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sexta-feira, 17 de outubro de 2008

529. HISTÓRIA CONCISA DAS FEIRAS DE TOMAR (8)

O Alvará de criação da feira permite que "se possa fazer na dita Vila uma feira cada ano, por dia de Sta. Iria, pagando-se nela os direitos de tudo o que se vender, pelo que mando ao Provedor da comarca da dita vila de Tomar o faça apregoar pelos lugares dela, e os mais indivíduos e pessoas a quem o conhecimento disto pertencer, não impidam fazer-se a dita feira, pelo dito dia..."

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

528. HISTÓRIA CONCISA DAS FEIRAS DE TOMAR (7)

A Feira de Sta. Iria foi criada por Carta Real de 3 de Outubro de 1626, de D. Filipe III. Veio substituir a Feira de Sto. André, aproveitando uma época mais favorável às passas. Esta região sempre foi fértil em frutos secos, o que lhe permitiu exercer uma influencia determinante na fixação dos respectivos preços.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

527. HISTÓRIA CONCISA DAS FEIRAS DE TOMAR (6)

Em 1890 é criada a feira mista anual, que se realizava na Várzea Grande, nos terceiros domingos de Maio. A partir de 1893 passou a realizar-se nos quartos domingos de Julho.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

523. HISTÓRIA CONCISA DAS FEIRAS DE TOMAR (5)

Em 1780 é criada a feira do Espírito Santo, por D. Maria I. A 21 de Fevereiro de 1781, a Camara Municipal decide que esta feira seria isenta de siza. Durava três dias, de sexta-feira a domingo. A realização desta feira fora pedida pela Confraria do Menino Deus Jesus dos Milagres, que pedira à Rainha que fosse realizada uma feira pública no lugar da capela do Menino Jesus. O objectivo era o de aumentar as esmolas do culto da imagem do Menino Jesus.

sábado, 11 de outubro de 2008

519. HISTÓRIA CONCISA DAS FEIRAS DE TOMAR (4)

A feira de Sto. André, por carta de D. Duarte, conservou os privilégios da feira de S. Tiago, e não era franqueada em metade da siza. A feira de S. Tiago passou a ter início no dia em que dantes terminava quatro anos depois de ter começado com a criação da feira de Outono, a feira de Sto. André.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

518. HISTÓRIA CONCISA DAS FEIRAS DE TOMAR (3)

A feira de S. Tiago decorria entre 15 de Julho e 1 de Agosto. dado que a feira se prolongava por quinze dias e existindo a necessidade de criar outra feira no Outono, com a finalidade de vender frutas e passas em que era rica a região, o irmão de D. Henrique, D. Duarte, autoriza, em 1434, que seja encurtada a feira de S. Tiago e criada a feira de Sto. André, a começar a 30 de Novembro, dia de Sto. André, e a terminar a 08 de Dezembro, dia de N. Srª da Conceição, durante nove dias.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

517. HISTÓRIA CONCISA DAS FEIRAS DE TOMAR (2)

A feira henriquina ficou conhecida como a Feira de S. Tiago. Na autorização real constava autorização de uso e porte de arma para os feirantes, utilização de montadas sem receio de requisição, e ainda as garantias de não serem presos, acusados ou procurados por crimes praticados fora da vila ou do seu termo. Na Carta de Feira Franqueada de Tomar, dada em 1421 por D. João I, estabelecia-se ainda que os corregedores (representantes do Rei nas comarcas, magistrados que administravam a justiça) e os meirinhos (oficial de justiça, que tinha o dever de prender, citar, penhorar e cumprir quaisquer mandados judiciais, provem do latim "majorinus"), apenas podiam ir à feira comerciar.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

510. HISTÓRIA CONCISA DAS FEIRAS DE TOMAR (1)

As primeiras feiras que se realizaram em Tomar nos tempos da nossa era, descontando as que certamente ocorriam nos tempos da ocupação romana e árabe, foram as Feiras Henriquinas. D. Henrique, Mestre da Ordem de Cristo e ilustre habitante de Tomar, requereu a seu pai, El-Rei D. João I, que aqui criasse uma feira franca, o que viria a suceder em 1421.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

