicas
José Manuel Anes
Capítulo XXXIV
A Cruz da Ordem do Templo e as Insígnias da Ordem Templária de Portugal
Manuel J. Gandra
Capítulo XXXV
O Priorado de Sião e a Ordem do Templo. Notas Sobre um Mito Moderno
Bernardo Sanchez da Motta
Capítulo XXXVI
O Santoral Templário
Jesus Ávila Granados
Capítulo XXXVII
Templários e Alquimistas
Sergio Fritz Roa
Capítulo XXXVIII
Os Templários e o Templarismo na Literatura Portuguesa e Traduzida para Português (Século XIV – 2006)
Manuel J. Gandra
Bibliografia Templária
Fonte: Zéfiro
domingo, 30 de março de 2008
161. RECOMENDADO (1)

"Esta é uma obra que nasce com o propósito de se tornar num clássico de referência na divulgação dos Pobres Cavaleiros de Cristo do Templo de Salomão.
Nestas páginas é transmitida ao leitor uma perspectiva integral e essencial sobre a Ordem do Templo. Por um lado, a investigação rigorosa, fiel à história e, por outro, um aprofundar de ideias transcendentes à luz da mais genuína Tradição: o esoterismo templário e a sua espiritualidade.
A Delegação Portuguesa da Templespaña, Gualdim Pais, reúne neste projecto um grupo de autores portugueses e espanhóis dedicados à investigação templária, com concepções plurais e diversificadas que giram em torno das chaves e mistérios desta Ordem.
Esta enciclopédia aborda as origens da Ordem do Templo, a sua teologia, as suas regras, os seus documentos, os seus símbolos, a sua arquitectura, os seus usos e costumes, o seu aspecto militar, a sua capacidade financeira, a sua dimensão tradicional e espiritual, o seu processo inquisitorial, o seu apogeu e trágica queda...
Autores: Ángel Almazán de Garcia, Antonio Galera Gracia, António Telmo, Abdul Cadre,Álvaro José Barbosa, Bernardo Sanchez da Motta, Fernando Arroyo Durán, Florencio Pascual Rodríguez-Valdés,Francisco Rafael de Pascual, Jesus Ávila Granados, José Carlos Sánchez Montero, Jordi Castañé i Mestres,José Flórido, José Luis Delgado Ayensa, José Manuel Anes, José Manuel Capêlo,Julián Martos Rodríguez, Manuel Filipe Canaveira, Manuel Joaquim Gandra, Maria Augusta Araújo,Nuno Villamariz Oliveira, Paulo Alexandre Loução, Pedro Silva, Rainer DaehnhardtSergio Fritz Roa, Virgolino Ferreira Jorge."
Edição: Zéfiro.
sábado, 29 de março de 2008
160. CITAÇÕES (1)
sexta-feira, 28 de março de 2008
158. CONTINUAM AS OBRAS NO CENTRO HISTÓRICO
A requalificação da Rua Dr. Sousa, Av. Marquês de Tomar (fase 2), Ruas Sacadura Cabral e Silva Magalhães (fase 3) e Rua do Camarão, foi aprovada, na reunião de câmara, terça-feira, com os votos contra dos Independentes e a abstenção do vereador do PS. Segundo o presidente da câmara, Corvêlo de Sousa, a construção de passeios em calçada, tal como está na Rua de S. João, facilita a circulação pedonal, em especial das senhoras que usam saltos altos, daí a vantagem em se colocar noutras ruas. Este projecto, que está em execução há cerca de dois anos, prevê agora a requalificação de outras ruas do centro histórico.
Fonte: Cidade de Tomar.
157. COLECCIONISMO
Os Amigos do Coleccionismo de Tomar vão levar a efeito, no próximo dia 5 de Abril, o IX Encontro Nacional de Coleccionadores e Feira de Trocas, iniciativa que já garantiu a lotação esgotada do pavilhão municipal. O encontro integra-se nas comemorações do 86º aniversário dos Bombeiros Municipais de Tomar e do 847º aniversário de Tomar.
Fonte: O Templário
Fonte: O Templário
quinta-feira, 27 de março de 2008
155. PREGOS E PARAFUSOS NAS PEDRAS
"É um atentado", "eu nem acredito no que vejo", "como é possível", "como tomarense tenho vergonha". São estes alguns comentários de cidadãos quando tomaram conhecimento da aplicação de pregos e parafusos nas colunas de pedra da igreja de Santa Maria do Olival, em Tomar.
Fonte: O Templário.
154. TURISMO MILITAR
"Portugal revela óptimo potencial para a prática de Turismo Militar. Os conteúdos a incorporar no produto «turismo militar» são de excelência, quer em quantidade, quer em qualidade, dada a longevidade da nossa nação. Desde o século XII, rubricado inteiramente por D. Afonso Henriques, ao século XIV caracterizado pela famosa táctica de Nuno Álvares Pereira, às inúmeras expedições levadas a cabo durante os Descobrimentos, a uma posterior participação nacional na I Grande Guerra, a uma guerra conturbada em solo africano, é um facto irrefutável que o nosso país possui uma forte conotação militar, fortemente carregada de uma simbologia gloriosa."
