Mostrar mensagens com a etiqueta Património. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Património. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

1892. PROTEGER O PATRIMÓNIO

De leitor devidamente identificado, recebemos o seguinte email:
"Proteja o Património
Ajude-nos a salvaguardar o Património.
Para alertar o IGESPAR de potenciais ameaças ao Património preencha este formulário.

A REFER, prepara obra de construção de um passeio pedonal, dentro da propriedade da Capela de São Lourenço em Tomar, vandalizando assim o Património Nacional e um local Histórico. Tanto quanto me foi possível aperceber, esta obra é para ser feita de imediato. Quando a guarda da Capela lhes disse que não podiam ali mexer sem autorização, ouvi-o como resposta "isso era antigamente". Estamos a falar de um Património composto por uma Capela, Nº IPA PT 031418110010, um largo com o Padrão de D. João I, Uma casa de Habitação do Guarda, situada na margem direita do Rio Nabão, lado esquerdo da Estrada Tomar / Lisboa, à saída da cidade. No lado direito encontra-se a Fonte de D. João I.
Com os melhores cumprimentos
A.Vasconcelos"

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

1874. MAIS UMA PERDA

O fim da Associação de Defesa do Folclore da Região dos Templários está na base da não realização do “Mercado 1900”, iniciativa anual que habitualmente tinha lugar em Outubro na Praça da República em Tomar. Aquela associação foi extinta com a intenção de ser substituída pela Associação de Artes e Ofícios Tradicionais, Folclore e Turismo Lisboa e Vale do Tejo, que abrangesse a área correspondente à Entidade de Turismo, ideia que até agora não passou do papel. Sem uma estrutura organizativa e apesar da boa vontade dos ranchos folclóricos do concelho de Tomar, o “Mercado 1900” não foi concretizado. A iniciativa constava da evocação de um mercado em 1900 e incluía animação com tocadores de harmónio e concertina, cantares ao desafio e bailarico. Assim se vão perdendo os valoes, a identidade ancestral, a diferenciação cultural, que dão sentido e corpo às comunidades que constituem o todo nacional.
Fonte: O Templário.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

1753. VARIAR DAS CAMPANHAS ELEITORAIS

«A Obra de João de Castilho» e «À Descoberta do Centro Histórico» são duas boas razões para se deixar guiar, de Sexta-feira a Domingo, pelas ruas e monumentos de Tomar, visitando um conjunto notável de edifícios e obras de arte pelos quais tantas vezes passamos sem nos apercebermos dos tesouros que encerram. Estas iniciativas integram-se nas Jornadas Europeias do Património, que se celebram de 25 a 27 de Setembro, este ano sob o tema VIVER o PATRIMÓNIO, promovendo o acesso aos monumentos e sítios, convidando à participação activa na descoberta de uma herança cultural comum, implicando o envolvimento dos cidadãos europeus com o património cultural. Com o objectivo de reforçar os sentimentos de identidade cultural, de memória colectiva e de afirmação de um património comum cuja riqueza reside na sua diversidade, as Jornadas representam uma celebração da solidariedade internacional, do diálogo e da diversidade cultural, constituindo momentos de reapropriação dos vestígios culturais do passado. Tal como nas edições dos anos anteriores, o IGESPAR, enquanto coordenador nacional, convidou todas as entidades públicas e privadas que de algum modo estejam relacionadas com o Património, a associarem-se a esta acção. Neste âmbito a Câmara Municipal de Tomar e a Associação Portuguesa de Turismo Cultural, associaram-se às Jornadas Europeias do Património, com visitas temáticas ao Centro Histórico e Convento de Cristo, com o seguinte programa: dias 25, 26 e 27, pelas 10 horas, «A Obra de João de Castilho», com inicio na igreja de Santa Maria dos Olivais e final no Convento de Cristo. Nos mesmos dias às 15 horas, «À Descoberta do Centro Histórico», começando na Igreja de Santa Maria dos Olivais, percorrendo todo o casco histórico até à igreja de Nossa Senhora da Graça.

