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sábado, 14 de novembro de 2009

1986. OS ECOS EMBRUXADOS

Neste post está publicado um comentário exactamente igual a um "outro" comentário também publicado neste post. Isto mostra bem que os IpT têm uma central de textos prontos a comer que disparam das agulhetas de palavras tipo "lavagem ao cérebro estalinista" como era moda soviética de formatação cerebral para as verdades oficiais. E demonstra que os IpT não argumentam, debitam. Não se vislumbra uma justificação. Não se consegue topar com um fundamento. Em vão se descobre uma razão para a gravidade das ilegalidades apontadas por Acordão de Tribunal. Zero. Talvez devessem ter percebido que é justamente esse o busílis da questão. Muita bílis, pouca política. Tiveram a prova. Quanto ao mais, quando e se vierem argumentos, cá estaremos para demonstrar, um a um, porque não servem os IpT para governar Tomar, que ilegalidades cometeram, que violações de lei não tiveram pejo em exercitar. Sempre ao dispôr. Já agora, se vier o terceiro comentário igual aos dois anteriores, ele será obviamente publicado num blogue livre como este se preza de ser, mas já não terá o merecimento de um vocábulo adicional que seja. Que o blogue é livre, ah pois é, mas não perde tempo com defunta política. O povo também achou.

Post-Scriptum: o sortido do lettring explica-se pela necessidade de compensar a aridez de brincar aos carrinhos de choque com triciclos dos filhotes da D. Adozinda.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

1928. JUNTA, NÃO JUNTA

Está difícil formar Juntas, isto é, juntar. No caso de S. João Baptista permito-me opinar que os fregueses ficaram a perder por não votarem no Sr. Francisco da ACITOFEBA. Está dito.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

1890. CAPAS HISTÓRICAS

O PS quer eleger três vereadores, Luís Ferreira. Dá talvez ter-se arrumado em segundo...

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

1871. BALANÇO (9): A PEQUENA REVOLUÇÃO

Estas foram as últimas eleições autárquicas antes da aplicação da regra da limitação de mandatos prevista na lei para 2013. Quer se queira quer não, uma nova geração de autarcas será eleita em 2013. No caso de Tomar, desde logo quase metade dos presidentes de Junta ora eleitos será substituída. A crise que o país vive vai projectar os seus efeitos ecconómicos e sociais nos próximos quatro anos, limitando tudo e todos. Serão quatro anos difíceis. Boa sorte, Tomar!

1870. BALANÇO (8): OS CONDENADOS

O PSD ganhou as eleições e teve um mau resultado. De 9 825 votos, correspondentes a 42,5 % em 2005, passou para 7959, correspondentes a 34,96% e com menos um vereador e perda da correspondente maioria absoluta. Um trambolhão. Mesmo assim mais 744 que nas legislativas de Setembro. Perdeu António Paiva, o presidente sombra que não se esqueceu de lembrar os tomarenses que era a obra dele que estava em julgamento eleitoral, com uma habilidade política mais parecida com a largada de um elefante numa loja de porcelana. Já tem o seu julgamento. Perdeu Corvelo, o candidato acidental, sem obra, projecto nem ideia e, sobretudo sem capacidade política para mobilizar e desenvolver. E perdeu Miguel Relvas, que rapidamente entrou um amuo institucional, somando segundo vexame político depois do terramoto das legislativas. Perdeu, sobretudo Tomar, que assim ficou entregue a grupo de condenados políticos sem maioria absoluta que têm quatro longos anos pela frente para pagar dívidas, pedir mais dinheiro emprestado e negociar permanentemente cada alínea de programa. Pela gestão incompetente que fizeram merecem esta provação. Tomar é que não merecia. Mas lá está: em democracia a responsabilidade pelo voto é de quem vota. Não se queixem.

1869. BALANÇO (7): A FORMIGUINHA TREPADEIRA

O PS perdeu as eleições, mas com um resultado menos mau do que o que muitos previram. Obtiveram 4756 dos votos, ou seja, 20,89%, elegendo dois vereadores e tornaram-se a segunda força partidária, ultrapassando a dissidencia de Pedro Marques. Nada mau. Esfumaram-se os 7599 votos das legislativas, correspondentes a 30,54% de Sócrates, mas recuperaram 606 votos e 3,80% dos votos em relaçõ a 2005. Pequeno, mas aumento. E simbólica a recuperação do segundo lugar. O PS fez uma campanha longa, algo errática, com excesso de propaganda e nem sempre com mensagem apropriada. Qual formiguinha trepadeira, passo a passo, sorriso a sorriso, simpatia a simpatia, desde Janeiro no terreno, José Vitorino acaba por registar uma meia vitória pessoal neste resultado. Veremos o que vai fazer com ele.

