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quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

62. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (II)

Extinta há quase 700 anos, a Ordem do Templo é quase um mito urbano, que ultimamente voltou à ribalta através do polémico Código Da Vinci, de Dan Brown. Entre as centenas de romances pseudo-históricos publicados nos anos mais recentes, tanto nos que contêm uma vertente fortemente esotérica, como naqueles que se pretendem mais realistas, há uma presença quase constante da famigerada Ordem do Templo, cujos membros, os célebres cavaleiros templários, deram origem aos mais diversos mitos. De autênticos santos, que deram a vida para salvar de um maquiavélico Papa o Santo Graal, até membros de uma sociedade secreta, capazes dos actos mais bárbaros para angariar poder e dinheiro, já tudo se disse a respeito dos membros desta ordem.

terça-feira, 4 de março de 2008

129. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XXIX)

O último Grão-mestre Templário, Jacques de Molay, após dez anos na prisão, prestes a ser executado na fogueira em 1314, amaldiçoou seus perseguidores, convocando-os a prestar contas a Deus no prazo de um ano. A maldição dirigia-se especificamente ao rei Filipe IV, ao Papa Clemente V e a Guilherme de Nogaret, guarda do Selo Real. Os três personagens faleceram naquele prazo. Complementarmente, nenhum dos filhos de Filipe IV conseguiu manter-se no trono ou deixar descendentes, encerrando-se a Dinastia Capetiana e abrindo uma crise sucessória que mergulhou a França na Guerra dos Cem Anos.
Fonte: Wikipedia.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

90. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XIII)


Seria Balduíno II a receber, logo no seu primeiro ano no trono, a visita de Hugo de Payens que, com outros oito cavaleiros do condado de Champagne, se foi oferecer para garantir a segurança nas estradas para a Terra Santa dos peregrinos cristãos que, provenientes da Europa, pretendiam chegar a Jerusalém. Os ataques dos salteadores (não apenas muçulmanos mas, em muitos casos, também cristãos) faziam inúmeras vítimas e, apesar de múltiplas tentativas, nunca os cruzados tinham conseguido garantir a segurança da costa até à cidade santa.
Fonte: Templars

domingo, 27 de janeiro de 2008

76. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (X)

Após a morte, sem deixar descendência, de Balduíno I, o reino de Jerusalém atravessou uma fase complicada. A primeira ideia foi entregar a coroa a Eustáquio, irmão mais velho de Godofredo e de Balduíno. As movimentações de Joscelin de Courtenay, porém, levaram a um volte-face. No trono acabaria Balduíno de Bourcq, primo dos dois irmãos, que reinaria como Balduíno II. Por vezes chamado erroneamente de Balduíno de Bourg, morreu em 21 de Agosto de 1131, foi Conde de Edessa (1100-1118) e rei de Jerusalém (1118-1131). Era filho do conde Hugo de Rethel e de Melisende de Montlhéry, tendo dois irmãos, Gervásio e Manasses, e duas irmãs, Matilda e Hodierna. Balduíno é considerado primo dos irmãos Eustácio III de Bolonha, Godofredo de Bulhão e Balduíno I de Jerusalém, mas não há a certeza do exacto grau de parentesco, talvez por parte de uma eventual avó materna, Ida de Bolonha. Era também primo direito do seu sucessor em Edessa, Joscelino de Courtenay, por parte das suas mães, Melisende e Isabel de Montlhéry. O cronista das cruzadas Guilherme de Tiro descreveu Balduíno como "um homem devoto e temente a Deus, notável pela sua lealdade e grande experiência em assuntos militares", e conta que fôra cognominado de o Espinhoso (cognominatus est Aculeus). Ibn al-Qalanisi, cronista do século XII em Damasco que o chamava de Balduíno o Pequeno (Baghdawin al-ru'aiuis) para o distinguir de Balduíno I, notou que "depois dele não havia ninguém entre eles que possuísse bom julgamento e capacidade de governar".

domingo, 20 de janeiro de 2008

66. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (V)