Fonte: Rádio Hertz.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

1556. UM PAÍS COM A HISTÓRIA FECHADA

A Capelania Militar de Tomar realiza nesta terça-feira, dia 11 de Agosto, pelas 17 horas, na Capela de São Lourenço, uma missa de acção de graças. O monumento quinhentista, que está fechado durante o resto do ano, vai abrir hoje para a missa, no dia 14 de Agosto a partir das 14 horas e dia 15 durante todo o dia. Portugal é assim: tem a sua história normalmente fechada. Então à segunda-feira, seja Dezembro, seja Agosto, tudo quanto é monumento nacional está fechado. O Estado é inimogo do património, do turismo cultural e, no fundo, da economia nacional. Um país que vive com a sua história normalmente fechada não consegue ver bem o futuro.

Fonte: O Templário.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

1478. E TOMAR?

Vila Real de Santo António declara-se a capital do iluminismo. Sintra declara-se a capital do romantismo. E Tomar? Devia declarar-se capital templária.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

1414. MAIS PATRIMÓNIO MUNDIAL DA UNESCO

A mansão Stoclet, na Bélgica, as ruínas de Loropení, no Burkina Faso, o centro histórico da Ribeira Grande, em Cabo Verde, o monte Wutai, na China, o sistema hidráulico de Shushtar, no Irão, a montanha sagrada de Sulaiman-Too, no Quirguistão, a cidade sagrada de Caral-Supe, no Peru, os túmulos reais da dinastia Joseon, na Coreia do sul, o farol Torre de Hércules, na Corunha, Espanha, o coração da relojoaria suíça nas cidades de Chaux-de-Fonds e Le Locle e o aqueduto de Pontcysyllte, no Reino Unido, juntam-se à lista de sítios culturais escolhidos pela Unesco para património mundial. A estes 11 pontos juntam-se ainda dois sítios naturais: o mar de Wadden, na Alemanha e as montanhas Dolomitas, no norte de Itália. Ler mais, no Público.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

1341. UM FUNDO SEM POÇO?...

O Diário da República publica hoje o decreto-lei que cria o Fundo de Salvaguarda do Património Cultural, com um capital inicial de cinco milhões de euros, destinado a dar mais meios de intervenção ao Estado no património. O fundo destina-se a financiar medidas de protecção e valorização em relação a imóveis, conjuntos e sítios integrados na lista do património mundial e a bens culturais classificados ou em vias de classificação como de interesse nacional ou público em risco de destruição. Segundo o decreto-Lei, o fundo destina-se ainda a acudir a situações de emergência ou de calamidade pública em relação a bens culturais classificados ou em vias de classificação e a financiar obras de operações de reabilitação, conservação e restauro de imóveis classificados no âmbito do Programa de Gestão do Património Imobiliário do Estado. Financiar a aquisição de bens culturais classificados ou em vias de classificação, através do direito de preferência pelo Estado ou de expropriação, e prestar apoio financeiro a obras ou intervenções ordenadas pela Administração Pública em relação a bens culturais classificados são também objecto do fundo. Na altura da criação do Fundo, em Março último, o ministro da Cultura disse que a criação do fundo visou a intervenção e salvaguarda de forma mais eficaz o património cultural. "Este instrumento financeiro dá corpo desde já à resolução do Governo que estabelece em matéria de programa de gestão do património imobiliário do Estado a criação (que deveria ser feita até 30 de Junho) de um fundo que venha a receber essas receitas", indicou Pinto Ribeiro. Além destas receitas, integrarão também o novo fundo as doações, os donativos em obra ou em espécie no âmbito do programa 'Cheque Obra', que o Ministério da Cultura celebrou recentemente com um conjunto de associações empresariais, em particular com empresas dos sectores da construção civil e das obras públicas.

