sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

122. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XXV)

Quando, a 13 de Outubro de 1307, Filipe, o Belo, rei de França, com a conivência do Papa Clemente V, logrou concretizar a extinção dos Templários, vários monarcas europeus obedeceram às instruções papais. Não foi o caso de D. Dinis. O rei português exigiu, em troca, que o Vaticano o autorizasse a criar uma nova ordem militar e religiosa, que recebeu o nome de Militar Ordem de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Fonte: Templars.

121. FOI ASSIM

O Instituto Politécnico de Tomar promoveu segunda-feira uma sessão de homenagem aos 500 anos da obra de João de Castilho em Portugal, na qual foi pré-apresentado um mini DVD divulgando os trabalhos mais famosos do artista do Manuelino e do Renascimento em Portugal e Espanha. O registo vai ser lançado no dia 18 de Abril, no Mosteiro dos Jerónimos. A sessão ocorrida em Tomar foi antecedida de duas comunicações, "Património Cultural, Turismo e Arte no contexto ibérico" e "João de Castilho – Da Cantábria a Tomar" por Luís Mota Figueira e Carlos Rodarte Veloso, respectivamente. O director da Etnocantabria, Alberto Luna, e de dois representantes do município de Noja, município vizinho de Castillo Siete Villas, terra natal de Castilho, marcaram presença no evento e deixaram a promessa de que o livro em preparação sobre o mesmo tema, da autoria de Maria Ealo de Sá, será lançado em Tomar, no Convento de Cristo, em data a marcar.
Fonte: O Mirante

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

120. TOMAR DE ONTEM E DE HOJE


A edição desta semana de O Templário inclui uma revista sobre Tomar de ontem e de hoje. A viagem faz-se através de postais antigos. Os mesmos sítios com uns anos de intervalo. O que desapareceu, o que apareceu, o que melhorou, o que piorou, as mudanças da apisagem urbana que vão desfilando quase indelevelmente diante dos nossos olhos no dia a dia. A não perder.

119. BOAS VINDAS

Nasceu mais um blogue Nabantio. É o Tomar, a Cidade, do Luís Ribeiro. Que seja bem vindo e saiba enriquecer a algo parada blogoesfera nabantia.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

118. SEGREDOS DA ABADIA

"Habituados aos cenários das grandes cidades, perdemos de vista o país que se constrói bem para fora do nosso quotidiano. Tomar é o exemplo que aqui quero deixar, pela surpresa de aí ter ido encontrar, há poucos dias, um espectáculo que julgava ser impossível de dar corpo fora dos grandes centros".
E Tomar aqui tão perto, por José Manuel Moroso, no blogue que mantém no semanário Sol. O jornalista também viu o espectáculo O Nome da Rosa, no Convento, e conta as suas impressões. O Nabantia, entretanto, está em condições de adiantar que o jornalista gostou tanto do que viu que até vai integrar o elenco do Fatias de Cá e representará o papel de Berengário na peça.

117. ABATE TRISTE


Dezenas de árvores foram abatidas na semana passada na zona do Flecheiro, em Tomar, operação que marca o arranque das obras de arranjos exteriores deste espaço nas duas margens do rio Nabão. Junto à rampa do Mercado em frente à igreja de Santa Maria dos Olivais, foram abatidas todas as árvores. O mesmo aconteceu à volta da Casa dos Cubos. Os arranjos exteriores do Flecheiro são a última obra do programa Polis e estão a ser executados pela mesma empresa que está a construir a ponte. O prazo de construção termina no final do ano. Era mesmo necessário? Já o mesmo sucedeu quando foi arranjada a zona envolvente ao Estádio Municipal. Na foto, que pertence ao Blogue de Tomar, podem ver-se as árvores que já lá não estão, por detrás da Casa.

116. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XXIV)

Apesar de Portugal ter sido sempre um refúgio para os templários, devido às estreitas ligações que a ordem tinha com os monarcas, a sua presença entre nós não foi sempre pacífica. Logo durante a reconquista, o primeiro bispo cristão de Lisboa, o inglês Gilberto de Hastings, tentou convencer D. Afonso Henriques a colocar travão na autonomia templária (os seus mestres não respondiam senão perante o Papa), mas os seus intentos sairiam gorados.
Fonte: Templars.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

115. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XXIII)

Uma das mais importantes doações feitas por D. Afonso I à Ordem do Templo foi, por alturas de 1159, a do território de Nabância. Seria aqui que nasceria Tomar, considerada a mais templária de todas as cidades. Com o seu magnífico castelo e com uma das mais importantes igrejas puramente templárias erigidas no Mundo (Santa Maria do Olival), Tomar terá sido, a par de Chipre, a capital oficiosa da Ordem do Templo. A sua importância era de tal forma grande que mereceu estrutura defensiva própria - que incluía os castelos da Cardiga, de Bode, de Zêzere, de Almourol e da Sertã, para além de fortificações em Pias e Domes.
Fonte: Templars.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

114. AS FESTAS DA FUNDAÇÃO

O dia 1 de Março é o dia da fundação da Nabantia. Aqui pode consultar-se o programa das festas previstas para assinalar a importante data.

113. MEMÓRIAS

O Director do Templário visitou o Nabantia para agradecer as felicitações. Não era para agradecer. Eu é que tenho a agradecer. O Templário, ainda dirigido por Fernanda Leitão, era da sminhas leituras obrigatórias em 1975, no tempo do gonçalvismo e da tentativa totalitária comunista de matar a democracia e a liberdade no nosso querido Portugal. Além do Sol, de que Costa Gomes apenas deixou que saíssem três números e, posteriormente, do Diabo, ambos de Vera Lagoa. Hoje, o Templário, noutros tempos, noutras eras, felizmente sem ameaças totalitárias, mas com muitos desafios à sua frente, tem um grande papel a cumprir. Ousem. Eu é que agradeço.

domingo, 24 de fevereiro de 2008

112. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XXII)

Se olharmos para o mapa de possessões templárias em Portugal no final do século XII, verificaremos não apenas a grande quantidade de propriedades, mas, sobretudo, a distribuição lógica e estratégica das suas instalações militares. Pode dizer-se que Portugal foi, de facto, um dos primeiros locais onde o empório templário começou a estabelecer-se. No entanto, e ao contrário do que aconteceu noutros países (mormente em França), as relações entre a coroa e a Ordem do Templo foram sempre muito estreitas, sem que se conheçam quaisquer situações de tensão.
Fonte: Templars.

sábado, 23 de fevereiro de 2008

111. PARABÉNS AO TEMPLÁRIO


O histórico semanário da Nabantia cumpriu ontem a edição mil. Parabéns aos proprietários, que evitaram há alguns anos a sua falência, aos seus trabalhadores e aos seus leitores.

110. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XXI)

Mas os templários não se limitavam a um papel defensivo. Na maior parte das batalhas da Reconquista, os reis de Portugal puderam contar com soldados da Ordem do Templo entre as suas forças. Até durante o cerco de Lisboa, quando um exército muçulmano tentou, a partir do exterior, romper as linhas cristãs, foram os templários que estiveram nas zonas mais quentes de combate, prestando um apoio decisivo para repelir o inimigo.
Fonte: Templars.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

109. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XX)

Enquanto a nobreza portuguesa ia dando aos templários quintas e herdades a um ritmo alucinante, contribuindo decisivamente para o enriquecimento da ordem e para o incremento das fontes de receita, D. Afonso Henriques e os seus sucessores seguiam uma estratégia distinta: as suas doações, em terrenos ou fortificações, situavam-se em zonas estratégicas do território do país. Os reis reconheciam o poder militar dos templários e atribuíam-lhes funções de primeira linha de defesa contra possíveis ataques de muçulmanos ou castelhanos.
Fonte: Templars.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

109. CORREDOURA

Através dos tempos. Preciosidades da memória no Notas.

108. QUEM QUER LAMPREIA ...

... venha a Tomar.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

107. ASSIM VAI O NABÃO

"Não quis começar este artigo com a palavra que mais vulgarmente se utiliza e é a indicada para falar no estado em que esta semana o nosso Rio Nabão se apresentava a jusante da cidade de Tomar.O nosso Rio está uma merda autêntica. É a palavra que melhor define a sua situação. As suas outrora águas límpidas, correm negras, fétidas, sinónimos da “lepra” galopante que o invadiu."

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

106. UM DIA NÃO SÃO DIAS

Aqui o Nabantia tem um cabeçalho encarnado. Não é por acaso. Em Portugal, na Europa, no Mundo, é essa a cor futebolística do Editor. E é uma das cores da cidade. Em Tomar, se lhe adicionarem o preto têm a preferencia desportiva do Editor à vista. Mas um dia não são dias. Por isso se dá hoje o devido relevo a um novo blogue Nabantio. Precisamente o do Sporting Clube de Tomar, uma histórica e simpática instituição desportiva da cidade e do concelho, com especiais pergaminhos no hóquei em patins e na patinagem e que celebra este mês o seu 93º aniversário. Está adicionado na coluna das ligações, à direita.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

105. OS "LILI CANEÇAS"

Por Hugo Cristovão, cliente habitual, no Algures Aqui.

domingo, 17 de fevereiro de 2008

104. 5º CENTENÁRIO DE JOÃO CASTILHO

Vai decorrer no dia 25 de Fevereiro de 2008, pelas 16.00h, na sala O 106 do Instituto Politécnico de Tomar (IPT), a pré-apresentação de um documentário sobre o 5º Centenário da obra de João de Castilho, em Portugal. João de Castilho, arquitecto de origem cantábrica, é o autor de grande parte da obra arquitectónica do Convento de Cristo, da Igreja de Nossa Senhora da Conceição de Tomar, do Mosteiro dos Jerónimos (classificados pela UNESCO como Património da Humanidade) e de muitos outros monumentos portugueses do século XVI. Apesar de ser considerado como uma das glórias artísticas de Tomar e de Portugal, só recentemente foi divulgado e promovido em Espanha através da investigação da Doutora Maria Ealo de Sá, cônsul honorária do Brasil em Santander e, agora, através deste documentário. Ler mais, no sítio do IPT.

sábado, 16 de fevereiro de 2008

103. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XIX)

A lista, a partir daqui, engrossa rapidamente - muito em especial após a independência e a subida ao trono da dinastia de Borgonha. Esta simpatia dos descendentes do Conde D. Henrique pela Ordem do Templo poderá estar relacionada com a proximidade entre a nobreza da Borgonha e a de Champagne - de onde vieram os templários originais - ou com o facto de o grande ideólogo do templarismo, Bernardo de Claraval, ser ele próprio um borgonhês de nobres famílias.
Fonte: Templars

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

102. RELATO

Jorge Ferreira, no Tomar Partido relata, com algum pitoresco, os acontecimentos de Domingo passado no Convento de Cristo.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

101. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XVIII)

Dois anos volvidos, a sede dos templários muda de local e, agora sim, parece ter já um papel militar. As instalações ficam, agora, no castelo de Soure, também doado por D. Teresa. Situado na confluência de três rios: Arunca, Anços e Arão, todos afluentes do Mondego. Soure funciona como guarda avançada à cidade de Coimbra. Por curiosidade, será às portas deste castelo que, em 1144, os templários sofrem uma das suas mais pesadas derrotas em Portugal, perante as tropas de Abu Zakaria, vizir de Santarém.
Fonte: Templars

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

100. DECEPCIONANTE

(Foto)

O estado de conservação da Mata dos Sete Montes é decpcionante. Mato por limpar. Canteiros por limpar, podar e arranjar. Caminhos obstruídos por troncos de árvore caídos sob a intempérie. Ramos anárquicos tombados. Uma Mata Nacional, obra do Estado Novo onde outrora existia o vasto olival do Convento, é hoje um local sombrio e quase abandonado. A tutela da Mata é, por paradoxo linguístico, de um Instituto dito da Consevação da Natureza. Melhor fôra que lhe chamassem do Abandono da Natureza.

99. SAUDAÇÃO

Ao novinho Sigillum Militum Christi, blogue templário que fez uma ligação ao Nabantia, já devidamente retribuída.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

98. DESLUMBRANTE

Diz quem viu que a representação de O Nome da Rosa foi deslumbrante. O Nabantia, infelizmente, não pôde estar lá para contar como foi.

97. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XVII)

Hugo de Payens (1070-1136), um fidalgo francês da região de Champagne, foi o primeiro mestre da Ordem dos Templários. Originalmente um vassalo do conde Hughes de Champagne, visitou Jerusalém uma vez com Hugo de Payens, que ficou por lá depois de o conde voltar para a França. Hugo de Payens organizou um grupo de nove cavaleiros para proteger os peregrinos que se dirigiam para a terra santa no seguimento das iniciativas propostas pelo Papa Urbano II. De Payens aproximou-se do rei Balduíno II com oito cavaleiros, dos quais dois eram irmãos e todos eram parentes de Hugo de Payens, alguns de sangue e outros de casamento, para formar a primeira das ordens dos Templários. Os outros cavaleiros eram: Geoffrey de St. Omer, Payen de Montdidier, Archambaud de St. Agnan, Andre de Montbard, Geoffrey Bison, e dois homens registrados apenas com os nomes de Rossal e Gondamer. O nono cavaleiro permanece desconhecido, apesar de se especular que ele era Hugh Comte de Champagne. Hugo De Payens terá nascido provavelmente em Château Payns, a cerca de 10 km de Troyes, em Champagne, na França. Foi um veterano da Primeira Cruzada, em 1099, tendo passado 22 anos de sua vida no leste da Europa. É provável que Hugo de Payens tenha servido no exército de Godofredo de Bulhão durante a Primeira Cruzada. Como mestre, liderou a Ordem dos Templários por quase vinte anos até a sua morte, ajudando a estabelecer a fundação da Ordem como uma importante e influente instituição internacional militar e financeira. Na sua visita a Londres em 1128, ele conseguiu homens e dinheiro para a Ordem, e também fundou a sua primeira sede lá, iniciando a história dos Templários na Inglaterra. Morreu na Palestina em 1136, tendo-lhe sucedido, como mestre, Robert de Craon.
Fonte: Wikipedia

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

96. AGRADEÇO E RETRIBUO

A gentileza do Notas. Agradeço, pela lembrança e retribuo com umas conservadoras mas deliciosas Fatias de Tomar. Com a respectiva receita no link.

95. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XVI)

Por estranho que pareça, esta generosidade de nobres e monarcas para com os Templários começa a fazer-se sentir em Portugal antes mesmo de Bernardo de Claraval dar início à sua campanha de marketing em favor da ordem. O historiador André Jean Paraschi, na sua História dos Templários em Portugal, admitindo a possibilidade de doações anteriores, refere a oferta, ainda em 1126 e por parte da rainha D. Teresa (mãe de D. Afonso Henriques), da vila de Fonte Arcada, perto de Penafiel, para além de herdades, quintas e solares ofertados por outros proprietários.
Fonte: Templars

domingo, 10 de fevereiro de 2008

94. FATIANDO

(Foto)

Hoje há mistérios no Convento.

93. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XV)

É em 1127 que se assiste a um enorme progresso por parte dos Templários, em grande parte devido aos esforços do abade cisterciense Bernardo de Claraval. Para além de escrever os estatutos da Ordem do Templo, com base nos da de Cister, Bernardo envia a Hugo de Payens uma carta que garantirá aos templários o apoio de toda a cristandade. Esta missiva, com o título De Laude Novae Militia (Elogio à Nova Cavalaria, em tradução livre), correria mundo e angariaria inúmeros recrutas entre a nobreza, para além de uma enorme quantidade de donativos em dinheiro e terras, provenientes de nobres que, por um ou outro motivo, não podiam juntar-se à ordem.
Fonte: Templars

sábado, 9 de fevereiro de 2008

92. CLIMA

Está um dia simplesmente deslumbrante em Tomar. Como sempre o castelo recorta os céus e guarda o vale.

91. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XIV)

Balduíno II aceitou a proposta de Hugo de Payens e entregou aos nove cavaleiros instalações no Monte do Templo, no local onde, diz a tradição, estariam instaladas as cavalariças do rei Salomão. A localização das suas instalações originais viria a justificar parte do nome da ordem. Logo nos primórdios os mistérios começam a adensar-se em tomo dos Templários. Durante os nove primeiros anos de existência da ordem nem um só cavaleiro se alistou nas suas fileiras. Segundo os que crêem em explicações místicas, isto deveu-se ao facto de os membros originais da ordem se terem dedicado a buscas incessantes no local onde se erguera o Templo de Salomão. Levando esta possibilidade ao extremo, os Templários teriam encontrado pelo menos parte do grande tesouro de Salomão, incluindo a Arca da Aliança, e justificando a rápida angariação da sua fortuna. Mais racional é a justificação dada pelas ordens que se dizem herdeiras dos templários - nos primeiros anos, os votos da Ordem do Templo (castidade, pobreza e obediência) desmotivavam quaisquer interessados.
Fonte: Templars.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

90. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XIII)


Seria Balduíno II a receber, logo no seu primeiro ano no trono, a visita de Hugo de Payens que, com outros oito cavaleiros do condado de Champagne, se foi oferecer para garantir a segurança nas estradas para a Terra Santa dos peregrinos cristãos que, provenientes da Europa, pretendiam chegar a Jerusalém. Os ataques dos salteadores (não apenas muçulmanos mas, em muitos casos, também cristãos) faziam inúmeras vítimas e, apesar de múltiplas tentativas, nunca os cruzados tinham conseguido garantir a segurança da costa até à cidade santa.
Fonte: Templars

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

89. A LEVADA

A Levada de ontem e de hoje, numa comparação de Alfredo Caiano Silvestre.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

88. TEATRO

A 10, 17 e 24 de Fevereiro decorre no Convento de Cristo a representação de o Nome da Rosa, pelo grupo Fatias de Cá. É sempre às 17.17 horas. O espectáculo dura três horas e tem seis momentos de refeição. Trata-se de uma versão teatral de Carlos Carvalheiro, a partir da obra de Umberto Eco, adaptada ao Convento de Cristo de Tomar.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

87. A PRISÃO

O Estabelecimento Prisional de Tomar, antigo presídio militar, comemora, no proximo dia 7 de Fevereiro o seu 113º aniversário. A festa é no Convento de Cristo, com participação de militares e reclusos. Este estabelecimento, inicialmente situado em Santarém é único em Portugal e pode albergar reclusos, militares das forças armadas e da GNR.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

86. PATRIMÓNIO IMATERIAL

(Foto)

O Governo apresentou na Assembleia da República, em 2007, a proposta de resolução n.º 63/X, sobre a aprovação da convenção para a salvaguarda de património cultural imaterial, adoptada em Paris, a 17 de Outubro de 2003, durante a 32.ª sessão da Conferência Geral da UNESCO, a qual foi aprovada por unanimidade, no passado dia 24 de Janeiro, no plenário da Assembleia da República. Deste modo, afigura-se uma imensa mais-valia para Portugal, mas também para os países lusófonos e ainda para as comunidades lusas ou luso-descendentes espalhadas pelo mundo, a classificação de bens culturais imateriais em Portugal, como a Festa dos Tabuleiros de Tomar, o fado de Lisboa e de Coimbra e as Festas do Espírito Santo.
Notícia do Cidade de Tomar.

domingo, 3 de fevereiro de 2008

85. AS VISITAS DA SINAGOGA

Em 2007, a Sinagoga de Tomar recebeu mais visitantes estrangeiros do que portugueses, registando-se um ligeiro aumento do número de visitantes, revela a estatística do guarda do monumento, Luís Vasco. A notícia é do Templário.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

84. ESCLARECIMENTO

De um leitor do Nabantia recebemos o seguinte comentário, sobre o significado do selo dos Templários:
"A interpretação corrente conferida ao Selo dos 2 Cavaleiros, não é - assim considero - a correcta. Refere a insígnia: Sigillum Militum Xpisti ou Sigillum Militum Christi. Traduzindo: "Milícia Secreta de Cristo". E não é dispisiendo o emprego de Cristo, ao invés de Jesus.Cristo = Deus, a Consciência de Deus Jesus = Homem, o Ser Humano, o Ser Material. Os 2 Cavaleiros representam: o 1º o Ser Humano, na sua existência material, o 2º o designado Agente Secreto, ou o Espírito. Enfim, seria uma longa discussão não propriamente adequada ao público!"
Agradeço a participação e o contributo.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

83. ISSO MESMO

A aposta no turismo cultural e o envolvimento das principais entidades culturais portuguesas são a grande novidade das campanhas de promoção turística para 2008, no que marca "um novo paradigma" e uma "nova abordagem ao sector". As afirmações são de do secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, que hoje presidiu à apresentação na Feira Internacional de Turismo de Madrid (FITUR) do que é um ambicioso programa cultural para atrair turistas internacionais a Portugal. "É uma dinâmica cultural que não acontece num único espaço e uma aposta fundamental para um turismo mais globalizado, mais exigente e à procura de novos produtos", frisou, notando que é positiva também porque "associa a cultura ao negócio". Da agenda deste programa constam exposições, espectáculos e uma variada gama de actividades para atrair turistas a Portugal. Eu só pergunto: e que tal preparar um programa específico de turismo cultural em torno do nosso património? Que tal promover o nosso património mundial da humanidade nos quatro cantos do mundo? Por que razão o património edificado, e temos tanto e tão bom, há-de ser o parente pobre da política de turismo?