429. SÉRIES NABANTIA

Chegou ao fim a publicação de mais uma série Nabantia, mais precisamente a História Concisa da Mata dos Sete Montes. A série pode ser consultada sequencialmente aqui. Depois de Tomar, dos Templários, do Castelo, do Convento e da Mata, em breve outras séries históricas aqui surgirão.

sábado, 16 de agosto de 2008

421. HISTÓRIA CONCISA DA MATA DOS SETE MONTES (6)

Depois da extinção das ordens religiosas, as propriedades da Ordem de Cristo foram vendidas em hasta pública, constando entre elas a cerca do Convento de Cristo, adquirida em 1838 por António da Costa Cabral. No ano de 1936 o 3º Conde de Tomar, seu neto, colocou o Convento e a cerca à venda, tendo sido adquiridos pelo Estado. A Mata foi então entregue aos Serviços Florestais de Sintra, a quem se deve o ajardinamento e parte da sua reflorestação, feita essencialmente através de folhosas e resinosas, Acer, Freixo, Lodão, Ulmeiros e Cedros.

domingo, 10 de agosto de 2008

411. HISTÓRIA CONCISA DA MATA DOS SETE MONTES (2)

No entanto, apenas no século XVI o espaço da cerca, que originalmente correspondia às muralhas do castelo templário de Tomar, foi organizado. Durante o reinado de D. João III, Frei António de Lisboa ficou encarregue de dirigir a reforma religiosa que o rei pretendia levar a efeito no cenóbio tomarense.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

359. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (22)


Entre o século XII e os primórdios do século XVI, a alcáçova e o cenóbio templário sofreram obras integradas nos modelos do gótico europeu. Aos edifícios militares pré-existentes vieram a acrescentar-se, depois da extinção da Ordem dos Templários, em 1312, os claustros góticos do Cemitério e das Lavagens, correspondendo ao período em que o infante D. Henrique, filho de D. João I, era administrador e Governador da Ordem de Cristo. Esta, havia sido criada por iniciativa de D. Dinis, em 1319, e representava a cavalaria militar religiosa portuguesa. A vila baixa medieval de Tomar tem origem no povoamento dos séculos XIII e XIV.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

357. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (21)


A célebre janela manuelina do Convento de Cristo, que se tornou um ícone da cidade de Tomar e das presença da cidade na História de Portugal, é atribuída a Diogo de Arruda e constitui um dos mais originais exemplos do tardo-gótico manuelino. Foi executada entre 1510 e 1513. Desenvolve motivos hiper-realistas, simbolizando a Árvore da Vida e o Tronco de Jessé, segundo os temas das Sagradas Escrituras. É indissociável da fachada ocidental da igreja, que reflecte iconograficamente o programa imperial de D. Manuel e da Ordem de Cristo. A sua beleza ímpar e o seu complexo significado justificam que se tenha tornado a imagem universal do Convento. A mais simbólica das cinco janelas do Coro Baixo da igreja do Convento (o simbolismo do conjunto das cinco janelas manuelinas adensa-se se se pensar nos cinco impérios/Quinto Império e no Pentecostes). É tida como o expoente máximo do manuelino. Está recheada de alusões às Descobertas e à História de Portugal. A fachada em que está incrustada é uma imensa peça artística que lhe complementa o significado e vinca outras alusões, incluindo a de que os tabuleiros da Festa dos Tabuleiros tivessem sido inspirados nos botaréus que ladeiam aquele espaço.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

265. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (7)


O núcleo do mosteiro é, pois, a Charola do século XII, o Oratório dos Templários. Tal como em muitos dos seus templos, baseia-se na Rotunda do Santo Sepulcro de Jerusalém, adaptada posteriormente pelo Infante D. Henrique. Em 1356, Tomar passou a ser a sede da Ordem de Cristo em Portugal, e a decoração da Charola reflecte a riqueza da Ordem. As pinturas e frescos (quase só cenas bíblicas do século XVI) e a estatuária dourada sob a cúpula bizantina, foram cuidadosamente restauradas. Quando foi construída a igreja manuelina, esta ficou ligada à Charola por uma arcada. A Charola, poligonal, é o centro do conjunto de edificações, culminando-as visualmente. A norte e a este estão a Sacristia, os claustros do Cemitério e da Lavagem, as ruínas dos Paços, as Enfermarias e ainda a Sala dos Cavaleiros e a Botica.

