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sábado, 20 de dezembro de 2008

697. HISTÓRIA CONCISA DO AQUEDUTO (10)

Termina aqui a História Concisa do aqueduto de Pegões. Bibliografia e fontes utilizadas: "Tomar", 1994, José Augusto França; "Convento de Cristo", 1991, Luís Maria Pedrosa dos Antos Graça; "O Convento de Cristo em Tomar e as obras durante o período filipino", Dissertação de Mestrado apresentada à Faculdade de Letras de Lisboa, 1990, Ernesto Jana; "História de Tomar", 1982, Amorim Rosa. E o sítio Rotas do património.

Quem quiser regalar a vista, perceber uma dimensão essencial da obra humana, apreciar inocentemente uma paisagem única, terá necessariamente de visitar o silencioso, mas comunicativo, imponente, mas simples Aqueduto.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

663. HISTÓRIA CONCISA DO AQUEDUTO (5)


Durante a sua estadia em Portugal, depois de aclamado rei de Portugal nas cortes de Tomar de 1581, Filipe I decidiu ampliar o abastecimento de água do Convento de Cristo, verificando-se então a necessidade de construir um aqueduto, numa estrutura semelhante à dos que haviam sido edificados em Elvas e Évora, sendo o modelo repetido alguns anos depois no aqueduto de Vila do Conde, que abastecia o Convento de Santa Clara.

domingo, 7 de dezembro de 2008

658. HISTÓRIA CONCISA DO AQUEDUTO (3)


O aqueduto do Convento de Cristo, ou dos Pegões, foi projectado no início do reinado de Filipe I com o objectivo de conduzir a água a partir de quatro nascentes diferentes, situadas nos arredores da cidade de Tomar, até ao convento. Desde a sua edificação, o Convento de Tomar tinha um elaborado sistema de abastecimento de água, formado por um conjunto de cisternas, abertas nos seus claustros, que eram alimentadas pelas águas das chuvas.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

648. HISTÓRIA CONCISA DO AQUEDUTO (1)


Agora, que a Camara Municipal de Tomar deu luz verde a um promotor privado (chiu!... é segredo. Não se pode saber quem é....) para a construção de um empreendimento turístico na zona do aqueduto dos Pegões, os tomarenses voltam-se, de novo, para este componente monumental do complexo patrimonial do Convento de Cristo. Já aqui refreimos que não temos uma visão imobilista do património, bem pelo contrário. As pedras devem ser postas ao serviço da comunicação com as gerações vindouras, a quem devem passar o testemunho daquilo que representam. A economia, designadamente através do turismo, deve ser um instrumento activo e dinâmico dessa relação dos povos com a memória, mesmo que seja através do lazer e do entretenimento. Isto, claro, desde que não se ponham em causa os monumentos e que as intervenções valorizem e não degradem os espaços onde são implantadas. Parece-nos, assim, ser este o momento oportuno para mais uma série Nabantia, concretamente a "História Concisa do Aqueduto dos Pegões.

sábado, 22 de novembro de 2008

613. ETIQUETAS DE UM ANO

Este é o estado dos Tags, como se diz em bloguês, do primeiro ano de vida do Nabantia:
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terça-feira, 19 de agosto de 2008

423. HISTÓRIA CONCISA DA MATA DOS SETE MONTES (8)

No espaço da cerca do Convento de Cristo destaca-se o facto da planimetria e da estrutura quinhentista original se manterem intactas, pelo que é possível reconstituir o ambiente da época, apreender o carácter intimista e beneficiar das condições naturais de recolhimento do local. Persistem igualmente alguns elementos arquitectónicos dos séculos XVI e XVII, que orientavam a disposição original da rede de rega.

sábado, 16 de agosto de 2008

421. HISTÓRIA CONCISA DA MATA DOS SETE MONTES (6)

Depois da extinção das ordens religiosas, as propriedades da Ordem de Cristo foram vendidas em hasta pública, constando entre elas a cerca do Convento de Cristo, adquirida em 1838 por António da Costa Cabral. No ano de 1936 o 3º Conde de Tomar, seu neto, colocou o Convento e a cerca à venda, tendo sido adquiridos pelo Estado. A Mata foi então entregue aos Serviços Florestais de Sintra, a quem se deve o ajardinamento e parte da sua reflorestação, feita essencialmente através de folhosas e resinosas, Acer, Freixo, Lodão, Ulmeiros e Cedros.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

413. HISTÓRIA CONCISA DA MATA DOS SETE MONTES (4)

Desta forma, o Convento de Cristo passou a dispôr de um amplo e vasto espaço verde fechado, de enormes dimensões, que ademais permitia a fixação e a clausura de monges no local, num local propício ao recolhimento e à oração em comunhão com a natureza, bem como a exploração agrícola do espaço por parte da comunidade conventual, o que assegurava a sua auto-suficiência em termos alimentares e de subsistência.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

408. HISTÓRIA CONCISA DA MATA DOS SETE MONTES (1)

As primeiras notícias documentais que referem os espaços verdes circundantes do Convento de Cristo datam de 1490, quando o Desembargador Pedro Álvares Seco descreveu num documento a área dos designados Paços Antigos como tendo um jardim, um terreiro e um laranjal.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

375. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO

Chegou ao fim a publicação de mais uma série Nabantia, a História Concisa do Convento de Cristo, em 31 episódios. Em breve outra série Nabantia será iniciada. E como estamos em pleno Estio nada melhor do que uma série sobre algo fresquinho, que vá com as solicitações e as necessidades da época.

domingo, 13 de julho de 2008

374. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (31)