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

82. O ADEUS

Entrevista de António Paiva na hora do adeus à Camara Municipal de Tomar. Nem uma palavra sobre o património. Não haverá nada para incluir no balanço?

81. AGENDA CULTURAL PARA 2008

Alguns bons momentos culturais estão agendados para 2008 em Tomar. Um deles será seguramente o que será protaginizado por Miguel Guilherme, António Feio, Bruno Nogueira, Jorge Mourato e José Pedro Gomes, numa recriação de alguns dos melhores sketches dos Monty Phyton. Já os vi em Lisboa e posso garantir que não darão o tempo e o dinheiro por mal empregues. A agenda completa está aqui.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

80. UM DIA INESQUECÍVEL (II)

(Foto)

79. UM DIA INESQUECÍVEL (1)

(Foto)
Faz hoje dois anos que Tomar, à semelhança de muitos outros pontos do país, incluindo Lisboa, se cobriu de um branco manto de neve. Pela raridade, foi atracção. Pela beleza, foi umá memória que se gravou no olhar de todos quantos puderam assistir ao deslumbramento de uma cidade vestida de branco.

78. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XII)

Segundo outras versões da lenda, os cavaleiros teriam encontrado o Santo Graal, cálice utilizado por Jesus Cristo na Última Ceia, e que teria sido utilizado para recolher o seu sangue quando de sua crucificação. As versões são coincidentes quando dizem que o que foi encontrado foi levado pelos cavaleiros templários, sigilosamente, para a Europa, onde a Ordem teria alcançado do Papa Inocêncio II uma bula pela qual obtinham poderes ilimitados, sendo declarados "isentos de jurisdição episcopal", constituindo-se, desse modo, em poder autónomo, independente de qualquer interferência, política e religiosa, quer de reis quer de prelados. A partir de então, a Ordem ter-se-ia expandido rapidamente, em número e em poder político, acumulando vastos domínios em mais de dez países, vindo a enriquecer ainda mais através da concessão de créditos a reis, nobres e prelados, cobrando juros sobre esses recursos, instituindo o embrião do moderno sistema bancário.
Fonte: Wikipedia

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

77. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XI)

(Insígnia da Ordem: dois cavaleiros montados no mesmo cavalo, simbolizando o voto de pobreza)
Com a tomada de Jerusalém pela primeira cruzada e o surgimento de um reino cristão, nove cavaleiros que dela participaram pediram autorização para permanecer na cidade e proteger os peregrinos que para lá se dirigiam. O rei de Jerusalém, Balduíno II, permitiu que os estábulos sobre as ruínas do Segundo Templo de Salomão, naquela cidade, lhes servissem de sede. Estes cavaleiros fizeram voto de pobreza e seu símbolo passou a ser o de um cavalo montado por dois cavaleiros. Em decorrência do local de sua sede, do voto de pobreza e da fé em Cristo surgiu o nome da Ordem, Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão, ou simplesmente Cavaleiros Templários. Segundo uma versão da lenda, nos primeiros nove anos de existência estes cavaleiros dedicaram-se a escavações feitas nos alicerces da sua sede, até terem encontrado documentos e riquezas que os tornaram poderosos. Supostamente, sob o Segundo Templo, local mais sagrado dos antigos Judeus, jaziam riquezas ocultas pelos sacerdotes antes da conquista e destruição de Jerusalém pelos romanos no ano de 70.
Fonte: Wikipedia.

domingo, 27 de janeiro de 2008

76. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (X)

Após a morte, sem deixar descendência, de Balduíno I, o reino de Jerusalém atravessou uma fase complicada. A primeira ideia foi entregar a coroa a Eustáquio, irmão mais velho de Godofredo e de Balduíno. As movimentações de Joscelin de Courtenay, porém, levaram a um volte-face. No trono acabaria Balduíno de Bourcq, primo dos dois irmãos, que reinaria como Balduíno II. Por vezes chamado erroneamente de Balduíno de Bourg, morreu em 21 de Agosto de 1131, foi Conde de Edessa (1100-1118) e rei de Jerusalém (1118-1131). Era filho do conde Hugo de Rethel e de Melisende de Montlhéry, tendo dois irmãos, Gervásio e Manasses, e duas irmãs, Matilda e Hodierna. Balduíno é considerado primo dos irmãos Eustácio III de Bolonha, Godofredo de Bulhão e Balduíno I de Jerusalém, mas não há a certeza do exacto grau de parentesco, talvez por parte de uma eventual avó materna, Ida de Bolonha. Era também primo direito do seu sucessor em Edessa, Joscelino de Courtenay, por parte das suas mães, Melisende e Isabel de Montlhéry. O cronista das cruzadas Guilherme de Tiro descreveu Balduíno como "um homem devoto e temente a Deus, notável pela sua lealdade e grande experiência em assuntos militares", e conta que fôra cognominado de o Espinhoso (cognominatus est Aculeus). Ibn al-Qalanisi, cronista do século XII em Damasco que o chamava de Balduíno o Pequeno (Baghdawin al-ru'aiuis) para o distinguir de Balduíno I, notou que "depois dele não havia ninguém entre eles que possuísse bom julgamento e capacidade de governar".

sábado, 26 de janeiro de 2008

75. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (IX)

Tomada a cidade, o poder foi entregue a Godofredo de Bolhão. Depois de recusar o título de rei, dizendo que jamais usaria uma coroa de ouro na cidade onde Nosso Senhor usara uma coroa de espinhos, viria a aceitar apenas o título de Protector do Santo Sepulcro. Infelizmente, porém, o “reinado” de Godofredo durou pouco. Uma estranha doença, que muitos consideraram consequência de um envenenamento, matá-lo-ia em 1100. Desta forma, foi o seu irmão Balduíno a assumir o poder. Sem os pruridos de Godofredo, aceitou a coroa e o trono de Jerusalém como Balduíno I.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

74. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (VIII)

(A tomada de Jerusalem)

A tomada de Jerusalém foi extremamente sangrenta. A quase totalidade dos habitantes - muçulmanos, judeus e, até, cristãos orientais – foi massacrada. Segundo a Gesta Francorum, um livro de autor anónimo que se crê ter sido escrito por um cruzado, diz que “a carnificina foi tão grande que os nossos homens caminhavam em sangue até aos tornozelos”.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

73. VANDALISMO E DESCUIDO

(Foto dos Guardiões)
A igreja de Sta. Maria dos Olivais anda a ser vandalizada com grafittis e na limpeza existe pouco cuidado com os materiais utilizados. Está tudo descrito e bem descrito aqui. À atenção das autoridades.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

72. AGRADECIMENTO

A MP, do Eclético, pela retribuição do link.

71. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (VII)

Encontrando pela frente um inimigo dividido e pouco organizado, a cruzada transformou-se num autêntico passeio para os nobres europeus. Ainda por cima armaduras revelavam-se virtualmente incapazes contra as armaduras e cotas de malha dos cavaleiros, que menos de três anos após a partida estavam já a organizar o cerco à cidade santa. Em clara superioridade numérica e tecnológica, os cruzados conseguiriam tomar Jerusalém em Julho de 1099.

