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quinta-feira, 3 de julho de 2008

357. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (21)


A célebre janela manuelina do Convento de Cristo, que se tornou um ícone da cidade de Tomar e das presença da cidade na História de Portugal, é atribuída a Diogo de Arruda e constitui um dos mais originais exemplos do tardo-gótico manuelino. Foi executada entre 1510 e 1513. Desenvolve motivos hiper-realistas, simbolizando a Árvore da Vida e o Tronco de Jessé, segundo os temas das Sagradas Escrituras. É indissociável da fachada ocidental da igreja, que reflecte iconograficamente o programa imperial de D. Manuel e da Ordem de Cristo. A sua beleza ímpar e o seu complexo significado justificam que se tenha tornado a imagem universal do Convento. A mais simbólica das cinco janelas do Coro Baixo da igreja do Convento (o simbolismo do conjunto das cinco janelas manuelinas adensa-se se se pensar nos cinco impérios/Quinto Império e no Pentecostes). É tida como o expoente máximo do manuelino. Está recheada de alusões às Descobertas e à História de Portugal. A fachada em que está incrustada é uma imensa peça artística que lhe complementa o significado e vinca outras alusões, incluindo a de que os tabuleiros da Festa dos Tabuleiros tivessem sido inspirados nos botaréus que ladeiam aquele espaço.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

355. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (20)


O Noviciado/Capela dos Reis Magos foi igualmente uma obra projectada por João Castilho. Trata-se de uma área reservada aos noviços e forma uma unidade autónoma dentro do Convento, que inclui as salas do Noviciado. As duas primeiras serviam para dormitório e a última, a Capela dos Reis Magos, obra-prima do renascimento europeu, destinava-se a oratório.

terça-feira, 1 de julho de 2008

353. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (19)


O Refeitório é uma obra de João Castilho e foi concluída entre 1535 e 1536, de acordo com as inscrições nos púlpitos, os quais se destinavam à leitura durante as refeições. A actual organização das mesas é do tempo do Seminário das Missões (1922-1992). Tem uma antecâmara que servia de aparador e que comunicava com a cozinha.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

350. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (18)

O dormitório grande/cruzeiro foi concluído em 1543-1545 e dispõe de 40 celas, distribuídas ao longo do corredor do cruzeiro, formado por três braços segundo os pontos cardeais. Da confluência destes resulta o cruzeiro, centro geométrico do Convento, para o qual se abre a Capela do Cruzeiro.

domingo, 29 de junho de 2008

349. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (17)


O corpo da igreja (nave e coroa) foi construído na campanha manuelina de 1510-1515, iniciado por Diogo Arruda e concluído por João de Castilho. Inclui a nave, o coro alto e o coro baixo e foi ligado à Charola por um grande arco triunfal aberto em dois dos seus tramos.

sábado, 28 de junho de 2008

348. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (16)


A Sacristia Nova foi construída em finais do século XVI, por Francisco Lopes, no local onde funcionou anteriormente a casa do capítulo henriquina (no século XV). Entre 1629 e 1630 beneficiou de obras de unificação estilística conduzidas pelo arquitecto da Ordem, Diogo Marques Lucas.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

346. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (15)

O Claustro da Micha foi construído entre 1543 e 1550. Deve o seu nome aos pedaços de pão que aqui eram distribuídos aos pobres. O portal quinhentista dá acesso ao exterior e foi desenhado por João Castilho. É oriundo da primitiva portaria e foi para aqui transferido em 1620. é quadrangular com quatro alas.

terça-feira, 24 de junho de 2008

344. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (14)

O Claustro dos Corvos, projectado também por João Castilho foi edificado em duas fases. A primeira entre 1537 e 1539. A segunda entre 1543 e 1546. É um espaço de recolhimento, onde se evidenciam as funções da leitura e da oração colegiais. A antiga livraria e o sriptourium situavam-se na ala sul, junto da primitiva casa de D. Prior. É quadrangular com duas galerias de dupla arcada separadas por contrafortes.

segunda-feira, 23 de junho de 2008

343. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (13)

O Claustro da Hospedaria foi construído em 1541-1542 e foi especificamente destinado a albergar temporariamente os hóspedes e peregrinos que demandavam o Convento. No piso superior hospedavam-se os de maior estatutosocial. No piso térreo situavam-se os aposentos da criadagem, as cavalariças e os acessos á enfermaria e à portaria.

domingo, 22 de junho de 2008

342. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (12)

O Claustro de Sta. Bárbara, ou Claustro Pequeno, como foi inicialmente conhecido, começou a ser construído em 1531, durante as obras da responsabilidade do arquitecto João Castilho. Passou a funcionar como espaço de distribuição no interior do Convento. É quadrado, com quatro arcos rebaixados por ala, sobre colunas de fuste liso.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

340. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (11)

O Claustro Principal foi projectado e iniciado por João Castilho, por volta de 1520-1533, durante a campanha de D. João III, tendo sido parcialmente demolido e reconstruído sob projecto de Diogo de Torralva. Foi concluído, no essencial, em 1562. Em finais do século XVI recebeu obras do arquitecto Filipe Terzi. É quadrado com chanfros nos ângulos. É considerada uma obra-prima do Renascimento europeu.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

339. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (10)

O Claustro da Lavagem começou a ser construído em 1426 e ficou concluído em 1453. Neste Claustro, quadrangular, de dois pisos, os donatos, serviçais sem ordens religiosas nem votos, procediam aos trabalhos domésticos e à lavagem dos hábitos nos tanques do piso térreo.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

336. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (9)

O Claustro do Cemitério foi construído por Fernão Gonçalves durante o período em que o Infante D. Henrique foi Governador da Ordem de Cristo (1420-1460). É quadrangular, com um piso com cinco tramos por ala. Foi local de procissões e de sepultura de frades de clusura e de frades cavaleiros. Remodelado no século XVII, durante a campanha filipina.

terça-feira, 17 de junho de 2008

334. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (8)

Os Claustros são góticos, com estrutura de arcadas quebradas sobre colunas grupadas. Já a nave manuelina de espaço unificado está coberta com abóbada rebaixada. As janelas, frisos e platibandas têm corpo manuelino com decoração vegetalista, enquanto a planta do conjunto monacal quinhentista parece inspirar-se na do Ospedale Maggiore, em Milão. Iniciado nos anos 50 do século XVI, provavelmente por Diogo de Torralva, o Grande Claustro reflecte a paixão de D. João III pela arte italiana. Escadas em espiral ocultas nos cantos conduzem ao Terraço da Cera.
Fonte: Wikipedia.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

265. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (7)


O núcleo do mosteiro é, pois, a Charola do século XII, o Oratório dos Templários. Tal como em muitos dos seus templos, baseia-se na Rotunda do Santo Sepulcro de Jerusalém, adaptada posteriormente pelo Infante D. Henrique. Em 1356, Tomar passou a ser a sede da Ordem de Cristo em Portugal, e a decoração da Charola reflecte a riqueza da Ordem. As pinturas e frescos (quase só cenas bíblicas do século XVI) e a estatuária dourada sob a cúpula bizantina, foram cuidadosamente restauradas. Quando foi construída a igreja manuelina, esta ficou ligada à Charola por uma arcada. A Charola, poligonal, é o centro do conjunto de edificações, culminando-as visualmente. A norte e a este estão a Sacristia, os claustros do Cemitério e da Lavagem, as ruínas dos Paços, as Enfermarias e ainda a Sala dos Cavaleiros e a Botica.

Fonte: Wikipedia.

(Foto)

terça-feira, 10 de junho de 2008

262. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (6)


O referido templo é conhecido pelo nome de Charola. Trata-se de um edifício de planta centralizada e de tipologia rara, de estilo românico. Foi construído na segunda metade do século XII. Foi convertido por D. Manuel em cabeceira da igreja, passando o seu tambor interior a funcionar como capela-mor. Durante o século XVI foi enriquecida com obras de pintura retabular e mural, estuque, talhas e esculturas em madeira. Tem sofrido nos últimos tempos profundos trabalhos de restauro, tendo acabado recentemente mais uma das fases de restauro, o qual se pode acompanhar com detalhe num oportuno e interessante blogue criado para o efeito.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

261. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (5)

Algumas descobertas arqueológicas revelaram que antes dos Templários terem iniciado a construção do castelo e do Convento, o sítio de Tomar foi habitado desde a época tardo-romana. Era uma urbe islamizada ao tempo da Reconquista cristã do século XII. As obras de reconstrução iniciaram-se pelo recinto acastelado (alambor e torre de menagem, em 1160), envolvendo um edifício em rotunda, onde os cavaleiros templários fundaram um templo fortificado, opondo-se às investidas almóadas. O templo de Tomar foi profundamente influenciado por modelos religiosos e arquitectónicos de Jerusalém, da época das cruzadas, em especial pelo Templo da Rocha, onde os Templários tiveram a sua casa-mãe.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

250. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (4)

Trata-se de uma construção periurbana, implantada no alto de uma elevação sobranceira à planície onde se estende a cidade. Está circundado pelas muralhas do Castelo de Tomar e pela mata da cerca. Actualmente é um espaço cultural, turístico e ainda devocional. A arquitectura partilha traços românicos, góticos, manuelinos, maneiristas e barrocos.
Fonte: Wikipedia.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

246. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (3)


Sob a direcção do Infante D. Henrique, o Navegador, Mestre da Ordem de Cristo desde 1418, foram construídos os claustros entre a Charola e a fortaleza dos Templários, mas as maiores modificações verificam-se no reinado de D. João III (1521-1557). Arquitectos como João de Castilho e Diogo de Arruda procuraram exprimir o poder da Ordem construindo a igreja e os claustros com ricos floreados manuelinos que atingiram o máximo esplendor na janela da fachada ocidental.
Fonte: Wikipedia.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

245. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (2)


O Convento de Cristo é um conjunto complexo, integrado por diversos espaços edificados e paisagísticos. Situa-se na parte alta de Tomar e é uma referencia incontornável do património arquitectónico português e mundial. Abrange cerca de 45 hectares, dos quais 5 correspondem ao castelo templário e ao Convento propriamente dito e os restantes à cerca conventual da primeira metade do século XVI, actualmente a Mata dos Sete Montes, que se encontra sob a gestão do Instituto da Conservação da Natureza.