Fonte: Público.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

1116. OUTROS PATRIMÓNIOS

681.000 é o número de entradas pagas para visitar o Mosteiro dos Jerónimos, monumento classificado como Património Mundial da Humanidade pela UNESCO, em 2008. Os meses de Verão são, de longe, os mais concorridos.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

1095. DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS

Também no próximo sábado, decorre no Auditório da Biblioteca Municipal uma Conferencia dedicada ao Dia Internacional dos Monumentos e dos Sítios, com o seguinte programa:

Conferência de abertura:
Os sítios e os tempos da identidade, nas memórias de Tomar por José Faria (Arquitecto)
1.ª Comunicação: A Necrópole de St.ª Maria dos Olivais - Arqueologia, como factor dinamizador para a nova História da Cidade de Tomar pela Dr.ª Arlete Castanheira (GEOARQUE – Consultores na Área do Património Cultural, Lda)
2.ª Comunicação: Santa Maria dos Olivais: resultados preliminares da intervenção arqueológica da Fase I” por Helena Santos (Arqueóloga), Joana Carrondo (Arqueóloga) e Ricardo Ribeiro (Arqueólogo)
3.ª Comunicação: Da ocupação humana à Necrópole de Santa Maria dos Olivais (Fase II) por Elisabete Pereira (Arqueóloga) e Sérgio Pereira (Arqueólogo)
4.ª Comunicação: Quando os ossos falam (resultados preliminares do estudo antropológico da necrópole de Santa Maria do Olival - Tomar) por Sónia Cristina Rosado Ferro (Antropóloga Biológica) e Cláudia Margarida Lopes dos Santos (Antropóloga Física)
5.ª Comunicação: Fundição Tomarense – Pré-Inventariação e acondicionamento: os primeiros passos de uma musealização por Inês Pina (Conservadora-Restauradora)

Fonte: C. M. T.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

1066. PEGÕES

O Memoblitz na National Geographic. Pegões na moda? Tudo no blogue dos Restauradores Sem Fronteiras, Grupo Portugal.

domingo, 29 de março de 2009

1039. OLHARES SOBRE O PATRIMÓNIO

"O Grupo Portugal da A-RSF, em colaboração com o fotógrafo José Matias, vai organizar, no âmbito do MemoBlitz'09, uma Fotomaratona, a decorrer no próximo dia 18 de Abril, em Tomar. Regulamento disponível em: http://www.a-rsf.org/grupos/grupo-portugal/folder.2008-03-31.8647890213/regulamento-da-fotomaratona.html?portal_status_message. Traga-nos o seu olhar sobre o Nosso Património!"

Está tudo aqui.

quarta-feira, 18 de março de 2009

989. MEMOBLITZ



"Uma iniciativa de sensibilização, aplicada ao Património Cultural, cujo principal objectivo é aproximar investigadores e especialistas de várias áreas temáticas e simultaneamente aproximá-los do cidadão comum e, a todos de um monumento, considerado em risco de conservação. Como resultado espera-se não só o (re)conhecimento do objecto nas suas mais variadas perspectivas, da conservação às potencialidades turísticas, a sensibilização efectiva dos vários intervenientes como também a divulgação do conceito de Património Cultural e da actividade científica que o sustenta. "

É nos dias 17 e 18 de Abri, no Aqueduto dos Pegões em Tomar

Fonte: RSF

domingo, 15 de fevereiro de 2009

920. CUIDADO COM OS EMPREITEIROS NO PATRIMÓNIO!

A intervenção no património só deve ser feita por empresas especializadas, alertam os peritos ouvidos pelo PÚBLICO, depois do anúncio do ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro, de que tinha chegado a acordo com as empresas de construção civil para que um por cento das grandes empreitadas de obras públicas revertesse para a recuperação de monumentos."Temos que ter com o património o mesmo cuidado que com uma obra-prima num museu. Não se leva um quadro à lavandaria da esquina para ser limpo", diz José Aguiar, da comissão nacional portuguesa do Conselho Internacional dos Monumentos e dos Sítios (Icomos). "As empresas de construção civil, que usam sobretudo o betão e o aço, podem ser como um elefante numa loja de porcelanas num monumento antigo". O arquitecto Walter Rossa, especialista em urbanismo e património, tem uma preocupação semelhante: "As empresas que vão fazer uma ponte são as mesmas que vão recuperar a capela-mor do Convento de Cristo?". Ler aqui, no Público.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