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

70. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (VI)

Naquele que é considerado um dos mais importantes discursos da História da Europa, o Papa logrou reunir um continente inteiro sob a mesma bandeira e com idêntico objectivo (ainda que com diversidade de razões). E assim, a 15 de Agosto de 1096, tinha início a Primeira Cruzada (embora meses antes tivessem já partido milhares de peregrinos de escassas posses, que viriam a morrer na sua quase totalidade vítimas da doença, da fome e dos ataques de saqueadores).

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

69. TOMAR NA ANTENA 1

Pode ouvir aqui a entrevista que Leonel Vicente deu ontem a Pedro Rolo Duarte e onde também se falou de Tomar e dos blogues de Tomar.

68. 21 DE JANEIRO DE 1951

(Barragem)

É inaugurada a barragem de Castelo do Bode Trata-se de uma das mais importante barragens portuguesas. Faz parte do conjunto de barragens da bacia do rio Zêzere e tem a montante a barragem da Bouçã. Situa-se nos limites dos concelhos de Tomar e Abrantes. É uma das mais altas construções de Portugal.

67. PETIÇÃO

Está a correr uma petição on line, da iniciativa de Rui Ferreira, que defende uma tutela administrativa única sobre o Convento de Cristo e o Castelo de Tomar. Reza assim:
"A Portaria nº1130/2007, de 20 de Dezembro, impõe a afectação de um castelo, o de Tomar, e da Ermida de N. Srª da Conceição, integrando o Conjunto Monumental Património Mundial, (Convento de Cristo) afecto ao IGESPAR, a uma nova tutela, que a concretizar-se, resultará num objectivo espartilhamento daquele conjunto. Importa saber que é, exactamente, a diversidade arquitectónica e histórica na sua íntegra continuidade que sustenta o reconhecimento do Conjunto como Património da Humanidade:(Castelo, Convento, Cerca, Ermida e Aqueduto). Este espartilhamento representa um retrocesso, cultural e da política de gestão deste património, até à situação anterior a 1875. Lutemos pela unidade da memória da Ordem do Templo e da Ordem de Cristo em Tomar!!!"
É assinar, se fizerem favor.
(Via Notas)

domingo, 20 de janeiro de 2008

66. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (V)

Oito meses são necessários para que o Vaticano defina a sua estratégia. Em Novembro do mesmo ano, no concílio de Clermont, Urbano profere um discurso apaixonado para nobres e sacerdotes, no qual exige o envolvimento de todos para libertar a cidade santa de Jerusalém das mãos dos infiéis turcos. Para além dos propósitos religiosos, esta operação teria, ainda, as vantagens de reduzir a densidade populacional em França (considerada à época um grave problema) e de dar à nobreza algo com que se ocupar (as questões intestinas entre nobres eram cada vez mais frequentes e não raramente tomavam-se crimes). “Permiti que os ladrões se tomem cavaleiros! “, afirmou o sumo pontífice.

sábado, 19 de janeiro de 2008

65. TOMAR NA ANTENA UM

É este domingo que Leonel Vicente será o convidado de Pedro Rolo Duarte, na Antena Um.

64. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (IV)

(Papa Urbano II)

Para contar a história da Ordem do Templo é necessário recuar até Março de 1095, quando Alexius 1, imperador do sacro império romano do Oriente, enviou ao Papa Urbano II um pedido de auxílio contra a ofensiva turca. Surpreendido pela missiva em pleno concílio de Piacenza, Urbano vê nele uma rara oportunidade de fazer sarar as feridas deixadas pelo grande cisma de quatro décadas antes de voltai a colocar todos os cristãos sob a alçada do papado.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

63. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (III)

Uma das questões que mais interesse suscita na história dos Templários diz respeito à fulgurante ascensão da Ordem do Templo. De pequeno grupo com apenas nove membros em 1118, transformou-se, em menos de dois séculos, na mais poderosa organização da Europa, com propriedades em vários países e com uma capacidade financeira que lhe permitiu, até, emprestar dinheiro aos monarcas. Independente das hierarquias religiosas da época, na dependência directa do Papa, a Ordem do Templo gerou tantas invejas que não admira que, quando Filipe, o Belo, rei de França, resolveu persegui-la, tenham sido muitos os que a ele se aliaram.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

62. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (II)

Extinta há quase 700 anos, a Ordem do Templo é quase um mito urbano, que ultimamente voltou à ribalta através do polémico Código Da Vinci, de Dan Brown. Entre as centenas de romances pseudo-históricos publicados nos anos mais recentes, tanto nos que contêm uma vertente fortemente esotérica, como naqueles que se pretendem mais realistas, há uma presença quase constante da famigerada Ordem do Templo, cujos membros, os célebres cavaleiros templários, deram origem aos mais diversos mitos. De autênticos santos, que deram a vida para salvar de um maquiavélico Papa o Santo Graal, até membros de uma sociedade secreta, capazes dos actos mais bárbaros para angariar poder e dinheiro, já tudo se disse a respeito dos membros desta ordem.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

61. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (I)

A Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão, mais conhecida como Ordem dos Templários, é uma Ordem de Cavalaria criada em 1118, na cidade de Jerusalém, por nove cavaleiros de origem francesa, entre os quais Hugo de Payens e Geoffroy de Saint-Omer, com o objectivo de defender os interesses e proteger os peregrinos cristãos na Terra Santa. Sob a divisa Non nobis, Domine, non nobis, sed nomini Tuo da gloriam (Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao Vosso nome dai a glória), tornou-se nos séculos seguintes numa instituição de enorme poder político, militar e económico. Inicialmente, as suas funções limitavam-se à proteção dos peregrinos que se deslocavam aos locais sagrados, nos territórios cristãos conquistados na Terra Santa, durante o movimento das Cruzadas.
Fonte: Wikipedia.

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

60. UMA BOA IDEIA

As placas toponímicas do centro histórico de Tomar têm, por baixo do actual topónimo, a indicação dos antigos nomes por que eram conhecidas. É uma boa ideia, que outras cidades, pelo menos nos seus centro históricos, também deviam adoptar.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

59. PRÓXIMA SÉRIE 'NABANTIA'

Depois da História Concisa de Tomar, a segunda série 'Nabantia' será a História Concisa dos Templários. Tomar é uma cidade templária, que à Ordem deve o seu código genético e a sua identidade histórico-cultural.

(Cavaleiro Templário)

domingo, 13 de janeiro de 2008

58. SÉRIES 'NABANTIA'

A primeira série foi a História Concisa de Tomar, que aqui se publicou em 21 fascículos. Para os leitores que quiserem ler em sequência, aqui fica o respectivo link. A esta, outras se seguirão.

sábado, 12 de janeiro de 2008

57. CONVENTO SEM CAFETARIA

Encontra-se fechada, desde a semana passada, a cafetaria do Convento de Cristo, com um papel na porta e outro na saída do monumento, informando os interessados que a mesma se encontra para remodelação. Precisa de obras de remodelação para cumprir as exigências legais. A ASAE terá lá ido?

Fonte: Cidade de Tomar.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

56. EXPOSIÇÃO

(Foto)

Exposição de Arqueologia Pré-Histórica
Construção de Memórias
No Parque Ambiental de Santa Margarida


De 12 de Janeiro a 29 de Fevereiro, o Parque Ambiental de Santa Margarida (PASM), localizado em Vale de Mestre, freguesia de Santa Margarida da Coutada, concelho de Constância, tem patente ao público a exposição de Arqueologia Pré-Histórica Construção de Memórias, uma iniciativa coordenada pelo Centro de Pré-História (CPH) do Instituto Politécnico de Tomar.