As diferentes obras-primas que compõem o Convento de Cristo e a sua envolvente paisagística, castelo dos Templários, a pintura e a escultura da Charola, a Capela dos Reis Magos, a Capela do cruzeiro, o alçado sul, as hortas e o laranjal, a cerca e charolinha castilhiana, o aqueduto filipino de seis quilómetros e a notável Basílica renascentista de N. Senhora da Conceição, inicialmente projectada para capela mortuária de D. João III, revelam valores culturais de grande autenticidade e significado histórico, arquitectónico, artístico, arqueológico e paisagístico. Conferem ao conjunto monumental um lugar cimeiro e único na arte e na cultura portuguesas e um valor patrimonial excepcional.

sábado, 12 de julho de 2008

373. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (30)


Obras neoclassicizantes do século XIX reflectem a apropriação das dependências principais do Claustro dos Corvos pela família Costa Cabral, proprietários daqueles espaços entre 1843 e 1934, na sequência da extinção das ordens religiosas em Portugal, altura em que lhe fizeram adaptações destinadas ao serviço da sua casa agrícola (Sala das Talhas).
(António Bernardino da Costa Cabral, Ministro e Secretário dos Negócios do Reyno)

sexta-feira, 11 de julho de 2008

370. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (29)

Do tempo de Filipe III, II de Portugal, são as obras da Portaria Nova, da Sala dos Reis e Novo Dormitório. No último quartel do século XVII inicia-se outra obra de vulto, o hospital da Ordem, com sua enfermaria e botica. Esta obra determina a valorização monumental do alçado norte, em detrimento dos significativos vestígios da cerca da alcáçova templária.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

367. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (28)


O Convento de Cristo recebeu importantes obras durante a segunda metade do século XVI, XVII e inícios do século XVIII. A continuidade da obra iniciada por Castilho foi assegurada por Torralva. Filipe II de Espanha, I de Portugal, patrocina a conclusão do claustro principal e a execução do aqueduto hidráulico de grande modernidade e utilidade. Edifica-se a Sacristia Nova, uma obra maneirista integrada nas obras de restauro do Claustro do Cemitério.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

366. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (27)

O claustro principal, traçado por João de Castilho, foi substituído e ocultado por outro que dentro dele se encaixou, considerado como uma das obras-primas do Renascimento europeu, da autoria de Diogo de Torralva. O remate do aqueduto do Convento, adoçado ao alçado sul para abastecer o claustro principal, projecto de Filipe Terzi, originou uma das mais obras de arquitectura do Convento (com a nítida influência de Sebastiano Serlio), o criptopórtico.

terça-feira, 8 de julho de 2008

365. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (26)

O claustro principal, traçado por João de Castilho, foi substituído e ocultado por outro que dentro dele se encaixou, considerado como uma das obras-primas do Renascimento europeu, da autoria de Diogo de Torralva. O remate do aqueduto do Convento, adoçado ao alçado sul para abastecer o claustro principal, projecto de Filipe Terzi, originou uma das mais obras de arquitectura do Convento (com a nítida influência de Sebastiano Serlio), o criptopórtico.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

364. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (25)

As obras decorreram entre 1531 e 1552, numa linguagem de profunda renovação arquitectónica. A modernização dos espaços reflectiu o programa da Reforma executada por Frei António Lisboa, segundo o modelo da “cidade de Deus” (Sto. Agostinho) e da edificação do saber (S. Jerónimo).

domingo, 6 de julho de 2008

363. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (24)


Com D. João III a Ordem de Cristo foi reformada passando a congregação de clausura, segundo a Regra de S. Bento (1529). A mudança implicou a construção de um vasto conjunto de dependências, envolvendo a Igreja, ocupando a totalidade do espaço urbano do bairro extra-muros de S. Martinho e organizado em torno de seis claustros, dois dos quais com as funções de circulação e higiene.

sábado, 5 de julho de 2008

360. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (23)


D. Manuel I, assumindo a governação da Ordem de Cristo, mandou construir uma nova Igreja, jóia da arquitectura tardo-gótica e representativa do programa político do rei. A construção, de planta rectangular, de acordo com o plano e a métrica do templo bíblico de Salomão, incorpora a rotunda templária primitiva (capela-mor e deambulatório). As obras foram dirigidas por Diogo de Arruda, continuadas por João de Castilho (entre 1510-1515). À empreitada do primeiro ficou a dever-se a decoração exuberante dos alçados norte, poente e sul e as janelas da sala do Capítulo (coro baixo) ornadas de símbolos que remetem para a celebração do poder imperial manuelino, entre as quais a do alçado oriental que celebrizou o Convento de Cristo no mundo inteiro. Fundamentais são as intervenções artísticas no interior da Charola, que assumem várias técnicas e suportes de revestimento e pintura, escultura e talha.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

359. HISTÓRIA CONCISA DO CONVENTO DE CRISTO (22)


Entre o século XII e os primórdios do século XVI, a alcáçova e o cenóbio templário sofreram obras integradas nos modelos do gótico europeu. Aos edifícios militares pré-existentes vieram a acrescentar-se, depois da extinção da Ordem dos Templários, em 1312, os claustros góticos do Cemitério e das Lavagens, correspondendo ao período em que o infante D. Henrique, filho de D. João I, era administrador e Governador da Ordem de Cristo. Esta, havia sido criada por iniciativa de D. Dinis, em 1319, e representava a cavalaria militar religiosa portuguesa. A vila baixa medieval de Tomar tem origem no povoamento dos séculos XIII e XIV.