870. À ATENÇÃO DE PINTO RIBEIRO

"Por conseguinte, a entrada da igreja com o seu tímpano celeste, constitui pela sua simbólica, em conjunto com o altar, o lugar de uma teofania, que não deve ser esquecido pelo crente que nesse momento passa deste mundo para o mundo do “além”, do profano ao sagrado.No entanto alertamos que a Igreja (ou Templo) de Santa Maria tem vindo nos últimos anos a sofrer algumas degradações, das quais o precário telhado que deixa as águas “divinas” permear o seu interior se apresenta preocupante, quanto as águas “genesíacas” que insistem em brotar do solo no lado norte. Esta água não é novidade dos dias de hoje, pois já á trezentos anos se dizia que “…se descem dezasete degraos, & por esta causa he muyto húmida a parede da nave do norte…”Esperemos que o manto vermelho não tenha que vir a servir para amarfanhar essas Águas, tão imensas quanto o MANTO de SANTA MARIA que a todos Abriga, Protege e Consola."

Degraconis, Um dos Cavaleiros.

Património degradado não é apenas aquele que, desabando, ruiu com estrondo, deixando uma nuvem de poeira a cobrir milhares de esqueletos cujo valor arqueológico está por provar...

sábado, 31 de janeiro de 2009

840. NOTÍCIAS DO PATRIMÓNIO

O ministro da Cultura espera "recuperar todo o património classificado pela UNESCO nos próximos três anos", acreditando também que, graças às medidas que implementa, "todo o património português seja recuperado entre cinco e dez anos". "Em 2005, não estava nada feito em termos de diagnóstico e de carta de risco. Primeiro, foi desenvolvido um trabalho de levantamento da situação do património, sobretudo em relação a património classificado e monumentos nacionais", reconheceu Pinto Ribeiro à Lusa. Mas o que ministro considera muito importante é a execução total do orçamento, porque encontrou um ministério que, segundo afirma, raramente aplicou a totalidade das verbas atribuídas. 2008 terá sido o ano em que "mais se gastou em património. Excedemos os 100 milhões", garante. Para Pinto Ribeiro, "a falta de percepção da importância do património é um problema cultural português que tem 100 anos. Mesmo nos últimos 30 anos muito pouco foi feito neste domínio". Quanto ao seu desempenho, mostra que em 2008 concluiu uma série de obras (18), que vinham detrás. "O que nos empenhámos foi em concluir dentro do prazo o que era possível, para garantir a execução orçamental. Foi extraordinário o esforço dos serviços e a colaboração com os empreiteiros, a quem presto homenagem", explica. Contudo, o ministro não atribui tudo ao seu desempenho: "O ministério da Economia tem feito um grande esforço na recuperação de património turisticamente utilizável. Através da secretaria de estado do Turismo, gastaram-se nos últimos quatro anos 190 milhões de euros na recuperação de património privado e sete milhões em património público".

Agora falta decidir o que se vai fazer com o património público. Um diploma legal do ministério das Finanças, que tem a gestão do património em geral, vai ser em breve discutido na Assembleia da República. "Trata-se de um pontapé de saída. O objectivo é discutir o que se quer fazer com o património público", revela o ministro à Lusa. Pinto Ribeiro pretende "que o património seja usado de forma a permitir a sua revivificação, que seja contaminado pelas populações, que seja instrumento de narrativa". "O que gostaria na área do património não depende só de mim”, afirma. O ministro gostaria de estabelecer parcerias com as autarquias para “criar uma rede de recuperação patrimonial”. Cineteatros, bibliotecas, edifícios onde se possam pôr conteúdos, para que sejam “coisas vivas", afirma. Mas a medida em que deposita mais esperança, na área do património, é a já anunciada parceria com as grandes empresas de construção civil. "Às empresas com quem falei e com quem tive um bom entendimento, pedi-lhes que fizessem doações ao Estado, o que chamo o cheque-obra, para que possamos restaurar património e que sejam elas a fazer esse restauro. Dão, em trabalho, um por cento de cada empreitada de obras públicas", reafirma. O ministro é optimista e acredita tanto no sucesso desta medida que acredita conseguir " fazer o restauro de todas as obras de raiz portuguesa que existem pelo mundo.