1868. DUPONT & DUPONT

Quando toca ao respeito pelo voto dos cidadãos eles são todos diferentes mas todos iguais. Hugo e Miguel só para presidentes. Há gente verdadeiramente predestinada... Valha que ao menos não escondem e nessa medida ninguém se pode queixar que votou ao engano, já que eles próprios tratam de anunciar do que a casa gasta.

1864. IMPERDÍVEL

Tudo sobre as eleições autárquicas de Tomar, num trabalho de Virgílio Alves.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

1863. BALANÇO (6): A "BRIGADA DO REUMÁTICO"

Os velhos independentes obtiveram desta vez 4552 votos, isto é, 19,99% dos votos. Contra 4889, ou seja, 21,2%, em 2005. Perderam porque perderam 337 votos. Perderam porque queriam ser os primeiros e foram terceiros. Perderam porque pediram a gula da maioria absoluta (descomunal delírio...) e tiveram uma dieta de minoria relativa. E perderam com um mau resultado porque tiveram menos votos e menos percentagem. Nem Mozart lobrigrou inspirar com o fulgor das suas partituras ou a misteriosa prodigalidade financeira da propaganda couché 90 gramas o que já todos perceberam não passar de uma ópera bufa. Para quem não sabe, desde já se esclarece (que mui penadas e sensíveis almas vagueiam por estas noites frias da lenda da Santa pelas ruas do burgo...) que o título deste post não pretende ofender. Ficou conhecida por "brigada do reumático" a corte de patentes militares que poucos dias antes do 25 de Abil foi garantir lealdade eterna ao Governo de Marcello Caetano, antes deste ir de boleia de Chaimite revisitar o Quartel do Carmo rumando daí à Portela. Estes velhos independentes não passam hoje de um mero partido caudilhista, representante de um pssado de decadencia e frustrações. Daqui não passarão até que o cansaço inexorável dos tempos o declare com a pouca pompa e a nenhuma circunstância que o momento merecerá. Apenas um voto sincero: que desta vez, quando cometerem a ousadia legal de apresentar as contas de campanha, e oh meu Deus, mas que enormes trabalheiras terá o mandatário financeiro para levar por diante tal empreitada... não mintam sobre donativos, não mintam sobre contas bancárias, e façam constar dos respectivos papéis justificativos todas as verbas efectivamente recebidas e pagas em actividades de campanha como manda a lei, ao contrário do vexame por que passaram em 2005. Quem, nem na pseudo-oposição sabe dar o exemplo como conseguiria convencer alguém que seria no poder que o faria, ali com tanto extracto à mão?...

1862. BALANÇO (5): O COSTUME

A CDU passou de 1396 votos, ou seja, 6% nas autárquicas de 2005 para 1667 votos, isto é, 7,2%. Eis uma bela ilustração prática do patético discurso de Jerónimo de Sousa na noite eleitoral. A CDU cresceu e aumentou a sua influência. 15 dias antes tinham dido 1359 votos, 3,75% dos votos. Bruno Graça valeu 271 votos. Como diria Lenine: "O que fazer?"... O costume, direi eu: continuar estes fulgurantes crescimentos e aumentos de influencia eleitoral até pelo menos às eleições de 2754. Confirmou-se a minha ideia sobre a campanha da CDU: os apontamentos bem passados a limpo no caderninho e é quanto basta. Prova-se outra coisa com Bruno Graça: a Gualdim Pais não chega para mais nada por si só do que para ser uma bela instituição cultural, recreativa, desportiva e social do nosso concelho. E já é muito bom.