Oito meses são necessários para que o Vaticano defina a sua estratégia. Em Novembro do mesmo ano, no concílio de Clermont, Urbano profere um discurso apaixonado para nobres e sacerdotes, no qual exige o envolvimento de todos para libertar a cidade santa de Jerusalém das mãos dos infiéis turcos. Para além dos propósitos religiosos, esta operação teria, ainda, as vantagens de reduzir a densidade populacional em França (considerada à época um grave problema) e de dar à nobreza algo com que se ocupar (as questões intestinas entre nobres eram cada vez mais frequentes e não raramente tomavam-se crimes). “Permiti que os ladrões se tomem cavaleiros! “, afirmou o sumo pontífice.

sábado, 23 de fevereiro de 2008

110. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XXI)

Mas os templários não se limitavam a um papel defensivo. Na maior parte das batalhas da Reconquista, os reis de Portugal puderam contar com soldados da Ordem do Templo entre as suas forças. Até durante o cerco de Lisboa, quando um exército muçulmano tentou, a partir do exterior, romper as linhas cristãs, foram os templários que estiveram nas zonas mais quentes de combate, prestando um apoio decisivo para repelir o inimigo.
Fonte: Templars.

sábado, 16 de fevereiro de 2008

103. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XIX)

A lista, a partir daqui, engrossa rapidamente - muito em especial após a independência e a subida ao trono da dinastia de Borgonha. Esta simpatia dos descendentes do Conde D. Henrique pela Ordem do Templo poderá estar relacionada com a proximidade entre a nobreza da Borgonha e a de Champagne - de onde vieram os templários originais - ou com o facto de o grande ideólogo do templarismo, Bernardo de Claraval, ser ele próprio um borgonhês de nobres famílias.
Fonte: Templars

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

77. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XI)

(Insígnia da Ordem: dois cavaleiros montados no mesmo cavalo, simbolizando o voto de pobreza)
Com a tomada de Jerusalém pela primeira cruzada e o surgimento de um reino cristão, nove cavaleiros que dela participaram pediram autorização para permanecer na cidade e proteger os peregrinos que para lá se dirigiam. O rei de Jerusalém, Balduíno II, permitiu que os estábulos sobre as ruínas do Segundo Templo de Salomão, naquela cidade, lhes servissem de sede. Estes cavaleiros fizeram voto de pobreza e seu símbolo passou a ser o de um cavalo montado por dois cavaleiros. Em decorrência do local de sua sede, do voto de pobreza e da fé em Cristo surgiu o nome da Ordem, Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão, ou simplesmente Cavaleiros Templários. Segundo uma versão da lenda, nos primeiros nove anos de existência estes cavaleiros dedicaram-se a escavações feitas nos alicerces da sua sede, até terem encontrado documentos e riquezas que os tornaram poderosos. Supostamente, sob o Segundo Templo, local mais sagrado dos antigos Judeus, jaziam riquezas ocultas pelos sacerdotes antes da conquista e destruição de Jerusalém pelos romanos no ano de 70.
Fonte: Wikipedia.

domingo, 24 de fevereiro de 2008

112. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XXII)

Se olharmos para o mapa de possessões templárias em Portugal no final do século XII, verificaremos não apenas a grande quantidade de propriedades, mas, sobretudo, a distribuição lógica e estratégica das suas instalações militares. Pode dizer-se que Portugal foi, de facto, um dos primeiros locais onde o empório templário começou a estabelecer-se. No entanto, e ao contrário do que aconteceu noutros países (mormente em França), as relações entre a coroa e a Ordem do Templo foram sempre muito estreitas, sem que se conheçam quaisquer situações de tensão.
Fonte: Templars.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

74. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (VIII)

(A tomada de Jerusalem)

A tomada de Jerusalém foi extremamente sangrenta. A quase totalidade dos habitantes - muçulmanos, judeus e, até, cristãos orientais – foi massacrada. Segundo a Gesta Francorum, um livro de autor anónimo que se crê ter sido escrito por um cruzado, diz que “a carnificina foi tão grande que os nossos homens caminhavam em sangue até aos tornozelos”.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

71. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (VII)

