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terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

115. HISTÓRIA CONCISA DOS TEMPLÁRIOS (XXIII)

Uma das mais importantes doações feitas por D. Afonso I à Ordem do Templo foi, por alturas de 1159, a do território de Nabância. Seria aqui que nasceria Tomar, considerada a mais templária de todas as cidades. Com o seu magnífico castelo e com uma das mais importantes igrejas puramente templárias erigidas no Mundo (Santa Maria do Olival), Tomar terá sido, a par de Chipre, a capital oficiosa da Ordem do Templo. A sua importância era de tal forma grande que mereceu estrutura defensiva própria - que incluía os castelos da Cardiga, de Bode, de Zêzere, de Almourol e da Sertã, para além de fortificações em Pias e Domes.
Fonte: Templars.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

510. HISTÓRIA CONCISA DAS FEIRAS DE TOMAR (1)

As primeiras feiras que se realizaram em Tomar nos tempos da nossa era, descontando as que certamente ocorriam nos tempos da ocupação romana e árabe, foram as Feiras Henriquinas. D. Henrique, Mestre da Ordem de Cristo e ilustre habitante de Tomar, requereu a seu pai, El-Rei D. João I, que aqui criasse uma feira franca, o que viria a suceder em 1421.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

528. HISTÓRIA CONCISA DAS FEIRAS DE TOMAR (7)

A Feira de Sta. Iria foi criada por Carta Real de 3 de Outubro de 1626, de D. Filipe III. Veio substituir a Feira de Sto. André, aproveitando uma época mais favorável às passas. Esta região sempre foi fértil em frutos secos, o que lhe permitiu exercer uma influencia determinante na fixação dos respectivos preços.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

189. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR (8)

O Castelo apresenta elementos de arquitectura militar nos estilos românico, gótico e renascentista. Alguns autores apontam a presença de vestígios indicativos de uma estrutura militar anterior, que poderia remontar à época romana e que teria perdurado até à época islâmica, referindo a presença, no aparelho dos muros, de algumas placas decorativas, de cronologia visigótica ou moçárabe, provavelmente oriundas do sítio de Santa Maria dos Olivais, à margem esquerda do rio Nabão.

Fonte: Wikipedia

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

59. PRÓXIMA SÉRIE 'NABANTIA'

Depois da História Concisa de Tomar, a segunda série 'Nabantia' será a História Concisa dos Templários. Tomar é uma cidade templária, que à Ordem deve o seu código genético e a sua identidade histórico-cultural.

(Cavaleiro Templário)

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

905. HISTÓRIA CONCISA DA LEITURA PÚBLICA EM TOMAR (14)

Para o enriquecimento dos fundos bibliográficos contribuíram vários cidadãos tomarenses, numa demonstração de amor à terra e à cultura. Contribuiu de forma notável, apaixonadamente, António Cartaxo da Fonseca, não apenas pela quantidade de obras doadas, mas sobretudo, pelo valor documental que elas possuem. Outros beneméritos, entre muitos, não podem ficar esquecidos: Vieira Guimarães, Augusto Tamagnini, Fernando (Nini) Ferreira, Fernando Lopes-Graça e José-Augusto França. Manoel de Matos oferece uma valiosa colecção de moedas, tapeçarias e o mobiliário para o edifício da Rua Silva Magalhães. E assim se constituiu a biblioteca pública de Tomar.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

174. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR (2)

D. Afonso Henriques concedeu aos Templários a defesa das linhas que conduziam a Coimbra, a capital do reino durante o século XII. Nesse processo, a Ordem do Templo entrou na posse de um vasto território entre-Tejo-e-Mondego, que teve por objectivo controlar o acesso meridional a Coimbra e cujo centro nevrálgico era, precisamente, Tomar. A carta régia de doação data de 1159 e o Castelo começou a ser edificado um ano depois, de acordo com uma inscrição que se conserva na torre de menagem.