A exposição Construção de Memórias que poderá ser visitada no horário de funcionamento do PASM (todos os dias das 9.00H às 19.00H), inclui uma monografia sobre o sítio arqueológico de Santa Margarida da Coutada, localizado nesta freguesia do Concelho de Constância.

A exposição integra-se no projecto aplicado da Unidade Editorial e Didáctica do CPH subordinado ao tema Formas e Funções da Comunicação.

A concretização desta actividade, preparada com vista à divulgação do património arqueológico e pré-histórico da região em que o Instituto Politécnico de Tomar está implantado, foi possível graças à dinâmica e interacção gerada desde o início entre os elementos que integrou.

Construção de Memórias tem por objectivo apresentar uma amostra dos resultados da investigação em Arqueologia Pré-Histórica dos últimos 20 anos, desenvolvida quer individualmente, quer já enquanto instituição do ensino superior.

Com o propósito de alargar o universo de visitantes da exposição a todos os cidadãos, prestou-se especial atenção no investimento dedicado a pessoas portadoras de deficiência, não só no âmbito da tradução em Braille e em língua gestual, como também na execução de produtos manuseáveis.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

55. O CRUZADO

O Cruzado - Coleccionismo e Antiguidades, é um blogue Nabantio, onde não se posta desde Fevereiro de 2007 e onde se podem ver algumas preciosidades de coleccionador relativas à Nabantia. Que tal reactivar este interessante projecto?

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

54. AGRADECIMENTO

O Nabantia agradece a Hugo Cristovão, do Algures Aqui, ter assinalado o aparecimento deste blogue.

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

53. MARCO

Cumpriram-se neste momento as primeiras 1.000 visitas ao Nabantia, segundo o contador Bravenet.

52. AS ESCOLHAS DO NABANTIA

Sem considerar os blogues nabantios, em destaque em apropriada coluna prioritária na barra lateral, a primeira escolha de blogues generalistas do Nabantia, com que este blogue nasceu é a seguinte: 31 da armada a origem das espécies abrupto arrastão blasfémias causa nossa corta fitas da literatura eclético fumaças hoje há conquilhas mais actual mar salgado memória virtual o insurgente o jumento pedro rolo duarte portugal dos pequeninos revista atlântico tomar partido último reduto . Com o tempo, o Nabantia tem vindo a descobrir outros que valem bem a leitura. Em breve a lista será actualizada.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

51. VISITA À CHAROLA

(A Charola)

No próximo dia 26 de Janeiro realiza-se uma visita guiada ás obras da Charola do Convento de Cristo. É uma oportunidade de conhecer um estaleiro de conservação e restauro, de subir aos andaimes da Charola e viver a experiência de uma visão única e próxima daquela extraordinária obra. Quem quiser ir deve usar calçado confortável e sem saltos, e vestir preferencialmente calças. O preço do bilhete é de 6 euros por pessoa, a visita obedece a pré-marcação e os contactos devem ser feitos para informações e agendamento de actividades:


Convento de Cristo - Igreja do Castelo Templário, 2300-000 Tomar.
Tel. (00 351) 249 313 481
Fax (00 351) 249 322 730
E.mail : convento.cristo@ippar.pt

domingo, 6 de janeiro de 2008

50. HISTÓRIA CONCISA DE TOMAR (XXI)

(Tabuleiro)

Tomar, cidade de 20 000 habitantes, é actualmente a capital política da Comunidade Urbana do Médio Tejo e sede de concelho homónimo com 16 freguesias, 352 kms quadrados e 43 000 habitantes. Actualmente, a sede do concelho é uma excepção em relação às suas freguesias. Apresenta, desde logo, dois aglomerados coabitantes: a parte histórica da cidade, com seus monumentos, a integrar-se com a vontade do quotidiano de uma população que tem na Festa dos Tabuleiros o seu momento de tradição, afirmação, celebração e mobilização popular.
Fonte: ANAFRE, CMT
Acaba aqui a série "História Concisa de Tomar".

sábado, 5 de janeiro de 2008

49. CIDADE RETALHADA

Em Tomar existe um exemplo da ineficiência da Administração Pública na gestão do património. A Mata dos Sete Montes é tutelada pelo Instituto de Conservação da Natureza. Desde o dia 21 de Dezembro, o Castelo de Tomar e a Ermida de Nossa Senhora da Conceição estão sob a responsabilidade da Direcção Regional de Cultura de Lisboa e Vale do Tejo, ficando apenas o Convento de Cristo sob a tutela do IGESPAR – Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico. De Tomar mesmo, ninguém manda em Tomar.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

48. HISTÓRIA CONCISA DE TOMAR (XX)

O plano da cidade medieval organiza-se em cruz com os 4 braços apontando os 4 pontos cardeais marcados pelos 4 conventos da cidade. O centro, onde se situam a Câmara Municipal e a Igreja Matriz, é a Praça da República, a partir da qual irradiam os principais edifícios públicos e religiosos: a sul, a Sinagoga, o antigo Hospital da Misericórdia,o Convento de S. Francisco e o antigo Rossio da Vila; a norte, a sede da Assembleia Municipal, as capelas de S. Gregório e da Senhora da Piedade e o antigo Convento da Anunciada; a oeste, a colina do Castelo, a Ermida da Senhora da Conceição e o Convento de Cristo; a leste, a Ponte, as antigas Moagens e Moinhos da Vila, o Convento de Santa Iria, a saída para a Igreja de Santa Maria do Olival e zona escolar da cidade, com o Instituto Politécnico a rematar. Perseguindo esta geometria simbólica, é interessante constatar que, com centro na igreja manuelina, à Praça da República, se gera a circunferência que une a Charola do Convento (oratório templário) aos Conventos da Anunciada, de Santa Iria e de S. Francisco. Eis, assim, o círculo, qual espaço sagrado!, dentro do qual se desenvolveu Tomar.
Fonte: CMT

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

47. AGRADECIMENTO

O Nabantia agradece ao Jumento, que lê com gosto, a retribuição do link.

46. HISTÓRIA CONCISA DE TOMAR (XIX)

Em 1983, a UNESCO reconheceu o conjunto Castelo Templário-Convento de Cristo como Património Mundial e no início dos anos 90 deram-se os primeiros passos para a recuperação e consolidação do Centro Histórico. No século XXI, Tomar conta com algumas instituições culturais nascidas no século XIX, casos das bandas Gualdim Pais, Nabantina e Payalvense. Já no século XX, a reabertura do Teatro Paraíso, o Museu de Arte Contemporânea e um grande complexo desportivo aquático, reforçam a vocação sócio-cultural de Tomar.
Fonte: CMT

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

45. IPT PROMOVE VISITA GUIADA

Vai decorrer nos próximos dias 7 e 8 de Janeiro de 2008 um Ciclo de Visitas Guiadas a Monumentos emblemáticos da cidade de Tomar, usando a língua inglesa, promovido pelas Áreas de Línguas e de História da Escola Superior de Gestão de Tomar. Esta iniciativa tem como principal objectivo encorajar os alunos do Curso de Gestão Turística e Cultural do IPT a usar o dito idioma numa situação real de contacto com turistas estrangeiros.
O programa previsto é o seguinte:
7 de Janeiro de 2008
14.15h – Convento de São Francisco
15.15h – Museu dos Fósforos
8 de Janeiro de 2008
14.15h – Mata dos 7 Montes
15.15h – Igreja de São João Baptista
16.15h – Igreja de St. Maria do Olival

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

45. DIA 5 DE JANEIRO

A não perder o Encontro de Reiseiros na Praça da República, no próximo dia 5 de Janeiro, pelas 21h00. As tasquinhas abrem a partir das 19h00.