1859. BALANÇO (4): O MINI BLOCO

O CDS passou de 777 votos, 3,4% dos votos em 2005, para 1210 votos , 5,35% dos votos em 2009. Sucedeu-lhe em relação às legislativas o mini-tornado político legislativas-autárquicas, que acossou também o Bloco. TV é TV, país é país. Sound byte é sound byte, votos é votos. Poderá ser lícito extrair a conclusão que Ivo Santos, o ex-JC, ex-CDS, ex-PSD e agora CDS outra vez angariou um pecúlio adicional de 433 votos, isto é quase a metade do independente sem partido José Lebre mostrou valer por si só! Lá sabia o importado santareno Herculano por que razão convidou José Lebre antes de receber instruções da capital para recrutar Ivo Santos. Apesar de tudo, 433 votos, não pode deixar de se considerar um feito para quem abriu o seu coração aos tomarenses a dois meses de eleições, confessando que será presidente da Camara, só não sabe é quando. Pois bem, ponha-se muitíssimo "quando" nesse desiderato... O resultado do CDS acaba ironicamente por ser um desaire colateral de Miguel Relvas, que contava com um dócil e colaborante vereador para disfarçar a maioria relativa mais que certa que estava na calha. Os cartazes de propaganda iniciais eram graficamente assustadores, a mensagem política era bem "dossierada" (não foi em vão que se serviu o PSD na Camara durantes tantos anos...), mas faltou também a chama que nem o plasticínico Portas lhe conseguiu transmitir por osmose em duas passeatas de rua. E atenção: Ivo não se pode queixar. Portas decidiu meter toda a carne no assador por ele, visto que até o programa de Governo para as legislativas veio oferecer a Ivo no hotel dos Templários! Ivo só tem de se queixar de si próprio. O seu percurso político não convence nem lhe gerou credibilidade. Confesso, por fim: o blogue, inicialmente primitivo foi melhorando substancialmente com o tempo..

1858. BALANÇO (3): O REGRESSO ÀS ORIGENS

O Bloco de Esquerda teve 829 votos, ou seja, 3,24%. Ou seja, deu enorme trambolhão dos 2.095 votos e 12,3% das legislativas apenas 15 dias antes. Mesmo assim subiu ligeiramente dos 666, 2,9% dos votos de 2005. António Carlos Godinho fez uma campanha modesta, sem rasgo, coleccionando tudo o que os outros candidatos diziam para um dia poder vir a reivindicar a paternidade da ideia. É fácil, é barato, mas como se viu não deu milhões. Propaganda fraca e graficamente confusa, discurso hermético sem conseguir tocar o eleitor, Tomar foi um dos inúmeos sítios onde ficou provado que nem todos os partidos que existem nas televisões existem no país real. Gostei da ideia das bicicletas. Foi saudável e original. E faz muito bem aos bíceps e às pernas.

1850. BALANÇO (2): APLAUSO CÍVICO

José Lebre, que foi a boa e inesperada novidade desta campanha, teve 736 votos, ou seja, 3,23 % dos votos para a Camara. Uma advertencia prévia: o Nabantia não participa da demencia política dos derrotados vencedores, daqueles que ganham quando perdem e que ganham quando ganham e que ganham quando empatam. Pode, claro, ganhar-se e perder-se com um bom ou um mau resultado. Ora, José Lebre perdeu e o movimento que representou na sua candidatura também. Mas perdeu com um bom resultado. Para ganhar teria de ter sido eleito vereador. Foi prejudicada esta candidatura pelo facto de não ter concorrido à Assembleia Municipal (contas de outro rosário a que talvez ainda aqui voltemos um dia, pelo que o episódio demonstra de como o sistema legal e judiciário português favorece promíscua e descaradamente a pouca vergonha). Sem poder dispor do misterioso bezerro de ouro que despudoradamente alimentou a faraónica campanha de Pedro Marques, com poucos recursos, sem máquina partidária ou aparelho de reformados todo-o-terreno disponível para acções de comandos, fez, a nosso ver, uma excelente campanha: dando-se a conhecer aos tomarenses, com genuinidade e com alma, com paixão, com projecto, com ideias, com capacidade política de combate com os demais concorrentes e, sobretudo, com a coragem de dizer o que muitos pensam mas por conveniencia omitem. O resultado obtido permite-lhe pensar, se assim estiverem os TPL pelos ajustes, no início da construção de um projecto para 2013. Muita água correrá até lá debaixo das pontes. Veremos o que acontece. Numa palavra: O Tomar Em Primeiro Lugar e José Lebre merecem um aplauso cívico, aliás, justificadamente estendível a Isabel Miliciano, entusiasta inquebrantável deste projecto.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

1848. O FINÓRIO

Relvas respeita os eleitores que nele votaram para deputado municipal se outros eleitores que não votaram nele para deputado municipal fizerem dele presidente da Assembleia Municipal. Um finório de antologia.