João F. Pinto Coelho, n' O Templário
quarta-feira, 26 de março de 2008
153. POLITÉCNICO NO RANKING ERASMUS
Os cursos do Instituto Politécnico de Tomar (IPT) em Património e Arte Pré-Histórica estão entre os 20 casos de sucesso do Programa Erasmus, que este ano celebra os 20 anos de existência, disse o responsável pelos cursos. Luiz Oosterbeek, docente do IPT, secretário-geral da UISPP (organismo mundial de arqueologia pré-histórica) e vice-presidente da organização não governamental Herity (que certifica a qualidade na gestão do património cultural), disse que o Politécnico de Tomar desenvolve cursos ao abrigo do Erasmus desde 1989, tendo formado milhares de pessoas de toda a Europa.
Fonte: Mirante
terça-feira, 25 de março de 2008
segunda-feira, 24 de março de 2008
151. THOMAR DE ANTIGAMENTE
O Clube de Coleccionadores de Tomar, aproveitando as comemorações do aniversário da cidade, organizou uma exposição sobre a sua cultura no passado. Este evento pretende relembrar os mais velhos e mostrar aos mais novos a vivência da Cidade através de postais, gravuras, documentos e outros objectos coleccionáveis. A exposição abriu no passado dia 17 de Março e está patente na Biblioteca Municipal de Tomar. O horário de Inverno (16 Set./14 Junho), à 2ª feira: 11h00 / 19h30; de 3ª a 6ª feira: 10h00 / 19h3; e ao Sábado: 11h00 / 13h00. A Biblioteca Municipal fica na Alameda dos Templários, 2300 Tomar. O telefone é o 249 329 874, o fax é o 249 329 805 e o email é: biblioteca@cm-tomar.pt. Boa visita!
domingo, 23 de março de 2008
150. PÁSCOA

A Páscoa é sempre no primeiro Domingo depois da primeira lua cheia depois do equinócio de Primavera (20 de Março). Esta datação da Páscoa baseia-se no calendário lunar que o povo hebreu usava para identificar a Páscoa judaica, razão pela qual a Páscoa é uma festa móvel no calendário romano. Este ano a Páscoa acontece mais cedo do que qualquer um de nós irá ver alguma vez na sua vida! E só os mais velhos da nossa população viram alguma vez uma Páscoa tão temporã (mais velhos do que 95 anos!). A próxima vez que a Páscoa vai ser tão cedo como este ano (23 de Março) será no ano 2228 (daqui a 220 anos). A última vez que a Páscoa foi assim cedo foi em 1913. Na próxima vez que a Páscoa for um dia mais cedo, 22 de Março, será no ano 2285 (daqui a 277 anos). A última vez que foi em 22 de Março foi em 1818. Por isso, ninguém que esteja vivo hoje, viu ou irá ver uma Páscoa mais cedo do que a deste ano.
Páscoa Feliz para todos!
(Foto)
149. NÚMEROS
Em 2007, ano de Festa dos Tabuleiros, o Convento de Cristo, registou um recorde de visitantes, 180.357, mais 30 mil do que a média dos anos anteriores.
Fonte: O Templário
sábado, 22 de março de 2008
147. NOITES DE TOMAR
Assobia o vento pelas ruas afora. Não se avista viv'alma. Apenas os recortes dos prédios, os raios espraiados das luzes. Impossível não sentir Espírito nas terras místicas de Nabantia.
146. A HISTÓRIA FAZ-SE TODOS OS DIAS
Lojas que fecham. Lojas que abrem. A história faz-se todos os dias. No centro histórico de Tomar o comércio muda.
sexta-feira, 21 de março de 2008
145. "CIDADE DE TOMAR" FEZ 73 ANOS

O jornal Cidade de Tomar completou no passado dia 17 de Março o seu 73º aniversário. O Nabantia felicita o jornal na pessoa do seu Director, António Cândido Lopes Madureira.
quinta-feira, 20 de março de 2008
144. DESOLAÇÃO
(Convento de Sta. Iria)O “Cidade de Tomar”apresenta na sua edição de hoje "o aspecto degradante dos escombros do Convento de St.ª Iria, focando as imagens pouco conhecidas do Pego (sítio mais fundo no rio onde não se tem pé), onde teria sido afogada a “Santa-Mártir”. As fotos mostram bem desolação que as palavras não permitem exprimir. Acredite-se, com maior ou menor convicção, na lenda de St.ª Iria, não nos pudemos abstair de um momento místico quando nos deparámos com o pego onde supostamente teria sido afogada a mártir que deu projecção ao Convento que dá guarida às imagens. Descemos os degraus ao encontro do rebordo do pego e sentimos a emoção de séculos de história a envolverem os reflexos da nostálgica realidade".
Fonte: Cidade de Tomar
quarta-feira, 19 de março de 2008
143. UMA PERGUNTA
Quando é que se prevê a reabertura da cafetaria do Convento de Cristo, entretanto encerrada para obras? Como se calcula trata-se de um apoio essencial aos visitantes, atendendo à distância que medeia entre a cidade e o Convento. E não dá bom aspecto ter um equipamento desta natureza tanto tempo fechado.
terça-feira, 18 de março de 2008
142. BOA INICIATIVA
Encontram-se abertas as inscrições para a segunda edição do Programa de Pós-Graduação e do Programa de Especialização em Gestão Autárquica de Recursos Turístico–Culturais, promovida pela Escola Superior de Gestão de Tomar do Instituto Politécnico de Tomar, com início previsto para o mês de Março. Este Programa de Pós-Graduação em Gestão Autárquica de Recursos Turístico-Culturais visa habilitar os participantes a utilizar com rigor os conhecimentos adquiridos para contribuir para uma melhoria da intervenção no domínio do património cultural autárquico e das funções técnicas no domínio da gestão autárquica de turismo e cultura. Pretende, igualmente, funcionar como uma ferramenta de conhecimento e saber útil e eficaz nos processos de gestão, de planeamento e de desenvolvimento turístico do território autárquico e das suas ligações em termos regionais, nacionais e internacionais.