44. NOVA SONDAGEM

Já está nova sondagem Nabantia em linha na barra lateral. Desta vez pretende-se saber a opinião dos leitores sobre se "A tutela sobre a Mata dos Sete Montes deve passar do ICN para a Camara Municipal de Tomar?". É votar, se fizerem favor.

43. RESULTADOS DA SONDAGEM

Na primeira sondagem do Nabantia, em que se perguntava se Tomar valoriza adequadamente o seu patrimóno, votaram 38 leitores, dos quais 35 votaram não e 3 votaram assim-assim. Esclarecedor. Em breve será lançada nova iniciativa.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

42. 2008


A todos os leitores e amigos o Nabantia deseja um Feliz Ano Novo.

domingo, 30 de dezembro de 2007

41. HISTÓRIA CONCISA DE TOMAR (XVIII)

(Castelo do Bode, vista aérea)

Tomar esteve sob ocupação militar durante as Invasões Francesas ordenadas por Napoleão Bonaparte, contra a qual se revoltou. Foi liberada pelas tropas luso-inglesas de Wellington. Em 1834 foi abolida a Ordem de Cristo juntamente com todas as outras ordens religiosas em Portugal. Já no século XX, nos anos 50, mais precisamente em 21 de Janeiro de 1951, foi inaugurada a que seria a maior barragem hidro-eléctrica do país nas cinco décadas seguintes: a barragem do Castelo do Bode. Ainda em 1950, João dos Santos Simões renovou a Festa dos Tabuleiros dando-lhe notável projecção nacional e internacional. O século XX espelhou a intensa acção cultural que aqui sempre se viveu: logo com a criação da União dos Amigos da Ordem de Cristo, em 1918, e, mais tarde, a Comissão de Iniciativa e Turismo, duas instituições para a protecção e divulgação do Património.
Fonte: Wikipedia, CMT.

sábado, 29 de dezembro de 2007

40. PRAÇA DA REPÚBLICA

A evolução da Praça da República, por Alfredo Caiano Silvestre, no Notas. Como era e como é.

39. HISTÓRIA CONCISA DE TOMAR (XVII)

António Bernardo da Costa Cabral, político português, natural de Fornos de Algodres, nasceu a 9 de Maio de 1803. No ano de 1823, com apenas 20 anos de idade, tirou o curso de Direito na Universidade de Coimbra. Exerceu advocacia em Penela e em 1826 mudou-se para para Celorico da Beira. Aderiu ao ideal constitucional na primeira fase da guerra civil e alistou-se nas forças do futuro Conde de Samodães, que lutavam pela causa liberal. Em 1832 participou no desembarque do Mindelo e serviu no cerco do Porto. Foi eleito deputado em 1836 e três anos mais tarde foi nomeado ministro da Justiça. Ao longo do seu ministério, conseguiu concretizar reformas nos serviços judiciários do país, providenciando no sentido de humanizar a condição dos presos, regulamentar a administração dos bens dos órfãos e promulgando a Novíssima Reforma Judicial. Em 1849, foi nomeado ministro plenipotenciário em Madrid, tendo voltado a ser chamado para presidir a um ministério a 18 de Junho de 1849. Houve uma oposição no seu regresso, de tal forma que viria a ser apeado em 1851, pela revolta do marechal Saldanha, conhecida por Regeneração. No ano de 1859, foi nomeado ministro plenipotenciário junto do governo do Rio de Janeiro, onde desempenhou um importante papel na resolução de dificuldades aduaneiras. Quando regressou a Portugal, foi para a sua Casa de Tomar (parte do antigo Convento de Cristo) e em 1870 é convidado por Saldanha para chefiar a legação portuguesa na Santa Sé. No Decreto de 8 de Setembro de 1845 de D. Maria II, foi concedido a António Bernardo da Costa Cabral o título de Conde de Tomar e foi elevado a marquês por Decreto de 11 de Junho de 1878, de D. Luís.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

38. PROJECTOS

(Mata dos Sete Montes)

António Paiva, o Presidente da Camara Municipal de Tomar que está de saída para administrador do QREN Centro, anunciou que a autarquia “tem um grande projecto” para implementar, que é a ligação da Mata dos Sete Montes ao Convento de Cristo. Lembrando que esse projecto tem condicionantes uma vez que implica a concordância de entidades externas ao município, o autarca afirmou ser “sua ambição e do IPPAR” estabelecer essa ligação. Um passo importante no projecto mais global que é a rede de mosteiros prevista no Programa Regional de Ordenamento do Território (PROT) do Vale do Tejo e Oeste, criando um “arco patrimonial” que envolve o Convento de Cristo e os mosteiros da Batalha e de Alcobaça. A viabilidade deste projecto depende do Instituto da Conservação da Natureza (ICN), actual proprietário da Mata dos Sete Montes, passar a sua gestão para o município. “Neste momento o projecto depende da boa vontade do ICN”, confirmou Paiva.

37. HISTÓRIA CONCISA DE TOMAR (XVI)

"Conde de Tomar" foi um título criado por decreto de 8 de Setembro de 1845, da rainha D. Maria II, a favor de António Bernardo da Costa Cabral, à altura na presidência do ministério e o mais importante político cartista do período. António Bernardo da Costa Cabral, o 1.º conde de Tomar, foi posteriormente elevado a 1.º marquês de Tomar, título pelo qual ficou conhecido. Usaram o título as seguintes pessoas: António Bernardo da Costa Cabral, e posteriormente 1.º marquês de Tomar; António Bernardo da Costa Cabral, 2.º conde de Tomar; Bartolomeu Dias e Sousa da Costa Cabral, 3.º conde de Tomar;
Fonte: Wikipedia

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

36. PATRIMÓNIO INDUSTRIAL

Um grupo de alunos do 12º, J, da Escola Jácome Ratton, está a trabalhar num projecto no âmbito da área de Projecto a concurso nas Cidades Criativas. Este projecto é sobre o reaproveitamento das antigas instalações das fábricas Mendes Godinho e Fiação de Tomar. Como suporte decidiram criar um blogue, o Thomar Vrbe. É sem dúvida um interessante projecto, que com gosto o Nabantia decidiu apoiar, linkando na barra lateral.

