sábado, 16 de fevereiro de 2008

103. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XIX)

A lista, a partir daqui, engrossa rapidamente - muito em especial após a independência e a subida ao trono da dinastia de Borgonha. Esta simpatia dos descendentes do Conde D. Henrique pela Ordem do Templo poderá estar relacionada com a proximidade entre a nobreza da Borgonha e a de Champagne - de onde vieram os templários originais - ou com o facto de o grande ideólogo do templarismo, Bernardo de Claraval, ser ele próprio um borgonhês de nobres famílias.
Fonte: Templars

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

102. RELATO

Jorge Ferreira, no Tomar Partido relata, com algum pitoresco, os acontecimentos de Domingo passado no Convento de Cristo.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

101. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XVIII)

Dois anos volvidos, a sede dos templários muda de local e, agora sim, parece ter já um papel militar. As instalações ficam, agora, no castelo de Soure, também doado por D. Teresa. Situado na confluência de três rios: Arunca, Anços e Arão, todos afluentes do Mondego. Soure funciona como guarda avançada à cidade de Coimbra. Por curiosidade, será às portas deste castelo que, em 1144, os templários sofrem uma das suas mais pesadas derrotas em Portugal, perante as tropas de Abu Zakaria, vizir de Santarém.
Fonte: Templars

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

100. DECEPCIONANTE

(Foto)

O estado de conservação da Mata dos Sete Montes é decpcionante. Mato por limpar. Canteiros por limpar, podar e arranjar. Caminhos obstruídos por troncos de árvore caídos sob a intempérie. Ramos anárquicos tombados. Uma Mata Nacional, obra do Estado Novo onde outrora existia o vasto olival do Convento, é hoje um local sombrio e quase abandonado. A tutela da Mata é, por paradoxo linguístico, de um Instituto dito da Consevação da Natureza. Melhor fôra que lhe chamassem do Abandono da Natureza.

99. SAUDAÇÃO

Ao novinho Sigillum Militum Christi, blogue templário que fez uma ligação ao Nabantia, já devidamente retribuída.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

98. DESLUMBRANTE

Diz quem viu que a representação de O Nome da Rosa foi deslumbrante. O Nabantia, infelizmente, não pôde estar lá para contar como foi.

97. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XVII)

Hugo de Payens (1070-1136), um fidalgo francês da região de Champagne, foi o primeiro mestre da Ordem dos Templários. Originalmente um vassalo do conde Hughes de Champagne, visitou Jerusalém uma vez com Hugo de Payens, que ficou por lá depois de o conde voltar para a França. Hugo de Payens organizou um grupo de nove cavaleiros para proteger os peregrinos que se dirigiam para a terra santa no seguimento das iniciativas propostas pelo Papa Urbano II. De Payens aproximou-se do rei Balduíno II com oito cavaleiros, dos quais dois eram irmãos e todos eram parentes de Hugo de Payens, alguns de sangue e outros de casamento, para formar a primeira das ordens dos Templários. Os outros cavaleiros eram: Geoffrey de St. Omer, Payen de Montdidier, Archambaud de St. Agnan, Andre de Montbard, Geoffrey Bison, e dois homens registrados apenas com os nomes de Rossal e Gondamer. O nono cavaleiro permanece desconhecido, apesar de se especular que ele era Hugh Comte de Champagne. Hugo De Payens terá nascido provavelmente em Château Payns, a cerca de 10 km de Troyes, em Champagne, na França. Foi um veterano da Primeira Cruzada, em 1099, tendo passado 22 anos de sua vida no leste da Europa. É provável que Hugo de Payens tenha servido no exército de Godofredo de Bulhão durante a Primeira Cruzada. Como mestre, liderou a Ordem dos Templários por quase vinte anos até a sua morte, ajudando a estabelecer a fundação da Ordem como uma importante e influente instituição internacional militar e financeira. Na sua visita a Londres em 1128, ele conseguiu homens e dinheiro para a Ordem, e também fundou a sua primeira sede lá, iniciando a história dos Templários na Inglaterra. Morreu na Palestina em 1136, tendo-lhe sucedido, como mestre, Robert de Craon.
Fonte: Wikipedia

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

96. AGRADEÇO E RETRIBUO

A gentileza do Notas. Agradeço, pela lembrança e retribuo com umas conservadoras mas deliciosas Fatias de Tomar. Com a respectiva receita no link.

95. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XVI)

Por estranho que pareça, esta generosidade de nobres e monarcas para com os Templários começa a fazer-se sentir em Portugal antes mesmo de Bernardo de Claraval dar início à sua campanha de marketing em favor da ordem. O historiador André Jean Paraschi, na sua História dos Templários em Portugal, admitindo a possibilidade de doações anteriores, refere a oferta, ainda em 1126 e por parte da rainha D. Teresa (mãe de D. Afonso Henriques), da vila de Fonte Arcada, perto de Penafiel, para além de herdades, quintas e solares ofertados por outros proprietários.
Fonte: Templars

domingo, 10 de fevereiro de 2008

94. FATIANDO

(Foto)

Hoje há mistérios no Convento.

93. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XV)

É em 1127 que se assiste a um enorme progresso por parte dos Templários, em grande parte devido aos esforços do abade cisterciense Bernardo de Claraval. Para além de escrever os estatutos da Ordem do Templo, com base nos da de Cister, Bernardo envia a Hugo de Payens uma carta que garantirá aos templários o apoio de toda a cristandade. Esta missiva, com o título De Laude Novae Militia (Elogio à Nova Cavalaria, em tradução livre), correria mundo e angariaria inúmeros recrutas entre a nobreza, para além de uma enorme quantidade de donativos em dinheiro e terras, provenientes de nobres que, por um ou outro motivo, não podiam juntar-se à ordem.
Fonte: Templars

sábado, 9 de fevereiro de 2008

92. CLIMA

Está um dia simplesmente deslumbrante em Tomar. Como sempre o castelo recorta os céus e guarda o vale.

91. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XIV)

Balduíno II aceitou a proposta de Hugo de Payens e entregou aos nove cavaleiros instalações no Monte do Templo, no local onde, diz a tradição, estariam instaladas as cavalariças do rei Salomão. A localização das suas instalações originais viria a justificar parte do nome da ordem. Logo nos primórdios os mistérios começam a adensar-se em tomo dos Templários. Durante os nove primeiros anos de existência da ordem nem um só cavaleiro se alistou nas suas fileiras. Segundo os que crêem em explicações místicas, isto deveu-se ao facto de os membros originais da ordem se terem dedicado a buscas incessantes no local onde se erguera o Templo de Salomão. Levando esta possibilidade ao extremo, os Templários teriam encontrado pelo menos parte do grande tesouro de Salomão, incluindo a Arca da Aliança, e justificando a rápida angariação da sua fortuna. Mais racional é a justificação dada pelas ordens que se dizem herdeiras dos templários - nos primeiros anos, os votos da Ordem do Templo (castidade, pobreza e obediência) desmotivavam quaisquer interessados.
Fonte: Templars.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

90. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XIII)


Seria Balduíno II a receber, logo no seu primeiro ano no trono, a visita de Hugo de Payens que, com outros oito cavaleiros do condado de Champagne, se foi oferecer para garantir a segurança nas estradas para a Terra Santa dos peregrinos cristãos que, provenientes da Europa, pretendiam chegar a Jerusalém. Os ataques dos salteadores (não apenas muçulmanos mas, em muitos casos, também cristãos) faziam inúmeras vítimas e, apesar de múltiplas tentativas, nunca os cruzados tinham conseguido garantir a segurança da costa até à cidade santa.
Fonte: Templars

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

89. A LEVADA

A Levada de ontem e de hoje, numa comparação de Alfredo Caiano Silvestre.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

88. TEATRO

A 10, 17 e 24 de Fevereiro decorre no Convento de Cristo a representação de o Nome da Rosa, pelo grupo Fatias de Cá. É sempre às 17.17 horas. O espectáculo dura três horas e tem seis momentos de refeição. Trata-se de uma versão teatral de Carlos Carvalheiro, a partir da obra de Umberto Eco, adaptada ao Convento de Cristo de Tomar.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

87. A PRISÃO

O Estabelecimento Prisional de Tomar, antigo presídio militar, comemora, no proximo dia 7 de Fevereiro o seu 113º aniversário. A festa é no Convento de Cristo, com participação de militares e reclusos. Este estabelecimento, inicialmente situado em Santarém é único em Portugal e pode albergar reclusos, militares das forças armadas e da GNR.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

86. PATRIMÓNIO IMATERIAL

(Foto)

O Governo apresentou na Assembleia da República, em 2007, a proposta de resolução n.º 63/X, sobre a aprovação da convenção para a salvaguarda de património cultural imaterial, adoptada em Paris, a 17 de Outubro de 2003, durante a 32.ª sessão da Conferência Geral da UNESCO, a qual foi aprovada por unanimidade, no passado dia 24 de Janeiro, no plenário da Assembleia da República. Deste modo, afigura-se uma imensa mais-valia para Portugal, mas também para os países lusófonos e ainda para as comunidades lusas ou luso-descendentes espalhadas pelo mundo, a classificação de bens culturais imateriais em Portugal, como a Festa dos Tabuleiros de Tomar, o fado de Lisboa e de Coimbra e as Festas do Espírito Santo.
Notícia do Cidade de Tomar.

domingo, 3 de fevereiro de 2008

85. AS VISITAS DA SINAGOGA

Em 2007, a Sinagoga de Tomar recebeu mais visitantes estrangeiros do que portugueses, registando-se um ligeiro aumento do número de visitantes, revela a estatística do guarda do monumento, Luís Vasco. A notícia é do Templário.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

84. ESCLARECIMENTO

De um leitor do Nabantia recebemos o seguinte comentário, sobre o significado do selo dos Templários:
"A interpretação corrente conferida ao Selo dos 2 Cavaleiros, não é - assim considero - a correcta. Refere a insígnia: Sigillum Militum Xpisti ou Sigillum Militum Christi. Traduzindo: "Milícia Secreta de Cristo". E não é dispisiendo o emprego de Cristo, ao invés de Jesus.Cristo = Deus, a Consciência de Deus Jesus = Homem, o Ser Humano, o Ser Material. Os 2 Cavaleiros representam: o 1º o Ser Humano, na sua existência material, o 2º o designado Agente Secreto, ou o Espírito. Enfim, seria uma longa discussão não propriamente adequada ao público!"
Agradeço a participação e o contributo.