Fonte: IPT
sábado, 15 de março de 2008
141. AS ÁRVORES
"Há tempos foram dizimados os plátanos da Rua da Fábrica, numa dita requalificação do espaço, da qual resultaram a limitação de dois para um sentido de trânsito e o desaparecimento dessas árvores. Mais tarde a intervenção no Parque do Mouchão levou à eliminação de algumas árvores de porte majestoso, como o choupo negro ou a amieira que ali cresceram durante décadas e da cortina verde natural que separava os dois ambientes, ao abate de elementos vegetais notáveis e do único exemplar da espécie conhecida por oliveira-do-paraíso, tudo sacrificado à falsa modernidade e à patente insensibilidade de técnicos ditos paisagistas sem vivência e sentir Tomarense, com o apoio explícito dos responsáveis camarários. Agora, meia dúzia de árvores de grande porte existentes na envolvente norte da Casa dos Cubos foi sacrificada pela "motoserra" camarária, para, segundo consta, abrir largas e profundas valas onde implantarão os colectores de águas pluviais, na requalificação da zona do Flecheiro e do Tanque "Cibernético". E, nas proximidades da Igreja de Santa Maria dos Olivais, cortaram as árvores de grande porte que lá existiram décadas e décadas a fio, dando sequência às alterações requalificativas dessa zona e da construção da ponte do Flecheiro, no âmbito do Polis. Enfim, de tempos a tempos, aparece este corte desenfreado das árvores de grande porte, que valorizavam os locais onde se inseriam e que tinham entrado na vida quotidiana dos Tomarenses, como elementos da identidade de Tomar.Recordo que, há uns anos atrás, o então vereador Lino Cotralha, já falecido, quase foi crucificado na praça pública por umas podas mais profundas e uns cortes nas árvores."
João Henrique Simões, no Templário.
sexta-feira, 14 de março de 2008
140. O PLANO
Leonel Vicente também está a divulgar no Tomar alguns aspectos do Plano apresentado no dia 1 de Março, pela Camara Municipal de Tomar.
quinta-feira, 13 de março de 2008
138. OS ESTAUS
O Nabantia anda em digressão. Depois de ter captado uma visita panorâmica ao Convento, eis que descobre uma descrição dos célebres Estaus, de que hoje restam uns desgarrados arcos. Vale a pena ler e ver algumas ilustrações antigas e modernas do local. Está tudo n' Os Cavaleiros Guardiões de Sta. Maria do Olival .(Foto)
quarta-feira, 12 de março de 2008
137. CONVENTO PANORÂMICO
Via Sigillum cheguei a uma visão panorâmica a 360º do Convento de Cristo. Vão até lá, que vale a pena. Boa visita!
terça-feira, 11 de março de 2008
136. AINDA VAI A TEMPO ...
De visitar a Exposição de obras de Júlio Resende, na Galeria dos Paços do Concelho. De 4ª a Domingo, das 12 h. às 17h, até ao dia 30 de Março.
segunda-feira, 10 de março de 2008
135. CLASSIFICADOS
Procura-se, procura-se e não se encontra. É mais difícil encontrar gravuras de Tomar à venda que encontrar uma agulha num palheiro. Não seria de a Camara Municipal de Tomar pensar em editar e comercializar uma colecção de gravuras da cidade? Inclusivamente encomendá-las propositadamente para o efeito?
sexta-feira, 7 de março de 2008
134. MUSEU DO BRINQUEDO

O presidente da Câmara de Tomar, Corvêlo de Sousa, apresentou na reunião do executivo, terça-feira, a proposta de criação de um Museu do Brinquedo, sendo aceite a doação das colecções de Manuel da Conceição Baptista e Ilda Magina da Conceição. O futuro Museu ficará instalado no Convento de S. Francisco.
Fonte e Foto: Cidade de Tomar.
Etiquetas:
Camara Municipal de Tomar,
Museu do Brinquedo
quinta-feira, 6 de março de 2008
133. BARCOS REGRESSAM AO NABÃO
A Camara Municipal de Tomar aprovou a reposição dos barcos no Nabão, serviço que se encontra suspenso há vários anos.
Fonte: Cidade de Tomar
quarta-feira, 5 de março de 2008
131. FIM
Chegou ao fim a publicação da série "História Concisa dos Templários". Aqui fica o link para a segunda série do Nabantia. Depois da História Concisa de Tomar, foi a vez dos Templários, indissoluvelmente ligados à fundação e à vida vindoura da cidade e das terras de Nabantia.
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terça-feira, 4 de março de 2008
130. AS MEDALHAS
Para o dia de D. Gualdim, dia da cidade, a Camara Municipal de Tomar, parca em comemorações condignas da História, decidiu homenagear alguns tomarenses de mérito. Mas não pôde. As medalhas não ficaram prontas a tempo. Para representar o povo há ou devia haver, mínimos de competência.
129. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XXIX)
O último Grão-mestre Templário, Jacques de Molay, após dez anos na prisão, prestes a ser executado na fogueira em 1314, amaldiçoou seus perseguidores, convocando-os a prestar contas a Deus no prazo de um ano. A maldição dirigia-se especificamente ao rei Filipe IV, ao Papa Clemente V e a Guilherme de Nogaret, guarda do Selo Real. Os três personagens faleceram naquele prazo. Complementarmente, nenhum dos filhos de Filipe IV conseguiu manter-se no trono ou deixar descendentes, encerrando-se a Dinastia Capetiana e abrindo uma crise sucessória que mergulhou a França na Guerra dos Cem Anos.
Fonte: Wikipedia.
segunda-feira, 3 de março de 2008
128. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XXVIII)
Uma das explicações para a origem da ideia de que as sextas-feiras treze são dias de azar prende-se com o que se relata no post imediatamente anterior. Em todo o território francês, os cavaleiros do Templo foram presos simultaneamente a 13 de Outubro de 1307, uma sexta-feira. Por terem sido submetidos a tortura, a maioria admitiu práticas consideradas hereges, como adorar um ídolo chamado Baphomet, homossexualidade ou cuspir na cruz. O Papa aprovou a sua extinção no Concílio de Vienne de 1311-1312 (esta cidade, localizada a aproximadamente 40 km de Lyon, na França, nada tem a ver com Viena na Austria).
Fonte: Wikipedia
domingo, 2 de março de 2008
127. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XXVII)
No século XIV, a Ordem teria alcançado tamanho poder que Filipe IV de França e o Papa Clemente V, colocaram em prática uma estratégia para a esmagar a mesma e se apoderarem dos seus recursos. O Papa enviou instruções secretas, lacradas, a serem abertas simultaneamente pelas suas forças, por toda a Europa, no dia 13 de outubro de 1307. Nesse dia, ao serem abertas, os destinatários tomaram conhecimento da afirmação do Pontífice de que Deus lhe falara numa visão, alertando-o de que os Templários eram hereges, culpados de adoração ao demônio, homossexualidade, desrespeito à Santa Cruz, sodomia e outros comportamentos de blasfemos. Como Papa, recebera de Deus a ordem de purificar a Terra, reunindo todos os Templários e torturando-os até que confessassem as supostas heresias cometidas. A operação foi um sucesso e inúmeros Templários foram presos, torturados e queimados em fogueiras como hereges, mantendo a soberania da Igreja Católica no cenário político da época. O rei Filipe tentou tomar posse dos tesouros dos templários. No entanto, quando seus homens chegaram ao porto, a frota templária já havia partido misteriosamente com todos os tesouros, e jamais foi encontrada. Os possíveis destinos dessa frota seriam Portugal, onde os templários seriam protegidos; a Inglaterra, onde poderiam se refugiar por algum tempo, e a Escócia onde também poderiam se refugiar com bastante segurança. O refúgio, nestes casos, era facilitado por se tratarem de países onde a Igreja Católica tinha menor penetração. A existência de ritos da maçonaria correspondendo a estes países, entre outros, justificam a teoria de que as origens da ordem esteja nos Cavaleiros Templários, como o Rito de York (Inglaterra), Rito Escocês Antigo e Aceito, Rito Adonhiramita (Portugal e França), entre outros.
Fonte: Wikipedia.
Foto.
sábado, 1 de março de 2008
126. DUPLO ANIVERSÁRIO
Hoje é dia de duplo aniversário. Faz anos Tomar e faz anos Tomar. É mesmo assim. faz anos que D. Gualdim Pais fundou Tomar. E faz anos que Leionel Vicente fundou o Tomar. O Tomar do Leonel é um bocadinho mais novo que Tomar de D. Gualdim. O Tomar do Leonel faz quatro anos. Quatro anos de bloganço sobre Tomar. Parabéns ao consagrado autor e que o Tomar dure muitos e muitos anos.
124. SEMPRE A SUBIR
123. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XXVI)
Temendo que, caso não acedesse à solicitação do rei português, Dinis permitisse a permanência dos templários no seu território, Clemente V aceitou. Aquele que ficou para a história como rei-poeta mas que não era, por isso, menos competente em termos políticos, não perdeu a oportunidade. Transferiu os bens templários para a novel ordem, evitando que caíssem nas mãos papais, e integrou os cavaleiros da Ordem do Templo que o desejassem na Ordem de Cristo, permitindo-lhes escapar à perseguição do Vaticano.Graças a estas medidas, Portugal manteve a capacidade militar e a cultura dos templários, ainda que agora ocultas sob outro rótulo. Seriam os templários a sugerir a plantação do Pinhal de Leiria, para drenagem das áreas pantanosas e para obter madeira para a construção de uma frota. E não foi por acaso que, quando partiram para os Descobrimentos, as naus portuguesas ostentavam nas velas a cruz templária. Mas isso são contas de outro rosário…
Fonte: Templars
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
122. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XXV)
Quando, a 13 de Outubro de 1307, Filipe, o Belo, rei de França, com a conivência do Papa Clemente V, logrou concretizar a extinção dos Templários, vários monarcas europeus obedeceram às instruções papais. Não foi o caso de D. Dinis. O rei português exigiu, em troca, que o Vaticano o autorizasse a criar uma nova ordem militar e religiosa, que recebeu o nome de Militar Ordem de Nosso Senhor Jesus Cristo.Fonte: Templars.
