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quinta-feira, 13 de agosto de 2009

1565. HISTÓRIA CONCISA DE PAYALVO (1)

Há mais história em Tomar para além do Castelo e do Convento. O Nabantia retoma hoje as suas histórias concisas e começa por uma freguesia com mais patine. Paialvo é uma freguesia do concelho de Tomar, com 22,26 km² de área e 2850 habitantes, segundo o censo de 2001, com uma densidade de 128,0 hab/km². A freguesia de Paialvo é constituída por treze lugares: Bexiga, Carrascal, Carrazede, Casal Barreleiro, Charneca da Peralva, Curvaceiras, Delongo, Fontaínhas, Mouchões, Paialvo, Peralva, Soudos e Vila Nova. Foi vila e sede de concelho, constituído por uma freguesia, até 1836. Tinha, em 1801, 1407 habitantes. A freguesia possui ainda sete capelas e a Igreja Matriz. Pela grafia arcaica, Paialvo escrevia-se Payalvo. A letra Y foi oficialmente suprimida do alfabeto português pelo Formulário Ortográfico de 1943.

terça-feira, 31 de março de 2009

1045. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DO ALMOUROL (7)

Este D. Ramiro vivia no castelo com a sua mulher e a filha, Beatriz. Apesar de prisioneiro do fidalgo guerreiro, jovem mouro jurou vingar a morte da sua mãe e irmã. Escolheu para alvo desta sua vingança, as duas damas do castelo, a mulher e a filha de Ramiro. À esposa do cavaleiro, fez tomar todos os dias, sem que o soubesse, um veneno de acção lenta que pouco a pouco a fez definhar e morrer. Angustiado com a perda, D. Ramiro parte para novas batalhas, deixando Beatriz confiada à protecção do mouro. Então, o amor, correspondido, entre os dois foi mais forte e a jura de vingança ficou abandonada. Regressado das batalhas, o nobre tinha outras intenções para a sua filha: que esta casasse com um jovem cavaleiro da sua fé.

quinta-feira, 26 de março de 2009

1025. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DO ALMOUROL (3)


Estas últimas características constituem dois dos elementos inovadores com que os Templários pautaram a sua arquitectura militar no nosso país. Com efeito, como deixou claro Mário Barroca, a torre de menagem é estranha aos castelos pré-românicos, aparecendo apenas no século XII e em Tomar, o principal reduto defensivo templário em Portugal. A torre de menagem do castelo de Almourol tinha três pisos e foi bastante modificada ao longo dos tempos, mas mantém ainda importantes vestígios originais, como a sapata, que nos dá a dimensão geral da estrutura. Por outro lado, também as muralhas com torreões adossados, normalmente providas de alambor, foram trazidas para o ocidente peninsular pela Ordem, e vemo-las também aplicadas em Almourol.

quarta-feira, 25 de março de 2009

1019. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DO ALMOUROL (2)

As origens da ocupação deste local são bastante antigas e enigmáticas, mas o certo é que em 1129, data da conquista deste ponto pelas tropas portuguesas, o castelo já existia e denominava-se Almorolan. Entregue aos Templários, principais responsáveis pela defesa da capital, Coimbra, o castelo foi reedificado e assumiu as características arquitectónicas e artísticas essenciais, que ainda hoje se podem observar. Através de uma epígrafe sobre a porta principal, sabemos que a conclusão das obras foi em 1171, dois anos após a grandiosa obra do Castelo de Tomar. São várias as características que unem ambos, numa mesma linha de arquitectura militar templária. Em termos planimétricos, a opção foi por uma disposição quadrangular dos espaços. Em altura, as altas muralhas, protegidas por nove torres circulares adossadas, e a torre de menagem, verdadeiro centro nevrálgico de toda a estrutura.

sábado, 22 de novembro de 2008

613. ETIQUETAS DE UM ANO

Este é o estado dos Tags, como se diz em bloguês, do primeiro ano de vida do Nabantia:
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segunda-feira, 25 de agosto de 2008

429. SÉRIES NABANTIA

Chegou ao fim a publicação de mais uma série Nabantia, mais precisamente a História Concisa da Mata dos Sete Montes. A série pode ser consultada sequencialmente aqui. Depois de Tomar, dos Templários, do Castelo, do Convento e da Mata, em breve outras séries históricas aqui surgirão.