Encontrando pela frente um inimigo dividido e pouco organizado, a cruzada transformou-se num autêntico passeio para os nobres europeus. Ainda por cima armaduras revelavam-se virtualmente incapazes contra as armaduras e cotas de malha dos cavaleiros, que menos de três anos após a partida estavam já a organizar o cerco à cidade santa. Em clara superioridade numérica e tecnológica, os cruzados conseguiriam tomar Jerusalém em Julho de 1099.

sábado, 19 de janeiro de 2008

64. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (IV)

(Papa Urbano II)

Para contar a história da Ordem do Templo é necessário recuar até Março de 1095, quando Alexius 1, imperador do sacro império romano do Oriente, enviou ao Papa Urbano II um pedido de auxílio contra a ofensiva turca. Surpreendido pela missiva em pleno concílio de Piacenza, Urbano vê nele uma rara oportunidade de fazer sarar as feridas deixadas pelo grande cisma de quatro décadas antes de voltai a colocar todos os cristãos sob a alçada do papado.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

116. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XXIV)

Apesar de Portugal ter sido sempre um refúgio para os templários, devido às estreitas ligações que a ordem tinha com os monarcas, a sua presença entre nós não foi sempre pacífica. Logo durante a reconquista, o primeiro bispo cristão de Lisboa, o inglês Gilberto de Hastings, tentou convencer D. Afonso Henriques a colocar travão na autonomia templária (os seus mestres não respondiam senão perante o Papa), mas os seus intentos sairiam gorados.
Fonte: Templars.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

78. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XII)

Segundo outras versões da lenda, os cavaleiros teriam encontrado o Santo Graal, cálice utilizado por Jesus Cristo na Última Ceia, e que teria sido utilizado para recolher o seu sangue quando de sua crucificação. As versões são coincidentes quando dizem que o que foi encontrado foi levado pelos cavaleiros templários, sigilosamente, para a Europa, onde a Ordem teria alcançado do Papa Inocêncio II uma bula pela qual obtinham poderes ilimitados, sendo declarados "isentos de jurisdição episcopal", constituindo-se, desse modo, em poder autónomo, independente de qualquer interferência, política e religiosa, quer de reis quer de prelados. A partir de então, a Ordem ter-se-ia expandido rapidamente, em número e em poder político, acumulando vastos domínios em mais de dez países, vindo a enriquecer ainda mais através da concessão de créditos a reis, nobres e prelados, cobrando juros sobre esses recursos, instituindo o embrião do moderno sistema bancário.
Fonte: Wikipedia

terça-feira, 24 de março de 2009

1014. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE ALMOUROL (1)


O Castelo de Almourol está localizado no concelho de Vila Nova da Barquinha e encontra-se situado numa pequena ilha escarpada, no curso médio do rio Tejo. O Castelo de Almourol é dos monumentos militares medievais mais emblemáticos e cenográficos da Reconquista, sendo, simultaneamente, um dos que melhor evoca a memória dos Templários no nosso país.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

261. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (5)

Algumas descobertas arqueológicas revelaram que antes dos Templários terem iniciado a construção do castelo e do Convento, o sítio de Tomar foi habitado desde a época tardo-romana. Era uma urbe islamizada ao tempo da Reconquista cristã do século XII. As obras de reconstrução iniciaram-se pelo recinto acastelado (alambor e torre de menagem, em 1160), envolvendo um edifício em rotunda, onde os cavaleiros templários fundaram um templo fortificado, opondo-se às investidas almóadas. O templo de Tomar foi profundamente influenciado por modelos religiosos e arquitectónicos de Jerusalém, da época das cruzadas, em especial pelo Templo da Rocha, onde os Templários tiveram a sua casa-mãe.

segunda-feira, 3 de março de 2008

128. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XXVIII)

Uma das explicações para a origem da ideia de que as sextas-feiras treze são dias de azar prende-se com o que se relata no post imediatamente anterior. Em todo o território francês, os cavaleiros do Templo foram presos simultaneamente a 13 de Outubro de 1307, uma sexta-feira. Por terem sido submetidos a tortura, a maioria admitiu práticas consideradas hereges, como adorar um ídolo chamado Baphomet, homossexualidade ou cuspir na cruz. O Papa aprovou a sua extinção no Concílio de Vienne de 1311-1312 (esta cidade, localizada a aproximadamente 40 km de Lyon, na França, nada tem a ver com Viena na Austria).
Fonte: Wikipedia