121. FOI ASSIM
O Instituto Politécnico de Tomar promoveu segunda-feira uma sessão de homenagem aos 500 anos da obra de João de Castilho em Portugal, na qual foi pré-apresentado um mini DVD divulgando os trabalhos mais famosos do artista do Manuelino e do Renascimento em Portugal e Espanha. O registo vai ser lançado no dia 18 de Abril, no Mosteiro dos Jerónimos. A sessão ocorrida em Tomar foi antecedida de duas comunicações, "Património Cultural, Turismo e Arte no contexto ibérico" e "João de Castilho – Da Cantábria a Tomar" por Luís Mota Figueira e Carlos Rodarte Veloso, respectivamente. O director da Etnocantabria, Alberto Luna, e de dois representantes do município de Noja, município vizinho de Castillo Siete Villas, terra natal de Castilho, marcaram presença no evento e deixaram a promessa de que o livro em preparação sobre o mesmo tema, da autoria de Maria Ealo de Sá, será lançado em Tomar, no Convento de Cristo, em data a marcar.
Fonte: O Mirante
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
120. TOMAR DE ONTEM E DE HOJE

A edição desta semana de O Templário inclui uma revista sobre Tomar de ontem e de hoje. A viagem faz-se através de postais antigos. Os mesmos sítios com uns anos de intervalo. O que desapareceu, o que apareceu, o que melhorou, o que piorou, as mudanças da apisagem urbana que vão desfilando quase indelevelmente diante dos nossos olhos no dia a dia. A não perder.
119. BOAS VINDAS
Nasceu mais um blogue Nabantio. É o Tomar, a Cidade, do Luís Ribeiro. Que seja bem vindo e saiba enriquecer a algo parada blogoesfera nabantia.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
118. SEGREDOS DA ABADIA
"Habituados aos cenários das grandes cidades, perdemos de vista o país que se constrói bem para fora do nosso quotidiano. Tomar é o exemplo que aqui quero deixar, pela surpresa de aí ter ido encontrar, há poucos dias, um espectáculo que julgava ser impossível de dar corpo fora dos grandes centros".
E Tomar aqui tão perto, por José Manuel Moroso, no blogue que mantém no semanário Sol. O jornalista também viu o espectáculo O Nome da Rosa, no Convento, e conta as suas impressões. O Nabantia, entretanto, está em condições de adiantar que o jornalista gostou tanto do que viu que até vai integrar o elenco do Fatias de Cá e representará o papel de Berengário na peça.
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117. ABATE TRISTE

Dezenas de árvores foram abatidas na semana passada na zona do Flecheiro, em Tomar, operação que marca o arranque das obras de arranjos exteriores deste espaço nas duas margens do rio Nabão. Junto à rampa do Mercado em frente à igreja de Santa Maria dos Olivais, foram abatidas todas as árvores. O mesmo aconteceu à volta da Casa dos Cubos. Os arranjos exteriores do Flecheiro são a última obra do programa Polis e estão a ser executados pela mesma empresa que está a construir a ponte. O prazo de construção termina no final do ano. Era mesmo necessário? Já o mesmo sucedeu quando foi arranjada a zona envolvente ao Estádio Municipal. Na foto, que pertence ao Blogue de Tomar, podem ver-se as árvores que já lá não estão, por detrás da Casa.
116. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XXIV)
Apesar de Portugal ter sido sempre um refúgio para os templários, devido às estreitas ligações que a ordem tinha com os monarcas, a sua presença entre nós não foi sempre pacífica. Logo durante a reconquista, o primeiro bispo cristão de Lisboa, o inglês Gilberto de Hastings, tentou convencer D. Afonso Henriques a colocar travão na autonomia templária (os seus mestres não respondiam senão perante o Papa), mas os seus intentos sairiam gorados.
Fonte: Templars.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
115. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XXIII)
Uma das mais importantes doações feitas por D. Afonso I à Ordem do Templo foi, por alturas de 1159, a do território de Nabância. Seria aqui que nasceria Tomar, considerada a mais templária de todas as cidades. Com o seu magnífico castelo e com uma das mais importantes igrejas puramente templárias erigidas no Mundo (Santa Maria do Olival), Tomar terá sido, a par de Chipre, a capital oficiosa da Ordem do Templo. A sua importância era de tal forma grande que mereceu estrutura defensiva própria - que incluía os castelos da Cardiga, de Bode, de Zêzere, de Almourol e da Sertã, para além de fortificações em Pias e Domes.
Fonte: Templars.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
114. AS FESTAS DA FUNDAÇÃO
O dia 1 de Março é o dia da fundação da Nabantia. Aqui pode consultar-se o programa das festas previstas para assinalar a importante data.