Fonte: IPPAR

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

523. HISTÓRIA CONCISA DAS FEIRAS DE TOMAR (5)

Em 1780 é criada a feira do Espírito Santo, por D. Maria I. A 21 de Fevereiro de 1781, a Camara Municipal decide que esta feira seria isenta de siza. Durava três dias, de sexta-feira a domingo. A realização desta feira fora pedida pela Confraria do Menino Deus Jesus dos Milagres, que pedira à Rainha que fosse realizada uma feira pública no lugar da capela do Menino Jesus. O objectivo era o de aumentar as esmolas do culto da imagem do Menino Jesus.

sábado, 16 de agosto de 2008

421. HISTÓRIA CONCISA DA MATA DOS SETE MONTES (6)

Depois da extinção das ordens religiosas, as propriedades da Ordem de Cristo foram vendidas em hasta pública, constando entre elas a cerca do Convento de Cristo, adquirida em 1838 por António da Costa Cabral. No ano de 1936 o 3º Conde de Tomar, seu neto, colocou o Convento e a cerca à venda, tendo sido adquiridos pelo Estado. A Mata foi então entregue aos Serviços Florestais de Sintra, a quem se deve o ajardinamento e parte da sua reflorestação, feita essencialmente através de folhosas e resinosas, Acer, Freixo, Lodão, Ulmeiros e Cedros.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

359. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (22)


Entre o século XII e os primórdios do século XVI, a alcáçova e o cenóbio templário sofreram obras integradas nos modelos do gótico europeu. Aos edifícios militares pré-existentes vieram a acrescentar-se, depois da extinção da Ordem dos Templários, em 1312, os claustros góticos do Cemitério e das Lavagens, correspondendo ao período em que o infante D. Henrique, filho de D. João I, era administrador e Governador da Ordem de Cristo. Esta, havia sido criada por iniciativa de D. Dinis, em 1319, e representava a cavalaria militar religiosa portuguesa. A vila baixa medieval de Tomar tem origem no povoamento dos séculos XIII e XIV.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

242. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (1)


O Convento de Cristo, histórico monumento na cidade de Tomar, situado na freguesia de S. João Baptista, classificado em 1983 pela UNESCO como Património Mundial da Humanidade, pertenceu à Ordem dos Templários. Fundado em 1162 pelo Grão-Mestre dos Templários, D. Gualdim Pais, o Convento de Cristo ainda conserva os sinais, os símbolos, as recordações da intensa presença desses monges cavaleiros e dos seus herdeiros, a Ordem de Cristo, os quais fizeram deste edifício a sua sede.
Fonte: Wikipedia.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

938. HISTÓRIA CONCISA DA LEITURA PÚBLICA EM TOMAR (18)

As fontes utilizadas nesta História Concisa da Leitura Pública em tomar foram o sítio da Camara Municipal de Tomar e a Wikipedia.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

929. HISTÓRIA CONCISA DA LEITURA PÚBLICA EM TOMAR (16)

A Biblioteca Municipal de Tomar, para além do apoio contratual do IPLB (Instituto Português do Livro e das Bibliotecas), recebeu da Fundação Calouste Gulbenkian a doação do fundo documental pertencente à Biblioteca Fixa nº 72 de Tomar que passou, deste modo, a integrar o acervo da nova Biblioteca.

quarta-feira, 25 de março de 2009

1019. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DO ALMOUROL (2)

As origens da ocupação deste local são bastante antigas e enigmáticas, mas o certo é que em 1129, data da conquista deste ponto pelas tropas portuguesas, o castelo já existia e denominava-se Almorolan. Entregue aos Templários, principais responsáveis pela defesa da capital, Coimbra, o castelo foi reedificado e assumiu as características arquitectónicas e artísticas essenciais, que ainda hoje se podem observar. Através de uma epígrafe sobre a porta principal, sabemos que a conclusão das obras foi em 1171, dois anos após a grandiosa obra do Castelo de Tomar. São várias as características que unem ambos, numa mesma linha de arquitectura militar templária. Em termos planimétricos, a opção foi por uma disposição quadrangular dos espaços. Em altura, as altas muralhas, protegidas por nove torres circulares adossadas, e a torre de menagem, verdadeiro centro nevrálgico de toda a estrutura.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

