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domingo, 13 de julho de 2008

374. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (31)


As diferentes obras-primas que compõem o Convento de Cristo e a sua envolvente paisagística, castelo dos Templários, a pintura e a escultura da Charola, a Capela dos Reis Magos, a Capela do cruzeiro, o alçado sul, as hortas e o laranjal, a cerca e charolinha castilhiana, o aqueduto filipino de seis quilómetros e a notável Basílica renascentista de N. Senhora da Conceição, inicialmente projectada para capela mortuária de D. João III, revelam valores culturais de grande autenticidade e significado histórico, arquitectónico, artístico, arqueológico e paisagístico. Conferem ao conjunto monumental um lugar cimeiro e único na arte e na cultura portuguesas e um valor patrimonial excepcional.

domingo, 22 de junho de 2008

342. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (12)

O Claustro de Sta. Bárbara, ou Claustro Pequeno, como foi inicialmente conhecido, começou a ser construído em 1531, durante as obras da responsabilidade do arquitecto João Castilho. Passou a funcionar como espaço de distribuição no interior do Convento. É quadrado, com quatro arcos rebaixados por ala, sobre colunas de fuste liso.

domingo, 13 de abril de 2008

182. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR (6)

Com a extinção da Ordem pelo Papa Clemente V (1312), o rei D. Dinis (1279-1325) acautelou a posse dos seus bens e criou a Ordem de Nosso Senhor Jesus Cristo (1321), inicialmente com sede em Castro Marim, no Algarve, transferindo-lhe o património da antiga Ordem. Poucos anos mais tarde, entretanto, a sede da nova Ordem foi transferida para Tomar (1338). O Infante D. Henrique, na qualidade de Governador da Ordem de Cristo, teve residência no Castelo de Tomar. Posteriormente, o Castelo foi objecto da atenção de D. Manuel I (1495-1521) e de D. João III (1521-1557), através de obras de restauração e reforço, tendo sido ampliado o Convento de Cristo. Por ordem do primeiro, a população intra-muros foi obrigada a transferir-se para a vila, junto ao rio (1499). Posteriormente, na primeira metade do século XVI, os Paços da Rainha foram ampliados, desenvolvendo-se as obras no sentido setentrional, entre a Charola e a Alcáçova.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

340. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (11)

O Claustro Principal foi projectado e iniciado por João Castilho, por volta de 1520-1533, durante a campanha de D. João III, tendo sido parcialmente demolido e reconstruído sob projecto de Diogo de Torralva. Foi concluído, no essencial, em 1562. Em finais do século XVI recebeu obras do arquitecto Filipe Terzi. É quadrado com chanfros nos ângulos. É considerada uma obra-prima do Renascimento europeu.

terça-feira, 17 de junho de 2008

334. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (8)

Os Claustros são góticos, com estrutura de arcadas quebradas sobre colunas grupadas. Já a nave manuelina de espaço unificado está coberta com abóbada rebaixada. As janelas, frisos e platibandas têm corpo manuelino com decoração vegetalista, enquanto a planta do conjunto monacal quinhentista parece inspirar-se na do Ospedale Maggiore, em Milão. Iniciado nos anos 50 do século XVI, provavelmente por Diogo de Torralva, o Grande Claustro reflecte a paixão de D. João III pela arte italiana. Escadas em espiral ocultas nos cantos conduzem ao Terraço da Cera.
Fonte: Wikipedia.

domingo, 6 de julho de 2008

363. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (24)


Com D. João III a Ordem de Cristo foi reformada passando a congregação de clausura, segundo a Regra de S. Bento (1529). A mudança implicou a construção de um vasto conjunto de dependências, envolvendo a Igreja, ocupando a totalidade do espaço urbano do bairro extra-muros de S. Martinho e organizado em torno de seis claustros, dois dos quais com as funções de circulação e higiene.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