113. MEMÓRIAS
O Director do Templário visitou o Nabantia para agradecer as felicitações. Não era para agradecer. Eu é que tenho a agradecer. O Templário, ainda dirigido por Fernanda Leitão, era da sminhas leituras obrigatórias em 1975, no tempo do gonçalvismo e da tentativa totalitária comunista de matar a democracia e a liberdade no nosso querido Portugal. Além do Sol, de que Costa Gomes apenas deixou que saíssem três números e, posteriormente, do Diabo, ambos de Vera Lagoa. Hoje, o Templário, noutros tempos, noutras eras, felizmente sem ameaças totalitárias, mas com muitos desafios à sua frente, tem um grande papel a cumprir. Ousem. Eu é que agradeço.
domingo, 24 de fevereiro de 2008
112. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XXII)
Se olharmos para o mapa de possessões templárias em Portugal no final do século XII, verificaremos não apenas a grande quantidade de propriedades, mas, sobretudo, a distribuição lógica e estratégica das suas instalações militares. Pode dizer-se que Portugal foi, de facto, um dos primeiros locais onde o empório templário começou a estabelecer-se. No entanto, e ao contrário do que aconteceu noutros países (mormente em França), as relações entre a coroa e a Ordem do Templo foram sempre muito estreitas, sem que se conheçam quaisquer situações de tensão.
Fonte: Templars.
sábado, 23 de fevereiro de 2008
111. PARABÉNS AO TEMPLÁRIO

O histórico semanário da Nabantia cumpriu ontem a edição mil. Parabéns aos proprietários, que evitaram há alguns anos a sua falência, aos seus trabalhadores e aos seus leitores.
110. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XXI)
Mas os templários não se limitavam a um papel defensivo. Na maior parte das batalhas da Reconquista, os reis de Portugal puderam contar com soldados da Ordem do Templo entre as suas forças. Até durante o cerco de Lisboa, quando um exército muçulmano tentou, a partir do exterior, romper as linhas cristãs, foram os templários que estiveram nas zonas mais quentes de combate, prestando um apoio decisivo para repelir o inimigo.
Fonte: Templars.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
109. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XX)
Enquanto a nobreza portuguesa ia dando aos templários quintas e herdades a um ritmo alucinante, contribuindo decisivamente para o enriquecimento da ordem e para o incremento das fontes de receita, D. Afonso Henriques e os seus sucessores seguiam uma estratégia distinta: as suas doações, em terrenos ou fortificações, situavam-se em zonas estratégicas do território do país. Os reis reconheciam o poder militar dos templários e atribuíam-lhes funções de primeira linha de defesa contra possíveis ataques de muçulmanos ou castelhanos.
Fonte: Templars.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
107. ASSIM VAI O NABÃO
"Não quis começar este artigo com a palavra que mais vulgarmente se utiliza e é a indicada para falar no estado em que esta semana o nosso Rio Nabão se apresentava a jusante da cidade de Tomar.O nosso Rio está uma merda autêntica. É a palavra que melhor define a sua situação. As suas outrora águas límpidas, correm negras, fétidas, sinónimos da “lepra” galopante que o invadiu."
(Foto)
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
106. UM DIA NÃO SÃO DIAS
Aqui o Nabantia tem um cabeçalho encarnado. Não é por acaso. Em Portugal, na Europa, no Mundo, é essa a cor futebolística do Editor. E é uma das cores da cidade. Em Tomar, se lhe adicionarem o preto têm a preferencia desportiva do Editor à vista. Mas um dia não são dias. Por isso se dá hoje o devido relevo a um novo blogue Nabantio. Precisamente o do Sporting Clube de Tomar, uma histórica e simpática instituição desportiva da cidade e do concelho, com especiais pergaminhos no hóquei em patins e na patinagem e que celebra este mês o seu 93º aniversário. Está adicionado na coluna das ligações, à direita.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
domingo, 17 de fevereiro de 2008
104. 5º CENTENÁRIO DE JOÃO CASTILHO
Vai decorrer no dia 25 de Fevereiro de 2008, pelas 16.00h, na sala O 106 do Instituto Politécnico de Tomar (IPT), a pré-apresentação de um documentário sobre o 5º Centenário da obra de João de Castilho, em Portugal. João de Castilho, arquitecto de origem cantábrica, é o autor de grande parte da obra arquitectónica do Convento de Cristo, da Igreja de Nossa Senhora da Conceição de Tomar, do Mosteiro dos Jerónimos (classificados pela UNESCO como Património da Humanidade) e de muitos outros monumentos portugueses do século XVI. Apesar de ser considerado como uma das glórias artísticas de Tomar e de Portugal, só recentemente foi divulgado e promovido em Espanha através da investigação da Doutora Maria Ealo de Sá, cônsul honorária do Brasil em Santander e, agora, através deste documentário. Ler mais, no sítio do IPT.
sábado, 16 de fevereiro de 2008
103. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XIX)
A lista, a partir daqui, engrossa rapidamente - muito em especial após a independência e a subida ao trono da dinastia de Borgonha. Esta simpatia dos descendentes do Conde D. Henrique pela Ordem do Templo poderá estar relacionada com a proximidade entre a nobreza da Borgonha e a de Champagne - de onde vieram os templários originais - ou com o facto de o grande ideólogo do templarismo, Bernardo de Claraval, ser ele próprio um borgonhês de nobres famílias.
Fonte: Templars
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
102. RELATO
Jorge Ferreira, no Tomar Partido relata, com algum pitoresco, os acontecimentos de Domingo passado no Convento de Cristo.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
101. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XVIII)
Dois anos volvidos, a sede dos templários muda de local e, agora sim, parece ter já um papel militar. As instalações ficam, agora, no castelo de Soure, também doado por D. Teresa. Situado na confluência de três rios: Arunca, Anços e Arão, todos afluentes do Mondego. Soure funciona como guarda avançada à cidade de Coimbra. Por curiosidade, será às portas deste castelo que, em 1144, os templários sofrem uma das suas mais pesadas derrotas em Portugal, perante as tropas de Abu Zakaria, vizir de Santarém.