854. HISTÓRIA CONCISA DA LEITURA PÚBLICA EM TOMAR (10)

A I República legisla sobre as bibliotecas em 18 de Março de 1911. Considera que o fim das bibliotecas não é conservar os livros, mas torná-los úteis. A legislação republicana ia no sentido do acesso à biblioteca, leitura domiciliária, colecções móveis, salas para crianças, leitura no caminho de ferro, nos hospitais e nas prisões. Os republicanos pretendiam instituir bibliotecas populares em cada município de onde irradiariam bibliotecas móveis complementando a acção da escola. Pela primeira vez estabelece-se claramente a diferença entre Bibliotecas eruditas, com função essencialmente de conservação e Bibliotecas Populares destinadas à instrução, à informação e ao entretenimento onde deveriam existir salas para crianças, realizar-se conferências e praticar-se o empréstimo domiciliário. A I República tem essencialmente a preocupação de generalizar o acesso à leitura por parte de todos os cidadãos.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

828. HISTÓRIA CONCISA DA LEITURA PÚBLICA EM TOMAR (6)

As bibliotecas populares são criadas por uma Lei de 2 de agosto de 1870. O seu objectivo é o de desenvolver os conhecimentos das classes populares por meio da leitura moral e instrutiva. Pretendia-se que existissem pela iniciativa dos poderes públicos de acordo com a acção municipal. A Lei estabelecia que deveriam existir pelo menos na capital de cada concelho e ser mantidas e expensas das Câmaras Municipais. A leitura devia ser gratuita, domiciliária, poder realizar-se nos dias feriados ou nas suas vésperas. Em Janeiro de 1883 determinou-se que as bibliotecas abrissem duas horas à noite.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

940. HISTÓRIA CONCISA DA LEITURA PÚBLICA EM TOMAR

Chegou ao fim a publicação da série História Concisa da Leitura Pública Em Tomar. Sendo certo que é sempre possível fazer melhor, e certamente melhor se fará no futuro, com o empenho de todos, Tomar pode orgulhar-se de ter uma boa Biblioteca Municipal, com um fundo razoável e bastantes actividades em benefício da cultura e da população. A série pode ser consultada aqui.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

836. HISTÓRIA CONCISA DA LEITURA PÚBLICA EM TOMAR (9)

D. António da Costa, no espaço de 69 dias, que tantos foram os que durou o novo ministério, fez profundas reformas, prestou relevantes serviços à instrução pública, promulgando o decreto da liberdade do ensino superior, da reforma da instrução primária, das bibliotecas populares, das escolas normais, da reorganização do teatro nacional, entre outros. Em 29 de Dezembro de 1881 foi encarregado por el-rei D. Luís de estudar e coligir elementos para a reforma da imprensa da Universidade. Em 1886, D. António da Costa, já muito adoentado, viu-se obrigado a pedir a aposentação do cargo de chefe da repartição de instrução superior que ocupava no ministério do reino. Mais tarde foi-se-lhe agravando a doença, até que o vitimou.

sábado, 24 de janeiro de 2009

820. HISTÓRIA CONCISA DA LEITURA PÚBLICA EM TOMAR (3)

De facto, a grande preocupação do reinado de D. José I é a eliminação de quaisquer ingerências no poder absoluto do rei, visto como soberano, ungido de Deus Todo-Poderoso, imediato à sua divina omnipotência, e tão independente que não reconhecia na terra senhor superior temporal (citado da Dedução Cronológica e Analítica de 1767) de acordo com as novas tendências filosóficas e teológicas (como o jansenismo).

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

527. HISTÓRIA CONCISA DAS FEIRAS DE TOMAR (6)

Em 1890 é criada a feira mista anual, que se realizava na Várzea Grande, nos terceiros domingos de Maio. A partir de 1893 passou a realizar-se nos quartos domingos de Julho.