domingo, 10 de agosto de 2008

411. HISTÓRIA CONCISA DA MATA DOS SETE MONTES (2)

No entanto, apenas no século XVI o espaço da cerca, que originalmente correspondia às muralhas do castelo templário de Tomar, foi organizado. Durante o reinado de D. João III, Frei António de Lisboa ficou encarregue de dirigir a reforma religiosa que o rei pretendia levar a efeito no cenóbio tomarense.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

261. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (5)

Algumas descobertas arqueológicas revelaram que antes dos Templários terem iniciado a construção do castelo e do Convento, o sítio de Tomar foi habitado desde a época tardo-romana. Era uma urbe islamizada ao tempo da Reconquista cristã do século XII. As obras de reconstrução iniciaram-se pelo recinto acastelado (alambor e torre de menagem, em 1160), envolvendo um edifício em rotunda, onde os cavaleiros templários fundaram um templo fortificado, opondo-se às investidas almóadas. O templo de Tomar foi profundamente influenciado por modelos religiosos e arquitectónicos de Jerusalém, da época das cruzadas, em especial pelo Templo da Rocha, onde os Templários tiveram a sua casa-mãe.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

250. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (4)

Trata-se de uma construção periurbana, implantada no alto de uma elevação sobranceira à planície onde se estende a cidade. Está circundado pelas muralhas do Castelo de Tomar e pela mata da cerca. Actualmente é um espaço cultural, turístico e ainda devocional. A arquitectura partilha traços românicos, góticos, manuelinos, maneiristas e barrocos.
Fonte: Wikipedia.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

245. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (2)


O Convento de Cristo é um conjunto complexo, integrado por diversos espaços edificados e paisagísticos. Situa-se na parte alta de Tomar e é uma referencia incontornável do património arquitectónico português e mundial. Abrange cerca de 45 hectares, dos quais 5 correspondem ao castelo templário e ao Convento propriamente dito e os restantes à cerca conventual da primeira metade do século XVI, actualmente a Mata dos Sete Montes, que se encontra sob a gestão do Instituto da Conservação da Natureza.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

219. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR

Chegou ao fim a série Nabantia sobre a História Concisa do Castelo de Tomar. A colecção completa pode ser consultada aqui. Em breve chegará outra série. Assim o tempo o permita.

terça-feira, 6 de maio de 2008

217. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR (CONCLUSÃO)


E terminamos pelo princípio. Antes de Tomar e desta história única houve o Castelo de Ceras. Nos idos de 1144, uma ofensiva Muçulmana conquistou e destruiu o Castelo de Soure. Os Templários que conseguiram escapar, reuniram-se, na Primavera de 1147, às forças de D. Afonso Henriques (1112-1185) que se preparavam para a conquista de Santarém. Como recompensa pelo auxílio nesta campanha, receberam do soberano os rendimentos eclesiásticos da terra conquistada; mas meses depois, integrada também Lisboa na posse cristã, o sacerdote inglês Gilberto, primeiro bispo da restaurada diocese lisbonense, contestou a validade daquela doação, travando-se demorado litígio, que só terminou mais de dez anos depois, quando o próprio D. Afonso Henriques harmonizou os desavindos, cedendo àquele prelado o benefício que disputava e doando aos Templários, na pessoa do seu Mestre no reino, então D. Gualdim Pais, o Castelo de Cera (Castrum Caesaris), hoje Ceras, com seu vasto termo, junto à actual ribeira de Ceras, a cerca de duas léguas a Nor-Nordeste do lugar de Alviobeira. Era imperativa a operação de uma fortificação na região, destinada a complementar a linha defensiva do acesso por Santarém à então capital, Coimbra. Ao fim de um ano no Castelo de Cera, que se encontrava arruinado, Gualdim Pais decidiu-se pela construção de um novo castelo, em local mais adequado. Por isso se escreveu a história do Castelo de Tomar, que ainda hoje vigia imponentemente uma cidade de heróis, de mistério e de futuro.
Fonte: Wikipedia
(Foto)

segunda-feira, 5 de maio de 2008

216. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR (12)