Fonte: Wikipedia.

(Foto)

segunda-feira, 9 de junho de 2008

261. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (5)

Algumas descobertas arqueológicas revelaram que antes dos Templários terem iniciado a construção do castelo e do Convento, o sítio de Tomar foi habitado desde a época tardo-romana. Era uma urbe islamizada ao tempo da Reconquista cristã do século XII. As obras de reconstrução iniciaram-se pelo recinto acastelado (alambor e torre de menagem, em 1160), envolvendo um edifício em rotunda, onde os cavaleiros templários fundaram um templo fortificado, opondo-se às investidas almóadas. O templo de Tomar foi profundamente influenciado por modelos religiosos e arquitectónicos de Jerusalém, da época das cruzadas, em especial pelo Templo da Rocha, onde os Templários tiveram a sua casa-mãe.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

250. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (4)

Trata-se de uma construção periurbana, implantada no alto de uma elevação sobranceira à planície onde se estende a cidade. Está circundado pelas muralhas do Castelo de Tomar e pela mata da cerca. Actualmente é um espaço cultural, turístico e ainda devocional. A arquitectura partilha traços românicos, góticos, manuelinos, maneiristas e barrocos.
Fonte: Wikipedia.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

245. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (2)


O Convento de Cristo é um conjunto complexo, integrado por diversos espaços edificados e paisagísticos. Situa-se na parte alta de Tomar e é uma referencia incontornável do património arquitectónico português e mundial. Abrange cerca de 45 hectares, dos quais 5 correspondem ao castelo templário e ao Convento propriamente dito e os restantes à cerca conventual da primeira metade do século XVI, actualmente a Mata dos Sete Montes, que se encontra sob a gestão do Instituto da Conservação da Natureza.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

242. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (1)


O Convento de Cristo, histórico monumento na cidade de Tomar, situado na freguesia de S. João Baptista, classificado em 1983 pela UNESCO como Património Mundial da Humanidade, pertenceu à Ordem dos Templários. Fundado em 1162 pelo Grão-Mestre dos Templários, D. Gualdim Pais, o Convento de Cristo ainda conserva os sinais, os símbolos, as recordações da intensa presença desses monges cavaleiros e dos seus herdeiros, a Ordem de Cristo, os quais fizeram deste edifício a sua sede.
Fonte: Wikipedia.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

219. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR

Chegou ao fim a série Nabantia sobre a História Concisa do Castelo de Tomar. A colecção completa pode ser consultada aqui. Em breve chegará outra série. Assim o tempo o permita.

terça-feira, 6 de maio de 2008

217. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR (CONCLUSÃO)


E terminamos pelo princípio. Antes de Tomar e desta história única houve o Castelo de Ceras. Nos idos de 1144, uma ofensiva Muçulmana conquistou e destruiu o Castelo de Soure. Os Templários que conseguiram escapar, reuniram-se, na Primavera de 1147, às forças de D. Afonso Henriques (1112-1185) que se preparavam para a conquista de Santarém. Como recompensa pelo auxílio nesta campanha, receberam do soberano os rendimentos eclesiásticos da terra conquistada; mas meses depois, integrada também Lisboa na posse cristã, o sacerdote inglês Gilberto, primeiro bispo da restaurada diocese lisbonense, contestou a validade daquela doação, travando-se demorado litígio, que só terminou mais de dez anos depois, quando o próprio D. Afonso Henriques harmonizou os desavindos, cedendo àquele prelado o benefício que disputava e doando aos Templários, na pessoa do seu Mestre no reino, então D. Gualdim Pais, o Castelo de Cera (Castrum Caesaris), hoje Ceras, com seu vasto termo, junto à actual ribeira de Ceras, a cerca de duas léguas a Nor-Nordeste do lugar de Alviobeira. Era imperativa a operação de uma fortificação na região, destinada a complementar a linha defensiva do acesso por Santarém à então capital, Coimbra. Ao fim de um ano no Castelo de Cera, que se encontrava arruinado, Gualdim Pais decidiu-se pela construção de um novo castelo, em local mais adequado. Por isso se escreveu a história do Castelo de Tomar, que ainda hoje vigia imponentemente uma cidade de heróis, de mistério e de futuro.
Fonte: Wikipedia
(Foto)