Com o pensamento na execução orçamental, o ministro da Cultura revela que o primeiro ano em que se gastou mais do que se tinha foi 1998, mais dois milhões. “Em 2008 gastaram-se mais cinco milhões", diz Pinto Ribeiro referindo que conseguiu evitar a crise dos vigilantes dos museus. "Conseguimos pagar aos vigilantes e às pessoas dos museus, não tendo as perturbações que decorreriam de executar mal o orçamento", afirma. Assim, considera ter conseguido "satisfazer reivindicações que eram absolutamente justas. Os sindicatos perceberam que nós fazíamos um esforço de rigor em vez de chegar ao fim e não termos feito essa aplicação rigorosa".

Fonte: Lusa.

domingo, 18 de janeiro de 2009

806. IPT EM SANTARÉM

As ruínas romanas e os vestígios da Idade do Ferro, junto ao Jardim das Portas do Sol, em Santarém, preparam-se para ser musealizadas, num projecto levado a efeito pelo IPT, permitindo aos escalabitanos, e a quem a visita, «espreitaram» uma «nesga» do passado da cidade. Ler aqui, no Diário Digital.

sábado, 17 de janeiro de 2009

802. MAIS PATRIMÓNIO EM RISCO

No Restauradores Sem Fronteiras Grupo Portugal, dá-se conta da ruína do Convento do Loreto, que fica ali mesmo à beira do Castelo do Almourol. Nem só de património mundial da humanidade se faz um país e se o património mundial que o país tem necessita de obras de conservação e necessita mesmo, ainda que possamos não estar à beira de desclassificações, o património que não é da humanidade mas é nosso, está ao abandono por demissão literal dos poderes públicos. O desleixo é o apelido do Estado patrimonial português.

sábado, 3 de janeiro de 2009

740. A LER

«As “artes do espectáculo” (um eufemismo para dizer “espectáculo custe o que custar”) serão, em ano de eleições, as preferidas dos orçamentos; o Património continuará desprotegido e haverá mais denúncias de ruínas descuidadas, aqui e ali.»

Património, por Francisco José Viegas, no A Origem das Espécies.

738. PALAVRAS PARA QUÊ?


"Um terço do património UNESCO em Portugal em risco de derrocada" é o principal título de primeira página do semanário Expresso deste sábado, dia 3. A imagem da capa é uma foto de um dos claustros do Convento de Cristo em que se vê o tecto do corredor escorado com traves. Sobre o estado de degradação do Convento de Cristo refere-se, para além do "risco de derrocada" de algumas zonas, as "infiltrações de água", os "líquenes que escondem a janela do capítulo", as "ruínas do castelo", o "hospital militar devoluto" e os "claustros seguros por traves frágeis". Na peça assinada pela jornalista Alexandre Carita, escreve-se que ao percorrer o Convento de Cristo "a realidade afigura-se monstruosa". Mais à frente são apresentados outros exemplos de degradação do património no país: Mosteiros da Batalha e de Alcobaça, Sé de Lisboa, Centros Históricos do Porto e de Évora. No caso do Convento de Cristo refere-se como positivo apenas a recuperação da Charola através do mecenato da Cimpor.

Palavras para quê? Sem mais comentários.

Leitura Complementar: O Convento de Cristo está a cair?, no Tomar a Dianteira.

(Actualizado)

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

723. AS MAZELAS

Tomar tem muitas mazelas. As obras que se fazem em Tomar deixam muitas mazelas que acrescem às que já existiam. Mas hoje apetece-me, por instantes, celebrar apenas uma terra única, que tem um património único. Circular pelas ruas. Observar as pessoas. Falar com elas. Respirar a atmosfera. Apenas. Por momentos singelos.