Apesar das múltiplas alterações que tiveram lugar no recinto fortificado ao longo dos séculos, a maior parte delas relacionada com as sucessivas campanhas de alargamento do Convento de Cristo no sector Oeste, são ainda numerosos e significativos os elementos românicos do castelo. Entre eles destaca-se a Torre de Menagem, com planta no formato rectangular, dividida internamente em três pavimentos. No segundo pavimento encontra-se uma inscrição em latim, repetida na lápide comemorativa do cerco muçulmano de 13 de Julho de 1190 na escadaria que leva ao terreiro da Charola, informando ao visitante: Na era de 1198 (1160 da era de Cristo), reinando Afonso, ilustríssimo rei de Portugal, D. Gualdim, mestre dos cavaleiros portugueses do Templo, com os seus freires, começou no primeiro dia de Março a edificar este castelo, chamado de Tomar, que, acabado, o rei ofereceu a Deus e aos cavaleiros do Templo.

Fonte: Wikipedia

quinta-feira, 1 de maio de 2008

212. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR (11)

Essas muralhas eram reforçadas a espaços regulares por cubelos de plantas semi-circular e quadrangular, em tipologia importada pelos Templários do Oriente, que a ele recorreram na Terra Santa na fortificação de Saphyum, que seguia o risco do Krak dos Cavaleiros Hospitalários, em Hom. Ingressando pela Porta de Santiago e ultrapassando-se a Porta do Sol surgem, à direita, a Alcáçova e a Torre de Menagem. Abre-se então o terreiro que vai dar à Charola. Para Sudoeste, outro terreiro, rematado pela Torre de Dona Catarina. A muralha prossegue, amparada em torreões, até à Porta do Sangue e à Torre da Condessa. Para o Norte, observam-se outras torres com plantas em diversos feitios. Ultrapassada a Charola, abre-se a Porta de São Martinho, inflectindo a muralha, sempre amparada por torres e cubelos, de novo em direcção à alcáçova.

Fonte: Wikipedia

quarta-feira, 23 de abril de 2008

200. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR (10)

É composto por uma dupla cintura de muralhas, que delimitavam o primitivo burgo intramuros e a praça de armas:
- uma em plano superior, de planta poligonal irregular, com algumas faces curvas, nascendo junto à entrada da Casa do Capítulo e terminando na Torre de Dona Catarina. Delimita a Alcáçova e mantém apenas a cisterna e a Torre de Menagem em seu interior, figura defensiva introduzida em Portugal pelos Templários e que tem, aqui, o seu testemunho mais antigo;
- outra em plano inferior, ligando a fachada Leste da Charola à zona Sul da Alcáçova, que correspondia à vila fortificada da Baixa Idade Média. Também apresenta planta poligonal irregular, desenvolvendo-se em cunha no sentido Leste, rematada numa grande torre de planta quadrangular, denominada Torre da Rainha.
Esta cintura incorpora um outro elemento defensivo também introduzido pelos Templários no país: o alambor. Este consiste no embasamento dos muros em rampas, destinadas a impedir a aproximação das torres de assalto e a dificultar os trabalhos de sapa e mina, bem como a eliminar ângulos mortos na base das muralhas, tendo sido empregado em Tomar circundando toda a muralha.

Fonte: Wikipedia

sábado, 19 de abril de 2008

190. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR (9)

É ao Templo e ao mestre Gualdim Pais (1158-1195), que se deve a renovação da arquitectura militar em Portugal, prova de que estava "na posse das melhores técnicas militares da época" (BARROCA, 1990/91, p.122).Apesar das múltiplas alterações verificadas no recinto fortificado, a maior parte delas relacionada com as sucessivas campanhas de alargamento do Convento de Cristo, são ainda numerosos e significativos os elementos românicos da fortaleza. O mais importante é, com certeza, a torre de menagem. Trata-se de um dispositivo introduzido no nosso país pelos Templários e que tem em Tomar o seu testemunho mais antigo (BARROCA, 2001, p.107). De planta rectangular, eleva-se em três andares, bem acima das muralhas que delimitam a alcáçova. Esta é de planta genericamente poligonal, com algumas faces curvas e mantém apenas a torre de menagem no seu interior. Abaixo deste recinto superior, existe um mais vasto espaço que correspondeu, inicialmente, à vila fortificada da Baixa Idade Média. A planta é igualmente irregular e desenvolve-se em cunha no sentido nascente, rematando numa poderosa torre quadrangular, conhecida como torre da rainha. Esta secção da muralha integra outro elemento vincadamente românico e introduzido na arquitectura militar pelos Templários - o alambor, sistema de "embasamento rampeado dos muros", destinado a "dificultar os trabalhos de sapa e de mina, a impedir a aproximação de torres de assalto e a eliminar ângulos mortos na base das muralhas" (IDEM, p.110). Em Tomar, como salientou Mário Barroca, o alambor foi empregue "numa dimensão nunca mais vista entre nós", circundando toda a muralha e determinando mesmo a inclinação das próprias seteiras.