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

115. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XXIII)

Uma das mais importantes doações feitas por D. Afonso I à Ordem do Templo foi, por alturas de 1159, a do território de Nabância. Seria aqui que nasceria Tomar, considerada a mais templária de todas as cidades. Com o seu magnífico castelo e com uma das mais importantes igrejas puramente templárias erigidas no Mundo (Santa Maria do Olival), Tomar terá sido, a par de Chipre, a capital oficiosa da Ordem do Templo. A sua importância era de tal forma grande que mereceu estrutura defensiva própria - que incluía os castelos da Cardiga, de Bode, de Zêzere, de Almourol e da Sertã, para além de fortificações em Pias e Domes.
Fonte: Templars.

sábado, 26 de janeiro de 2008

75. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (IX)

Tomada a cidade, o poder foi entregue a Godofredo de Bolhão. Depois de recusar o título de rei, dizendo que jamais usaria uma coroa de ouro na cidade onde Nosso Senhor usara uma coroa de espinhos, viria a aceitar apenas o título de Protector do Santo Sepulcro. Infelizmente, porém, o “reinado” de Godofredo durou pouco. Uma estranha doença, que muitos consideraram consequência de um envenenamento, matá-lo-ia em 1100. Desta forma, foi o seu irmão Balduíno a assumir o poder. Sem os pruridos de Godofredo, aceitou a coroa e o trono de Jerusalém como Balduíno I.

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

15. HISTÓRIA CONCISA DE TOMAR (IV)

(D. Gualdim Pais)

Em 1147 a terra é conquistada aos mouros por D. Afonso Henriques, que em 1159 doa como feudo aos Templários, na pessoa de Gualdim Pais, o castelo de Ceras, com seu vasto termo, a fim de que estes o povoassem. Proíbe, no entanto, que para esse povoamento viessem gentes que já habitavam entre Mondego e Tejo. Após um ano de estadia no castelo de Cera, situado naquela que é hoje a freguesia de Alviobeira, reconheceu Gualdim Pais que ele não reunia as condições apropriadas a servir de sede da Ordem, resolvendo dessa forma edificar um castelo em lugar que lhe pareceu mais adequado, e esse foi um outeiro na margem direita do Nabão e em cujo sopé se estendia viçosa planície apropriada a profícuo povoamento humano. Começou a construção no dia 1 de Março de 1160 conforme consta de inscrições que perduram no castelo, de cujo conjunto, embora mutilado pela invasão de outras edificações e afectado pelas habituais causas de ruína, ainda resta o suficiente para bem se conhecerem as peças componentes. Foi então construída uma muralha de forma irregular e angulosa, guarnecida de torreões, de acesso ao terreiro geral e dentro do qual se ergue, quase encostada à respectiva muralha circundante, a torre de menagem. Dessa altura também é a construção da célebre charola, mais tarde adaptada a capela-mor de um mais vasto templo. Em Novembro de 1162, o mestre Gualdim Pais dá carta foral aos futuros povoadores de Tomar. As principais disposições são relativas ao direito que devia regular as duas classes populares a estabelecer em Tomar: a dos cavaleiros vilãos e a dos peões herdadores. A partir de Tomar os Templários governavam vastas possessões do centro de Portugal, que estavam obrigados a defender dos ataques vindos dos estados islâmicos a sul. Como muitos senhores das então pouco povoadas regiões da fronteira, aos vilões foram concedidos muitos direitos que não tinham os habitantes do norte do país. Aqueles que podiam sustentar um cavalo estavam obrigados ao serviço militar em troca de privilégios. As mulheres também podiam ingressar na Ordem, mas não combatiam. Em 1190 a cidade foi cercada pelo Rei Almóada Yakub de Marrocos, mas os Monges Cavaleiros tiveram sucesso em defendê-la sob o comando de Gualdim Pais.