1846. ARQUEOLOGIA BLOGUEIRA

Por amabilidade de Virgílio Alves julgamos, enfim, ter lobrigado com a misteriosa e difícil tarefa de detectar a presença da CDU de Tomar na internet nestas eleições autárquicas. Obrigado.

1845. BALANÇO (1): VAIA AO MAIOR PARTIDO DE TOMAR


Por contingencias de momento, que me afastaram da escrita, ainda não comentei o resultado das ultimas eleições autárquicas em Tomar. Fá-lo-ei. Como cidadão e eleitor, interessaram-me e disseram-me directamente respeito. Mas o tempo é sábio, faz assentar a poeira e ajuda à reflexão. Inicio a publicação do balanço com o qual pretendo encerrar também o tema. Não encerrar o comentário político local, que esse continuará, para tristeza de alguns, mas o resultado destas eleições, que marcam um virar de página. E quero mesmo começar com uma sonora vaia. Uma vaia ao maior partido de Tomar: o partido dos mais de 40% de cidadãos abstencionistas que decidiram que em sete pessoas não havia ninguém capaz de governar esta terra. Calem-se, doravante, por favor, durante pelo menos quatro anos. Não azucrinem. Não critiquem, não digam mal. Não chateiem. Vão dizer mal para o Entroncamento, para Ourém ou para Torres. Há que baste também por lá... Perderam o direito. É espantoso, depois de tudo o que se passou e de tudo o que se disse que ainda tenha aumentado o partido da abstenção e que ainda mais gente tenha desistido de decidir. Bem sei que em democrcacia o povo, diz-se, tem sempre razão e é soberano. Sê-lo-á, formalmente. Mas, substanciamente, o povo que se desinteressa e não vota, não tem, em meu entender, razão. Uma vaia, portanto, para o maior partido de Tomar, que fez com que Tomar passe a ter um presidente de Camara escolhido por pouco mais de vinte por cento dos cidadãos eleitores do concelho.

domingo, 18 de outubro de 2009

1841.

Via Hugo Cristovão, via António Rebelo, descobri finalmente isto. Paupérrimo. Muito pior que o blogue de Ivo Santos.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

1840. TEM TEMPO

Seja lá quando for, há tempo para todos os balanços. E tantos que há fazer...

domingo, 11 de outubro de 2009

1838. TOMAR


VOTAR POR TOMAR!

sábado, 10 de outubro de 2009

1835. CARTAZES E MEMÓRIA

"A semana passada fui a uma tipografia em Tomar para orçamentar a edição de uma peça de teatro do Fatias de Cá e um amigo meu, que lá trabalha, comentou comigo que as listas concorrentes à Câmara andam a gastar dinheiro que nem doidos. Por exemplo, os outdoors (aqueles cartazes grandes que se metem nas rotundas com 3 metros por 8 e que em português se poderiam chamar “fora de portas” ou até “no olho da rua” que não é uma tradução tão bonita mas é mais expressiva) custava cada um 6.000€ (seis mil, sim). Claro que ele também se interrogava onde é que eles iam buscar tanto dinheiro, embora cá para mim a pergunta fosse mais transparente com “como é que eles ficaram de pagar a quem lhes paga os cartazes?”
Também na semana passada foram anunciados pela Câmara de Tomar os subsídios atribuídos às colectividades e associações culturais em 2009 (ao Fatias de Cá calhou um subsídio de 12.000€). Os vereadores da oposição fizeram declarações de voto grandes, eu não tive paciência para ler tudo, mas ainda tirei umas pelas outras que eles estavam a dizer mal da política cultural da Câmara, porque não apoiava como deve de ser a Cultura. É claro que os que fizeram as declarações de voto foram os mesmos que já estiveram a mandar na Câmara quando era o PS a mandar e, que tinham exactamente os mesmos critérios na atribuição dos subsídios (aliás, foram eles que os inventaram, com a ajuda do António Rebelo, que também quis ser candidato à Câmara, e do Carlos Trincão, que entretanto é mandatário do Bloco de Esquerda, ambos assessores do Pedro Marques, quando o Rosa Dias ainda era da CDU, a memória é uma coisa muita linda, malvado senhor alemão que ataca tanta gente)."

Carlos Carvalheiro
, n' O Templário.