19. HISTÓRIA CONCISA DE TOMAR (V)

Gualdim Pais é o fundador de Thomar. É uma personalidade decisiva na criação da cidade e que para sempre ficará ligado a etsa terra. A sua obra, a sua história merecem ser conhecidas. Gualdim Pais, nasceu, ao que se diz, em Amares, nos arredores de Braga, em 1118 e morreu em Tomar, em 1195. Foi um cruzado português, Freire, Templário e Cavaleiro de D. Afonso Henriques. Filho de Paio Ramires e de Gontrode Soares, combateu ao lado de D. Afonso Henriques contra os mouros, tendo sido ordenado Cavaleiro pelo soberano no campo de Ourique, em 1139. Partiu depois para a Palestina, onde combateu durante 5 anos como Cavaleiro da Ordem dos Templários, tendo participado no cerco à cidade de Gaza. No regresso desta campanha foi ordenado como quarto Grão-Mestre da Ordem em Portugal, em 1157, então sediada em Soure, onde tinham castelo desde 1128 por doacção de D. Teresa. Fundou o Castelo de Tomar e o Convento de Cristo (1160), que se tornou o quartel-general dos Templários em Portugal, dando foral à nova vila no ano de 1162. Também fundou o Castelo de Almourol, o da Idanha, o de Ceras, o de Monsanto e o de Pombal. Deu foral a Pombal em 1174. Cercado em 1190 em Tomar pelas forças Almóadas, sob o comando do califa Abu Yusuf Ya'qub al-Mansur, conseguiu defender o Castelo contra a maior quantidade de inimigos, detendo assim a invasão do norte do Reino. Faleceu em Tomar no ano de 1195, e ali se encontra sepultado, na Igreja de Santa Maria do Olival.


Fonte: Wikipedia

sábado, 19 de abril de 2008

190. HISTÓRIA CONCISA DO CASTELO DE TOMAR (9)

É ao Templo e ao mestre Gualdim Pais (1158-1195), que se deve a renovação da arquitectura militar em Portugal, prova de que estava "na posse das melhores técnicas militares da época" (BARROCA, 1990/91, p.122).Apesar das múltiplas alterações verificadas no recinto fortificado, a maior parte delas relacionada com as sucessivas campanhas de alargamento do Convento de Cristo, são ainda numerosos e significativos os elementos românicos da fortaleza. O mais importante é, com certeza, a torre de menagem. Trata-se de um dispositivo introduzido no nosso país pelos Templários e que tem em Tomar o seu testemunho mais antigo (BARROCA, 2001, p.107). De planta rectangular, eleva-se em três andares, bem acima das muralhas que delimitam a alcáçova. Esta é de planta genericamente poligonal, com algumas faces curvas e mantém apenas a torre de menagem no seu interior. Abaixo deste recinto superior, existe um mais vasto espaço que correspondeu, inicialmente, à vila fortificada da Baixa Idade Média. A planta é igualmente irregular e desenvolve-se em cunha no sentido nascente, rematando numa poderosa torre quadrangular, conhecida como torre da rainha. Esta secção da muralha integra outro elemento vincadamente românico e introduzido na arquitectura militar pelos Templários - o alambor, sistema de "embasamento rampeado dos muros", destinado a "dificultar os trabalhos de sapa e de mina, a impedir a aproximação de torres de assalto e a eliminar ângulos mortos na base das muralhas" (IDEM, p.110). Em Tomar, como salientou Mário Barroca, o alambor foi empregue "numa dimensão nunca mais vista entre nós", circundando toda a muralha e determinando mesmo a inclinação das próprias seteiras.

Fonte: IPPAR

sexta-feira, 11 de julho de 2008

370. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (29)

Do tempo de Filipe III, II de Portugal, são as obras da Portaria Nova, da Sala dos Reis e Novo Dormitório. No último quartel do século XVII inicia-se outra obra de vulto, o hospital da Ordem, com sua enfermaria e botica. Esta obra determina a valorização monumental do alçado norte, em detrimento dos significativos vestígios da cerca da alcáçova templária.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

336. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (9)

O Claustro do Cemitério foi construído por Fernão Gonçalves durante o período em que o Infante D. Henrique foi Governador da Ordem de Cristo (1420-1460). É quadrangular, com um piso com cinco tramos por ala. Foi local de procissões e de sepultura de frades de clusura e de frades cavaleiros. Remodelado no século XVII, durante a campanha filipina.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

350. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (18)

O dormitório grande/cruzeiro foi concluído em 1543-1545 e dispõe de 40 celas, distribuídas ao longo do corredor do cruzeiro, formado por três braços segundo os pontos cardeais. Da confluência destes resulta o cruzeiro, centro geométrico do Convento, para o qual se abre a Capela do Cruzeiro.

terça-feira, 10 de junho de 2008

262. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (6)


O referido templo é conhecido pelo nome de Charola. Trata-se de um edifício de planta centralizada e de tipologia rara, de estilo românico. Foi construído na segunda metade do século XII. Foi convertido por D. Manuel em cabeceira da igreja, passando o seu tambor interior a funcionar como capela-mor. Durante o século XVI foi enriquecida com obras de pintura retabular e mural, estuque, talhas e esculturas em madeira. Tem sofrido nos últimos tempos profundos trabalhos de restauro, tendo acabado recentemente mais uma das fases de restauro, o qual se pode acompanhar com detalhe num oportuno e interessante blogue criado para o efeito.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

355. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (20)