Fonte: IPPAR

sexta-feira, 18 de abril de 2008

189. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR (8)

O Castelo apresenta elementos de arquitectura militar nos estilos românico, gótico e renascentista. Alguns autores apontam a presença de vestígios indicativos de uma estrutura militar anterior, que poderia remontar à época romana e que teria perdurado até à época islâmica, referindo a presença, no aparelho dos muros, de algumas placas decorativas, de cronologia visigótica ou moçárabe, provavelmente oriundas do sítio de Santa Maria dos Olivais, à margem esquerda do rio Nabão.

Fonte: Wikipedia

segunda-feira, 14 de abril de 2008

183. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR (7)


Escasseiam, a partir de então, as informações sobre on Castelo de Tomar: em 1618, demoliu-se a torre Noroeste para se ampliar a entrada no recinto do Castelo, que chegou aos nossos dias relativamente bem conservado. A vila de Tomar foi elevada à categoria de cidade por alvará de D. Maria II (1826-1828 e 1834-1853), em 13 de Fevereiro de 1844. O castelo encontra-se classificado como Monumento Nacional por Decreto publicado em 23 de Junho de 1918, e como Património da Humanidade, pela pela Assembleia Geral da UNESCO de 27 a 30 de Junho de 1983. Em 1973 procedeu-se a trabalhos de restauro no piso do adarve no troço de muralha entre a Porta do Sol e a Torre da Rainha e, mais recentemente, em 1986, trabalhos de consolidação das muralhas junto à Porta do Sangue.

Fonte: Wikipedia

domingo, 13 de abril de 2008

182. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR (6)

Com a extinção da Ordem pelo Papa Clemente V (1312), o rei D. Dinis (1279-1325) acautelou a posse dos seus bens e criou a Ordem de Nosso Senhor Jesus Cristo (1321), inicialmente com sede em Castro Marim, no Algarve, transferindo-lhe o património da antiga Ordem. Poucos anos mais tarde, entretanto, a sede da nova Ordem foi transferida para Tomar (1338). O Infante D. Henrique, na qualidade de Governador da Ordem de Cristo, teve residência no Castelo de Tomar. Posteriormente, o Castelo foi objecto da atenção de D. Manuel I (1495-1521) e de D. João III (1521-1557), através de obras de restauração e reforço, tendo sido ampliado o Convento de Cristo. Por ordem do primeiro, a população intra-muros foi obrigada a transferir-se para a vila, junto ao rio (1499). Posteriormente, na primeira metade do século XVI, os Paços da Rainha foram ampliados, desenvolvendo-se as obras no sentido setentrional, entre a Charola e a Alcáçova.

sábado, 12 de abril de 2008

180. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR (5)


Duas décadas mais tarde, já sob o reinado de D. Sancho I (1185-1211) a contra-ofensiva almóada de 1190, sob o comando do califa Abu Yusuf Ya'qub al-Mansur, após reconquistar o Castelo de Silves e o Algarve, avançou para o Norte conquistando, sucessivamente, os castelos de Alcácer do Sal, Palmela e Almada (1190-1191). Transpôs em seguida a Linha do Tejo, cercando Santarém, destruindo Torres Novas e Abrantes, até alcançar Tomar, que, sob sucessivos assaltos, resistiu durante seis dias, defendida pelos Templários, quebrando o ímpeto do invasor. Nesta ocasião, os mouros forçaram a porta do Sul e penetraram na cerca exterior. A defesa dos Templários foi de tal forma encarniçada que a porta de assalto ficou conhecida como Porta do Sangue.

Fonte: Wikipedia