35. HISTÓRIA CONCISA DE TOMAR (XV)

(Costa Cabral)

D. Maria II, ao elevar Tomar a cidade, deu-a em título honorífico de conde de Tomar ao seu protegido, o ministro Costa Cabral. Silva Magalhães, primeiro fotógrafo tomarense, abriu em 1862 a “Typographia & Photographia”, deixando fabulosa colecção de vistas, retratos e trajes, profissões e cenas da vida diária; o cinema surgiu seis anos após a sua invenção, em 17 de Novembro de 1901, no Teatro Nabantino, que daria lugar, em 1923, a novo edifício, o Cine-Teatro Paraíso. A imprensa nasceu em 1879 com o semanário “A Emancipação”, dirigido por Angelina Vidal; e em 1901, após Lisboa, Porto, Elvas e Vila Real, Tomar foi servida com energia eléctrica a partir da Central instalada no complexo dos antigos Moinhos da Vila. Manuel Mendes Godinho foi nome incontornável no crescimento económico de Tomar do século XX, já que, após 1912, veio a criar um núcleo industrial (moagem, cerâmicas, alimentos para gado, extracção de óleos e “Platex”) de tal importância que atravessou o século XX e possibilitou a criação de uma Casa Bancária.
Fonte: ANAFRE, CMT

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

34. O VAZIO HISTÓRICO

"É uma pena constatar que os recursos patrimoniais de uma rica cidade histórica e monumental, que Tomar indubitavelmente é, não são aproveitados na sua plenitude e que se continua no marasmo, com evidente prejuízo para todos."
Recuperar o centro histórico, por João Henriques Simões, no Templário.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

33. NATAL

Com uma vista do castelo de Tomar em fundo, o Nabantia deseja a todos os seus leitores e aos nabantios em geral um Feliz Natal.
Foto da CMT

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

32. HISTÓRIA CONCISA DE TOMAR (XIV)

(Foto)

O Aqueduto dos Pegões foi construído com a finalidade de abastecer de água o Convento de Cristo em Tomar. Tem cerca 6 quilómetros de extensão. A sua construcção foi iniciada em 1593, no reinado de Filipe I de Portugal, sob a direcção de Filipe Terzio, (arquitecto-mor do reino) e foi concluída em 1614 por Pedro Fernando de Torres. O aqueduto tem 58 arcos de volta inteira, na sua parte mais elevada, sobre 16 arcos ogivais apoiados em pilares. A sua altura máxima é de 30 metros. Nos extremos apresenta casas abobadadas, que têm no centro, uma larga pia destinada à decantação da água.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

31. HISTÓRIA CONCISA DE TOMAR (XIII)

(D. Maria II)

No período da dominação filipina, os reis espanhóis investiram bastante em Tomar, cidade que aclamou Filipe I nas Cortes de 1581. Realizaram-se obras no claustro principal do Convento, constrói-se o Aqueduto dos Pegões e é criada a ainda existente Feira de Santa Iria. Entre os meados do século XVII e finais do século XIX, verifica-se um grande desenvolvimento industrial: Fábrica de Balas do Prado, de Vidros da Matrena, Chapéus e diversas fábricas de papel. Mais tarde, na sequência da visita da Rainha D. Maria II, Tomar foi elevada à categoria de Cidade em 1844, a primeira do Distrito de Santarém. Durante o século XVIII Tomar tornou-se numa das cidades industrialmente mais vibrantes de Portugal. O Marquês de Pombal abre em 1789 a Real Fábrica com um mecanismo hidráulico inovador. No reinado de D. Maria I foi fundada outra Fábrica de Fiação por Jácome Ratton. O fluxo do rio era usado para produzir trabalho nesta e em muitas outras indústrias, com as do papel, vidro, sabões, sedas, metalurgicas e outras.
Fonte: CMT, Wikipedia

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

30. A LER

Ossos Mudos, por Hugo Cristovão, no Algures Aqui.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

29. HISTÓRIA CONCISA DE TOMAR (XII)

(Filipe II de Espanha)

Filipe, em 9 de Dezembro de 1580, atravessou a fronteira, entrou em Elvas, onde permaneceu dois meses, aí recebendo os cumprimentos dos novos súbditos. Dos primeiros que o veio saudar foi o duque de Bragança. A 23 de Fevereiro de 1581 Filipe II saiu de Elvas, atravessou triunfante e demoradamente o país, e a 16 de Março de 1581 entrou em Tomar, para onde convocara Cortes. Distribuiu recompensas, ordenou suplícios e confiscos, e recebeu a noticia de que todas as colónias haviam reconhecido a sua soberania, exceptuando a Ilha Terceira, onde se arvorara a bandeira do prior do Crato, ali jurado rei de Portugal a 16 de Abril de 1581. Nas Cortes de Tomar prometeu respeitar os foros e as isenções e nunca dar para governador ao país senão um português ou um membro da família real. Era o monarca assediado por pretendentes que pediam a paga dos seus serviços políticos, o que elevou o quantitativo de mercês. Finalmente, Filipe II via assim realizado o seu sonho ibérico. Dias depois aparecia afixado na portaria do Convento de Cristo o famoso Édito em que Filipe II indultava as pessoas comprometidas na rebelião do prior do Crato contra a sua legítima autoridade. Alguns dias depois, os três estados pediram então ao rei que lhes concedesse as graças e privilégios prometidos anteriormente. Filipe II respondeu afirmativamente a cada um dos estados, prometendo que mandaria passar a respectiva carta patente. Em suma, nas Cortes de Tomar, na tentiva de conquistar o apoio dos três estados, foi deliberado o seguinte:
Respeitar as liberdades, privilégios, usos e costumes da monarquia portuguesa;
Reunir sempre Cortes em Portugal e manter todas as leis portuguesas;
Os cargos de vice-rei ou governador de Portugal deveriam ser mantidos por portugueses ou membros da família real;
Os cargos previstos para a Corte e administração geral do Reino seriam sempre preenchidos por portugueses;
Os portugueses poderiam também ocupar funções públicas em Espanha;
O comércio da Índia e da Guiné apenas poderia ser feito por portugueses;
Não poderiam ser concedidos títulos de cidades e vilas senão a portugueses;
A língua nos documentos e actos oficiais continuaria a ser o português;
Todos os anos seriam criadas duzentas novas moradias (ordenados que eram entregues aos fidalgos a partir dos doze anos) e a Rainha deveria ter sempre como damas nobres portuguesas;
O príncipe herdeiro, D. Diogo, seria mantido e educado em Portugal;
As guarnições castelhanas seriam retiradas e conservar-se-iam as armas reais de Portugal na moeda corrente;
Fonte: Wikipedia

domingo, 16 de dezembro de 2007

28. HISTÓRIA CONCISA DE TOMAR (XI)

(D. João III)

D. João III, construiu no Castelo mais cinco Claustros, tapando a Janela do Capitulo. É nesta época que é instaurada a Inquisição em Portugal, em 1536, tendo havido autos-de-fé também em Tomar. Para além disso, o rei transformou a Ordem de Cristo numa ordem exclusivamente religiosa e mandou reformular a Igreja de Santa de Maria dos Olivais. Com a morte de D. Sebastião em Alcácer Quibir, o país fica nas mãos dos espanhóis e quem sucede ao trono é o rei Filipe II de Espanha.


sábado, 15 de dezembro de 2007

27. FORUM ABANDONADO

Os Independentes por Tomar apresentaram uma proposta à autarquia de Tomar na reunião do executivo, terça-feira, dia 6, para que esta encete esforços, junto do IPPAR, no sentido de proceder "à limpeza e vedação" do Fórum Romano, património histórico que aquele partido considera estar "ao abandono"...

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

26. UM REI DE TOMAR

O Palácio de D. Manuel I em Tomar, edifício onde está hoje instalada a Camara Municipal.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007