O Noviciado/Capela dos Reis Magos foi igualmente uma obra projectada por João Castilho. Trata-se de uma área reservada aos noviços e forma uma unidade autónoma dentro do Convento, que inclui as salas do Noviciado. As duas primeiras serviam para dormitório e a última, a Capela dos Reis Magos, obra-prima do renascimento europeu, destinava-se a oratório.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

246. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (3)


Sob a direcção do Infante D. Henrique, o Navegador, Mestre da Ordem de Cristo desde 1418, foram construídos os claustros entre a Charola e a fortaleza dos Templários, mas as maiores modificações verificam-se no reinado de D. João III (1521-1557). Arquitectos como João de Castilho e Diogo de Arruda procuraram exprimir o poder da Ordem construindo a igreja e os claustros com ricos floreados manuelinos que atingiram o máximo esplendor na janela da fachada ocidental.
Fonte: Wikipedia.

sábado, 16 de agosto de 2008

421. HISTÓRIA CONCISA DA MATA DOS SETE MONTES (6)

Depois da extinção das ordens religiosas, as propriedades da Ordem de Cristo foram vendidas em hasta pública, constando entre elas a cerca do Convento de Cristo, adquirida em 1838 por António da Costa Cabral. No ano de 1936 o 3º Conde de Tomar, seu neto, colocou o Convento e a cerca à venda, tendo sido adquiridos pelo Estado. A Mata foi então entregue aos Serviços Florestais de Sintra, a quem se deve o ajardinamento e parte da sua reflorestação, feita essencialmente através de folhosas e resinosas, Acer, Freixo, Lodão, Ulmeiros e Cedros.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

22. HISTÓRIA CONCISA DE TOMAR (VIII)

(Castelo de Tomar)

No que diz respeito a elementos românicos existentes no castelo, a Torre de Menagem é sem duvida um elemento a destacar. A Torre de Menagem foi introduzida no nosso país pelos Templários. Ao longo dos séculos, o recinto do Castelo foi ocupado com outras construções, nomeadamente pelo conjunto do Convento de Cristo, que esta classificado como Património Mundial. O Castelo dos Templários apresenta uma arquitectura militar com uma junção dos estilos românico, gótico e renascentista, é composto também por uma dupla cintura de muralhas. Estas muralhas, uma encontra-se em plano superior apresentando uma planta poligonal irregular com algumas faces curvas nascendo junto á entrada da Casa do Capítulo e terminando na Torre de Dona Catarina, outra destas muralhas encontra-se num plano inferior ligando a fachada leste da Charola à zona Sul da Alcáçova que correspondia à vila fortificada da Baixa Idade Média. O Castelo dos Templários tendo como tipologia uma arquitectura militar encontra-se classificado como Monumento Nacional."

terça-feira, 1 de julho de 2008

353. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (19)


O Refeitório é uma obra de João Castilho e foi concluída entre 1535 e 1536, de acordo com as inscrições nos púlpitos, os quais se destinavam à leitura durante as refeições. A actual organização das mesas é do tempo do Seminário das Missões (1922-1992). Tem uma antecâmara que servia de aparador e que comunicava com a cozinha.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

32. HISTÓRIA CONCISA DE TOMAR (XIV)

(Foto)

O Aqueduto dos Pegões foi construído com a finalidade de abastecer de água o Convento de Cristo em Tomar. Tem cerca 6 quilómetros de extensão. A sua construcção foi iniciada em 1593, no reinado de Filipe I de Portugal, sob a direcção de Filipe Terzio, (arquitecto-mor do reino) e foi concluída em 1614 por Pedro Fernando de Torres. O aqueduto tem 58 arcos de volta inteira, na sua parte mais elevada, sobre 16 arcos ogivais apoiados em pilares. A sua altura máxima é de 30 metros. Nos extremos apresenta casas abobadadas, que têm no centro, uma larga pia destinada à decantação da água.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

250. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (4)

Trata-se de uma construção periurbana, implantada no alto de uma elevação sobranceira à planície onde se estende a cidade. Está circundado pelas muralhas do Castelo de Tomar e pela mata da cerca. Actualmente é um espaço cultural, turístico e ainda devocional. A arquitectura partilha traços românicos, góticos, manuelinos, maneiristas e barrocos.
Fonte: Wikipedia.

sábado, 12 de julho de 2008

373. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (30)


Obras neoclassicizantes do século XIX reflectem a apropriação das dependências principais do Claustro dos Corvos pela família Costa Cabral, proprietários daqueles espaços entre 1843 e 1934, na sequência da extinção das ordens religiosas em Portugal, altura em que lhe fizeram adaptações destinadas ao serviço da sua casa agrícola (Sala das Talhas).
(António Bernardino da Costa Cabral, Ministro e Secretário dos Negócios do Reyno)