Fonte: Templars
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
100. DECEPCIONANTE
O estado de conservação da Mata dos Sete Montes é decpcionante. Mato por limpar. Canteiros por limpar, podar e arranjar. Caminhos obstruídos por troncos de árvore caídos sob a intempérie. Ramos anárquicos tombados. Uma Mata Nacional, obra do Estado Novo onde outrora existia o vasto olival do Convento, é hoje um local sombrio e quase abandonado. A tutela da Mata é, por paradoxo linguístico, de um Instituto dito da Consevação da Natureza. Melhor fôra que lhe chamassem do Abandono da Natureza.
99. SAUDAÇÃO
Ao novinho Sigillum Militum Christi, blogue templário que fez uma ligação ao Nabantia, já devidamente retribuída.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
98. DESLUMBRANTE
Diz quem viu que a representação de O Nome da Rosa foi deslumbrante. O Nabantia, infelizmente, não pôde estar lá para contar como foi.
97. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XVII)
Hugo de Payens (1070-1136), um fidalgo francês da região de Champagne, foi o primeiro mestre da Ordem dos Templários. Originalmente um vassalo do conde Hughes de Champagne, visitou Jerusalém uma vez com Hugo de Payens, que ficou por lá depois de o conde voltar para a França. Hugo de Payens organizou um grupo de nove cavaleiros para proteger os peregrinos que se dirigiam para a terra santa no seguimento das iniciativas propostas pelo Papa Urbano II. De Payens aproximou-se do rei Balduíno II com oito cavaleiros, dos quais dois eram irmãos e todos eram parentes de Hugo de Payens, alguns de sangue e outros de casamento, para formar a primeira das ordens dos Templários. Os outros cavaleiros eram: Geoffrey de St. Omer, Payen de Montdidier, Archambaud de St. Agnan, Andre de Montbard, Geoffrey Bison, e dois homens registrados apenas com os nomes de Rossal e Gondamer. O nono cavaleiro permanece desconhecido, apesar de se especular que ele era Hugh Comte de Champagne. Hugo De Payens terá nascido provavelmente em Château Payns, a cerca de 10 km de Troyes, em Champagne, na França. Foi um veterano da Primeira Cruzada, em 1099, tendo passado 22 anos de sua vida no leste da Europa. É provável que Hugo de Payens tenha servido no exército de Godofredo de Bulhão durante a Primeira Cruzada. Como mestre, liderou a Ordem dos Templários por quase vinte anos até a sua morte, ajudando a estabelecer a fundação da Ordem como uma importante e influente instituição internacional militar e financeira. Na sua visita a Londres em 1128, ele conseguiu homens e dinheiro para a Ordem, e também fundou a sua primeira sede lá, iniciando a história dos Templários na Inglaterra. Morreu na Palestina em 1136, tendo-lhe sucedido, como mestre, Robert de Craon.
Fonte: Wikipedia
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
96. AGRADEÇO E RETRIBUO
A gentileza do Notas. Agradeço, pela lembrança e retribuo com umas conservadoras mas deliciosas Fatias de Tomar. Com a respectiva receita no link.95. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XVI)
Por estranho que pareça, esta generosidade de nobres e monarcas para com os Templários começa a fazer-se sentir em Portugal antes mesmo de Bernardo de Claraval dar início à sua campanha de marketing em favor da ordem. O historiador André Jean Paraschi, na sua História dos Templários em Portugal, admitindo a possibilidade de doações anteriores, refere a oferta, ainda em 1126 e por parte da rainha D. Teresa (mãe de D. Afonso Henriques), da vila de Fonte Arcada, perto de Penafiel, para além de herdades, quintas e solares ofertados por outros proprietários.
Fonte: Templars
domingo, 10 de fevereiro de 2008
93. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XV)
É em 1127 que se assiste a um enorme progresso por parte dos Templários, em grande parte devido aos esforços do abade cisterciense Bernardo de Claraval. Para além de escrever os estatutos da Ordem do Templo, com base nos da de Cister, Bernardo envia a Hugo de Payens uma carta que garantirá aos templários o apoio de toda a cristandade. Esta missiva, com o título De Laude Novae Militia (Elogio à Nova Cavalaria, em tradução livre), correria mundo e angariaria inúmeros recrutas entre a nobreza, para além de uma enorme quantidade de donativos em dinheiro e terras, provenientes de nobres que, por um ou outro motivo, não podiam juntar-se à ordem.
Fonte: Templars
sábado, 9 de fevereiro de 2008
92. CLIMA
Está um dia simplesmente deslumbrante em Tomar. Como sempre o castelo recorta os céus e guarda o vale.
91. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XIV)
Balduíno II aceitou a proposta de Hugo de Payens e entregou aos nove cavaleiros instalações no Monte do Templo, no local onde, diz a tradição, estariam instaladas as cavalariças do rei Salomão. A localização das suas instalações originais viria a justificar parte do nome da ordem. Logo nos primórdios os mistérios começam a adensar-se em tomo dos Templários. Durante os nove primeiros anos de existência da ordem nem um só cavaleiro se alistou nas suas fileiras. Segundo os que crêem em explicações místicas, isto deveu-se ao facto de os membros originais da ordem se terem dedicado a buscas incessantes no local onde se erguera o Templo de Salomão. Levando esta possibilidade ao extremo, os Templários teriam encontrado pelo menos parte do grande tesouro de Salomão, incluindo a Arca da Aliança, e justificando a rápida angariação da sua fortuna. Mais racional é a justificação dada pelas ordens que se dizem herdeiras dos templários - nos primeiros anos, os votos da Ordem do Templo (castidade, pobreza e obediência) desmotivavam quaisquer interessados.
Fonte: Templars.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
90. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XIII)
Seria Balduíno II a receber, logo no seu primeiro ano no trono, a visita de Hugo de Payens que, com outros oito cavaleiros do condado de Champagne, se foi oferecer para garantir a segurança nas estradas para a Terra Santa dos peregrinos cristãos que, provenientes da Europa, pretendiam chegar a Jerusalém. Os ataques dos salteadores (não apenas muçulmanos mas, em muitos casos, também cristãos) faziam inúmeras vítimas e, apesar de múltiplas tentativas, nunca os cruzados tinham conseguido garantir a segurança da costa até à cidade santa.
Fonte: Templars
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
88. TEATRO
A 10, 17 e 24 de Fevereiro decorre no Convento de Cristo a representação de o Nome da Rosa, pelo grupo Fatias de Cá. É sempre às 17.17 horas. O espectáculo dura três horas e tem seis momentos de refeição. Trata-se de uma versão teatral de Carlos Carvalheiro, a partir da obra de Umberto Eco, adaptada ao Convento de Cristo de Tomar.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
87. A PRISÃO
(Foto)
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
86. PATRIMÓNIO IMATERIAL
(Foto)O Governo apresentou na Assembleia da República, em 2007, a proposta de resolução n.º 63/X, sobre a aprovação da convenção para a salvaguarda de património cultural imaterial, adoptada em Paris, a 17 de Outubro de 2003, durante a 32.ª sessão da Conferência Geral da UNESCO, a qual foi aprovada por unanimidade, no passado dia 24 de Janeiro, no plenário da Assembleia da República. Deste modo, afigura-se uma imensa mais-valia para Portugal, mas também para os países lusófonos e ainda para as comunidades lusas ou luso-descendentes espalhadas pelo mundo, a classificação de bens culturais imateriais em Portugal, como a Festa dos Tabuleiros de Tomar, o fado de Lisboa e de Coimbra e as Festas do Espírito Santo.
Notícia do Cidade de Tomar.
domingo, 3 de fevereiro de 2008
85. AS VISITAS DA SINAGOGA
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
84. ESCLARECIMENTO
De um leitor do Nabantia recebemos o seguinte comentário, sobre o significado do selo dos Templários:
"A interpretação corrente conferida ao Selo dos 2 Cavaleiros, não é - assim considero - a correcta. Refere a insígnia: Sigillum Militum Xpisti ou Sigillum Militum Christi. Traduzindo: "Milícia Secreta de Cristo". E não é dispisiendo o emprego de Cristo, ao invés de Jesus.Cristo = Deus, a Consciência de Deus Jesus = Homem, o Ser Humano, o Ser Material. Os 2 Cavaleiros representam: o 1º o Ser Humano, na sua existência material, o 2º o designado Agente Secreto, ou o Espírito. Enfim, seria uma longa discussão não propriamente adequada ao público!"
Agradeço a participação e o contributo.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
83. ISSO MESMO
A aposta no turismo cultural e o envolvimento das principais entidades culturais portuguesas são a grande novidade das campanhas de promoção turística para 2008, no que marca "um novo paradigma" e uma "nova abordagem ao sector". As afirmações são de do secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, que hoje presidiu à apresentação na Feira Internacional de Turismo de Madrid (FITUR) do que é um ambicioso programa cultural para atrair turistas internacionais a Portugal. "É uma dinâmica cultural que não acontece num único espaço e uma aposta fundamental para um turismo mais globalizado, mais exigente e à procura de novos produtos", frisou, notando que é positiva também porque "associa a cultura ao negócio". Da agenda deste programa constam exposições, espectáculos e uma variada gama de actividades para atrair turistas a Portugal. Eu só pergunto: e que tal preparar um programa específico de turismo cultural em torno do nosso património? Que tal promover o nosso património mundial da humanidade nos quatro cantos do mundo? Por que razão o património edificado, e temos tanto e tão bom, há-de ser o parente pobre da política de turismo?
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
82. O ADEUS
Entrevista de António Paiva na hora do adeus à Camara Municipal de Tomar. Nem uma palavra sobre o património. Não haverá nada para incluir no balanço?
81. AGENDA CULTURAL PARA 2008
Alguns bons momentos culturais estão agendados para 2008 em Tomar. Um deles será seguramente o que será protaginizado por Miguel Guilherme, António Feio, Bruno Nogueira, Jorge Mourato e José Pedro Gomes, numa recriação de alguns dos melhores sketches dos Monty Phyton. Já os vi em Lisboa e posso garantir que não darão o tempo e o dinheiro por mal empregues. A agenda completa está aqui.terça-feira, 29 de janeiro de 2008
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